segunda-feira, 12 de abril de 2021

Ives Gandra Filho volta a ter seu nome cogitado para vaga no STF

 










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Equipamentos para tratamento da Covid-19 - 07.04.2021


Horas de vento no Rio Grande do Sul


Brasil é o quinto país que mais vacinou


Vacinação avança e RS ultrapassa 2 milhões de doses aplicadas


RS abre semana com sol e temperatura agradável


Está faltando testosterona no Congresso

 







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Faqueiro Tramontina Laguna Inox - 100 Peças

 


O Faqueiro Laguna tem as peças ideais para suas refeições do dia a dia em família. Prático, completo e fácil de limpar. São 100 peças em aço inox com a garantia de qualidade que só a Tramontina traz para você. Peças altamente duráveis que mantêm as características originais, preservando a beleza, a higiene e a durabilidade do material, combinando com qualquer ambiente. Colheres com bojo em formato simétrico e bordas arredondadas, garfos com dentes polidos na parte interna, com formato apropriado para a boca e bordas arredondadas para melhor conforto no uso e facas totalmente temperadas, que garantem maior durabilidade no fio de corte. Possuem um charmoso acabamento em brilho e detalhes no cabo, deixando sua mesa muito mais bonita. Esse maravilhoso produto traz o máximo de praticidade para suas refeições em família do café da manhã ao churrasco de domingo. É a Tramontina fazendo sempre o melhor para você e sua família.



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PARCERIA PELA FALTA DE TRANSPARÊNCIA

 PARCERIA

Em junho de 2020, como foi amplamente noticiado, os -maiores- veículos de comunicação do nosso empobrecido Brasil decidiram formar uma PARCERIA com o propósito de -EM CONJUNTO- dar total TRANSPARÊNCIA sobre números -consolidados- sobre mortes e contaminados relacionados à COVID-19. Mais: a PARCERIA definiu que as equipes de todos os veículos se comprometiam a dividir tarefas e COMPARTILHAR INFORMAÇÕES obtidas nos 26 estados e no Distrito Federal.

UMA -CAUSA MORTIS-

Pois, o que mais chama a atenção é que a tal PARCERIA, onde a maioria dos MEIOS DE COMUNICAÇÃO dispõe de GRUPOS DE INVESTIGAÇÃO (GDIs), até hoje não mostrou a menor preocupação em INVESTIGAR quem realmente morre por decorrência de COVID-19. Mais estranho ainda é que a partir do momento em que foi formado o COMPROMISSO PELA TRANSPARÊNCIA, a MÍDIA PARCEIRA passou a noticiar- EM CONJUNTO, sem demonstrar mínima desconfiança, que praticamente TODAS AS MORTES passaram a ter como -CAUSA- o Coronavírus. Que tal?

ATESTADOS FALSOS

Nem mesmo os esclarecedores vídeos que vem sendo postados insistentemente nas Redes Sociais, mostrando famílias bastante revoltadas quando se deparam com atestados -falsos- dando conta de que a CAUSA MORTIS de seus entes próximos é atribuída às complicações proporcionadas pela COVID-19, tem conseguido -DESPERTAR- o interesse para iniciar uma INVESTIGAÇÃO. Pode?


10 PRINCIPAIS CAUSAS DE MORTES NO MUNDO

Ora, até mesmo os bebês de colo já sabem que as 10 PRINCIPAIS CAUSAS DE MORTES, no mundo todo, são:


 


1ª) Cardiopatia isquêmica

2ª) Acidente vascular cerebral (AVC)

3ª) Doença pulmonar obstrutiva crônica

4ª) Infecções das vias respiratórias inferiores

5ª) Alzheimer e outras demências

6ª) Câncer de pulmão, traqueia e brônquios

7ª) Diabetes mellitus

8ª) Acidentes de trânsito

9ª) Doenças diarreicas

10ª) Tuberculose

PURA MANIPULAÇÃO

Pois, mesmo diante desta clara e irrefutável realidade, o fato é que, de uma hora para outra, a MÍDIA PARCEIRA resolveu ACEITAR como -VERDADEIRO- que praticamente todas as 10 PRINCIPAIS CAUSAS acima descritas simplesmente despareceram do mapa. Isto, meus caros leitores, tem a ver com TRANSPARÊNCIA? É para prestar este péssimo e nojento serviço de PURA MANIPULAÇÃO que foi firmada a tal PARCERIA?  Ora, ora...


ÂNIMO, MINHA GENTE!



Vi, como muito oportuno, este artigo do administrador Stephen Kanitz


 


Nos meus 40 anos de administrador e macroeconomista nunca vi tantas pessoas desanimadas e descrentes quanto ao futuro do Brasil como agora. 


Em 1993 também havia um desânimo geral com inflação de 2.500%, juros altos etc., por isso eu escrevi “O Brasil Que Dá Certo”, mostrando o outro lado. 


O futuro não será tão róseo para eu escrever um novo livro, mas esse artigo dará um alento, e mais importante, já está aí com você.


Na época, como previ, com umas poucas medidas tudo se modificou com o Plano Real que veio em 1994.


A frase chave acima é “com umas poucas medidas tudo se modificou”, e vai acontecer de novo logo, logo, creiam.


A reforma administrativa vem aí, a previdência já foi, algumas estatais serão desestatizadas, e o clima mudará para um moderado otimismo. 


A vacina está aí, o Brasil está atrasado, mas não tanto, e em mais dois meses veremos a luz no final do túnel. E os ânimos irão melhorar. 


De fato, conseguiram enterrar a Lava Jato, o que é desanimador, mas por outro lado acabaram com os departamentos da corrupção de todas as empreiteiras.


Estancaram as privatizações, mas por outro lado muitas estatais são agora super rentáveis, rendendo dividendos ao governo, meno male.


O PIB não cresce, mas nossa população está caindo. 


Teremos capacidade ociosa, maternidades que com pouca mudança virarão hospitais geriátricos.


Nossas despesas colossais com educação deixarão de ser pressionadas.


Baixamos nossa taxa de natalidade de 2,4 para 1,7, por mulher.


O que significa que crianças terão mais recursos para roupas e educação, providas pelas suas próprias famílias e não pelo Estado. 


O PIB crescerá um pouco em 2021, mas crescerá muito mais em 2022, um ano eleitoral de gastos públicos maiores.


Em 2022, o PIB ultrapassará 7% ao ano.


Só o turismo aumentando 100% (que é voltar ao normal) contribuirá com 5%. Voos todos lotados, turismo interno bombando, gerando emprego.


Além do que teremos toda a demanda represada de 2019 e 2020, especialmente depois de uma pandemia. 


A agroindústria está bombando, justamente a nossa vocação.


Demograficamente estamos caminhando para 10 anos de renda individual máxima com 60% da população entre 30 e 65 anos. Essa é a faixa de renda máxima.


Um trabalhador de 55 anos, ganha quatro vezes mais do que um jovem de 18. 


Uma das razões da desigualdade brasileira é que nossas idades também são mal distribuídas. Não mais. 


Hoje, a parte jovem e pobre está diminuindo.


Vamos ganhar muito mais do que cada um ganhava há 20 anos, quando tínhamos de 10 a 45 anos. Só isso, já é uma boa notícia.


Os juros baixos irão continuar, bem como a lenta migração de recursos que financiavam o déficit público para financiar a produção.


O mundo está recomendando investir no Brasil, os Estados Unidos e a Europa possuem problemas maiores. 


Só em saneamento básico os investidores estrangeiros deverão colocar 600 bilhões em investimentos. 


O pior em duas, três semanas, já terá passado. 


Vamos, anime-se, e seja mais ativo politicamente. 


Esse é o nosso verdadeiro problema.



OSMAR TERRA



Segundo informa o Dep. Osmar Terra, as medidas restritivas, como “fique em casa”, "bandeiras preta" e "lockdown", impostas pelo governador do RS, Eduardo Leite, não impediram no RS um contágio gigantesco do coronavírus. Bateu o recorde semanal de mortes no Brasil. Fosse um país o RS, com 1920 mortes/milhão, estaria hoje entre os 5 com maior mortalidade no mundo.



INFRAWEEK



Mesmo em meio ao recrudescimento da pandemia de Covid-19 e ao conturbado cenário fiscal e político, o governo conseguiu retomar com sucesso sua agenda ambiciosa, mas exequível, de LEILÕES DE ATIVOS DE INFRAESTRUTURA E ATRAÇÃO DE INVESTIMENTOS PRIVADOS. Nesta semana foram 28 ativos, entre 22 aeroportos, cinco terminais portuários e uma ferrovia.


A União arrecadou R$ 3,56 bilhões com os certames, valor que será pago à vista pelas empresas vencedoras na assinatura dos contatos. O governo vai receber também uma parcela variável sobre a receita das operações.


As novas concessionárias se comprometeram a investir R$ 10 bilhões nos ativos durante o tempo de concessão, que varia de dez a 35 anos. As concessões devem gerar 208 mil empregos diretos e indiretos ao longo das décadas, segundo o Ministério da Infraestrutura.


Com os leilões desta semana, o governo retomou a sua agenda de concessões de ativos de infraestrutura. No ano passado, o Ministério da Infraestrutura previa leiloar 22 aeroportos, duas ferrovias, sete rodovias e uma série de terminais portuários. Somente os leilões de terminais portuários e de um trecho da BR-101 em Santa Catarina foram realizados. Os demais foram adiados para este ano ou 2022 para que a União readequasse os parâmetros econômico-financeiros dos editais ao cenário de crise.


A principal mudança foi em relação às outorgas exigidas, ou seja, ao valor que as concessionárias pagam à União para arrematar e operar os ativos. O governo reduziu drasticamente o montante a ser arrecadado para garantir a participação da iniciativa privada e os compromissos em investimentos ao longo do tempo. Desde o ano passado, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, tem afirmado que o foco das futuras concessões é garantir investimento privado, e não arrecadatório.


Por exemplo, o edital de concessão dos 22 aeroportos leiloados nesta semana previa, antes da pandemia, R$ 6,7 bilhões em compromissos de investimentos e R$ 609 milhões em outorga. Após a crise sanitária, o governo diminuiu em apenas 9% o investimento exigido, mas em 69% o montante a ser arrecadado.


A redução drástica na outorga explica o ágio (diferença entre o valor mínimo pedido pelo governo) médio de 3.822% no leilão de aeroportos realizado na quarta-feira (7). O grupo brasileiro CCR e a empresa francesa Vinci Airports arremataram 22 terminais aeroportuários, ofertados em três blocos. Eles eram administrados pela estatal Infraero.


O Grupo CCR surpreendeu ao levar dois dos três blocos de aeroportos. Os blocos arrematados pelo grupo eram o de maior potencial turístico. A CCR vai administrar por 30 anos nove terminais localizados na região Sul, incluindo o aeroporto de Curitiba (PR), o mais cobiçado do certame, e seis no Centro-Oeste e Nordeste, sendo o de Goiânia (GO) o principal.


Pelos dois blocos, o grupo vai pagar à União R$ 2,9 bilhões à vista. Ainda haverá uma outorga variável, a ser calculada sobre a receita das operações a partir do quinto ano de contrato. Em relação a investimentos, a CCR se comprometeu a investir R$ 4,7 bilhões ao longo do tempo de contrato.


Já a francesa Vinci, que administra o aeroporto de Salvador (BA), foi a vencedora do bloco Norte, formado por sete aeroportos usados, principalmente, para o transporte de cargas. O principal é o de Manaus, no Amazonas. A companhia pagará à União R$ 420 milhões e investirá R$ 1,4 bilhão nos terminais.


Outras cinco empresas participaram do leilão de aeroportos, que teve competição nos três blocos: a espanhola Aena, a francesa ADP, a argentina Inframérica e as brasileiras Pátria e Socicam. Elas não arremataram nenhum bloco.


Já era esperado pelo mercado a não participação da alemã Fraport (concessionária dos aeroportos de Fortaleza e Porto Alegre) e da suíça Zurich (Florianópolis e Vitória), apesar do câmbio favorável para os estrangeiros.


Além do leilão dos aeroportos, o governo realizou na quinta-feira (8) a concessão do trecho 1 da Ferrovia de Integração Leste-Oeste (Fiol). A Bamin (Bahia Mineração) arrematou o ativo por R$ 32,73 milhões, exatamente o valor mínimo exigido pelo governo. Ela foi a única a apresentar lance no certame, o que já era esperado, devido à complexidade do empreendimento.


A Bamin se interessou pela ferrovia porque opera a mina Pedra de Ferro, em Caetité, na Bahia. O primeiro trecho da Fiol será importante para escoar justamente o minério de ferro produzido na região de Caetité, além da produção de grãos e minério do Oeste da Bahia. O minério e os grãos serão escoados pelo Porto Sul, complexo portuário a ser construído nas imediações da cidade de Ilhéus (BA).


Segundo o contrato de concessão que será assinado pela Bamin, a empresa será a responsável pela finalização e operação do trecho 1, em uma concessão que vai durar 35 anos. Ao todo serão investidos R$ 3,3 bilhões, sendo que R$ 1,6 bilhão será utilizado para a conclusão das obras, que estão com 80% de execução. A estatal Valec é quem estava construindo o trecho.


A expectativa é de que o trecho 1 da Fiol entre em operação em 2025, transportando mais de 18 milhões de toneladas de carga. Em dez anos, esse volume deve mais que dobrar, superando os 50 milhões de toneladas em 2035, segundo previsões divulgadas pelo Ministério da Infraestrutura.


Além dos R$ 32,73 milhões a serem pagos na assinatura do contrato, a Bamin terá de pagar uma outorga variável trimestral a partir do sexto ano de operação da ferrovia. Essa outorga será equivalente a 3,43% da receita bruta obtida com a operação. Já a remuneração da concessionária se dará, principalmente, pelas tarifas cobradas para transporte de carga, direito de passagem e tráfego mútuo.


A “InfraWeek”, como o governo apelidou esta semana de leilões, terminou com a concessão de cinco terminais portuários. O governo arrecadou R$ 216,3 milhões com a venda dos terminais, sendo quatro no Porto de Itaqui (MA) e um no Porto de Pelotas (RS). O valor ficou 132% acima do esperado pelo governo, através dos lances mínimos.


A Santos Brasil Participações venceu a disputa pelas áreas IQI03, IQI11 e IQI12 do Porto de Itaqui. Já a área IQI13 do mesmo porto foi arrematada pelo Terminal Químico de Aratu (Tequimar). Os contratos têm duração de 20 anos. Para o Porto de Pelotas, a melhor proposta recebida foi da CMPC Celulose Riograndense, que administrará o terminal por dez anos. As empresas vencedoras se comprometeram a fazer investimentos de R$ 600 milhões nos locais.


Os terminais de Itaqui são destinados ao armazenamento de granéis líquidos. Suas áreas possuem tanques para derivados de petróleo, sendo essa a principal carga do porto, que movimenta 5,9 milhões de toneladas. O complexo funciona como um hub de distribuição para as regiões Norte e Nordeste, atendendo Maranhão, Tocantins, Pará e Mato Grosso, além de outros estados próximos por navegação de cabotagem (entre portos).


Já o terminal PEL01, localizado no Porto de Pelotas, é o único do setor com vocação para movimentação de toras de madeira na região. Ele funciona como elo da cadeia logística da produção de celulose.


Ao final do leilão da sexta-feira, 9, em declaração à imprensa, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, afirmou que o governo fechou com chave de ouro a "Infra Week". "Acabando a Infra Week depois de passar 28 ativos para iniciativa privada, de arrecadar R$ 10 bilhões de investimentos para o setor e outros R$ 3,5 bilhões de outorgas. E estou muito feliz com a quantidade de empregos que vão ser gerados a partir daí”, comemorou.



Pontocritico.com


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