segunda-feira, 8 de agosto de 2022

Presidente Jair Bolsonaro participa de encontro na FEBRABAN - 08/08/2022

 



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Bolsonaro faz discurso duríssimo na FEBRABAN

 



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FEBRABAN aplaude Jair Bolsonaro - 08/08/2022

 



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Uma em cada quatro pessoas não consegue pagar todas as contas do fim do mês, aponta pesquisa

 


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Segundo o levantamento, 20% dos brasileiros pegaram algum empréstimo ou contraíram dívidas nos últimos 12 meses

Com o orçamento apertado, um em cada quatro habitantes no país não consegue pagar todas as contas no fim do mês. A constatação é de pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) em parceria com o Instituto FSB Pesquisa, que aponta redução nos gastos com lazer, roupas e viagens.

De acordo com a pesquisa, sair do vermelho está cada vez mais difícil. Isso porque apenas 29% dos brasileiros poupam, enquanto 68% não conseguem guardar dinheiro. Apesar disso, 56% dos entrevistados acreditam que a situação econômica pessoal estará um pouco melhor até dezembro.

 

O levantamento também mostrou que 64% dos brasileiros cortaram gastos desde o início do ano e que 20% pegaram algum empréstimo ou contraíram dívidas nos últimos 12 meses. Em relação a situações específicas, 34% dos entrevistados atrasam contas de luz ou água, 19% deixam de pagar o plano de saúde e 16% tiveram de vender algum bem para quitar dívidas.  

Entre os que reduziram o consumo, 61% acreditam na melhora das finanças pessoais nos próximos meses. O otimismo, no entanto, não se refletirá em consumo maior. Apenas 14% da população pretende aumentar os gastos até o fim do ano.

Alta dos preços

Entre os itens que mais pesaram no bolso dos entrevistados nos últimos seis meses, o gás de cozinha lidera, com 68% de citações. Em seguida, vêm arroz e feijão (64%), conta de luz (62%), carne vermelha (61%) e frutas, verduras e legumes (59%). Os combustíveis aparecem em sexto lugar, com 57%. No caso dos alimentos, a percepção de alta nos preços de itens como arroz, feijão e carne vermelha aumentou mais de 10 pontos percentuais em relação à pesquisa anterior, em abril.

Com a alta dos preços, a população está recorrendo a um hábito antigo: pechinchar. Segundo a pesquisa, 68% dos entrevistados admitiram ter tentado negociar um preço menor antes de fazer alguma compra neste ano. Um total de 51% parcelou a compra no cartão de crédito, e 31% admitiram “comprar fiado”. Os juros altos estão tornando o crédito menos atrativo. Menos de 15% dos brasileiros recorrem ao cheque especial, crédito consignado e empréstimos com outras pessoas.

De acordo com o presidente da CNI, Robson Andrade, os rescaldos da pandemia de covid-19 e a guerra na Ucrânia comprometeram a recuperação econômica do país. A aceleração da inflação levou à alta dos juros, o que tem desestimulado o consumo e os investimentos. Em contrapartida, afirma Andrade, o desemprego está caindo, e o rendimento médio da população está se recuperando gradualmente, o que dá um alento para os próximos meses.

O levantamento, encomendado pela CNI ao Instituto FSB Pesquisa, é o segundo realizado no ano com foco na situação econômica e nos hábitos de consumo.

Foram entrevistados presencialmente 2.008 cidadãos, em todas as unidades da Federação, de 23 a 26 de julho. 

Fonte: O Dia Online - 08/08/2022 e SOS Consumidor

Golpe do QR Code furta dinheiro e dados; veja como

 


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Troca de códigos físicos por adesivos e virtual através de programas maliciosos engana vítimas CURITIBA

Convenientes e fáceis de usar, os QR Codes se tornaram uma alternativa popular para agilizar o acesso a serviços, informações e pagamentos. Porém, é necessário cuidado para identificar códigos manipulados por golpistas, que podem levar ao compartilhamento não intencional de dados confidenciais, bancários e envios de dinheiro a fraudadores.

Os códigos, físicos ou digitais, não são mais confiáveis do que links. Traduzido do inglês como código de resposta rápida, o QR Code é escaneado rapidamente pela câmera da maioria dos smartphones, o que pode dificultar que o usuário se dê conta de que está acessando um endereço malicioso.

 

Ofertas falsas utilizando QR Codes ou substituição de códigos legítimos são usadas por golpistas em busca de dinheiro e de dados - Divulgação

"Quando a maioria das pessoas vê um QR Code, seu primeiro instinto é escaneá-lo, e elas geralmente não tiram muito tempo para pensar sobre o que estão fazendo. Os golpistas contam com isso", diz Len Noe, especialista da empresa de segurança Cyberark.

Mas QR Codes físicos e digitais podem ser manipulados ou substituídos por pessoas ou malwares, programas mal-intencionados que afetam smartphones, tablets e computadores.

"QUALQUER UM PODE COLOCAR UM ADESIVO DE QR CODE MALICIOSO"

"Em geral, tenha em mente que, em um lugar público, qualquer um pode colocar um adesivo de QR Code malicioso", adverte Noe, um hacker que identifica vulnerabilidades de forma ética (chamados de "hacker de chapéu branco"). 

Um QR Code para pagamento em um estabelecimento comercial, por exemplo, pode ser sobreposto por um adesivo que leva o usuário a transferir o dinheiro para outra conta.

O especialista também lembra que qualquer pessoa pode baixar logotipos de empresas e do governo na internet ou manipular códigos físicos, de forma que não é isto que confere autenticidade a uma oferta ou boleto de pagamento.

Há ainda outras formas, mais sutis, utilizadas por golpistas. Emilio Simoni, executivo-chefe de segurança da Psafe, relata a existência de programas maliciosos que podem infectar o computador, celular ou tablet e a partir disso, substituir códigos legítimos de forma automática.

"Seu computador está infectado por um malware, e ele identifica que você está abrindo algo de pagamento, como um boleto em um email, e ele troca no seu computador aquele QR Code ou o boleto", explica Simoni.

Neste caso, ele recomenda ter programas de proteção para o dispositivo, que impede por exemplo a atuação de programas maliciosos. "É sempre válido ter sistemas de proteção instalados, principalmente no celular, que hoje nossa vida está toda dentro dele, dados bancários, redes sociais, tudo."

CÓDIGOS FALSOS PODEM LEVAR A SITES FALSOS

Códigos falsos podem direcionar a sites parecidos com o desejado, simulando redes sociais ou bancos online. Para detectar o golpe, é recomendado prestar atenção ao link exibido ao digitalizar o código.

"Por exemplo, caso a URL tenha sido encurtada, é um sinal de alerta, visto que com este tipo de código, não há razão convincente para encurtamento", indica Fabio Assolini, diretor de pesquisa e análise da Kaspersky para a América Latina.

No início do ano, a empresa identificou golpes envolvendo o envio de boletos falsos, copiando a identidade visual de empresas, usando dados de clientes obtidos por meio de vazamentos e oferecendo pagamento por meio de QR Code.

"Os cibercriminosos imitam o visual das faturas ou sites das empresas reais, criam emails que simulam os oficiais e, assim como as empresas, oferecem descontos para pagamentos via QR Code. A vítima então abre seu aplicativo de banco, entra na opção Pix, escaneia o QR Code do boleto falso e confirma o pagamento", explica Assolini.

Neste caso, a dica é conferir o nome do titular da conta destinatária do pagamento. Após escanear o código, aparecem na tela os dados do recebedor e, em caso de fraude, o titular da conta terá nome diferente da razão social da empresa.

Carlos Afonso Gonçalves da Silva, delegado divisionário da Polícia de São Paulo, recomenda conferir o DDA (Débito Direto Autorizado) dos bancos: "É aquela aba que o boleto vai via bancária direto para o cliente através do aplicativo bancário. Não tem notícia que alguém tenha conseguido fraudar esse sistema até hoje."

VEJA DICAS DO FBI PARA SE PROTEGER

Em janeiro de 2022, o FBI (a polícia federal americana) emitiu um alerta para golpes utilizando QR Codes.

Veja as dicas do FBI para se proteger de golpes com QR Code:

  • confira se o endereço do site indicado pelo QR Code é o legítimo
  • cheque se códigos físicos foram manipulados, como com um adesivo colado por cima do código original
  • baixe aplicativos diretamente da loja do celular, e não através de QR Codes
  • se você receber um email relatando falha em um pagamento recente, ligue para a empresa para confirmar antes de pagar; utilize o número de telefone disponibilizado em canais oficiaisnão
  • use aplicativos nativos de escaneamento de QR Codes
  • ao receber um código de alguém conhecido, entre em contato através de um número ou endereço confiáveis para verificar
  • evite fazer pagamentos através de sites vindos do QR Code; em vez disso, insira o endereço confirmado manualmente.

O QUE FAZER SE CAIR NO GOLPE DO QR CODE?

O delegado Thiago Chinellato, da Divisão de Crimes Cibernéticos (DCCIBER) da Polícia Civil de São Paulo, recomenda o realizar o boletim de ocorrência na delegacia eletrônica.

"A partir daí vai ser distribuído nas delegacias, ou de base territorial, ou se for caso de alta complexidade, vai para a Divisão de Crimes Cibernéticos para a polícia tentar identificar quem é o fraudador", explica. 

Fonte: Folha Online - 07/08/2022 e SOS Consumidor