Coletiva de imprensa agora em Brasília. Viemos apresentar o pedido impeachment de Alexandre de Moraes.
O muro dos intocáveis está rachando.
Vídeo de Romeu Zema
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O muro dos intocáveis está rachando.
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, enviou sinais contraditórios ao mercado nesta segunda-feira (9). Em uma coletiva na Flórida, o mandatário sugeriu que o conflito contra o Irã está "praticamente terminado", chegando a mencionar a flexibilização de sanções ao setor petrolífero iraniano. Contudo, o tom conciliador foi acompanhado por uma advertência severa: qualquer tentativa de Teerã em bloquear o Estreito de Ormuz resultará em uma resposta militar "muito, muito dura".
As palavras de Trump sobre o suposto fim da guerra provocaram uma reação imediata nos mercados financeiros:
Queda do Petróleo: Após disparar e ultrapassar a barreira dos US$ 100 o barril (níveis não vistos desde 2022), o preço do petróleo recuou.
Volatilidade: Desde o início da ofensiva liderada por EUA e Israel há dez dias, os contratos de referência do "ouro negro" acumularam altas entre 40% e 50%, gerando instabilidade nas bolsas mundiais e em fundos de pensão.
Apesar do otimismo expresso por Trump, a realidade em solo iraniano e no Golfo Pérsico reflete um cenário de guerra ativa:
Ataques Sistemáticos: Israel confirmou ataques a seis bases aéreas iranianas utilizadas para financiar milícias, como o Hezbollah (Líbano) e os rebeldes huthis (Iêmen).
Bloqueio Estratégico: Teerã mantém o Estreito de Ormuz — por onde transita 20% do petróleo mundial — intransitável como forma de represália.
Escala de Perdas: O regime iraniano reporta 1.200 mortos desde o início do conflito. Já no Líbano, bombardeios israelenses deixaram cerca de 486 mortos e mais de 500 mil deslocados.
Em meio ao cerco, o regime iraniano tenta demonstrar coesão com a nomeação de Mojtaba Khamenei como novo líder supremo, substituindo seu pai, o aiatolá Ali Khamenei, falecido no primeiro dia da guerra. Embora o Hezbollah e o presidente russo, Vladimir Putin, tenham jurado "apoio inabalável" ao novo líder, Mojtaba ainda não apareceu em público, enquanto é classificado por Israel como um "tirano" e alvo prioritário.
D. Frei Baltasar Limpo (fim do séc. XV – 1558) foi uma das figuras mais influentes da Igreja Católica em Portugal durante o século XVI. Teólogo de renome e alto dignatário eclesiástico, sua trajetória une o prestígio intelectual da Universidade ao rigor doutrinário da Inquisição e do Concílio de Trento.
Natural de Moura, Baltasar Limpo ingressou na vida religiosa na Ordem do Carmo, onde professou em 1494. Sua capacidade intelectual levou-o ao ensino acadêmico, servindo como lente (professor) da cátedra de Teologia na Universidade de Lisboa entre 1521 e 1530, período em que a instituição ainda não havia sido transferida definitivamente para Coimbra.
Sua ascensão na hierarquia católica foi marcada por passagens pelas principais sés do norte de Portugal:
Bispo do Porto (1537–1550): Durante seu mandato no Porto, destacou-se pela organização administrativa e pela implementação das diretrizes da Contrarreforma.
Arcebispo de Braga (1550–1558): Ao assumir a Arquidiocese de Braga, recebeu o título de Primaz das Espanhas, a mais alta dignidade honorífica da Península Ibérica.
Atuação em Trento: Baltasar Limpo foi um dos representantes portugueses no Concílio de Trento, a assembleia ecumênica que reformulou a disciplina e o dogma católico em resposta à Reforma Protestante.
A biografia de Baltasar Limpo é indissociável da consolidação do Tribunal do Santo Ofício em Portugal. Ele é lembrado como um dos principais entusiastas da repressão ao judaísmo e à heresia:
Autos-da-fé no Porto: Foi o promotor de dois dos primeiros e mais violentos autos-da-fé celebrados na cidade do Porto, consolidando a presença da Inquisição na região.
Perseguição em Braga: Já como arcebispo, influenciou a prisão de 23 importantes mercadores locais pela Inquisição, afetando profundamente a dinâmica econômica e social da cidade.
D. Frei Baltasar Limpo faleceu em 1558. Na história da Igreja em Portugal, ele serviu de ponte entre o período medieval e o rigor tridentino, sendo sucedido em Braga por outra figura histórica de imensa relevância: Frei Bartolomeu dos Mártires.
A figura de Baltasar Limpo representa o braço forte da Igreja em uma época de profunda transformação religiosa.
A escalada bélica no Oriente Médio, que empurrou o preço do petróleo Brent para a casa dos US$ 100 a US$ 120 o barril, instalou um cenário de incerteza crítica no setor de energia brasileiro. Com a paralisia das importações e uma defasagem de preços histórica, especialistas alertam para o risco real de desabastecimento de diesel nas próximas duas semanas.
Cerca de 30% do diesel consumido no Brasil depende de importação. Segundo a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), as compras externas foram suspensas porque o preço internacional subiu drasticamente, enquanto o preço de venda interno, ditado pela Petrobras, permanece congelado.
Paralisia: Não há registro de novas cargas chegando ao país desde o agravamento do conflito.
Prazo Crítico: Os estoques atuais garantem o abastecimento por apenas mais 15 dias.
Pressão nas Refinarias: Com os importadores fora do jogo, filas de caminhões têm se formado nas refinarias da Petrobras, que agora precisa suprir sozinha uma demanda que não consegue atender integralmente.
A diferença entre o preço praticado no Brasil e o valor no mercado internacional atingiu níveis alarmantes, pressionando a estatal e o governo federal:
| Combustível | Defasagem Atual | Reajuste Necessário (por litro) |
| Diesel | 85% | R$ 2,74 |
| Gasolina | 49% | R$ 1,22 |
Enquanto a Petrobras mantém os preços inalterados há quase um ano, refinarias privadas, como a de Mataripe (Bahia), já elevaram o diesel em 26% apenas em março. Mesmo com essa alta, as empresas privadas ainda operam com 42% de defasagem, evidenciando o tamanho do choque de oferta global.
A alta do petróleo não é fruto de um evento único, mas da consolidação de que o conflito no Oriente Médio será prolongado. Ataques à infraestrutura energética e o bloqueio do Estreito de Ormuz interromperam fluxos vitais.
Para conter a crise, o G7 estuda liberar reservas de emergência, similar ao que ocorreu em 2022. No entanto, analistas como Isabela Garcia, da Stonex, alertam que essas medidas são paliativas. Sem uma articulação diplomática para repor o volume de óleo retirado do mercado nos últimos dez dias, a pressão sobre os preços deve continuar subindo.
A situação é especialmente delicada para o setor de transportes e para o agronegócio, que dependem diretamente do diesel.
O cenário geopolítico atingiu um novo ápice de tensão nesta segunda-feira (9). Em resposta direta às declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a Guarda Revolucionária do Irã emitiu um comunicado contundente afirmando que o encerramento das hostilidades não será determinado por Washington, mas sim pelas forças de Teerã.
Enquanto Trump assegura em coletivas na Flórida que o conflito "terminará muito em breve", os números no campo de batalha contam uma história de destruição em larga escala:
Ofensiva Americana: O exército dos EUA reportou o ataque a mais de 5 mil alvos em apenas dez dias, incluindo a destruição de mais de 50 embarcações iranianas.
Ataques de Israel: Tel Aviv anunciou uma ofensiva "em grande escala" contra a capital, Teerã, na noite de segunda-feira.
Resistência Iraniana: Teerã mantém o uso intensivo de drones e mísseis balísticos no Golfo Pérsico, negando que a capacidade militar do país esteja perto do colapso.
O grande ponto de estrangulamento do conflito reside na logística energética global. O Irã, através de Ali Larijani (chefe do Conselho Supremo de Segurança Nacional), alertou que o Estreito de Ormuz permanecerá intransitável enquanto a guerra persistir.
A importância estratégica desta via não pode ser subestimada:
Por ali transita 20% da produção mundial de petróleo e GNL (Gás Natural Liquefeito).
Trump ameaçou uma retaliação "extremamente dura" caso o fluxo de energia seja permanentemente bloqueado, o que já causou volatilidade imediata nos mercados internacionais de commodities.
Washington sustenta que o objetivo da campanha é neutralizar o programa balístico iraniano e impedir o acesso de Teerã a armas nucleares. Por outro lado, a liderança iraniana nega pretensões atômicas e afirma que a "equação futura da região" agora é ditada por suas forças armadas, e não pela pressão externa.
O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), comparece nesta quarta-feira (11), às 9h, à CPI do Crime Organizado no Congresso Nacional. O depoimento ocorre em um momento estratégico: apenas cinco dias após o lançamento de seu "Manifesto ao Brasil", que oficializou sua pré-candidatura à presidência da República em 2026.
Convidado pelo relator Alessandro Vieira, Leite falará como representante de um dos estados que apresentam os melhores indicadores de segurança do país, segundo o Ministério da Justiça e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O Rio Grande do Sul compõe o grupo dos estados "mais seguros" ao lado de:
Paraná (governo Ratinho Júnior, seu concorrente interno no PSD);
Santa Catarina;
Distrito Federal.
Em contrapartida, a CPI também ouvirá gestores de estados com índices críticos, como Amapá, Bahia, Pernambuco, Ceará e Alagoas.
Para Leite, a segurança pública é a joia da coroa de sua gestão. Os resultados do programa RS Seguro, que acumula quedas sucessivas em crimes patrimoniais e latrocínios, são utilizados como prova de competência administrativa para o eleitorado nacional. A audiência em Brasília é vista por seus aliados como um "palco de ouro" para consolidar sua imagem como um gestor técnico e equilibrado.
Apesar dos avanços, o governador deve ser questionado sobre dois temas sensíveis que desafiam o "vitrinismo" do setor:
Feminicídios: A escalada desses casos no estado, embora seja um fenômeno nacional, pressiona as políticas de proteção à mulher no RS.
Violência Policial: Operações recentes que resultaram em vítimas fatais sob circunstâncias questionadas colocaram em pauta o uso da força e a necessidade de câmeras corporais e maior controle externo.
O clima político esquentou nas redes sociais nesta segunda-feira (9) com um embate direto entre o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) e o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). O pivô da discussão é o requerimento de criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.
Alessandro Vieira, autor do pedido da CPI, foi alvo de críticas de apoiadores bolsonaristas devido à sua autoria no antigo projeto de lei das "Fake News". Em resposta, o senador utilizou seu histórico para confrontar a família Bolsonaro:
Argumento de Vieira: Relembrou que foi o mentor da "CPI da Lava Toga" e de pedidos de impeachment contra os mesmos ministros no passado. Segundo o senador, na época, Flávio e Eduardo Bolsonaro teriam resistido às medidas para proteger interesses pessoais ligados ao caso das "rachadinhas".
Reação de Eduardo: Classificou Vieira como um "senador perigosíssimo" e exigiu respeito ao mencionar aliados que estão no exterior.
"Você já atrapalhou o Brasil demais, tá na hora de descansar", disparou Vieira em tréplica, sugerindo que Eduardo deveria "curtir o Mickey" em vez de interferir no trabalho legislativo.
Um ponto central do debate é a mudança de comportamento do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Se em 2019 ele atuou para barrar investigações contra o Judiciário, desta vez ele assinou o requerimento de Vieira. A assinatura de Flávio foi a de número 29 — ocorrendo somente após a CPI já ter garantido o mínimo de 27 apoios necessários para o protocolo. Atualmente, o documento conta com 35 assinaturas.
A pressão pela CPI ganhou força após a revelação de mensagens extraídas do celular do banqueiro Daniel Vorcaro. Os dados sugerem uma proximidade atípica entre o empresário e os ministros:
Controle de Convidados: Mensagens indicam que Vorcaro consultou Alexandre de Moraes sobre a lista de um fórum jurídico em Londres, resultando no "bloqueio" de Joesley Batista do evento.
Prestação de Contas: O banqueiro teria informado o ministro sobre negociações de venda do banco e discutido detalhes de inquéritos sigilosos.
Elo com Toffoli: Investigações apontam ligações entre empreendimentos de familiares de Dias Toffoli e fundos associados ao Banco Master.
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Um voo da Latam com destino ao Aeroporto de Guarulhos (SP) precisou ser adiado nesta segunda-feira (9) após uma ameaça de bomba ser registrada antes da decolagem. O voo LA4677, que deveria ter partido de Brasília às 9h55, foi retido para uma inspeção detalhada pelas autoridades competentes.
Assim que o aviso foi emitido pela concessionária Inframerica e pela companhia aérea, o protocolo de segurança aeronáutica foi prontamente ativado. A aeronave foi isolada e os passageiros, juntamente com suas bagagens, foram submetidos a um novo processo de desembarque e inspeção rigorosa.
Equipes especializadas da Polícia Federal realizaram uma varredura completa na aeronave, nos passageiros e em todos os volumes despachados. Após a averiguação, a PF confirmou que a ameaça não passou de um alarme falso, não sendo identificados riscos, explosivos ou qualquer irregularidade.
Impacto nas operações: A aeronave foi liberada por volta das 13h e decolou às 14h04, sem comprometer a malha aérea ou a operação do Aeroporto de Brasília.
Posicionamento das empresas: A Latam reforçou que a operação seguiu os mais elevados padrões internacionais de segurança. A Inframerica confirmou que, apesar do transtorno aos passageiros do voo LA4677, o fluxo geral do terminal não foi prejudicado.
Durante a abertura da 26ª Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque, o 17º Fórum do Milho reuniu pesquisadores e lideranças do setor para debater o futuro da cultura. Em um cenário marcado por instabilidades climáticas e geopolíticas, o evento reforçou a necessidade de tecnologia e gestão estratégica para garantir a rentabilidade no campo.
O pesquisador da CCGL, Glauber Sturmer, trouxe um alerta preocupante sobre o ressurgimento da lagarta do gênero Spodoptera. Segundo o especialista, o uso prolongado de biotecnologias criou uma pressão de seleção, tornando o inseto mais resistente.
Recomendação: A estratégia atual não depende de um único produto, mas da integração entre táticas químicas e biológicas.
Foco no timing: Sturmer enfatizou que a falha muitas vezes não está na eficácia do defensivo, mas na aplicação atrasada. Observar o momento correto do manejo é, hoje, uma necessidade crítica.
O engenheiro agrônomo André Scharlau destacou a irrigação como o principal pilar para a estabilidade da safra. Ao comparar dados produtivos, o especialista defendeu que a tecnologia vai além do aumento de produtividade, oferecendo segurança alimentar, especialmente para pecuaristas que dependem da silagem.
Benefícios: Estabilidade produtiva, mitigação de riscos climáticos, maior eficiência no uso de insumos e viabilização técnica da safrinha.
O gerente comercial da Cargill, Heverton Gugelmin, trouxe uma perspectiva cautelosa sobre as exportações. Com cerca de 50% do milho gaúcho sendo exportado para o Oriente Médio, a escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã gera incertezas.
Logística e Oferta: Se os fluxos de exportação forem interrompidos, o excedente no mercado interno gaúcho pode pressionar os preços para baixo.
Custos: O conflito tende a impulsionar o preço do petróleo, o que encarece o diesel e eleva diretamente o custo de produção para o agricultor brasileiro.
O Fórum consolidou o setor como um dos mais atentos às variações globais.