sábado, 28 de maio de 2022

Bolsonaro critica PT, pesquisas e TSE em live desta sexta-feira

 Presidente fez críticas aos empréstimos do PT a Cuba e Venezuela, levantou suspeitas sobre pesquisas e questionou TSE



presidente Jair Bolsonaro criticou o PT, pesquisas eleitorais e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em live nas redes sociais nesta sexta-feira. Ele questionou ainda empréstimos de governos passados a Cuba e Venezuela, levantou suspeitas sobre pesquisas de intenção de voto e citou condutas do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Edson Fachin, que julgou inadequadas.

A live aconteceu um dia após a divulgação da pesquisa Datafolha para o Palácio do Planalto. O presidente aproveitou para ler uma notícia com delações premiadas de integrantes do governo do PT, que informava sobre uma ocultação de pesquisas negativas. "Os caras compravam pesquisas para divulgar pesquisas favoráveis ao PT. Quando chegavam os resultados e eram contrários, desfavoráveis, elas eram engavetadas, trituradas, jogadas no lixo. Não há diferença para o Datafolha", afirmou.

Bolsonaro ainda questionou se instituições de pesquisas eleitorais não estão "fazendo tabelinha" com "uma instituição por aí que diz que por lá é tudo inexpugnável". Ele fez referência ao TSE, órgão criticado em outras falas do presidente durante o pronunciamento. Ele chegou a dizer que o ministro Fachin "foi militante de esquerda e advogado do MST".

"O grupo de checadores do TSE é ligado a grupos de esquerda. O senhor Fachin se reuniu com núcleo jurídico do PT há poucos dias para discutir, entre outras coisas, como censurar deputados federais. Olha para onde está caminhando nosso Brasil. Se tivesse outro presidente no meu lugar, como ele teria se comportado?", perguntou.

Veja os principais pontos da live:

PL das Fake News

"Por que ministros do STF quiseram aprovar [o PL das Fake News]? A gente fica desconfiado. [...] Qual o interesse em regulamentar as mídias sociais? Então, sobre esse PL das Fake News, eu entrei em campo. Todo mundo tem contato com deputado, senador. E, por nove votos, ele não ganhou urgência. Esse projeto busca o fortalecimento da imprensa tradicional, além de garantir o monopólio da informação. Tudo o que você postar da tua cabeça vai passar a ser fake news. Se você descobrir uma coisa errada do seu município e postar isso, vai ser fake news. Vale se você copiar uma matéria e postar. [...] Teve parlamentar que votou favorável ao PL das Fake News sem querer. Eu perguntei. A grande maioria teve interesse de atender pedido de ministros do Supremo com interesse nessa matéria. Alguns ligaram para mim para dizer que isso daria balizamento das redes sociais, do que pode ou não pode. Balizamento? Não tem que ter balizamento na liberdade de opinião. Deixa rolar, fale à vontade. É o preço da democracia. [...] A conclusão: a regulação das mídias e redes nos levará a uma prisão fora de uma cela. Você vai ser um vegetal. Não vai poder ficar opinando, falando, postando a fotografia, fazendo um comentário. Até pode, mas pode ser surpreendido com um processo. Se tivemos até pouco tempo um deputado federal preso, que falou aquilo que não poderia falar, que foi agressivo, ninguém discute isso aí, um direito dele falar, e se você achar que extrapolou não vote de novo… Mas, se teve deputado preso, imagine você. O objetivo é tirar sua voz."

Elon Musk

"Quando estive com Elon Musk, no encontro que o Fabio Faria intermediou, eu o rotulei ali de mito da liberdade. Liberdade não é só se expressar. É até liberdade física. Não é fake news aquele inquérito da PF de 2018, de novembro, que começou a apurar como hackers ficaram oito meses dentro dos computadores do TSE. Um inclusive com a senha de um ministro."

Marco Temporal e alimentos

"A cidade sem o campo não vive, se acaba. Sem a cidade, o campo sobrevive. Sobre o novo Marco Temporal, o senhor Fachin quer um novo marco temporal. Temos hoje uma área em torno de 14% do território nacional que é indígena. Caso aprovem no Supremo, vai tomar uma área do tamanho da região Sul. Praticamente acaba com Rondônia. E pela localização dessas áreas, anula outras áreas equivalentes ao tamanho do Estado de São Paulo. Ameaça, praticamente entra de sola, na segurança alimentar do Brasil. O que pode acontecer se o Supremo aprovar? Tenho que tomar uma decisão. Já está na minha cabeça. [...] Estados Unidos e Europa estão plantando em reservas ambientais. Vem aí uma catástrofe no tocante a alimentos no mundo todo. A tendência é subir de preço no mundo todo. Já está subindo no Brasil."

Pandemia

"Lockdown foi bom ou ruim? Você decide. Eu não falei coisas que vieram da minha cabeça. Teve um conselheiro, como diz a imprensa. Cada vez falam um. Hoje colocaram culpa em um ex-ministro. Eu ouço todo mundo. Como uma vez liguei para o embaixador de Israel. Mas hoje em dia você está proibido de discutir esse assunto. Transformam a gente em um prisioneiro sem cela. O pior que pode acontecer é ficar quieto. [...] Fui contra fechar escolas. Apanhei muito. Não tivemos em 2020 e 2021 nenhum pedido de UTI infantil no Brasil para atender crianças vitimadas de Covid. O Supremo disse que valia as medidas mais restritivas. Se eu falo que não vai fechar nada e o prefeito diz que quer fechar mais, joga no lixo o decreto do presidente. Perdi a possibilidade de conduzir a pandemia no Brasil. O que vamos perder nesses dois anos fora de escola vai levar uns 20 anos para recuperar o que era lá atrás."

Pesquisa

"A manchete aqui: 'Evangélicos se dividem entre Lula e Bolsonaro'. Isso não é fake news, é canalhice. Eu sei que não sou unanimidade em lugar nenhum. Mas se fizer pesquisa séria nas Forças Armadas, não vai dizer que os militares estão divididos. O lado de lá defender aborto, falou que vai botar pastores e padres nos seus lugares. Os governantes do PT fecharam templos. O lado de cá fala Deus, pátria e família. O lado de lá defende ideologia de gênero. Não sou dono da verdade, mas falar que estão divididos?"

R7 e Correio do Povo

Manuela D'Ávila não disputará o Senado

 Cotada para compor chapa fez anúncio nesta sexta-feira

Taline Oppitz



Manuela D’Ávila (PCdoB) pensou, analisou, ponderou e negou o convite do PT para disputar o Senado na chapa de Edegar Pretto. Acostumada a ser alvo de ataques virtuais e físicos, assim como sua família, Manuela decidiu se envolver na campanha sem papel de protagonismo, apesar dos bons índices de intenções de voto que apresentava nas pesquisas.

“Tenho dito desde o ano passado que não estava nos meus planos disputar”, afirmou Manuela à coluna.

Correio do Povo

"É expressão inegociável da democracia", diz Fachin sobre eleições

 Presidente do TSE voltou a defender o processo eleitoral em meio a críticas do presidente Jair Bolsonaro (PL) ao sistema de votação


O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Edson Fachin, frisou nesta sexta-feira que os resultados das eleições serão respeitados. A fala ocorreu durante discurso no Ciclo de Estudos Mulheres e Política, realizado pelo Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE). 

"O Brasil tem eleições limpas, seguras e auditáveis. O acatamento do resultado do exercício da soberania popular é expressão inegociável da democracia pelo respeito ao sufrágio universal e ao voto secreto. A defesa da democracia propõe serernidade, segurança e ordem para pregar o diálogo, a tolerância e obediência à legalidade constitucional", afirmou.

Fachin ressaltou que o lema de sua gestão no TSE é "paz e segurança nas eleições", falando sobre a atuação dos juízes eleitorais no processo. "Paz que significa, portanto, reconhecer que a nós incumbe o papel de árbitros do certame. Nós apitamos o jogo, não disputamos o jogo, não estamos na arquibancada como torcedores fanáticos de A ou B. Nós nos ocupamos de arbitrar o jogo com isenção e com facilidade. Porque a consciência do magistrado, antes de tudo, não são os valores pessoais, mas a consciência jurídica e sistematicamente depositada na legalidade democrática", disse.

As falas do ministro foram feitas em um cenário de críticas ao Judiciário, à segurança das urnas e às eleições encabeçados prinicipalmente pelo presidente da República, Jair Bolsonaro (PL).

Mais recentemente, em um episódio que gerou uma crise entre os Poderes, o ministro da Defesa, general Paulo Sérgio Nogueira, enviou um ofício ao presidente do TSE  pedindo que a corte divulgue as sugestões que foram apresentadas pelas Forças Armadas para contribuir com o aperfeiçoamento da segurança e da transparência das eleições. O TSE respondeu dizendo que não se opõe à divulgação de documentos sobre as eleições, mas alertou que a própria Defesa classificou alguns documentos como sigilosos.

Depois que o TSE rejeitou as sugestões, que haviam sido entregues fora do prazo estabelecido pelo tribunal, Bolsonaro afirmou que elas não seriam "jogadas no lixo", e defendeu a participação dos militares no processo. "Não podemos enfrentar um sistema eleitoral onde paire a sombra da suspeição", disse. 


R7 e Correio do Povo

Aparelho de Jantar Chá 20 Peças Germer Porcelana - Redondo Branco Folk

 


Na hora de servir bem nossos amigos e familiares, todo requinte é bem vindo não é mesmo? Por isso, vale a pena conferir um belo aparelho de jantar, para que seus convidados fiquem sempre boquiabertos! O Aparelho de Jantar Folk da Germer une praticidade e sofisticação, isso porque ele acompanha um jogo de chá, totalizando 20 peças para atender perfeitamente seus convidados. Feito de porcelana, possui formato redondo e uma linda cor branca que combina com qualquer ambiente.

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Deputados gaúchos cobram alterações no projeto das rodovias

 Após apoio da Famurs, proposta deve voltar à pauta da Assembleia do RS



Prestes a retornar com regime de urgência à pauta da Assembleia Legislativa, o projeto de lei que prevê o investimento de recursos estaduais em rodovias federais é alvo de cobrança dos deputados, que propõem alterações na matéria. Entre as mudanças, sugerem uma construção feita junto ao governo federal e garantias de que demais localidades também receberão recursos. As exigências partem dos deputados Tiago Simon (MDB) e Thiago Duarte (União Brasil), parlamentares que, tradicionalmente, votam a favor das pautas do governo. 

Segundo Simon, a proposta trata da "coisa certa feita na forma errada", uma vez que a proposição não apresenta nenhum tipo de ressarcimento do governo federal ante os investimentos estaduais. Ele dá como exemplo o abatimento de valores da dívida do Estado com a União, medida já aplicada em outros estados. "Isso é direito do Rio Grande e do pagador de impostos", disse em entrevista ao programa "Esfera Pública", da Rádio Guaíba. O deputado admite que o investimento nas rodovias, em especial na BR-116, é de suma importância para o Estado, inclusive pela questão do escoamento da produção. Alerta, porém, para o fato de que algumas das estradas previstas para receber os investimentos estão inclusas nos planos de concessão e, futuramente, estarão sob responsabilidade da iniciativa privada.

Já o deputado do União Brasil elenca outros fatores que deveriam ser priorizados antes da aprovação da proposta, como a garantia de que os projetos prevendo melhoras em estradas dos municípios não serão precarizados. "Estaremos vestindo um santo para desvestir outro", disse. Nesse quesito, Duarte salientou as entradas asfálticas de Vila Nova do Sul, Santa Margarida do Sul e a estrada secundária de São Gabriel. Para alguns dos pontos citados já estão previstos investimentos, mas o deputado requer mais garantias do Estado para a conclusão das obras.

Do outro lado, o deputado Pepe Vargas (PT) não cobra alterações, uma vez que a bancada não é, de forma alguma, a favor da proposta. Segundo o líder do PT na Assembleia, não é correto que o governo do Estado estenda o orçamento para o investimento em obras federais. A solução seria aumentar a cobrança sobre a União para que ela finalize o que ainda está em andamento. 

Após longos impasses, a Famurs finalmente se posicionou favoravelmente ao projeto. Com o apoio da entidade, é previsto que o governo retome o pedido de urgência para que a proposta possa ir à votação antes do recesso parlamentar. A matéria precisa ser aprovada, no máximo, até o dia 2 de julho, em função de vedações e limitações impostas pela legislação eleitoral. 

Correio do Povo

Record TV/Real Time Big Data: Pesquisa revela cenário eleitoral na disputa pelo governo do RS

 Ex-ministro de Bolsonaro, Onyx Lorenzoni lidera em dois cenários e só não fica em primeiro quando o ex-governador Eduardo Leite (PSDB) aparece como candidato



O ex-ministro Onyx Lorenzoni (PL) aparece à frente em dois cenários da corrida eleitoral para o Governo do Rio Grande do Sul, de acordo com pesquisa divulgada nesta sexta-feira pelo Real Time Big Data e contratada pela Record TV. Segundo o instituto, nos levantamentos em que o ex-governador gaúcho Eduardo Leite (PSDB) não é colocado como candidato, Onyx lidera com folga, com mais de 15 pontos percentuais em relação ao segundo colocado.

O Real Time Big Data fez o levantamento entre quarta e quinta-feira, e ouviu 1.500 eleitores gaúchos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo RS-02422/2022. O índice de confiança é de 95%.

A pesquisa fez três projeções estimuladas, nas quais uma lista com os concorrentes ao cargo é apresentada aos entrevistados. Em uma delas, Onyx tem 23% das intenções de voto. Em segundo, estão o deputado estadual Edegar Pretto (PT) e o atual governador Ranolfo Vieira Junior (PSDB), ambos com 7%.

Na sequência, três candidatos aparecem com 6%: Beto Albuquerque (PSB), Pedro Ruas (PSol) e o senador Luiz Carlos Heinze (PP). Os três estão tecnicamente empatados com Edegar Pretto e Ranolfo Vieira Junior, visto que a margem de erro da pesquisa é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Completam o primeiro cenário Vieira da Cunha (PDT), com 3% dos votos; Gabriel Souza (MDB), com 2%; Roberto Argenta (PSC), com 1%; e Ricardo Jobim (Novo) e Marco Della Nina (Patriota), com 0%.

Sem Heinze e Albuquerque, Onyx tem liderança ainda maior

Em outro cenário, sem os nomes de Luiz Carlos Heinze e Beto Albuquerque, Onyx lidera com 27%. O segundo é Edegar Pretto, com 8%. Na terceira colocação, aparece Pedro Ruas, com 7%. Em quarto lugar está Ranolfo Vieira Junior, com 6%. Há um empate técnico entre os três. Depois deles, aparecem Vieira da Cunha, com 3%; Roberto Argenta e Gabriel Souza, com 2% cada; e Ricardo Jobim e Marco Della Nina, novamente com 0%.

Leite e Onyx têm empate técnico

Considerando a candidatura de Leite, a situação para o governo do Rio Grande do Sul muda. O ex-governador fica à frente, com 23% das intenções de voto. Contudo, ele empata tecnicamente com Onyx, que tem 20%.

O terceiro nesse cenário é Edegar Pretto, com 6%. Em quarto, aparece Beto Albuquerque, com 5%. Na sequência, figuram Luis Carlos Heinze e Pedro Ruas, ambos com 4%. Completam a lista Vieira da Cunha, com 2%; Roberto Argenta e Gabriel Souza, com 1%; e Ricardo Jobim e Marco Della Nina, mais uma vez com 0%.

Mourão e d'Ávila empatam na corrida para o Senado

Outra pesquisa feita pelo instituto foi sobre as intenções de voto para o Senado. Nos dois cenários elaborados, a ex-deputada federal Manuela D'Ávila (PCdoB) e o vice-presidente da República, Hamilton Mourão (Republicanos), estão empatados na primeira colocação.

No primeiro, os dois têm 22% dos votos. Na sequência, aparecem Ana Amélia Lemos (PSD) e José Ivo Sartori (MDB), com 11%. Depois, figuram Lasier Martins (Podemos), com 6%, e Nelson Marchezan Junior, com 5%.

No segundo cenário, sem o nome de Marchezan e considerando a candidatura de Eduardo Leite, o líder é Mourão, com 21% dos votos. Em segundo está Manuela D'Ávila, com 20%. Leite é o terceiro, com 17%. Os três estão tecnicamente empatados. Completam a lista José Ivo Sartori, com 10%; Ana Amélia Lemos, com 9%; e Lasier Martins, com 6%.

Após a publicação desta pesquisa, a ex-deputada Manuela D'Ávila anunciou para a colunista do Correio do Povo, Taline Opptiz, que não irá disputar o Senado. 

R7 e Correio do Povo

Aneel mantém conta de luz na bandeira verde em junho, sem cobrança de tarifa adicional

 Taxa extra de R$ 14,20 por 100 kWh consumidos foi cobrada entre setembro de 2021 e 15 de abril, por causa da escassez hídrica



A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou nesta sexta-feira, 27, que manterá a bandeira verde acionada em junho para todos os consumidores do país. Com a decisão, as contas de luz seguem sem cobrança adicional no próximo mês.

Em nota, a agência informou que a bandeira verde indica "condições favoráveis de geração de energia". A tendência, de acordo com agentes do setor elétrico, é que o patamar seja mantido nos próximos meses.

A bandeira verde está em vigor desde 16 de abril. De setembro de 2021 a 15 de abril, os consumidores pagaram um adicional de R$ 14,20 por 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos, referente a bandeira escassez hídrica. O patamar foi criado no ano passado devido à grave escassez nos principais reservatórios.

O sistema de bandeiras tarifárias foi criado em 2015 para indicar aos consumidores os custos da geração de energia no país, e atenuar os reajustes das tarifas e o impacto nos orçamentos das distribuidoras de energia.

A bandeira verde, aplicada quando não há cobrança adicional, significa que o custo da produção de energia está baixo. Já as bandeiras amarela e vermelha 1 e 2 representam um aumento no custo da geração, e a necessidade de acionar as usinas térmicas. Todo esse ciclo está ligado, principalmente, ao volume de água nos reservatórios das usinas hidrelétricas e à quantidade de chuvas.

R7 e Correio do Povo

Kit Lixeira Inox com Pedal e Tampa 3L e 12L - 2 Peças Brinox Standard

 


Dentre um universo que engloba cesto, balde e latas de lixo cada vez mais modernos, uma pequena lixeira ainda é uma boa opção para acondicionar o lixo que produzimos diariamente em casa, assegurando a limpeza dos ambientes. O kit lixeira Standard da Brinox é fabricada em aço inox durável, higiênico e de fácil limpeza. O conjunto é composto por duas peças, sendo uma de 12L e outra de 3L que podem ser usadas em diferentes espaços. Além disso, possui balde removível, pedal, tampa e uma prática alça para facilitar o transporte. O acabamento alto brilho dá charme e destaque à peça. Uma combinação perfeita de praticidade e requinte para sua casa ou escritório!

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Governo afirma que estoque de diesel do país é de 38 dias

 Segundo o Ministério de Minas e Energia, a autonomia do combustível aumentou de 26,7%; antes era de 30 dias


O MME (Ministério de Minas e Energia) informou nesta sexta-feira (27) que o Brasil tem estoque de diesel equivalente a 38 dias de importação. “Se as importações desse combustível fossem cessadas hoje, os estoques, em conjunto com a produção nacional, seriam suficientes para suprir o país por 38 dias”, diz a nota da pasta.

O volume teve um aumento de 26,7% desde o último monitoramento do ministério, que antes trabalhava com 30 dias de autonomia. 

A nota foi divulgada após carta enviada pela diretoria da Petrobras no início da semana, reforçando o risco de desabastecimento de diesel no Brasil.

Segundo o ministério, o combustível  possui papel de destaque na matriz brasileira de transporte e nível de dependência externa da ordem de 30%.

"O MME, atento ao abastecimento nacional de combustíveis, quando do início do conflito que eclodiu no leste europeu, com reflexos na conjuntura energética global, adotou medidas imediatas para intensificar o monitoramento dos fluxos logísticos e da oferta de petróleo, gás natural e seus derivados, nos mercados doméstico e internacional", afirmou em nota.

Desde março, o ministério afirma que tem coordenado trabalho em conjunto com a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) e a EPE (Empresa de Pesquisa Energética), para acompanhar os principais indicadores do abastecimento nacional de combustíveis.

Além disso, foi criado o Comitê Setorial de Monitoramento do Suprimento Nacional de Combustíveis e Biocombustíveis, com o objetivo de adotar medidas e ações visando à garantia do seu abastecimento. 

De acordo com a pasta, além da ANP e EPE, participam as associações representativas e agentes do setor, incluindo Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás, Associação das Distribuidoras de Combustíveis, Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis, Acelen e Petrobras.

"Destaca-se que os fatos elencados pela Petrobras em sua carta, como a redução da oferta e dos estoques mundiais de óleo diesel, em função da conjuntura energética mundial, e o aumento da demanda pelo produto, no segundo semestre do ano, são fatos amplamente conhecidos e monitorados pelo Comitê", afirma o MME.

Demissão

Em ano eleitoral, a escalada da inflação, puxada principalmente pelos combustíveis, tem levado o governo federal a buscar solução para a política de preços.

A recusa em vender diesel com desconto aos consumidores, advertindo que isso causaria escassez do produto, levou à demissão de José Mauro Ferreira Coelho do comando da Petrobras, no começo da semana. Ele é o terceiro CEO da empresa demitido pelo presidente Jair Bolsonaro por causa dos preços dos combustíveis. Para o cargo, foi indicado Caio Mario Paes de Andrade.

O presidente já havia feito mudanças no Ministério de Minas e Energia, depois que a Petrobras autorizou o último aumento do diesel, em 10 de maio. No dia seguinte, Bento Albuquerque foi exonerado do cargo de ministro e substituído pelo economista Adolfo Sachsida.


R7 e Correio do Povo

Chuva segue no RS neste sábado

 MetSul alerta para chuva volumosa em diversas áreas do Sul do Brasil no fim de maio e começo de junho



O tempo vai seguir instável no Rio Grande do Sul neste sábado. A maior parte do território gaúcho vai começar o dia com tempo seco, nebulosidade e sem chuva. Contudo, áreas de instabilidade começarão a avançar a partir do Noroeste e do Norte, levando chuva para a maioria das cidades, principalmente da tarde para a noite.

Nebulosidade, chuva e alta umidade devem evitar temperatura alta, em mais um dia com pequena amplitude térmica entre as mínimas e as máximas. Em Porto Alegre, o sábado será de chuva, com temperatura que varia entre 16ºC e 20ºC. 

A MetSul alerta que a chuva será muito volumosa em diversas áreas do Sul do Brasil neste final de maio e durante a primeira semana de junho. A região vai enfrentar período de grande instabilidade atmosférica, com elevados índices de precipitação que vão afetar áreas do Rio Grande do Sul, principalmente na Metade Norte. Na segunda e terça-feira, o tempo firme predomina na maior parte do território gaúcho, mas a chuva deve retornar na quarta. 

Mínimas e máximas no RS 

Santa Maria 16°C / 20°C
Passo Fundo 15°C / 19°C
Capão da Canoa 16°C / 21°C
Santa Cruz 16°C / 20°C
Caxias do Sul 13°C / 17°C

Correio do Povo

Após demissão na Petrobras, preço do diesel e gasolina cai nos postos

 O litro do diesel teve redução de 0,36%, passando de R$ 6,943 para R$ 6,918, e a gasolina, de 0,31%, de R$ 7,275 para R$ 7,252



preço médio do diesel e da gasolina teve queda nesta semana nos postos de combustíveis do país, após a demissão do presidente da Petrobras. Segundo levantamento da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis), o litro do diesel, que havia registrado recorde na semana passada, ficou R$ 0,25 mais barato, passando de R$ 6,943 para R$ 6,918, redução de 0,36%.

Já o valor médio da gasolina foi de R$ 7,275 para R$ 7,252, queda de 0,31%, na segunda semana seguida. O preço máximo do combustível também se manteve em R$ 8,590. A escalada da inflação, puxada principalmente pelos combustíveis, tem levado o governo federal a buscar uma solução para a política de preços. Na prévia da inflação de maio, o IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), os combustíveis (+2,05%) seguem em alta, embora a variação tenha sido inferior à registrada em abril (+7,5%).

Na última segunda-feira, o presidente Jair Bolsonaro demitiu José Mauro Ferreira Coelho do  comando da Petrobras. Ele foi o terceiro CEO da empresa demitido por causa dos preços dos combustíveis. Para o cargo, foi indicado Caio Mario Paes de Andrade.

O presidente já havia feito mudanças no Ministério de Minas e Energia, depois que a Petrobras autorizou o último aumento do diesel, em 10 de maio. No dia seguinte, Bento Albuquerque foi exonerado do cargo de ministro e substituído pelo economista Adolfo Sachsida. 

Para barrar a inflação em ano eleitoral, o governo aposta na proposta que torna combustíveis e energia elétrica itens essenciais para limitar a alíquota em 17% do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), aprovada pela Câmara na quarta-feira. 

R7 e Correio do Povo


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sexta-feira, 27 de maio de 2022

Jornalista David Coimbra morre aos 60 anos

 


O jornalista e escritor David Coimbra morreu nesta sexta-feira (27), aos 60 anos, em Porto Alegre. Ele lutava contra um câncer no rim desde 2013 e estava internado no Hospital Moinhos de Vento.

Nascido na Capital gaúcha e graduado na Pucrs (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul), o jornalista morou em Boston, nos Estados Unidos, para tratar a doença. Ele deixa a esposa, Márcia, e o filho Bernardo, de 13 anos.

Diversos colegas de profissão, autoridades e clubes de futebol lamentaram o falecimento do profissional do Grupo RBS nas redes sociais.

“Com muita tristeza, recebo a notícia do falecimento precoce do comunicador David Coimbra. David fez parte do dia a dia dos gaúchos e seu legado seguirá fazendo. Que Deus conforte a todos neste momento tão difícil. Obrigado pelas palavras cotidianas que alegraram nossos dias”, afirmou o governador Ranolfo Vieira Júnior.

“Com tristeza, recebo a notícia do falecimento do grande jornalista David Coimbra. Um pensador de extremo talento que lutou bravamente pela vida. Minha solidariedade à família e aos amigos. Fica o legado ao bom jornalismo e à defesa das causas importantes à cidade e ao Rio Grande”, escreveu o prefeito Sebastião Melo.

“O Sport Club Internacional lamenta a morte do jornalista David Coimbra. Um profissional que soube expressar com maestria sua paixão pelo futebol e pela cultura. Nossos sentimentos aos admiradores, amigos e familiares neste momento de dor”, afirmou o Colorado.

“Lamentamos profundamente o falecimento do jornalista e escritor David Coimbra. Um dos grandes da comunicação gaúcha, atuou em diversos veículos de expressão. Informou, opinou, apresentou, e sempre cativou. Fez história. Nossos sentimentos aos familiares, amigos e colegas”, disse o Grêmio em nota.

O Sul

Trabalhadores nascidos em setembro podem realizar o saque extraordinário do FGTS a partir deste sábado

 


A Caixa Econômica Federal libera, neste sábado (28), o saque extraordinário de até R$ 1 mil do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para os trabalhadores nascidos em setembro.

Os trabalhadores nascidos entre janeiro e agosto já tiveram os recursos liberados. É possível consultar quem tem direito ao saque, além de valores e datas para receber o dinheiro, no site da Caixa, nas agências do banco e pelo aplicativo FGTS.

Ao todo, 42 milhões de trabalhadores estão aptos ao saque extraordinário. De acordo com a Caixa, cerca de R$ 30 bilhões serão liberados até 15 de junho.

Após o crédito dos valores na conta poupança social digital, é possível pagar boletos ou utilizar o cartão de débito virtual e QR Code para fazer compras em supermercados, padarias, farmácias e outros estabelecimentos por meio do aplicativo Caixa Tem.

O dinheiro também pode ser transferido para contas bancárias da Caixa ou de outros bancos.

O Sul

Aparelho de Jantar Chá 30 Peças Haus Cerâmica - Azul e Branco Redondo Soho Lisboa

 


Na hora de receber e servir nossos convidados com requinte e maestria, contar com os utensílios adequados para cada ocasião pode fazer toda a diferença. Por isso vale a pena conferir o Aparelho de Jantar Soho Lisboa da Haus. Trata-se de um aparelho de jantar, com jogo de chá que certamente deixará todos encantados pela beleza, pois possui cores azul e branca que valorizam e harmonizam com qualquer ambiente. Em um total de 30 peças, é feito de cerâmica com formato redondo e certamente fará parte de grandes momentos e comemorações.

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O VOTO ELETRÔNICO É UM ENGÔDO - 27.05.22

 Em artigo publicado na Gazeta do Povo, o pensador Thomas Korontai deixa bem claro por que considera UM ENGÔDO O VOTO ELETRÔNICO. Eis:


   


A discussão sobre segurança tecnológica do processo eleitoral brasileiro é um dos maiores engodos já vistos no Brasil desde 1996. A confusão impressionante gerada no âmbito do poder público, seja sobre a fragilidades do sistema, seja sobre voto impresso e até a respeito da auditoria de eleições é uma cortina de fumaça que omite a inegável ilegalidade do processo eleitoral sem escrutínio (votação por meio de urna física) e contagem dos votos um a um. Este direito de contar os votos foi retirado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) há 26 anos, sendo substituído pela contabilização inauditável dos inputs teclados pelos eleitores em equipamentos eletrônicos.


   


    São inúmeros os aspectos constitucionais e legais violados por esse sistema que os administradores eleitorais insistem em manter, inclusive, ameaçando quem ousar exercer seu direito de cidadão para contestá-lo. Não quero fazer suposições sobre as razões pelas quais os administradores eleitorais agem dessa forma, mas acredito que o sistema eleitoral brasileiro não atende os cinco princípios insculpidos no art. 37 da Constituição, dentre os quais, o mais evidente e indiscutível, é o de publicidade.


   


    A cláusula pétrea obriga a todos os órgãos da administração pública do país a praticar seus atos de forma a serem acessíveis a qualquer cidadão, e o escrutínio, previsto no Código Eleitoral, que continua em vigor, certamente é um destes atos. Afinal, eleição não é ato judiciário que possa ser mantido em segredo de Justiça, mesmo que os administradores eleitorais sejam também juízes. Além disto, o artigo 7º inciso 3 da Lei 1079/50 que trata dos Crimes de Responsabilidade, é claríssimo ao dizer que o impedimento do escrutínio é crime. Ainda assim, não há escrutínio há 26 anos, aplicando-se o princípio do “fato consumado” a cada eleição, com a posse de todos os candidatos indicados como eleitos pelas urnas eletrônicas.


   


    Vejo dois caminhos possíveis para essa situação. O primeiro é simplesmente cumprir o que determina a lei, aplicando-se o Código Eleitoral em vigor, utilizando-se cédulas de papel e urnas de lona. O segundo seria retirar o processo eleitoral das obrigações do artigo 37 da Constituição – o que seria, obviamente, um absurdo.


   


    São 570 mil seções eleitorais existentes em todo o país, com média de 254 eleitores em cada uma. Logo, o escrutínio e contagem física dos votos poderiam ser realizados pelos próprios mesários, assistidos por fiscais de partidos e eleitores cadastrados e sorteados. E até gravados por uma ou duas câmeras da Justiça Eleitoral. Registra-se tudo em ata, com diversas cópias distribuídas a órgãos correlatos como o Ministério Público, assinada por todos, impedindo a realização de fraudes. Tudo isso em poucas horas.


   


    Não há necessidade de nenhuma nova lei. O Japão e a Alemanha usam papel e ninguém questiona a confiabilidade de seus processos eleitorais. Retrocesso é entregar a contagem para quem controla o software.


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REPRESENTANTES DO POVO??? - Gilberto Simões Pires

 A LÓGICA DA DEMOCRACIA

Em tese, nos PAÍSES DEMOCRÁTICOS o povo elege seus representantes na certeza de que -SUPOSTAMENTE- estarão sempre prontos para tomar decisões que produzam o máximo de bem-estar da sociedade como um todo. Esta é a lógica que move todos aqueles que clamam por DIREITOS E DEVERES IGUAIS PARA TODOS OS CIDADÃOS, como prescreve, aliás, o artigo 6º da nossa Constituição.


PREÇO DE ENERGIA

Entretanto, por tudo que leio e assisto, muito daquilo que o povo não quer nem nunca desejou, os representantes do PODER LEGISLATIVO aprovam sem o menor constrangimento, produzindo custos elevados. É o caso, por exemplo, do preço da -ENERGIA- que deverá ser pago pela sociedade como um todo por conta das exigências de contratações de TÉRMICAS A GÁS, A CARVÃO MINERAL, ENERGIA NUCLEAR DE ANGRA 3 e ENERGIA RENOVÁVEL, aprovadas pelo CONGRESSO NACIONAL, como está descrito na matéria Estadão Conteúdo do dia 24/5.


CUSTO CONGRESSO

O -CUSTO CONGRESSO-, como bem descreve a matéria publicada no Estadão Conteúdo do dia 24/5, dá conta que essas contratações, aprovadas pelos -REPRESENTANTES DO POVO- têm um custo médio de R$ 464,29 por MWh, enquanto o custo marginal da expansão é de R$ 157,44, segundo cálculo da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), órgão vinculado ao Ministério de Minas e Energia.


CUSTO ADICIONAL

O resultado da aprovação dos REPRESENTANTES DO POVO é um CUSTO ADICIONAL de R$ 27 bilhões por ano em relação à contratação eficiente, considerando o prazo de cada contratação compulsória — o que representará um acréscimo médio de R$ 54,79 por MWh na conta de energia e um IMPACTO DE CERCA DE 10% NA TARIFA DO CONSUMIDOR NOS PRÓXIMOS ANOS.  A conta média envolve custos com prazos e financiadores distintos. Segundo cálculos do professor Edvaldo Santana, ex-diretor da ANEEL), muitas das contratações compulsórias serão rateadas por prazos de 15 a 20 anos por todos os consumidores, mas podem chegar a 50 anos, como é o caso da energia da usina nuclear Angra 3.


APROVAÇÃO DE LEIS

Segundo o presidente da Associação Nacional dos Consumidores de Energia (Anace), Carlos Faria, soa risível -se a situação não fosse trágica- a postura de diversos parlamentares em relação às tarifas de energia. Enquanto contribuem para o repasse dos JABUTIS BILIONÁRIOS AOS CONSUMIDORES, ameaçam as regras e a própria sustentabilidade do setor elétrico com tentativas de interferir nos processos tarifários.


ABRIR O MERCADO DE ENERGIA

Já para o presidente-executivo da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel), Rodrigo Ferreira, a solução de reforma estrutural para o setor é o projeto 414, já aprovado no Senado, que ABRE O MERCADO DE ENERGIA e dá direito a quem quiser, de poder escolher o próprio fornecedor de energia elétrica (a portabilidade).


Segundo Ferreira, há consenso no setor sobre o projeto e grande expectativa para a votação em junho. “O presidente Lira tem demonstrado preocupação com a explosão tarifária e já se manifestou favorável à modernização do modelo comercial do setor elétrico, que garantirá liberdade de escolha para o consumidor e acesso a energia mais barata”.


PRIME NEWS



RS - ZONA LIVRE DE FEBRE AFTOSA



Nesta sexta-feira, 27 de maio, o Rio Grande do Sul completa um ano com a certificação internacional da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como zona livre de febre aftosa sem vacinação. O status comprova a qualidade dos rebanhos gaúchos, a solidez sanitária do gado criado no Estado e começa a abrir novas possibilidades de negócio para o pecuarista do Sul.


O tempo é essencial para que a segurança do produto gaúcho seja não apenas reconhecida no Brasil e por organizações internacionais, mas também e principalmente pelos principais mercados exteriores que já consomem tipos determinados de corte de gado brasileiro, e de consumidores externos que o Rio Grande do Sul pode vir a conquistar a partir da perpetuação do novo status. (Jornal do Comércio)


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Mensalidades de planos de saúde individuais ou familiares vão subir até 15,5%, o maior aumento da história

 


Após um inédito reajuste negativo no ano passado, os planos de saúde individuais ou familiares poderão subir até 15,5% este ano. O percentual máximo de reajuste que poderá ser aplicado às mensalidades foi fixado nesta quinta-feira (26) pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). A decisão deve ser publicada no Diário Oficial da União nesta sexta-feira (27).

É o maior percentual de reajuste já aprovado pela agência. O maior até então havia sido de 13,57%, em 2016, de acordo com os dados da série histórica da ANS, iniciada em 2000.

O reajuste será aplicado aos planos médico-hospitalares com aniversário no período de maio de 2022 a abril de 2023, contratados a partir de janeiro de 1999 ou que foram adaptados à nova legislação (Lei nº 9.656/98).

Em 2021, foi determinado um reajuste negativo de -8,19% nos planos de saúde individuais em razão da queda provocada pela pandemia no uso de serviços médicos, com adiamento de procedimentos como cirurgias e exames.

O reajuste anual é calculado com base nas variações das despesas com atendimento aos beneficiários, intensidade de utilização dos planos pelos clientes e inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo).

Estimativas

A Abramge (Associação Brasileira de Planos de Saúde) estimava que o percentual de reajuste ficaria “próximo a 15,8%”. Já a FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar) projetava “reajuste de 15,7% neste ciclo”.

“O aumento de itens diversos, como o preço de medicamentos e insumos médicos, a forte retomada dos procedimentos eletivos, o impacto de tratamentos de Covid-19 longa e a incorporação de novas coberturas obrigatórias aos planos de saúde, como medicamentos e procedimentos, impactam diretamente no reajuste”, afirma a FenaSaúde.

Segundo a Abramge, a retomada dos atendimentos adiados no ano anterior e a segunda onda da Covid-19, “muito maior do que a primeira”, pesaram no custo das despesas médico-hospitalares em 2021.

“Outros fatores que impactaram foram a inflação mundial de insumos (materiais, equipamentos e medicamentos) e a alta exponencial do dólar, moeda atrelada a grande parte dos insumos médico-hospitalares utilizados no Brasil”, destacou a entidade, acrescentando que os planos de saúde foram o único setor regulado com reajuste negativo em 2021.

A partir de quando o reajuste passa a valer?

Após o cálculo e a definição do índice pela ANS, o reajuste será aplicado pelas operadora a partir da data de aniversário do contrato, ou seja, no mês de contratação do plano. A base anual de incidência é de maio até abril do ano seguinte. Isso significa que o teto máximo de aumento poderá ser usado como referência até abril de 2023.

Planos individuais x planos coletivos

Os planos de saúde individuais são a minoria no mercado e a oferta tem diminuído. Em fevereiro deste ano, havia 49 milhões de beneficiários de planos de saúde no país, contra 47,6 milhões em fevereiro de 2021. Já o número de clientes de planos individuais caiu de 9 milhões para 8,9 milhões, ou 18,15% do total.

Nos planos coletivos, os reajustes já vem ocorrendo, uma vez que não dependem de autorização da ANS. Em 2021, o reajuste médio foi de 5,55% para os contratos com 30 vidas ou mais, e de 9,84% para os contratos com até 29 vidas, de acordo levantamento da ANS com dados até maio do ano passado.

Os planos coletivos costumam ser comercializados com um custo de mensalidade menor. O Idec alerta, porém, que migrar de um plano individual para um coletivo pode não ser vantajoso ao longo dos anos.

“O plano coletivo tem menos proteção que plano individual: uma é o teto, que produz reajustes mais baixos, e outra outra é proteção contra cancelamento imotivado. No plano individual, a operadora só pode cancelar em caso de fraude ou não pagamento”, destaca a coordenadora do instituto. A ANS mantém um guia na sua página na internet, onde o consumidor pode pesquisar todos os planos de saúde comercializados no País.

O Sul

Jogo de Panelas Eirilar Antiaderente de Alumínio - Preto 6 Peças 1595

 


Hoje em dia, seja por lazer ou necessidade, todos nós nos aventuramos na cozinha não é mesmo? E para que tudo saia como planejamos, precisamos sempre contar com utensílios adequados e de qualidade. Por isso vale a pena conferir o Jogo de Panelas 1595 da Eirilar. Trata-se de um jogo de panelas antiaderentes feitas de alumínio que certamente encantarão a todos pela beleza e a qualidade. São panelas super reforçadas com acabamento luxuoso, tornando o conjunto ideal para o dia a dia. Com 6 peças em uma linda cor preta, essas panelas certamente farão parte de grandes momentos na sua cozinha!

Link para comprar: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/jogo-de-panelas-eirilar-antiaderente-de-aluminio-preto-6-pecas-1595/p/144136700/UD/CJPN/?campaign_email_id=3453&utm_campaign=email_210522_sab_ud&utm_medium=email&utm_source=magazinevoce&utm_content=produto-144136700

Preço das passagens aéreas está até quase três vezes maior do que antes da pandemia

 


As passagens aéreas estão até 174% – quase três vezes – mais caras em relação a antes da pandemia, conforme um estudo do buscador de voos Viajala. É o caso do preço médio da viagem de ida e volta entre São Paulo (SP) e Salvador (BA), que disparou de R$ 469 para R$ 1.288.

O site comparou os preços médios encontrados em fevereiro de 2020, para voar ao longo daquele ano, e em abril de 2022, para viajar durante este ano, das rotas mais buscadas.

O segundo trecho que mais encareceu foi entre Rio de Janeiro (RJ) e João Pessoa (PB), cujo valor médio saltou 142%, de R$ 849 para R$ 2.060. Já a terceira viagem que mais aumentou de preço médio foi entre São Paulo (SP) e Recife (PE). A alta foi de 134%, de R$ 581 para R$ 1.359.

A passagem aérea internacional mais procurada, de São Paulo a Lisboa (Portugal), sofreu elevação média de 98%, de R$ 3.549 para R$ 7.025.

Após mais de dois anos de poucas novidades, as companhias aéreas voltaram a apresentar números parecidos aos de antes da pandemia e a se movimentar. Neste mês, a brasileira Gol e a colombiana Avianca anunciaram que passarão a ser controladas por um mesmo grupo, chamado Abra.

“Esse acordo não supre a necessidade de mais competitividade aérea no Brasil, mas veio a calhar em um momento de forte alta nos preços”, afirma Thomas Allier, presidente do Viajala. Desde a quebra da Avianca Brasil, em 2019, o país ficou com apenas três companhias aéreas nacionais, já que a Ita, do grupo Itapemirim, operou por apenas um semestre no ano passado.

A queda da competitividade após a quebra da Avianca Brasil causou um aumento quase instantâneo no preço médio das passagens. Na época, 85% das rotas nacionais apresentaram aumento de preço médio, conforme um estudo do buscador.

O acordo entre a Gol e a Avianca da Colômbia deve dar frutos como a criação de mais rotas diretas entre Brasil e Colômbia, além de tornar mais baratas e rápidas as viagens para Estados Unidos, México e região do Caribe, de acordo com Allier.

A Gol e Avianca manterão operações independentes, enquanto “se beneficiam de maior eficiência e investimentos feitos pelo mesmo grupo controlador”, segundo comunicado.

A Avianca Group possui uma frota de mais de 110 aeronaves e é a companhia aérea líder na Colômbia, América Central, Equador e opera 130 rotas na América Latina. Já a Gol opera uma frota de 142 aeronaves e possui 33,6% de participação no mercado doméstico brasileiro, atrás da Latam (35,1%), segundo os dados da Agência Nacional de Aviação Civil.

O Sul

Bolsonaro aceita convite para ir à Cúpula das Américas, nos Estados Unidos

 


O presidente Jair Bolsonaro confirmou nesta quinta-feira (26) que terá um encontro bilateral com o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, paralelamente à Cúpula das Américas. A Casa Branca enviou no início da semana um representante para reforçar o convite ao presidente brasileiro. Bolsonaro recebeu no Palácio do Planalto o assessor especial dos Estados Unidos para a Cúpula das Américas, Chris Dodd.

Enquanto comentava a reunião, Bolsonaro disse que encontrou o americano no G-20, mas que Biden “passou como se eu não existisse”. O chefe do Executivo brasileiro disse, então, que não sabia se era a idade.

“Foi acertado, terei bilateral com ele, irei lá fazer valer o que o Brasil representa para o mundo. Estava propenso a não comparecer. Não posso ir, com o tamanho do Brasil, ser moldura de uma fotografia. Não vou lá para sorrir, apertar mão e aparecer em fotografia, eu vou para resolver os assuntos”, disse Bolsonaro, completando: “Encontrei com ele no G-20, passou como se eu não existisse. Foi tratamento dele com todo mundo, não sei se é a idade.”

Na ocasião, Bolsonaro comentava que a relação entre Brasil e Estados Unidos mudou desde que Biden assumiu a Casa Branca. O presidente brasileiro disse que com o ex-presidente Donald Trump “estava indo muito bem” e que, de sua parte, não mudou a “política” com Biden.

“Ele enviou uma pessoa especialmente para conversar comigo e ali eu botei as cartas na mesa. Estava o pessoal do Itamaraty presente, eu falei da mudança de comportamento dos EUA para com o Brasil quando o Biden assumiu. Com o Trump estava indo muito bem. Quando entrou o Biden, de minha parte não mudei política com ele”, disse, comentando na sequência o encontro no G-20.

A Cúpula das Américas acontecerá dos dias 6 a 10 de junho, em Los Angeles, na Califórnia, na primeira reunião desde 2018.

Previamente, o chanceler Carlos França deu sinais de que era provável que Bolsonaro se ausentasse do encontro devido a duas razões: os sinais de que o encontro será esvaziado, já que México e Bolívia indicaram disposição de não comparecer, e o não aproveitamento de propostas apresentas pelos brasileiros por autoridades americanas.

O Itamaraty trabalhou para que a presença de Bolsonaro na cúpula fosse possível, mas enfrentou oposições a essa ideia na ala política do governo. Para a ala diplomática, seria uma boa oportunidade de virar a página dos desencontros com a administração Biden.

Segundo a colunista Bela Megale, do jornal O Globo, o ministro da Economia, Paulo Guedes, foi o principal responsável por convencer Bolsonaro a comparecer na Cúpula. O ministro tem externado a Bolsonaro sua preocupação sobre o distanciamento do Brasil com o governo dos EUA após a derrota de Donald Trump e destacado a importância de uma reaproximação visando frentes como a entrada do Brasil na Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). As informações são do jornal O Globo.

O Sul

Governo federal arrecada 195 bilhões de reais em abril, o melhor resultado para o mês em quase 30 anos

 


A Receita Federal informou nesta quinta-feira (26) que a arrecadação do governo federal com impostos, contribuições e demais receitas atingiu R$ 195,1 bilhões em abril.

O resultado representa recorde para o mês desde 1995, quando começou a série histórica da Receita. Com isso, atingiu o maior valor em 28 anos.

Conforme a Receita, na comparação com o mesmo mês do ano passado, quando a arrecadação foi de R$ 175,9 bilhões (valor corrigido pela inflação), houve aumento real de 10,94%.

Destaques

Segundo a Receita Federal, a arrecadação recorde no mês passado aconteceu apesar da redução do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) em 25%, autorizada no fim de fevereiro, e do corte de tributos sobre combustíveis.

Essas duas medidas levaram à uma perda de R$ 3,7 bilhões de arrecadação no mês passado.

De acordo com órgão, o recorde de arrecadação, em abril, está relacionado com o nível de atividade e com o aumento dos preços de produtos básicos e dos combustíveis, entre outros.

Em abril, as vendas de bens aumentaram 4,5% e as de serviços, 11,4%.

“A atividade econômica é responsável majoritariamente pelo desempenho da arrecadação em relação ao ano passado. O desempenho do PIB veio muito forte no primeiro trimestre”, disse o chefe do Centro de Estudos Tributários e Aduaneiros da Receita Federal, Claudemir Malaquias.

Ele acrescentou que o bom desempenho de “commodities” (alta do preço) como petróleo e minério de ferro impulsionou a lucratividade das empresas do setor, elevando também a arrecadação federal.

Os números mostram que o Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), tributos sobre faturamento e lucro das empresas, somou R$ 48,1 bilhões em abril, com crescimento real de 21,53%.

“Importante observar que houve pagamentos atípicos de, aproximadamente, R$ 3 bilhões, por empresas ligadas ao setor de commodities [produtos básicos, como alimentos e petróleo]”, acrescentou a Receita.

Com a alta no preço dos combustíveis, decorrente da guerra na Ucrânia, os valores arrecadados com esse setor pelo governo federal saltaram de R$ 3,1 bilhões, em abril de 2021, para R$ 7,5 bilhões no mês passado.

Acumulado do ano

No acumulado dos primeiros quatro meses deste ano, ainda segundo dados oficiais, a arrecadação federal somou R$ 743,2 bilhões.

Em valores corrigidos pela inflação, totalizou R$ 757,8 bilhões (novo recorde), o que representa alta real de 11,05% na comparação com o mesmo período do ano passado (R$ 682,4 bilhões).

Os números da Receita Federal mostram que essa também foi a maior arrecadação, para o período de janeiro a abril de um ano, desde o início da série histórica, em 1995.

Meta fiscal

A meta fiscal definida pelo governo para este ano é de déficit de até R$ 170,5 bilhões.

O déficit primário indica quanto o governo deve gastar acima da arrecadação do ano, sem contar as despesas com a dívida pública.

Entretanto, a última estimativa do Ministério da Economia, divulgada em março, é de que o déficit primário será menor: de R$ 66,9 bilhões em 2022.

Se confirmado o déficit, 2022 será o nono ano consecutivo com rombo nas contas do governo, que vêm registrando resultados negativos.

Em 2021, o resultado negativo foi de R$ 35,073 bilhões.

O Sul