Caso do bolo com rato em Porto Alegre: proprietária tem liberdade provisória concedida pela Justiça
A Justiça concedeu liberdade provisória à proprietária de uma fábrica de alimentos investigada após um consumidor encontrar um rato morto dentro de um bolo em Porto Alegre. A decisão foi tomada nesta quinta-feira, em audiência de custódia, quando a prisão em flagrante foi homologada. A juíza Fabiana Pagel da Silva, do Núcleo de Gestão Estratégica do Sistema Prisional (Nugesp), determinou o cumprimento de medidas cautelares. A prisão preventiva não foi decretada porque não houve pedido do Ministério Público do Rio Grande do Sul nem representação da autoridade policial. De acordo com a decisão, imagens analisadas no caso indicariam a presença de fezes de animais e alimentos com mofo. O nome da investigada e do estabelecimento não foram divulgados. Operação Expurgo encontrou fezes e urina de roedores A proprietária havia sido presa em flagrante na quarta-feira, durante a Operação Expurgo, realizada pela Delegacia de Polícia de Proteção aos Direitos do Consumidor (Decon), em conjunto...