MARX NA FAZENDA: TEORIA DEMAIS, BRASIL DE MENOS - 13.03.26

 TEXTO DO JORNALISTA E PENSADOR FELIPE VIEIRA 

 


O novo livro de Fernando Haddad, Capitalismo Superindustrial, chega às livrarias num momento em que o Brasil enfrenta juros elevados, fragilidade fiscal e crescimento anêmico. A obra revisita ideias de Marx que nunca deram certo em lugar nenhum para interpretar o capitalismo contemporâneo e sustenta que vivemos uma etapa “superindustrial”, marcada pela centralidade do conhecimento e da tecnologia.
O problema não é um ministro da Fazenda escrever — isso é ótimo. Democracias maduras valorizam o debate intelectual. O problema é a dissonância entre teoria e realidade.
O titular da Fazenda não ocupa uma cadeira na academia; está sentado na poltrona responsável pela estabilidade econômica de um país endividado, pressionado por déficits recorrentes e dependente da confiança de investidores.
Enquanto o livro propõe revisões conceituais sobre capitalismo, classes e tecnologia, a economia brasileira lida com problemas objetivos: endividamento crescente, dificuldade de consolidar o ajuste fiscal, baixa produtividade e insegurança jurídica. O investidor não reage a metáforas históricas. Reage a números, credibilidade e previsibilidade.
Não se trata de disputa ideológica superficial. Trata-se de evidência histórica. Reembalar ideias que falharam onde foram aplicadas não as transforma em solução moderna. Atualizar o vocabulário não corrige erros antigos.
O fato de Haddad encontrar tempo em sua agenda para revisitar o marxismo fora da “ilha da fantasia” de Brasília, enquanto o país convive com juros de dois dígitos, pressão inflacionária e déficit persistente, sugere um deslocamento preocupante de prioridades. Parece mais um mergulho no século XIX de Marx e suas ideias retrógradas do que um enfrentamento dos desafios fiscais do século XXI.
A Faria Lima — tão atacada por setores da extrema-esquerda, do PT e por integrantes do próprio governo — apoiou Lula em 2022. Ex-ministros, economistas e formuladores do Plano Real fizeram essa escolha acreditando em moderação, responsabilidade e previsibilidade. Hoje, boa parte desses mesmos nomes aponta frouxidão fiscal, ataques ao Banco Central, dirigismo estatal e ausência de reformas estruturais. O resultado primário deteriorou, a dívida cresce e o risco fiscal pressiona juros e investimentos.
Enquanto o livro propõe revisões conceituais sobre capitalismo, classes e tecnologia, a economia brasileira lida com problemas reais e objetivos: endividamento crescente, dificuldade de consolidar o ajuste fiscal, baixa produtividade e insegurança jurídica. O investidor não reage a metáforas históricas; reage a números, credibilidade e previsibilidade.
No fim das contas, livros explicam o mundo, porque o papel aceita tudo, mas é a economia que revela quando teorias erradas produzem governos errados — e governos errados produzem problemas reais para o povo. Ideias podem e devem ser revisitadas; as contas públicas, mais ainda.
O governo está gastando mais do que arrecada, criando déficit fiscal. Seu João, seu Zé, dona Joana e milhões de brasileiros sabem, na prática, que o orçamento precisa caber dentro do salário. Quando não cabe, a dívida cresce, o cartão estoura e a conta chega. O povo não paga à vista, mas a prazo. Na casa deles não há revisionismo histórico: há orçamento, responsabilidade e consequência.
Lula prometeu picanha farta. Hoje, o brasileiro sente o peso no preço da carne no supermercado, no bolso — a parte mais sensível do corpo humano — e na alma. A conta da ideologia aparece no carrinho de compras.
Não é contra livro. Livros são essenciais.
É contra prioridade trocada.
Como contraponto às revisitações marxistas, valeria a leitura — pelos apoiadores do governo e pelo próprio ministro — de três obras clássicas da tradição liberal que tratam menos de teoria abstrata e mais de resultados concretos. “Capitalismo e Liberdade”, de Milton Friedman, mostra como estabilidade monetária e limitação do Estado foram decisivas para prosperidade em economias abertas. “O Caminho da Servidão”, de Friedrich Hayek, alerta para os riscos institucionais do dirigismo e da concentração de poder econômico nas mãos do governo. E “Por Que as Nações Fracassam”, de Daron Acemoglu e James A. Robinson, demonstra com evidência histórica que instituições inclusivas, segurança jurídica e incentivos ao investimento — e não planejamento central — explicam o sucesso ou o fracasso dos países. São leituras que ajudam a lembrar que crescimento sustentável não nasce de intenção ideológica, mas de regras estáveis, responsabilidade fiscal e liberdade econômica.
Enquanto ocupar o Ministério da Fazenda, Haddad não pode se dar ao luxo de revisitar teorias do século XIX quando o desafio é imediato, concreto e fiscal. O presente e o futuro do Brasil não serão construídos olhando para um passado fracassado. Serão construídos com foco, disciplina e resultado — porque, no fim, quem paga a conta não é Marx. É o povo.


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SEM MAIS NEM MENOS

 ALERTAS DO INMET

Mais do que sabido, o INMET -Instituto Nacional de Meteorologia- ao constatar, através do constante monitoramento de dados CLIMÁTICOS, a PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA DE TEMPORAIS, ALAGAMENTOS, DESLIZAMENTOS e VENTOS FORTES, passa a EMITIR ALERTAS LARANJAS e/ou VERMELHOS informando, sistematicamente, o GRAU DE RISCO embutido nas previsões -que podem ou não se confirmar- assim como do ACUMULADO DE CHUVAS superiores a 100mm/dia. 

A MÍDIA CANSOU DA GANDAIA NACIONAL

Pois, da mesma forma como o INMET cuida de EMITIR ALERTAS informando sobre a PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA DE DESASTRES NATURAIS no nosso empobrecido Brasil, nesses últimos dias até a parcela da MÍDIA -ALTAMENTE COMPROMETIDA COM A GANDAIA NACIONAL-, ao se deparar com o -ACUMULADO DE LAMA PROVOCADO PELO EXCESSO DE CORRUPÇÃO-, entendeu que os ATOS DE SAFADEZA foram além do previsto nos CONTRATOS DE PUBLICIDADE. Como tal trataram de EMITIR CONSTANTES ALERTAS -LARANJAS, PRETOS, AMARELOS, ETC.- apontando para os RALOS por onde os BANDIDOS SE APROPRIAM -ESCANDALOSAMENTE- DO DINHEIRO PÚBLICO.   

FICHA

Ora, por mais que LULA e seus seguidores estejam MENTINDO -SEM PARAR-, com vão propósito de se distanciar dos CRIMINOSOS, o FATO é que QUASE TODOS OS BANDIDOS QUE ESTÃO ENVOLVIDOS NAS MAIORES SAFADEZAS foram INDICADOS E/OU ESCOLHIDOS pelo presidente. Começando pelo ministro DIAS TOFFOLI, cuja ficha pessoal escancara que, em 1994 e 1995, PRESTOU CONCURSO PARA JUIZ SUBSTITUTO DO ESTADO DE SP, MAS FOI REPROVADO NAS DUAS VEZES. EXATAMENTE por ser INCAPAZ, entre 1995 e 2000, TOFFOLI foi escolhido para desempenhar o papel de assessor jurídico da liderança do PT na Câmara dos Deputados, em Brasília.

SEM MAIS NEM MENOS

Diante desse QUADRO MAIS DO QUE DANTESCO, que a exemplo da -DIVINA COMÉDIA- descreve cenas e imagens com ênfase no sofrimento e tormento dos condenados no inferno, há quem, MOVIDO MAIS PELO NOJO E INDIGNAÇÃO, exige apenas o AFASTAMENTO DE TOFFOLI DO STF. Na real, para o BEM DO BRASIL, faz-se mais do que necessário e urgente UMA CLARA REFUNDAÇÃO DO PAÍS, que implica, de imediato, na PRISÃO DE TODOS OS ENVOLVIDOS NOS MAIS VARIADOS ATOS DE CORRUPÇÃO. É A HORA DE UMA LIMPEZA GERAL -SEM MAIS NEM MENOS-.   


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FRASE DO DIA - 16.02.2026

 O tambor faz muito barulho, mas é vazio por dentro.

- Barão de Itararé

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Vídeo - Cinco países confirmam envenenamento de Alexei Navalny em prisão russa

 



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Vídeo - UM NOVO TITANIC A CAMINHO?

 



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Chuva causa alagamentos na Restinga, em Porto Alegre

 


Uma pancada de chuva de cerca de 30 minutos provocou alagamentos no bairro Restinga, zona sul de Porto Alegre, na tarde deste domingo (15). A precipitação começou por volta das 17h e rapidamente gerou acúmulo de água em diversas vias da região.

Pontos mais afetados

  • Esquina das estradas João Antônio da Silveira e Barro Vermelho: forte correnteza se formou, dificultando a passagem de veículos.

  • Estrada Chácara do Branco com rua Hortêncio Machado de Lima: apenas carros mais altos conseguiam atravessar; motociclistas e pedestres enfrentaram dificuldades.

Relatos de moradores e motoristas

  • O motociclista Adriano Flores, de 54 anos, tentou atravessar o trecho alagado e acabou tendo problemas mecânicos, precisando empurrar a moto.

  • O morador Paulo Rodrigues, de 66 anos, contou que a água invadiu sua casa: “Toda vez que chove é isso aí. Sempre alaga, não tem solução. Choveu mais de 15 minutos, já começa a encher”, lamentou.

Situação nas ruas

Na Hortêncio Machado de Lima, a água chegou à altura dos joelhos de quem se arriscava a caminhar. Motoristas que tentavam atravessar lançavam água em direção às calçadas, aumentando os transtornos.

O episódio reforça os problemas recorrentes de alagamento na Restinga, onde chuvas rápidas e intensas continuam a causar impactos significativos para moradores e motoristas.



Vídeo de Correio do Povo

Fonte: https://www.instagram.com/p/DUzC9PUk6tG/

Vídeo - STF mantém julgamento apertado sobre aposentadoria especial para vigilantes

 



Fonte: https://www.rsnoticias.top/2026/02/stf-mantem-julgamento-apertado-sobre.html

Encontro de pré-candidatos mede clima da disputa ao governo do RS

 


A Famurs promove nesta segunda-feira (16), em Torres, o primeiro painel com pré-candidatos ao Palácio Piratini, servindo como termômetro para a corrida eleitoral de 2026.

Participantes confirmados

Foram convidados partidos com representação no Congresso Nacional, que indicaram os seguintes nomes:

  • Covatti Filho (PP)

  • Edegar Pretto (PT)

  • Gabriel Souza (MDB)

  • Juliana Brizola (PDT)

  • Marcelo Maranata (PSDB)

  • Luciano Zucco (PL) Além deles, Ernani Polo (PP), que disputa a indicação interna da sigla, solicitou participação e também integrará o painel.

Articulações políticas

  • No PP, há disputa interna: apesar de o diretório ter sinalizado apoio a Luciano Zucco (PL) e rompido com o governo Eduardo Leite, Ernani Polo busca viabilizar sua candidatura em pré-convenção prevista para março.

  • Entre PT e PDT, há conversas sobre uma possível coligação, embora o processo seja considerado complexo diante das atuais candidaturas já lançadas.

O encontro em Torres marca um momento-chave da pré-campanha, funcionando como espaço de exposição e teste de ambiente político para os sete pré-candidatos que confirmaram presença.