quinta-feira, 2 de julho de 2020

Expointer é cancelada por causa da pandemia de coronavírus

Decisão foi tomada após reunião da tarde desta quinta

Expointer foi cancelada em 2020

Com informações de Lucas Rivas
A edição de 2020 da Expointer foi cancelada em função da propagação do coronavírus. A decisão foi tomada após reunião da tarde desta quinta. O governo do Rio Grande do Sul deve publicar uma nota oficializando a decisão. No dia 18 de junho, a feira já havia sido remarcada para 26 de setembro. No entanto, a indefinição em relação ao avanço da Covid-19 no Estado levou o Executivo a cancelar o evento. 
Os anúncios de mudança de data da Expointer 2020 e de que a feira seria menor já tinham provocado posicionamentos divergentes entre as entidades do setor agropecuário. Já o setor das indústrias pedia novas informações para participar da feira. 

Rádio Guaíba e Correio do Povo

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Marido de juíza, dentista, nutricionista e dono de vinícola estão na lista gaúcha do TCU por receber auxílio emergencial




A nutricionista Letícia Roman Guzzo, de Tapejara (RS), aparece como beneficiária do auxílio emergencial, cujo valor, de R$ 600, equivale a cerca de seis consultas na clínica da qual ela é sócia. A concessão do benefício emergencial do governo federal a pessoas que não têm direito foi revelada em matéria deste domingo (28), no programa Fantástico, da TV Globo. Foi um belo trabalho de jornalismo investigativo, liderado pelo jornalista Giovani Grizotti, da RBS Tv Porto Alegre.

Um relatório do Tribunal de Contas da União mostra que, no Brasil, mais de 620 mil pessoas - inclusive mortos - constam em uma lista de beneficiários que não têm direito ao valor, que é destinado a trabalhadores em dificuldades devido à pandemia.
Nas redes sociais, Letícia, casada com um médico, aparece em lugares requintados, em cruzeiros de navio e visitando Paris e Barcelona. Mas ao ser questionada pela reportagem exibida domingo (28) no Fantástico, não quis gravar entrevista.
Depois da tentativa de contato, enviou à emissora de tevê uma mensagem alegando que “pediu auxílio por engano” e que já devolveu o dinheiro.
Em Nova Roma do Sul, na serra gaúcha, a dentista Aline Scapinello também está recebendo o benefício. Ela tem fotos em uma rede social em que aparece em cidades como Angra dos Reis, Arraial do Cabo e Rio de Janeiro. Ela não quis gravar entrevista, mas disse que iria devolver o dinheiro.
Antes disso, Aline ingressou, na comarca de Antonio Prado (RS), com pedido de censura prévia para evitar que seu nome fosse divulgado na reportagem, o que foi negado. Ela interpôs agravo de instrumento no TJRS. O efeito suspensivo foi indeferido.
A comerciante Ana Paula Brocco, de Espumoso (RS), teve melhor sorte inicial. Ela conseguiu suspender a veiculação da reportagem por 16 dias, graças a uma liminar concedida pelo juiz Daniel da Silva Luz, da comarca de Espumoso, e que chegou a ser confirmada pela desembargadora Maria Isabel de Azevedo Souza, da 19ª Câmara Cível do TJRS.
Em sede de agravo de instrumento interposto pela RBS TV, a magistrada manteve a censura durante uma semana - mas na sexta-feira (26) reconsiderou sua própria decisão, tornando a liminar sem efeito. Com isso, a reportagem foi transmitida.
Segundo o G.1 publicou ontem (29), Ana Paula Brocco está de casamento marcado na praia de Punta Cana, no Caribe. Um saite mostra o destino da cerimônia. Ela mora com o noivo, que em janeiro recebeu um prêmio de R$ 50 mil de um banco. Mesmo assim, a comerciante recebeu o auxílio.
À reportagem, ela admitiu que recebia o valor, mas ponderou que “não é uma pessoa de posses”. Questionada sobre se faria sentido alguém com casamento marcado no Caribe se enquadrar como pessoa de baixa renda, ela desligou o telefone. 
Outros favorecidos
Marido de uma juíza, Pedro Giordani também foi beneficiado. Sócio de uma fábrica de placas credenciada ao Detran, em Encantado (RS), ele admite que tem moto, casa na praia e barco. E que se inscreveu para receber o benefício. "Eu preenchi lá, mas acabei nem indo buscar isso aí. Até abri mão disso aí, né, porque no momento estamos todos parados", disse à reportagem.
Questionado sobre se precisaria do valor, Pedro disse que “já abriu mão, e que se inscreveu porque, na ocasião, estava parado e achava que se enquadrava”.
Em Veranópolis, na serra gaúcha, os pagamentos repercutiram mal. Os moradores usaram uma faixa para protestar. O ex-vereador da cidade Rudimar Caglioni recebeu duas parcelas do auxílio, que somam R$ 1,2 mil. Ele é sócio de uma imobiliária e anunciou numa rede social que devolveu o dinheiro. "Era para manter a empresa aberta durante esse período que nós íamos passar pela pandemia. Lá não dizia que não era quem não tem renda. Eu não peguei de má fé. Com certeza, não peguei de má fé, e aqui na cidade aconteceu um monte de caso assim".
A lista gaúcha da farra financeira com o auxílio emergencial também tem dono de vinícola. É o caso do empresário Divanildo Kloss, de Nova Roma do Sul, na Serra, que recebeu R$ 600. Ele mora em casa confortável e a família é dona de um prédio no centro da cidade. Por telefone, Kloss disse ao Fantástico que se inscreveu por brincadeira e que vai devolver o dinheiro. “Não
quis receber, devolvi, só fiz para brincar. Era só para saber se ia passar ou não, entendeu? Jamais ia querer. Pensei: capaz, nunca vai passar, porque tenho certos bens ali. Se foi pra minha conta, vou devolver não preciso disso e nem quero”.
Informado de que o filho também está na lista, Divanildo respondeu: “Sobre isso tu tem de ligar para ele. Se ele tá recebendo, não tô sabendo, não sabia. Se ele se inscreveu, ele vai devolver, sem estresse nenhum. Está errado, muito errado”.
Numa rede social, Emanuel Kloss, filho de Divanildo, costuma registrar sua passagem por restaurantes, além de postar fotos de praias e esportes radicais. Numa imagem do ano passado, aparece recebendo as chaves de um caminhão zero quilômetro. Ele não quis se pronunciar à reportagem.
Irregularidades apontadas pelo TCU
O levantamento revelado pela reportagem veiculada no Fantástico mostrou que 620.299 pessoas sacaram os valores em abril sem ter direito ao benefício, conforme o Tribunal de Contas da União.
Na relação, estão 235 mil empresários que não se encaixam no perfil de microempreendedores individuais, que são o público-alvo do benefício. Também foram pagos mais de 15 mil auxílios para pessoas com renda acima do limite do programa. O relatório aponta ainda que 17 mil mortos aparecem na lista do auxílio. Este é o caso de José Carlos Libano, vítima por engano de uma chacina em Gravataí, há quatro anos. A viúva, Leci França, afirma que não sabe como a fraude foi cometida.
No relatório de 32 páginas, os fiscais do TCU detalharam todas as irregularidades descobertas no primeiro mês de pagamento do benefício, em abril. De acordo com o mesmo relatório, foram pagos R$ 35,8 bilhões para 50.228.253 milhões de beneficiários.
Fonte: Espaço Vital - www.espacovital.com.br - 01/07/2020 e SOS Consumidor

TCU descobre que auxílio emergencial foi pago indevidamente a 17 mil mortos


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Recursos gastos com mortos chegam ao montante de R$ 11 milhões, apontou auditoria
São Paulo - Uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) identificou 17 mil mortos entre os beneficiários do auxílio emergencial, pago pelo governo federal. Os recursos gastos com mortos chegam ao montante de R$ 11 milhões.

De acordo com a apuração da corte, ao menos 620 mil pagamentos foram feitos indevidamente, entre todos os casos, até o mês de abril, no valor total de R$ 427,3 milhões.
Os levantamento realizado pelo TCU foram enviados aos ministros da corte, que vão julgar o relatório nesta quarta-feira. O documento foi apresentado pelo ministro Bruno Dantas.
Além do pagamento indevido aos mortos, foram identificados também, pelos auditores, o recebimento de R$ 97,7 milhões por 134,2 mil servidores (federais, estaduais e municipais), apesar de terem emprego estável e não sofrerem cortes de jornada e de salário.
Para aposentados pelo INSS, foram gastos R$ 141,6 milhões. Mais de 221 mil receberam o auxílio. Há ainda irregularidades envolvendo presos e trabalhadores com renda acima do teto.
No julgamento, o ministro Bruno Dantas deve recomendar ao tribunal que esses valores sejam devolvidos através de uma ação conjunta entre Ministério da Economia e da Cidadania.
Os números apresentados fazem parte de uma auditoria preliminar. Segundo o relatório da área técnica, os valores pagos indevidamente podem chegar a R$ 1,3 bilhão caso não sejam interrompidos imediatamente.
Diante das graves irregularidades, o ministro estuda enviar os "casos mais escandalosos" ao MPF (Ministério Público Federal) para que os beneficiários sofram processo criminal.
O TCU também apontou, além dos problemas com o pagamento, "falta de diretriz" do governo nos gastos com saúde, principalmente por falta de coordenação entre ações federais e de governadores.
Fonte: O Dia Online - 01/07/2020 e SOS Consumidor

Prazo para pedir auxílio emergencial de R$ 600 acaba nesta quinta

por Laísa Dall'Agnol
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Canais da Caixa e do governo para consultas e contestações continuarão funcionando normalmente
O prazo para pedir o auxílio emergencial de R$ 600 do governo federal termina nesta quinta-feira (2).
O benefício começou a ser pago em abril para informais e mães chefes de família como forma de atenuar os efeitos econômicos do novo coronavírus sobre essas parcelas da população.
Segundo o Ministério da Cidadania, todas as parcelas serão pagas para os beneficiários que tiverem direito e fizerem a solicitação até hoje. Os pagamentos do auxílio totalizarão R$ 3.000.
A partir de sexta-feira (3), não serão recebidos novos pedidos, mas os canais para informações continuarão disponíveis, dizem o Ministério da Cidadania e a Caixa.
O banco informa que tanto o site auxilio.caixa.gov.br quanto o aplicativo Caixa Auxílio Emergencial permanecerão ativos para acompanhamento do resultado da análise, obtenção de informações sobre o crédito das parcelas e realização de contestações e reanálise.
Inicialmente previsto para ser dividido em três parcelas (referentes aos meses de abril, maio e junho), o auxílio foi ampliado por mais dois meses. Assim, serão cinco parcelas, no total.

O governo não detalhou oficialmente como serão feitos esses pagamentos complementares, já que é possível haver um fracionamento desse valor em mais de um depósito mensal.

O decreto publicado nesta quarta (1º) apenas fala da prorrogação do auxílio emergencial “pelo período complementar de dois meses”. O pedido do benefício emergencial deve ser feito pelo site ou pelo aplicativo oficial do programa.
Fonte: Folha Online - 01/07/2020 e SOS Consumidor



 
 
 
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