Série B: Juventude empata sem gols com Fortaleza no Jaconi e segue em 2º
Na briga pelo acesso na Série B do Campeonato Brasileiro, Juventude e Fortaleza empataram em 0 a 0 na noite deste sábado (15), no Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul, pela 22ª rodada.
Com boas chances para os dois lados, mas sem efetividade, o resultado mantém o Verdão da Serra na segunda colocação. O empate favorece o líder Criciúma, que mais cedo venceu o Goiás por 1 a 0 e chegou a 43 pontos, quatro à frente dos jaconeros.
O Fortaleza, com 36 pontos, fica em quarto lugar, na zona de classificação para os playoffs de acesso, junto com Vila Nova (37), Operário Ferroviário e Sport (ambos com 35).
Como foi o jogo
O início foi movimentado. Aos 3 minutos, Welliton arriscou da intermediária e obrigou Pedro Rocha a fazer boa defesa. O Juventude respondeu aos 9, quando Alisson Safira cruzou para Amarilla cabecear raspando a trave direita. Aos 26, em nova jogada aérea, Rodrigo Sam cruzou e MP não conseguiu finalizar com força. O Fortaleza voltou a assustar aos 30 com Rodriguinho, dentro da área, parado por Pedro Rocha.
No segundo tempo, o Juventude pressionou. Aos 3 minutos, João Ricardo cortou cruzamento da linha de fundo. Aos 9, os donos da casa reclamaram pênalti por toque no braço de Cardona e, aos 10, João Ricardo salvou cabeceio de Safira após cruzamento de Aderlan.
A melhor chance do jogo foi do Fortaleza, aos 17. Após bicicleta furada de Nathan Fogaça em falta da intermediária, Rodrigo Santos limpou a marcação e bateu firme, carimbando a trave esquerda. Na reta final, o Juventude tentou o abafa com bolas aéreas, mas o 0 a 0 persistiu.
Próximos jogos
Pela 23ª rodada, o Juventude visita o Goiás na terça-feira, às 21h35, no Hailé Pinheiro, em Goiânia. Na quarta, o Fortaleza recebe o São Bernardo no Castelão, em Fortaleza.
Ídolos de Palmeiras, Corinthians e São Paulo, Edmundo, Marcelinho e Luis Fabiano declaram R$ 80 milhões juntos
Candidatos nas eleições de 2026, os ex-jogadores Edmundo, Marcelinho Carioca e Luis Fabiano — ídolos de Palmeiras, Corinthians e São Paulo, respectivamente — têm, somados, mais de R$ 80 milhões em patrimônio declarado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O maior valor é de Marcelinho Carioca, candidato a deputado distrital pelo Republicanos. Ele declarou R$ 45,3 milhões, sendo R$ 40 milhões referentes à participação em um resort em Atibaia, no interior paulista.
Luis Fabiano, candidato a deputado federal pelo PSDB em São Paulo, declarou R$ 20,1 milhões. O patrimônio do ex-atacante do São Paulo e da seleção está dividido entre 15 apartamentos em Campinas, Natal e São Paulo, terrenos em Espírito Santo do Pinhal e Jaguariúna, duas casas na Espanha avaliadas em R$ 4,6 milhões, além de ações e participações em empresas.
Edmundo, candidato a deputado federal pelo PSDB no Rio, declarou R$ 16 milhões. A maior parte está em ações e em um plano de previdência privada de R$ 6,5 milhões, além de empréstimos, imóveis e um carro.
Outros nomes do futebol também entraram na disputa. O ex-treinador Vanderlei Luxemburgo, candidato ao Senado no Tocantins pelo Podemos, declarou R$ 3,7 milhões. Ex-diretor de Flamengo e Remo e atual deputado federal pelo PSDB do Rio, Marcos Braz, que tenta a reeleição, declarou R$ 367,5 mil.
Romário deixa o PL e anuncia apoio a Eduardo Paes para o governo do Rio de Janeiro
O senador Romário anunciou na sexta-feira (14) sua saída do Partido Liberal (PL) e o apoio à candidatura de Eduardo Paes (PSD) ao governo do Rio de Janeiro. Eleito pela primeira vez em 2014 e reeleito em 2022 com 2,3 milhões de votos (29,19% dos válidos), o parlamentar disse que seguirá sem partido e que, por enquanto, não conversa com outras legendas.
No estado, o PL lançou o bolsonarista Douglas Ruas, apoiado por Flávio Bolsonaro, como candidato ao governo.
"Tenho minhas posições, o Eduardo tem as dele e não precisamos concordar em tudo. O que pesa para mim é o Rio. Acredito que ele reúne hoje as melhores condições para governar o estado, construir soluções e enfrentar problemas que se arrastam há muitos anos e que até hoje nenhum governador conseguiu resolver. Minha escolha está feita e vou apoiá-lo publicamente", afirmou Romário.
O senador disse que a saída foi tranquila. "Tenho respeito pelo PL e pelas pessoas com quem caminhei nos últimos anos. Foi uma decisão pensada, tomada com tranquilidade e sem qualquer questão pessoal. Entendi que este é o momento de encerrar esse ciclo e seguir um novo caminho político. Saio sem briga, sem ressentimento e com respeito por todos", completou.
A candidatura de Ruas sofreu outro revés nesta semana. Na quarta-feira (12), o ex-prefeito de Nova Iguaçu Rogério Lisboa (PP) também declarou apoio a Paes. Lisboa era cotado para ser vice na chapa de Ruas, mas deixou o posto em julho por decisão que o Progressistas classificou como de caráter "estritamente pessoal". O PP decidiu pela neutralidade na disputa para presidente e governador no Rio, liberando filiados para apoios individuais.
Após semanas de incerteza, Cleitinho registra candidatura ao governo de Minas
O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG) registrou neste sábado (15) sua candidatura ao governo de Minas Gerais, no último dia do prazo da Justiça Eleitoral, encerrando semanas de indefinição sobre sua participação na disputa.
O destino político do parlamentar passou por reviravoltas. No início de agosto, ele anunciou que não concorreria ao Executivo mineiro, mas voltou atrás no dia seguinte. O Republicanos chegou a rejeitar o nome de Cleitinho e informou que lançaria chapa própria para o governo e para o Senado, sem citá-lo.
A indefinição afetou a articulação da direita no estado. Durante o período em que Cleitinho ficou fora da disputa, o PL lançou o ex-presidente da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg), Flávio Roscoe, para o governo, com apoio do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG). Com a confirmação de Cleitinho, os dois passam a disputar o mesmo eleitorado.
Após terremoto, presidente da Colômbia pede a Trump suspensão de tarifas
O presidente da Colômbia, Abelardo de la Espriella, pediu neste sábado (15) ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a suspensão temporária das tarifas sobre produtos colombianos após o terremoto devastador que atingiu o país nesta semana.
No fim de julho, as tarifas americanas sobre produtos colombianos subiram de 10% para 12,5%, com exceções como café e petróleo.
Em publicação no X, De la Espriella afirmou ter solicitado ao aliado que avalie a medida para aliviar o setor produtivo. "Pedi que considerasse a suspensão temporária das altas tarifas que afetam os produtos colombianos, a fim de aliviar nossos empresários, que estão enfrentando momentos muito difíceis devido aos efeitos do terremoto", escreveu.

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