quarta-feira, 4 de agosto de 2021

RESPONSABILIDADE SOCIAL OU LUCROS? QUAL DEVE SER O OBJETIVO DAS EMPRESAS? - 04.08.21


por Ronald Hilbrecht


 


ESG é uma sigla que vem do inglês (Environmental, Social, Governance) e diz respeito a três fatores considerados essenciais para a mensuração do impacto ético e de sustentabilidade de um investimento em um negócio ou empresa. Muitos investidores hoje em dia preferem selecionar empresas que usam critérios ESG para direcionar seus investimentos. ESG também é um termo genérico em mercados de capitais para avaliar o comportamento de corporações e determinar seus desempenhos financeiros futuros.


Há cinquenta anos, o Prêmio Nobel em economia, Milton Friedman, escreveu um importante artigo argumentando que a única responsabilidade social das empresas é a maior criação possível de valor para seus proprietários ou, em suas próprias palavras, "existe uma e apenas uma responsabilidade social das empresas, que é usar seus recursos e se engajar em atividades para aumentar seus lucros, enquanto estiver de acordo com as regras do jogo, isto é, enquanto ela compete de forma aberta e livre, sem praticar fraudes"[1]. Desde então, até pelo menos o início do século XXI, esta tem sido a palavra de ordem e estratégia das empresas em sociedades de mercado, mas com a ascensão da ideia ESG a partir dos anos 2000 a noção de responsabilidade social mudou e começou a abraçar outros objetivos, como sustentabilidade ambiental, cuidados com a comunidade onde as empresas estão inseridas e diversidade entre seus funcionários. O predomínio do interesse dos seus proprietários (os acionistas, ou shareholders) foi reduzido em detrimento dos interesses dos grupos pessoas que são afetados pelos processos e resultados das empresas (stakeholders). A questão que surge então é se esta mudança de ênfase é desejável ou não, sendo que o tema levou a importante revista inglesa The Economist a dedicar a matéria de capa (The Political CEO) da edição de 17/04/2021 ao assunto[2].


É importante tentar entender o que Milton Friedman escreveu e o que isto significa. "Lucros" significa valor de longo prazo para o proprietário, isto é, o valor de longo prazo da empresa. Isto captura também a ideia de que uma empresa pode tomar decisões que reduzem o lucro de curto prazo, mas o aumentam no médio e no longo prazo. Gastos com investimento são um bom exemplo.


A ideia de maximizar o valor para os proprietários tem sido bem sucedida porque em muitos casos a maximização de lucros dos shareholders está em plena harmonia com a criação de valor para os stakeholders. A maneira de aumentar lucros de uma empresa é convencer seus fornecedores a assinar contratos com ela, atrair, contratar e manter bons funcionários, e convencer seus clientes a adquirir seus produtos. Desta forma, todas as partes envolvidas saem ganhando. Na coletiva de imprensa após o retorno de seu voo espacial, o bilionário americano e proprietário da Amazon, Jeff Bezos, reconheceu este fato ao agradecer a seus clientes e funcionários por ter tornado possível esta aventura. Empresas são, afinal de contas, uma forma de estabelecer cooperação entre diversos grupos de interesses para que estes possam alcançar seus objetivos concomitantemente.


Ao longo dos anos, um número cada vez maior de clientes e funcionários gostaria de ver um maior engajamento das empresas em causas sociais e ambientais, de forma que pode ser lucrativo para elas corresponder a estas demandas. Esta reação é chamada de ESG estratégico, pois o engajamento em certas causas sociais e ambientais por parte de empresas pode aumentar seus lucros ao satisfazer melhor as demandas dos seus stakeholders. O McDonald's, por exemplo, com seus programas filantrópicos em prol da saúde de adolescentes e crianças com câncer, se torna mais simpático ao público em geral e aprimora seus laços com as comunidades envolvidas, levando a maior criação de valor para seus acionistas e stakeholders. O apoio de inúmeras empresas à preservação de parques, rios, reflorestamento e proteção à fauna nativa, bem como doações a hospitais, igrejas, ONGs e outras organizações de caráter não lucrativo, representam bem esta ação de ESG estratégico.


Entretanto, nem todas as atividades de ESG ajudam na criação de riqueza e podem prejudicar ambos acionistas e stakeholders. Uma empresa que se engaja em atividades que reduzem seus lucros de longo prazo reduz também sua capacidade de criar valor para seus proprietários, fornecedores, clientes e outros grupos que se beneficiam de suas ações. Existem, adicionalmente, outros problemas possíveis com o engajamento em atividades ESG, que são os dilemas que surgem naturalmente pelo fato de uma empresa assumir múltiplos objetivos em detrimento de seus lucros de longo prazo. Considere o caso de uma montadora de automóveis, que cogita fechar uma planta que produz carros a gasolina no sudeste no país e abrir uma nova planta de carros elétricos na região sul. Se a montadora tomar esta decisão, ela contribuirá com o objetivo de sustentabilidade ambiental ao deslocar a produção para carros que não emitem CO2 e com o objetivo social de levar atividade econômica e aumento de emprego a outra região. Em contrapartida, ao tomar esta decisão ela contribuirá negativamente para o emprego de funcionários dos seus fornecedores tradicionais e para o nível de emprego na atual região, além de prejudicar seus clientes por deixar de vender um produto mais barato que é acessível aos consumidores mais pobres. Com múltiplos objetivos de ESG, qual deve ser o critério de decisão da montadora? Quais destes objetivos ela deve priorizar? Sem priorizar o critério de maximização de lucros, seus gestores podem tomar qualquer decisão e justifica-la por algum critério ESG, o que torna a ideia de responsabilidade social via ação ESG sem sentido, pois ser mais socialmente responsável por um critério pode equivaler a ser menos socialmente responsável por outro.


O fato é que cada vez mais as pessoas nas nossas sociedades valorizam os ideais de preservação ambiental, de ambientes de trabalho com maior diversidade e sem qualquer tipo de assédio e de maior prática filantrópica por parte das empresas. Empresas que conseguirem identificar melhor estas novas demandas e aumentar seus lucros praticando o ESG estratégico colocarão um volume maior de riqueza e valor nas mãos dos seus proprietários, fornecedores, funcionários, clientes e outros grupos que se beneficiam de suas atividades. Desta forma, elas estarão atuando com responsabilidade social, exatamente como Milton Friedman explicou há cinquenta anos.


Pontocritico.com

NO BRASIL NINGUÉM MORRE DE TÉDIO - Gilberto Simões Pires

 QUATRO DOENÇAS QUE MAIS MATAM NO BRASIL

Mais do que sabido, as mortes acontecem por diferentes fatores e nunca saberemos o dia ou local em que vai ocorrer. Ainda assim, entre os motivos mais comuns, as QUATRO DOENÇAS que mais levam pessoas a falecer são: Câncer, Doenças Cardiovasculares, Pneumonia e Diabetes. Só estas QUATRO DOENÇAS, portanto, matam mais do que o Coronavírus, que por ser uma doença recente ainda carece de uma droga capaz de tirá-la, definitivamente, da lista das doenças consideradas mortais.


FORA DE COGITAÇÃO

Entretanto, por tudo que está acontecendo no nosso empobrecido Brasil, uma coisa é mais do que certa: DE TÉDIO NINGUÉM MORRE. Isto está totalmente fora de cogitação. Assim, se alguém está CANSADO, ou INDIGNADO, com tanto desmando e tamanha INJUSTIÇA praticada a todo momento por aqueles que deveriam promover a devida JUSTIÇA, o que pode fazer de melhor é escolher alguma DOENÇA FATAL ou, quem sabe, tentar o suicídio. 


IGUAIS EM DIREITOS E OBRIGAÇÕES

Quando se fala em -DEVIDA JUSTIÇA-, o que se imagina é que os ministros da Suprema Corte, ao perceber que a Constituição promove INJUSTIÇAS, deveriam decidir em favor daquilo que é realmente CERTO E JUSTO PARA TODOS. Cito, por exemplo, o caso dos PRIVILÉGIOS que são blindados por CLÁUSULAS PÉTREAS, que além de NOJENTAS e INJUSTAS, contrariam brutalmente o que dispõe o Art. 5º da CF, que diz, claramente: -Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza. IGUAIS EM DIREITOS E OBRIGAÇÕES.


NO SEU PIOR NÍVEL

Pois para mostrar e demonstrar o quanto não tem o menor compromisso com aquilo que em qualquer lugar do mundo é considerado como minimamente JUSTO e DECENTE, a grande maioria das decisões que são tomadas no ambiente fétido do STF, quer de forma monocrática, quer de forma colegiada, é pela INJUSTIÇA NO SEU PIOR NÍVEL. O absurdo é de tal ordem que os maiores praticantes de crimes são inocentados enquanto que os corretos são condenados só porque resolvem praticar e/ou defender a liberdade e o bem comum. Pode? 


TÉDIO ZERO

O que mais preocupa neste ambiente de TÉDIO ZERO é que muitos brasileiros simplesmente se recusam a usar o raciocínio. Ou seja, o fato de não gostar da forma com que o presidente Jair Bolsonaro se manifesta tem levado muita gente a aplaudir a INJUSTIÇA praticada a todo momento pelo STF. Mais: alguns chegam a gritar pela volta dos maiores bandidos, que comprovadamente arrasaram com o país. Querem que os mesmos criminosos voltem a governar o Brasil. Que tal? 


Pontocritico.com

Escravidão, tráfico e traficantes

 A propósito do ato de vandalismo que foi perpetrado por um bando de idiotas e ignorantes contra a estátua de Borba Gato aqui em São Paulo, pretensamente justificada por eles de que a escultura se trata de uma homenagem injusta a um traficante de (seres humanos) indígenas para trabalho escravo nas fazendas, na mineração e nas construções, durante o período colonial brasileiro.

A escravidão de seres humanos e o seu tráfico sempre foram considerados como uma ação nefasta e abominável sob todos os aspectos, que envolve interesse políticos e principalmente econômicos, desde os primórdios da civilização, passando pela escravidão do povo hebreu na Babilônia e no Egito, até chegar ao século XX com a hedionda escravização e extermínio de milhões de seres humanos nos campos de concentração da Alemanha nazista e da Rússia comunista.
A escravatura sempre foi um mal, mesmo com todos os sofismas não faz que uma ação má se torne boa. Mas a responsabilidade desse mal é relativa aos meios e as circunstâncias do momento para compreendê-la. Conseqüentemente aquele que se serve da escravidão é sempre culpável de uma violação da lei natural; mas nisso, como em todas nas ações correlatas, a culpabilidade é relativa.
No caso do Brasil a necessidade de escravizar índios, em escala infinitamente menor do que a dos africanos, despontou na transformação, no século XVI da modesta vila de São Paulo de Piratininga no centro gerador do bandeirismo, do qual participou Borba Gato, num dos mais heróicos episódios da penetração, desbravamento e conquista de grandes áreas, aliás, dois terços além dos limites impostos por Tratados internacionais, portanto responsáveis pela atual grandeza territorial de nossa Pátria.
Sobre o apresamento e o tráfico indígena promovido pelos bandeirantes, constatamos que ele se estendeu desde o sudeste ao nordeste, do centro oeste até a Amazônia, na busca por riquezas minerais e fundando inúmeros vilarejos nestas regiões, que hoje se tornaram em cidades prósperas.
Excetuando o período das incursões bandeirantes a Missões jesuíticas no sul do país, os resultados econômicos do apresamento de índios não foram compensadores, pois em meados do século XVII o preço da venda de um indígena não atingia um quinto do valor do escravo africano, além disso aquele era rebelde não aceitava ser escravizado por conta de seu temperamento diferente do africano que era muito mais subserviente ou obediente
Ora... a obediência é o consentimento da razão. Quem consente alguma coisa permite que se faça ou não, conforme as circunstâncias ou conveniente em uma nova situação imposta, diferente da sua maneira de agir ou viver, daí a resignação o consentimento de se submeter a uma situação onde o sujeito é forçado a abdicar do seu direito em favor de alguém.
Assim sendo, como os bandeirantes não foram ao sertão em busca de africanos para escravizá-los, o tráfico de indígenas declinou e diante dos sacrifícios, do desgaste humano, dos riscos ocorridos e o fraco rendimento econômico, este ciclo (caça ao índio) foi efêmero porém injustificável, mas não podemos compará-lo com os milhões de africanos trazidos para o Brasil pelos traficantes e comerciantes perversos, verdadeiros escravocratas.
Concluindo, há de se considerar dois aspectos essenciais no episódio do tráfico de escravos, tanto de negros como de índios no Brasil; o papel do receptador: fazendeiros, senhores de engenho entre outros, isto é, aqueles que adquiriam escravos e usufruía do seu trabalho, tão ou mais responsáveis ou criminosos como aquele que apresava índios.
Por outro lado a justificativa declarada pela própria Igreja Católica, no âmbito universal que considerava a escravidão um costume entre certos povos que se julgavam superiores, portanto o homem poderia praticá-la de boa fé, como uma coisa que lhe parecesse normal, como um bem para elevar criaturas atrasados em contato com o homem civilizado; assim ambos (o receptador e a Igreja) culpáveis e incentivadores pela violação da lei natural de liberdade do cidadão.



Fonte: https://www.facebook.com/1677131654/posts/10217320256833226/?sfnsn=wiwspmo

Militares se unem e lançam forte nota contra o TSE: "Tem algo a esconder"

https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/31794/urgente-comandantes-do-alto-patamar-das-forcas-armadas-se-unem-e-lancam-forte-nota-contra-o-tse-equottem-algo-a-esconderequot?fbclid=IwAR2Vr-1gs19VlXBc88BAqctzoICikIlT7fDGiiZ0aKbVF_fgLbi0yKH_Pe8

URGENTE: Militares se unem e lançam forte nota contra o TSE: "Tem algo a esconder"
URGENTE: Militares se unem e lançam forte nota contra o TSE: "Tem algo a esconder"

 

Origem da expressão ''Conto do Vigário'' - História virtual

  A expressão “conto do vigário”, para significar uma trapaça que se aproveita da ingenuidade da vítima, teriam como origem a disputa de duas igrejas de Ouro Preto pela imagem de um santo. Os dois vigários decidiram que a disputa seria resolvida pelo próprio Deus.

Um deles propôs e o outro topou, colocar a imagem no lombo do jumento e ver para que lado ele iria. Só que o primeiro sabia que o burro pastava diariamente na praça em frente a sua igreja.