Esse é o livro de cabeceira dele!
Postagem de Bia Kicis
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A trajetória de Maira Mastella Moreira é um dos grandes exemplos da força da arbitragem gaúcha no cenário mundial. Natural de Santa Maria (RS), ela consolidou-se como uma das assistentes mais respeitadas da atualidade, quebrando barreiras e alcançando o topo da pirâmide da FIFA.
Aqui estão os detalhes e momentos que definem sua carreira brilhante:
Maira não é apenas uma árbitra assistente; ela é uma atleta de elite que combina precisão técnica com um condicionamento físico rigoroso. Sua ascensão foi meteórica, passando pela FGF (Federação Gaúcha de Futebol), consolidando-se na CBF, brilhando em competições da CONMEBOL e, finalmente, alcançando o escudo FIFA.
Final da Copa do Mundo Feminina Sub-17 (República Dominicana, 2024): Este é, sem dúvida, um dos pontos mais altos de sua biografia. Maira foi escalada para a grande final entre Coreia do Norte e Espanha, um reconhecimento da FIFA à sua consistência e excelência durante o torneio.
Presença Constante no Brasileirão Série A: Atuando regularmente em jogos de alto nível no futebol masculino e feminino, Maira demonstra que a competência técnica na arbitragem independe de gênero, lidando com a pressão de estádios lotados e lances decisivos de VAR.
Destaque no Gauchão: Como representante da Federação Gaúcha, ela é figura carimbada nos clássicos e jogos decisivos do Rio Grande do Sul, servindo de inspiração para novas gerações de árbitras no estado.
A Faceta de Fitness Coach: Além da bandeira, Maira utiliza sua experiência como profissional de Educação Física para atuar como Fitness Coach (compartilhando conhecimentos em seu perfil @treinadoramaira). Isso explica seu alto desempenho nos testes físicos da FIFA, que são extremamente exigentes.
A arbitragem moderna exige que os assistentes acompanhem ataques velozes em frações de segundo. O perfil de Maira como treinadora reforça sua autoridade em campo: ela possui o "olho clínico" para o impedimento aliado à explosão física necessária para estar sempre na linha da bola.
Para Freud, a mente humana não é um sistema totalmente sob controle da consciência. Em sua obra Psicopatologia da Vida Cotidiana (1901), ele argumenta que o ato falho é o surgimento de um desejo, pensamento ou conflito reprimido que "fura" a barreira da censura interna e se manifesta na realidade.
O erro ocorre quando há uma interferência de uma intenção inconsciente sobre uma intenção consciente.
Exemplo: Se você chama seu atual parceiro pelo nome do ex, Freud diria que não foi apenas um "vício de linguagem", mas um sinal de que o pensamento sobre a pessoa anterior ainda ocupa um espaço psíquico relevante ou que há uma comparação inconsciente sendo feita.
Esquecer as chaves de casa ou o nome de alguém conhecido também tem um propósito. Para a psicanálise, esquecemos o que nos causa desconforto ou o que está associado a algo desagradável. O cérebro "apaga" momentaneamente a informação para evitar a angústia.
O ato falho serve como uma válvula de escape. Como não podemos dizer ou fazer tudo o que desejamos (devido às normas sociais e ao nosso "Superego"), o inconsciente encontra nessas pequenas falhas uma maneira de aliviar a pressão interna, revelando a nossa "verdade" nua e crua.
Se por um lado Freud focava nos impulsos biológicos e sexuais (Libido) para explicar o comportamento, seu sucessor escolhido, Carl Jung, começou a discordar dessa visão única.
A Divergência: Jung acreditava que o inconsciente era muito mais vasto, contendo não apenas desejos reprimidos (Inconsciente Pessoal), mas também memórias ancestrais da humanidade (Inconsciente Coletivo).
O Fim da Amizade: Freud via Jung como seu "príncipe herdeiro", mas a recusa de Jung em aceitar a teoria sexual de Freud causou uma ruptura amarga em 1913. Eles nunca mais se falaram, e Jung seguiu para fundar a Psicologia Analítica, focada em arquétipos e no processo de individuação.
A temporada de ajuste de contas com o Leão está batendo à porta. A partir desta segunda-feira (23), a Receita Federal libera o sistema para o envio da declaração do Imposto de Renda 2026, ano-calendário 2025. O prazo final para não cair na malha fina por atraso é 29 de maio.
Abaixo, preparei um guia prático com as principais mudanças e regras para você publicar no seu portal ou organizar sua própria declaração.
Início: 23 de março de 2026.
Término: 29 de maio de 2026 (até às 23h59).
Multa por atraso: Mínimo de R$ 165,74, podendo chegar a 20% do imposto devido.
Os limites foram atualizados. Você deve declarar se em 2025:
Recebeu rendimentos tributáveis (salários, aposentadoria, aluguéis) acima de R$ 35.584,00.
Teve rendimentos isentos ou tributados na fonte acima de R$ 200 mil.
Possuía bens (imóveis, veículos, investimentos) somando mais de R$ 800 mil em 31/12/2025.
Obteve receita bruta em atividade rural acima de R$ 177.920,00.
Operou em bolsas de valores com vendas totais acima de R$ 40 mil ou com lucro sujeito a imposto.
Ganhou prêmios em apostas (bets) acima de R$ 28.467,20.
Atenção sobre a Isenção de R$ 5 mil: Embora a nova lei de isenção para quem ganha até R$ 5 mil mensais já esteja em vigor para os salários atuais (2026), ela não vale para a declaração de agora. Como o imposto que declaramos hoje é referente a 2025, os limites antigos ainda prevalecem no formulário.
Pela primeira vez, a Receita vai devolver dinheiro automaticamente para quem não é obrigado a declarar, mas teve imposto retido na fonte em algum mês de 2025.
Público: Cerca de 4 milhões de pessoas de baixa renda.
Valor: Até R$ 1.000 (média de R$ 125).
Data: Depósito em 15 de julho, via chave Pix (CPF).
O sistema de recibos eletrônicos agora é o padrão. Consultas e exames feitos em 2025 devem aparecer automaticamente na sua declaração pré-preenchida, diminuindo drasticamente os erros que levam à malha fina.
Se você teve ganhos com apostas esportivas, agora existe um campo próprio para informar esses valores e o saldo que ficou nas plataformas no fim do ano.
Inclusão de campos para nome social e identificação de raça/cor (opcional) para titular e dependentes.
Neste ano, o número de lotes caiu de cinco para quatro:
1º lote: 29 de maio (foco em idosos, PCDs, professores e quem usa Pix/Pré-preenchida).
2º lote: 30 de junho.
3º lote: 31 de julho.
4º lote: 28 de agosto.
A tensão entre Irã e Israel atingiu um novo patamar de perigo na noite deste sábado (21). Um bombardeio de mísseis iranianos atingiu a cidade de Arad, no sul de Israel, deixando mais de 100 feridos. O ataque ocorreu pouco após outro míssil atingir as proximidades de Dimona, região que abriga o principal centro de pesquisas nucleares do país.
O governo iraniano reivindicou a autoria dos disparos, afirmando ser uma "resposta" a um ataque anterior contra o complexo de Natanz, no Irã.
Segundo o corpo de bombeiros de Israel, o sistema de defesa não conseguiu deter todas as ameaças:
Mísseis Balísticos: Dois mísseis com ogivas de centenas de quilos atingiram áreas residenciais.
Destruição em Arad: Três edifícios foram gravemente afetados e um incêndio de grandes proporções foi registrado.
Alerta Nuclear: Apesar do impacto em Dimona, a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) e órgãos iranianos informaram que, até o momento, não há vazamento de material radioativo.
O conflito, que entra em sua quarta semana, já gera reflexos globais imediatos:
Risco Atômico: O diretor da AIEA, Rafael Grossi, pediu moderação máxima para evitar uma catástrofe nuclear. A Rússia classificou os bombardeios recentes como "irresponsáveis".
Petróleo em Alta: O bloqueio iraniano ao Estreito de Ormuz — por onde passa 20% do petróleo mundial — fez o barril do tipo Brent disparar, sendo negociado acima de 105 dólares (alta de 50% no mês).
Contra-ataque: O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu prometeu continuar atingindo o Irã "em todas as frentes". Em Teerã, um centro universitário ligado ao programa nuclear foi alvo de jatos israelenses nesta noite.
O comando militar americano (Centcom) declarou ter destruído um bunker subterrâneo na costa do Irã. A instalação armazenava mísseis de cruzeiro que ameaçavam a navegação comercial na região, em uma tentativa de reabrir as rotas de gás e petróleo.
O cenário político e jurídico dos Estados Unidos perdeu um de seus nomes mais emblemáticos. Robert Mueller, que serviu como diretor do FBI por 12 anos e ganhou destaque global ao liderar a investigação sobre a interferência russa nas eleições americanas, morreu na noite de sexta-feira (20), aos 81 anos.
A notícia foi confirmada pela família através de um comunicado à imprensa americana, embora a causa e o local do falecimento não tenham sido detalhados.
Robert Mueller tornou-se o rosto da justiça americana entre 2017 e 2019, quando foi nomeado procurador especial para investigar se a campanha de Donald Trump havia conspirado com a Rússia.
O Relatório: Após dois anos de apuração, Mueller entregou um relatório que, segundo suas próprias palavras no Congresso, "não exonerava" o presidente, mas também não apresentava provas definitivas de conluio.
Reação de Trump: O ex-presidente, que sempre classificou a investigação como uma "caça às bruxas", reagiu à notícia em sua rede social Truth Social: "Robert Mueller acaba de morrer. Bem, fico feliz que esteja morto. Já não pode ferir pessoas inocentes!".
Antes de se tornar o centro de uma tempestade política, Mueller construiu uma carreira sólida e respeitada sob administrações de democratas e republicanos:
Herói de Guerra: Veterano da Guerra do Vietnã, foi ferido em combate e condecorado.
Mãos de Ferro: Como promotor, liderou casos históricos contra o mafioso John Gotti e o ditador panamenho Manuel Noriega.
FBI: Assumiu a direção da polícia federal americana apenas uma semana antes dos ataques de 11 de setembro de 2001, liderando a instituição em um dos períodos mais desafiadores da história dos EUA.
Após se aposentar do serviço público em 2013 e concluir seu trabalho como procurador especial em 2019, Mueller era visto por muitos como um símbolo de integridade institucional, enquanto para outros permanecia uma figura controversa devido ao impacto de suas investigações no cenário eleitoral.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um discurso contundente neste sábado (21), durante a cúpula Celac-África na Colômbia. O mandatário brasileiro alertou para o risco de interferências estrangeiras na soberania da América Latina e da África, chegando a afirmar que há uma tentativa de "nos colonizar outra vez".
Lula demonstrou forte indignação com o que chamou de "passividade" das Nações Unidas diante dos conflitos globais, citando a incapacidade do Conselho de Segurança em encerrar as guerras em Gaza e na Ucrânia.
Sem citar nomes diretamente, o presidente vinculou o interesse estrangeiro às vastas reservas de minerais críticos da região — essenciais para a tecnologia global. Vale lembrar que o Brasil detém a segunda maior reserva de terras raras do mundo.
Recado às Potências: Lula criticou a busca por "donos" das riquezas naturais latino-americanas e defendeu a integridade territorial.
Cooperação Sul-Sul: O petista defendeu uma maior união na área de defesa entre países da América Latina e nações africanas, como a África do Sul, para prevenir ações externas.
O discurso ocorre em um momento de relação estremecida com a Casa Branca sob a gestão de Donald Trump. Lula reforçou críticas às recentes ações militares dos EUA:
Venezuela e Irã: O presidente classificou como "não democrática" a captura de Nicolás Maduro em janeiro e criticou a ofensiva americana que desencadeou o conflito no Oriente Médio.
Operações Navais: Condenou os ataques contra supostas embarcações de narcotráfico no Pacífico e Caribe, que resultaram em mais de 150 mortes desde setembro.
As declarações de Lula em solo colombiano reforçam sua estratégia de liderança no "Sul Global", contrastando com a agenda da oposição no Brasil. Recentemente, o governo tem focado em diversificar parceiros comerciais para reduzir a dependência de potências que mantêm posturas intervencionistas.
O conceito de "Saúde Mental" percorreu um longo caminho desde os divãs de Viena até os aplicativos de meditação de hoje. O que no início do século XX era tratado como um mistério das profundezas do inconsciente, hoje se tornou um pilar central da qualidade de vida e do autoconhecimento.
Em 1900, o lançamento de A Interpretação dos Sonhos, de Sigmund Freud, marcou o nascimento da psicanálise e mudou para sempre como entendemos o sofrimento psíquico. Naquela época, a busca era por "curar" neuroses e desvendar traumas reprimidos. A mente era um território inexplorado, e o autoconhecimento era um privilégio de poucos, muitas vezes visto com estigma ou como algo restrito a casos de "desequilíbrio".
Décadas depois, o behaviorismo de B.F. Skinner trouxe o foco para o comportamento observável, enquanto a psicologia humanista de Carl Rogers e Abraham Maslow começou a desenhar o conceito de "autorrealização". A saúde mental deixava de ser apenas a "ausência de doença" para se tornar a busca pelo potencial máximo do indivíduo.
No cenário atual, a conexão com as teorias de 1900 permanece viva na premissa de que entender o passado é a chave para o presente. No entanto, a busca pelo autoconhecimento em 2026 ganhou novas camadas:
Neurociência: Hoje conseguimos "ver" a ansiedade e a alegria através de exames de imagem, validando as intuições dos pioneiros da psicologia.
Acessibilidade: A terapia deixou de ser um tabu para se tornar uma ferramenta de performance e bem-estar cotidiano.
Mindfulness e Tecnologia: O autoconhecimento moderno une técnicas ancestrais de presença com o monitoramento de dados biométricos (como o sono e o estresse).
Saúde mental, hoje, é o entendimento de que a mente e o corpo são um sistema único. Conectar-se com as próprias emoções não é mais um exercício puramente intelectual, mas uma necessidade de sobrevivência em um mundo hiperconectado.
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Uma fatalidade abalou a comunidade acadêmica de Rondonópolis, no Mato Grosso, na última quinta-feira (19). Um menino de apenas três anos faleceu após ser esquecido dentro do veículo pelo próprio pai, que é professor na Universidade Federal de Rondonópolis (UFR).
Em sinal de respeito e profunda solidariedade, a reitoria da UFR declarou luto oficial de três dias e suspendeu todas as atividades acadêmicas e administrativas no campus.
De acordo com as investigações preliminares da Polícia Civil:
O Esquecimento: O professor chegou à universidade por volta das 13h para ministrar uma aula e acabou deixando o filho no banco traseiro do carro, estacionado no campus.
A Descoberta: Por volta das 17h30min, ao retornar ao veículo, o pai encontrou a criança já sem vida.
Socorro: O próprio pai acionou a polícia, mas entrou em estado de choque e precisou de atendimento médico imediato.
A tragédia gerou uma onda de consternação que ultrapassou os limites da universidade:
UFR: Emitiu nota de pesar unindo-se à dor da família e da comunidade acadêmica.
Prefeitura de Rondonópolis: O prefeito Cláudio Ferreira também decretou luto oficial no município, lamentando profundamente a perda precoce ocorrida dentro do campus.