Tarcísio: vazamento de áudio não enfraquece Flávio Bolsonaro

 


O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou, nesta quinta-feira (14), que o vazamento da conversa entre Daniel Vorcaro e Flávio Bolsonaro (PL) não enfraquece o senador na corrida pelo Planalto. O governador disse que Flávio está agindo de maneira correta. 

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#TempoReal 

Vídeo de Jovem Pan News

Fonte: https://web.facebook.com/reel/2754411004944496

Luciano Zucco descarta rompimento com o Novo no Rio Grande do Sul

 Ala de bolsonaristas defende suspensão de alianças com o partido de Zema em todo o país


No Rio Grande do Sul não há nenhuma chance de afastamento ou de rompimento entre o PL e o Novo, que estão unidos em aliança na disputa ao governo gaúcho. A garantia é do pré-candidato do PL ao Piratini, Luciano Zucco. Marcel van Hattem (Novo) é um dos pré-candidatos ao Senado na chapa majoritária. “Não existe essa possibilidade. Estamos muito bem com o deputado Marcel, que é um grande parceiro e alinhado com nosso projeto de um novo Rio Grande”, disse Zucco, à coluna, nesta sexta-feira.


Nacionalmente, uma ala do PL passou a defender, junto à cúpula do partido, a suspensão de alianças regionais com o Novo em todo o país. O movimento foi deflagrado a partir da manifestação do presidenciável do Novo, Romeu Zema, sobre a troca de mensagens do pré-candidato do PL ao Planalto, Flávio Bolsonaro, e de Daniel Vorcaro. Em um vídeo, divulgado nas redes sociais, Zema afirmou que a situação é "imperdoável" e representa "um tapa na cara dos brasileiros de bem".

As falas geraram revolta e reações públicas e internas, entre bolsonaristas. Uma delas foi da deputada Julia Zanatta. “Conversei com lideranças do PL nacional e há um clima no partido para suspender as alianças com o Novo em todos os estados diante da precipitada e rasteira manifestação de Zema”, escreveu a deputada, nas redes sociais.


Correio do Povo

Flávio Bolsonaro justifica conversas com Daniel Vorcaro por investimento em filme: “Era um astro no Brasil"

 Senador teve conversas com o banqueiro reveladas pelo site The Intercept Brasil



O senador e pré-candidato à presidência pelo Partido Liberal (PL), Flávio Bolsonaro, afirmou nesta sexta-feira que Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, "era um astro no Brasil". O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) usou esse argumento para justificar ter pedido dinheiro ao banqueiro preso por fraudes na instituição financeira.


"Quando houve esse contato com ele, Daniel Vorcaro era um astro no Brasil. Circulava bem entre autoridades de Brasília, era cortejado por bancos, não tinha problema nenhum. Portanto, foi naquele momento o maior investidor desse filme, com dinheiro privado", declarou Flávio em entrevista à CNN Brasil.


Na entrevista, Flávio admitiu ter conversado com Vorcaro para pedir "patrocínio" para o filme, e disse que não havia irregularidades nas transações. Ele afirmou ainda que há a possibilidade de vazamento de algum "videozinho" com o banqueiro Daniel Vorcaro, mas que a relação entre os dois se deu estritamente para tratar do filme.


"Pode vazar um ‘videozinho’ mostrando o estúdio que eu possa ter enviado pra ele, algum encontro que eu possa ter tido com ele, foi tudo para tratar sobre o filme, não vai ter surpresinha", diz Flávio.


Linha do tempo contradiz senador

O senador justificou que pediu dinheiro a Vorcaro para bancar o filme Dark Horse, sobre a vida de Jair Bolsonaro, antes de saber sobre as irregularidades no banco. No entanto, segundo as datas das mensagens reveladas nesta quarta-feira pelo site Intercept Brasil, Flávio conversava com o banqueiro quando as investigações sobre o Master já eram públicas.


O Estadão confirmou com fontes que têm acesso à investigação que os diálogos são autênticos. O próprio Flávio admitiu os pedidos e defendeu se tratar de "patrocínio". Segundo a reportagem, teria havido uma negociação para que Vorcaro ajudasse a produção do filme com uma contribuição equivalente a US$ 24 milhões (cerca de R$ 134,4 milhões na conversão do câmbio da época). Até 2025 Flávio recebeu pagamentos no valor de US$ 10 milhões (R$ 56 milhões).

As conversas registradas entre Flávio e Vorcaro registradas pela reportagem ocorreram em datas entre 8 de dezembro de 2024 e 16 de novembro de 2025. Segundo a reportagem, no dia 16 de novembro de 2025, o senador pediu dinheiro para o banqueiro. Nos áudios, ele chega a comentar que entende que Vorcaro estava passando por um "momento dificílimo".


Essa conversa aconteceu três meses após as investigações sobre as fraudes do Master virem à tona. Conforme revelou o Estadão, no dia 20 de agosto de 2025, uma investigação da CVM apontou pela primeira vez a suspeita de crimes financeiros na gestão do Master, por meio de investimentos milionários fraudulentos que inflaram o patrimônio da instituição e permitiram o aporte de recursos em empresas vinculadas à família de Vorcaro.


No dia 30 de setembro de 2025, a Polícia Federal abriu um inquérito para apurar suspeitas de crimes envolvendo a gestão do Banco e a tentativa de compra pelo Banco de Brasília (BRB) - que já havia sido rejeitada pelo Banco Central no início do mês. O tema foi noticiado pela mídia nacional.

Cerca de dois meses depois, Flávio contatou Vorcaro para "cobrar" os pagamentos para a produção do filme. No dia seguinte a essa conversa, em 17 de novembro de 2025, Vorcaro foi preso por suspeita de operações fraudulentas envolvendo o banco. O Master foi liquidado pelo Banco Central no dia 18 de novembro de 2025.

Estadão Conteúdo e Correio do Povo

Kassab vê "desgaste muito grande" após áudio de Flávio Bolsonaro cobrando dinheiro de Vorcaro

 Diálogos entre Flávio e o ex-dono do Banco Master foram revelados pelo site The Intercept Brasil


O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, afirma nesta sexta-feira, 15, que os áudios em que o senador Flávio Bolsonaro (PL) cobra dinheiro do banqueiro preso Daniel Vorcaro causam um "desgaste muito grande" à campanha presidencial do filho de Jair Bolsonaro (PL).


Os diálogos entre Flávio e o ex-dono do Banco Master foram revelados nesta quarta-feira, 13, pelo Intercept Brasil e confirmadas pelo Estadão.


"Tudo que envolve Master é polêmico, é impactante, é evidente que teve um impacto muito grande, até por conta do posicionamento de Flávio Bolsonaro, que passou a semana dizendo que não tinha contato com Daniel Vorcaro", diz Kassab em entrevista à TMC. "Realmente trouxe um desgaste muito grande, isso é público", completa o líder do PSD.


Kassab, que lançou o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD) como pré-candidato à Presidência, acredita que as revelações sobre o elo de Flávio com o Banco Master tendem a impactar negativamente o senador nas próximas pesquisas de intenção de voto. O candidato do PSD se apresenta como uma alternativa da direita nas eleições deste ano.


Após o vazamento dos áudios, Caiado afirma, em nota, que a sociedade exige clareza nas relações entre agentes públicos, privados e empresas. "O senador Flávio Bolsonaro deve responder aos questionamentos sobre o financiamento do filme e as relações com o dono do Master. Tudo que envolve Master e cifras milionárias precisa ser tratado com total transparência com a população. O Brasil vive um momento em que a sociedade exige clareza nas relações entre agentes públicos, empresas e interesses privados", afirma o presidenciável do PSD.


Em entrevista à Globonews, Flávio agradece Caiado pela forma com que conduziu suas declarações sobre o caso. "Ele fez um posicionamento correto, respeitoso comigo. Ele já foi vítima de uma perseguição como essa. E, lá atrás, o defendi", diz Flávio.

Segundo a reportagem do Intercept Brasil, Flávio e outros membros do Partido Liberal (PL) negociaram com o dono do Banco Master um "patrocínio" de US$ 24 milhões (cerca de R$ 134,4 milhões na conversão do câmbio da época) para o filme Dark Horse, que conta a história do ex-presidente Bolsonaro. Até 2025 a produção recebeu pagamentos no valor de US$ 10 milhões (R$ 56 milhões).


Antes da reportagem ser publicada, o senador negou à jornalistas que o filme contava com recursos do Banco Master. O filho de Bolsonaro vinha tentando ligar os membros do PT e do governo Lula ao escândalo das fraudes da instituição financeira.


No entanto, após a divulgação dos áudios no site, Flávio grava um vídeo confirmando que de fato pediu dinheiro a Vorcaro, mas negou ter cometido qualquer ato ilícito.


O Estadão confirma com fontes que têm acesso à investigação que os diálogos de Flávio Bolsonaro com Vorcaro divulgados pelo Intercept Brasil são autênticos. Eles fazem parte da extração do conteúdo do primeiro telefone celular do banqueiro, apreendido pela Polícia Federal na primeira fase da Operação Compliance Zero.


"Fico sem graça de ficar te cobrando, mas é que está em um momento muito decisivo do filme e, como tem muita parcela para trás, está todo mundo tenso, preocupado", diz Flávio no áudio divulgado.


Nessas mensagens, entre as quais várias foram de visualização única, Flávio Bolsonaro diz ao banqueiro: "Irmão, estou e sempre estarei com você. Não há meio termo entre nós". A mensagem teria sido enviada no dia 16 de novembro de 2025, três meses depois do escândalo do Banco Master vir à tona. No dia seguinte, Vorcaro foi preso por suspeita de operações fraudulentas envolvendo o banco. O Master foi liquidado no dia 18 de novembro de 2025.

Estadão Conteúdo e Correio do Povo

Cláudio Castro montou “cenário propício” para fraudes fiscais bilionárias da Refit, aponta PF

 Segundo a PF, o então governador articulou um refinanciamento para atender aos interesses da Refit, com redução de até 95% na dívida da empresa com o Estado



Os investigadores da Polícia Federal à frente da Operação Sem Refino, deflagrada nesta sexta-feira, 15, apontam que o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL) atuou para criar um "ambiente propício" ao Grupo Refit, apontado como o maior sonegador de impostos do País, e perpetuar fraudes fiscais bilionárias no setor de combustíveis. Segundo a PF, o então governador teria articulado um refinanciamento desenhado para atender aos interesses da Refit, com potencial para reduzir em até 95% a dívida da empresa com o Estado.


Cláudio Castro, alvo de busca e apreensão às 6h desta sexta-feira, negou qualquer ilícito envolvendo fraudes tributárias e favorecimentos ao grupo Refit. Em nota, a defesa do ex-governador afirmou que ele está "à disposição da Justiça para dar todas as explicações" e "convicto de sua lisura". A investigação, autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, suspeita que Castro tenha articulado a edição de uma lei complementar em 27 de outubro de 2025 que criou o Programa Especial de Parcelamento de Créditos Tributários e Não Tributários do Estado do Rio de Janeiro.


Segundo os investigadores, a norma foi apelidada de "Lei Ricardo Magro", porque as condições previstas no texto atenderiam diretamente aos interesses do conglomerado Refit. Ricardo Magro é descrito pela Polícia Federal como a "mente pensante" do esquema suspeito de sonegar R$ 26 bilhões em ICMS. O empresário, controlador do Grupo Refit, está foragido da Justiça brasileira e é um dos principais alvos da Operação Sem Refino.

A pedido do STF, ele foi incluído na Difusão Vermelha da Interpol, mecanismo usado para localizar e prender procurados em diferentes países. A lei articulada por Castro sob suspeita da Polícia Federal foi publicada um mês após a interdição das atividades do parque industrial da Refit e da retenção de combustíveis importados pela companhia durante a Operação Cadeia de Carbono, deflagrada em 19 de setembro de 2025 pela Receita Federal.


Segundo a investigação, mesmo cercada por dívidas fiscais e suspeitas de sonegação de ICMS, a Refit recebeu apoio da Procuradoria-Geral do Estado do Rio para retomar suas atividades. A PF afirma que o órgão, responsável por defender o erário fluminense, atuou na 5.ª Vara Empresarial da Comarca da Capital para tentar reverter a paralisação da empresa após a operação. A manifestação judicial do caso foi assinada pelo então procurador-geral do Estado, Renan Saad, e, segundo a PF, teria sido encomendada por Cláudio Castro.


No documento, o governo sustenta que a paralisação da Refit comprometeria a arrecadação do Estado, então em regime de recuperação fiscal, além de colocar em risco o cronograma de pagamento do parcelamento firmado pela companhia. Renan Saad foi alvo de busca e apreensão nesta manhã. A reportagem busca contato com sua defesa.


"Assim, em síntese, a posição do Governo do Estado é de que se preserve a atividade do conglomerado empresarial que figura na lista dos maiores devedores contumazes do País, sob o pretexto de que sua paralisação seria crucial a ponto de comprometer a arrecadação da segunda maior Unidade da Federação, sendo certo que, ao mesmo tempo, o próprio Governador arquiteta um refinanciamento sob medida às pretensões da REFIT que tem o condão de conceder um beneplácito que pode reduzir em até 95% de sua dívida com o Estado", assinala a PF.


Viagem com Magro a Nova York

A Polícia Federal cita na investigação uma viagem a Nova York em maio de 2025 patrocinada pela Refit como um dos indícios da proximidade entre o grupo empresarial e Cláudio Castro. Segundo a PF, Castro participou de agendas nos Estados Unidos ao lado do empresário Ricardo Magro, controlador do conglomerado. De acordo com a investigação, o então governador sentou-se à mesa com Magro durante a viagem e esteve acompanhado de secretários de seu governo.


Na ocasião, Castro também cumpriu compromissos oficiais com autoridades americanas para buscar apoio à classificação de facções criminosas do Rio de Janeiro como organizações narcoterroristas. Entre os encontros, o então governador participou de reuniões com integrantes da Drug Enforcement Administration, órgão responsável pelo combate ao tráfico de drogas nos Estados Unidos.


"Deste modo, a contradição das atitudes de Cláudio Castro se tornam latentes: ao mesmo tempo em que participava de reuniões supostamente destinadas ao combate ao crime organizado, o então mandatário participava de evento patrocinado pela Refit e se reunia com o líder de uma organização criminosa voltada à dilapidação do erário fluminense", afirma a PF.

A investigação sustenta ainda que, "sob a batuta de Castro e mediante suas diretrizes", o Estado do Rio direcionou esforços de diferentes órgãos públicos em favor do conglomerado liderado por Ricardo Magro. Segundo a PF, participaram dessa atuação a Secretaria de Fazenda, a Secretaria do Meio Ambiente, o Instituto Estadual do Ambiente, a Procuradoria-Geral do Estado e a Secretaria de Polícia Civil, entre outros órgãos do Executivo fluminense.

Estadão Conteúdo e Correio do Povo

“Nós nos tornamos o SISTEMA” – compartilhe a confissão do Lula

 




“Nós nos tornamos o SISTEMA” – compartilhe a confissão do Lula, dias antes da mudança brusca de narrativa 👆🏼 Lula quer posar de ‘candidato antissistema’, afirmando que os ‘bilionários’ e as ‘elites’ do ‘andar de cima’ ‘jogam contra o povo’. Se este é o caso, porque 14% dos bilionários do Brasil fazem parte do ‘Conselhão’ do governo Lula? E como explicar o aumento de 33% no número de bilionários no país sob o governo petista ou os R$101,5 bilhões de lucro recorde dos 4 maiores bancos do país em 2025? E finalmente: se o PT governou o Brasil por 70% do tempo nos últimos 24 anos, indicando dezenas de milhares de cargos públicos, além de 15 ministros do STF, como sustentar que Lula é adversário do Sistema? O mais plausível é que, depois de mais de duas décadas de lulopetismo, chegou o momento em que a criatura devorará seu criador, um ‘ex-presidente em exercício’ que está impopular, fraco e envelhecido – e, por isso mesmo, será descartado pelo monstro que ele próprio criou e alimentou. 

Vídeo de Caio Coppolla

Fonte: https://web.facebook.com/reel/806262308936567

Eduardo Bolsonaro atuou como produtor em filme com recursos de Vorcaro, diz site

 Ex-deputado teria controle orçamentário da obra sobre seu pai, conforme The Intercept



O ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL) exerceu a função de produtor-executivo no filme “Dark Horse”, sobre seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, detendo controle sobre as decisões orçamentárias da obra, de acordo com reportagem publicada nesta sexta-feira pelo The Intercept.


A reportagem dá um novo desdobramento envolvendo os filhos de Bolsonaro. Ainda esta semana, o Intercept publicou áudios do senador Flávio Bolsonaro (PL) pedindo recursos ao banqueiro Daniel Vorcaro.


A matéria de hoje sustenta, com base em mensagens e contratos acessados, que Eduardo foi peça-chave na gestão do projeto “Dark Horse”. A produção é uma cinebiografia que narra a caminhada política de Jair Bolsonaro.


Conforme o Intercept, um contrato de novembro de 2023, com assinatura digital de Eduardo, aponta a norte-americana GoUp Entertainment como a produtora responsável. O documento indica que tanto Eduardo Bolsonaro quanto o deputado Mario Frias (PL-SP) atuariam na produção-executiva do longa-metragem.


As atribuições previstas no contrato envolvem a definição de estratégias para o financiamento da obra, elaboração de documentos para investidores e a busca por recursos, o que inclui desde benefícios fiscais e patrocínios até ações de product placement.


Adicionalmente, uma minuta de aditivo contratual de fevereiro de 2024 lista Eduardo Bolsonaro explicitamente como financiador do projeto. O Intercept ressalta, contudo, que não foi possível confirmar se este termo aditivo chegou a ser formalmente assinado pelas partes.


O texto aponta ainda diálogos entre o parlamentar e o empresário Thiago Miranda. Nas mensagens, Eduardo orienta que o aporte financeiro ideal deveria ter origem nos Estados Unidos para evitar burocracias e lentidão em transferências internacionais.


“O ideal seria haver os recursos já nos EUA. Que dos EUA para o EUA é tranquilo. Se a empresa brasileira a enviar aos EUA não tiver aquele grande orçamento que mencionamos como exemplo, será problemático, vai ser necessário fazer as remessas aos poucos e isto tardaria cerca de 6 meses, calculamos”, afirmou Eduardo.

Flávio se pronunciou sobre Eduardo

Flávio reafirmou hoje que Eduardo não recebeu recursos do banqueiro Daniel Vorcaro. Segundo o senador, Eduardo colocou dinheiro no filme sobre Bolsonaro.


"Ele não fez gestão de dinheiro. Pelo contrário, foi uma pessoa que colocou dinheiro no bolso dele nesse projeto. E, em função do que o Eduardo conseguiu fazer lá atrás, no começo, há dois anos, é que a gente pôde ter um roteirista padrão Hollywood, como o Cyrus Nowrasteh. Foi o Eduardo que conseguiu com recursos próprios naquele momento", declarou o senador, em entrevista à CNN Brasil.

Flávio Bolsonaro também minimizou seu papel na produção do filme sobre o ex-presidente a apenas procurar recursos. "Quem executa todas as coisas, quem contrata ator, quem aluga estúdio, quem faz todas as despesas é essa produtora. Então a produtora faz um orçamento, faz uma negociação com o ator, por exemplo, faz uma negociação com o roteirista", disse. Segundo ele, cabe à produtora enviar os contratos e o "fundo autoriza ou não".

Correio do Povo

PGR denuncia Zema por calúnia contra Gilmar Mendes

 Manifestação menciona vídeos publicados em redes sociais


A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou nesta sexta-feira (15) o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) pelo crime de calúnia contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes.


A denúncia faz menção a uma série de vídeos publicados por Zema em suas redes sociais, intitulados "Os intocáveis". Os vídeos trazem sátiras que relacionam Mendes e outros ministros da Corte com o caso do Banco Master.


A manifestação da PGR foi protocolada por volta das 17h30 e ainda não tem relator.


O crime de calúnia é caracterizado pela imputação falsa de um ato que é considerado crime.


Zema é pré-candidato à presidência da República e passou a trocar farpas com Gilmar após uma entrevista concedida pelo ministro à imprensa.


Além de criticar os vídeos publicados pelo ex-governador, Mendes caçoou do sotaque do político e disse que ele "governou Minas com liminares do STF", se referindo a decisões que suspenderam o pagamento da dívida do estado com a União.

No auge do embate, Gilmar pediu a inclusão de Zema no inquérito das Fake News, relatado por Alexandre de Moraes.


Em nota à imprensa, Zema declarou que “intocáveis não aceitam críticas”.


“Os intocáveis não querem prestar contas de seus atos. Os intocáveis se julgam acima dos demais brasileiros. Não vou recuar um milímetro”, declarou.

Agência Brasil e Correio do Povo

Cessar-fogo entre Israel e Líbano é prorrogado por 45 dias

 Apesar do cessar-fogo que entrou em vigor em 17 de abril, o exército israelense continuou atacando alvos do Hezbollah no Líbano



Líbano e Israel vão prorrogar seu cessar-fogo, que expiraria no próximo domingo, por mais 45 dias. O anúncio foi feito pelo Departamento de Estado americano nesta sexta-feira (15), no segundo dia de conversas entre os dois países do Oriente Médio em Washington.


Apesar do cessar-fogo que entrou em vigor em 17 de abril, o exército israelense continuou atacando alvos do Hezbollah no Líbano. Isso causou a morte de pelo menos 400 pessoas, segundo um balanço da AFP baseado em dados oficiais.


"O cessar de hostilidades de 16 de abril será ampliado por 45 dias para permitir novos avanços", declarou o porta-voz do Departamento de Estado, Tommy Pigott.


Próximas negociações por acordo permanente

Ele disse que o Departamento de Estado receberá negociações nos dias 2 e 3 de junho com o objetivo de alcançar um acordo político permanente. O Pentágono também reunirá delegações das forças armadas dos dois países em 29 de maio.

"Esperamos que essas conversas impulsionem uma paz duradoura entre os dois países, o pleno reconhecimento da soberania e integridade territorial de cada um e o estabelecimento de uma segurança real ao longo de sua fronteira compartilhada", afirmou Pigott.


Israel afirma que continuará atacando o Hezbollah, grupo xiita que, em solidariedade ao Irã, desencadeou o conflito transfronteiriço e que não participa das negociações em Washington.

AFP e Correio do Povo

Mata-mata segue uma caixinha de surpresas e coloca 3 gaúchos nas oitavas

 O anos de 2020 marcou o fim de uma era. O fim do mata-mata e do formilismo no Brasileiro. De 1973 até 2002, Inter e Grêmio haviam sido, juntos, cinco vezes campeões.

Hiltor Mombach


O anos de 2020 marcou o fim de uma era.

O fim do mata-mata e do formilismo no Brasileiro.

De 1973 até 2002, Inter e Grêmio haviam sido, juntos, cinco vezes campeões.

O Inter em 1975, 1979 e 1979 e o Grêmio em 1981 e 1996.

A partir de 2003 o futebol gaúcho não faturou mais nada.

São Paulo ficou com 12 títulos: Palmeiras (4), Corinthians (4), São Paulo (3), Santos (1).

Rio de Janeiro com 7 títulos): Flamengo (4), Fluminense (2), Botafogo (1).

Minas Gerais com 44 títulos: Cruzeiro (3), Atlético-MG (1).

Cruzeiro e Galo tiveram que montar timaços. Resultados: quase quebrarar. O Cruzeiro parou na Série B, de onde saiu depois de três anos, e virou SAF.

Em campo, volta e meia o mata-mata iguala desiguais financeiramente, além de ter mais emoção.

Como agora na Copa do Brasil.

Segundo colocado no Brasileiro com 30 pontos o Flamengo foi eliminado pelo Vitória, 10º colocado com 19 pontos.

O Botafogo foi eliminado pela Chapecoense, lanterna do Brasileiro.

O São Paulo, quarto colocado no Brasileiro, caiu diante do Juventude, time que disputa a Série B.

Outra surpresa: o Remo eliminou o Bahia.

O estado de São Paulo colocou quatro times entre os 16 melhores.

Depois vem o Rio Grande do Sul com três.

Estão nas oitavas

Athletico-PR (eliminou o Atlético-GO)

Atlético-MG (eliminou o Ceará)

Chapecoense (eliminou o Botafogo)

Corinthians (eliminou o Barra-SC)

Cruzeiro (eliminou o Goiás)

Fluminense (eliminou o Operário-PR)

Fortaleza (eliminou o CRB)

Grêmio (eliminou o Confiança)

Internacional (eliminou o Athletic)

Juventude (eliminou o São Paulo)

Mirassol (eliminou o Bragantino)

Palmeiras (eliminou o Jacuipense)

Remo (eliminou o Bahia)

Santos (eliminou o Coritiba)

Vasco (eliminou o Paysandu)

Vitória (eliminou o Flamengo)


Correio do Povo