POLARIZAÇÃO É FATO NECESSÁRIO - 31.03.26

 A propósito do que pensa (??) o governador do RS, que detesta a POLARIZAÇÃO, eis o que diz o pensador Roberto Rachewski:

 

Polarização é fato necessário. Ocorre na metafísica, na física e na química, na epistemologia, na religião e na ciência. Ocorre na ética, na virtude e no vício. Ocorre na política, coerção e liberdade. Ocorre na estética, o feio e o belo, o branco e o preto. Ocorre na vida, o bem e o mal. Polarização é um ato existencial. Os que negam a polarização negam a lei da identidade. Tudo que existe é algo que possui características próprias e age de acordo com sua natureza não podendo contrariá-la. Sua ação tem consequências previsíveis que são inseparáveis de suas causas. Quem se opõe à polarização quer negar os fatos. Encobrir evidências, disfarçar caráter, misturar opostos e monopolizar virtudes. Negar a polarizacao é praticar a falácia da composição onde se tenta colocar num saco todos os gatos. O objetivo é a relativização, a subjetividade diluída para que se perca a noção de propriedade. É niilismo. Se tudo é igual e não é diferente, tudo é o mesmo. Não é. Querem dizer que ser livre é ser preso, que bem privado é público, que o faz para um faz bem para todos. Falso. Somos indivíduos, temos discernimento próprio, somos donos exclusivos das nossas vidas. Negar isso é negar que a polarização existe. Negam para isso.


Pontocritico.com

A INDIGNAÇÃO TEM CURA

 INDIGNAÇÃO COLETIVA

Na semana passada, num desses bate-papos comuns entre -amigos de colégio-, eis que -do nada-, sem combinação prévia, todos começaram a MANIFESTAR, em tom de voz elevado, UM MESMO SENTIMENTO DE -FORTE INDIGNAÇÃO- com o total DESGOVERNO, a IMENSA CORRUPÇÃO e a TOTAL E ABSOLUTA FALTA DE JUSTIÇA que grassa, sem limites, no NOSSO EMPOBRECIDO BRASIL.


GIBIS

Como os participantes iniciaram os estudos na década de 1950-1960, todos, sem exceção, tinham o hábito de ler REVISTAS EM QUADRINHOS, mais conhecidas como GIBIS, onde SUPER-HERÓIS, -Superman, Batman, Capitão América, e tantos outros-, entravam em ação como -SÍMBOLOS DE MORALIDADE, ESPERANÇA e, RESILIÊNCIA-. Como serviam de INSPIRAÇÃO PARA ENFRENTAR DESAFIOS E PROTEGER OS MAIS VULNERÁVEIS, representavam o IDEAL HUMANO DE CORAGEM, ORDEM, E ÉTICA, ajudando a lidar com MEDOS, CONFLITOS SOCIAIS E PROMOVER VIRTUDES EM CONTEXTOS REAIS. 

IMAGINAÇÃO

No final do encontro, os INDIGNADOS CONFESSOS, mesmo sabendo que os SUPER-HERÓIS, ou JUSTICEIROS, encontrados nos velhos GIBIS -só existem na nossa IMAGINAÇÃO, o grupo se despediu demonstrando uma já costumeira FRUSTRAÇÃO. Todos foram para casa convencidos de que as INSTITUIÇÕES, QUE FORAM CRIADAS COM O PROPÓSITO DE FAZER JUSTIÇA E/OU CUMPRIR A LEI, RESOLVERAM AGIR E DECIDIR À MARGEM DA LEI. 

PROTAGONISMO

Pois, no meu ponto de vista, a ÚNICA MANEIRA CAPAZ DE LEVAR O BRASIL a ser um país onde IMPERE A JUSTIÇA, é o POVO ASSUMIR O LEGÍTIMO E REAL PAPEL DE PROTAGONISTA -COMO VINGADOR, JUSTICEIRO OU SUPER-HERÓI-. Enquanto isso não acontecer, a INJUSTIÇA, O DESGOVERNO E A ROUBALHEIRA VÃO PROSPERAR... 

Pontocritico.com

FRASE DO DIA

  Nunca se cale diante da verdade. Pois se colocarem um freio em sua boca, colocarão uma sela em suas costas.

- Malek Bennabi

Fazenda e Comsefaz: 80% dos Estados devem aderir à subvenção ao diesel

 


31/03/2026 | 20:30
Estadão Conteúdo
Mais de 80% dos Estados já sinalizaram que devem aderir à proposta do governo federal de subvenção ao diesel, segundo nota conjunta divulgada na noite desta terça-feira (31) pelo Ministério da Fazenda e pelo Comitê Nacional de Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz).A medida busca mitigar os impactos do forte aumento internacional do preço do petróleo causado pela guerra no Oriente Médio e evitar riscos de desabastecimento no país. Ainda não foram divulgados quais Estados confirmaram a adesão.Mais cedo, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, havia informado que a Medida Provisória (MP) que cria a subvenção de R$ 1,20 por litro no diesel importado será publicada ainda esta semana. Ele estimou que faltam apenas “dois ou três Estados” para fechar a adesão, embora a medida não dependa de unanimidade.Como funcionará a subvençãoA subvenção valerá por dois meses (abril e maio) e terá custo total estimado de R$ 3 bilhões. A União arcará com metade do valor, enquanto os Estados ficarão responsáveis pela outra metade.O objetivo é reduzir a defasagem entre os preços internos e os praticados no mercado internacional, garantindo previsibilidade e estabilidade no abastecimento de diesel.Preocupação no Rio de JaneiroO Rio de Janeiro ainda não confirmou adesão. Em nota, a Secretaria de Fazenda do estado informou que aguardará a publicação da MP para avaliar a participação. A pasta estima um impacto mensal de cerca de R$ 30 milhões na arrecadação, em um contexto de déficit orçamentário previsto em R$ 19 bilhões para 2026.Medida excepcionalNa nota conjunta, Fazenda e Comsefaz destacam que a subvenção é uma ação “excepcional e temporária”, fruto de um esforço federativo para proteger a população dos efeitos da crise energética global provocada pelo conflito no Oriente Médio.“Em um momento em que a sociedade brasileira é surpreendida por este desequilíbrio internacional, esta iniciativa traduz a preocupação do governo federal e dos governadores dos Estados em proteger a população”, afirma o texto.

Lula promete que governo fará “de tudo” para conter alta do preço do diesel

 


31/03/2026 | 21:44
Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta terça-feira (31) que o governo federal tomará todas as medidas necessárias para evitar uma escalada no preço do diesel, combustível fortemente impactado pela guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã.Durante evento em São Paulo que celebrou os 21 anos do Prouni e os 14 anos da Lei de Cotas Raciais, Lula criticou duramente o conflito no Oriente Médio, que completou dois meses nesta semana, e responsabilizou o que chamou de “guerra do Trump” pelo aumento do preço internacional do petróleo.“Nós tomamos todas as medidas possíveis para evitar que se aumente o óleo diesel. Mas, no governo passado, eles venderam a distribuidora [BR Distribuidora]. Então, quando a gente não sobe o preço, mesmo que a Petrobras baixe o preço, ele não chega na ponta, porque os atravessadores não deixam”, disse o presidente.Lula ressaltou que o Brasil importa cerca de 30% do diesel consumido internamente e que o governo conta com a fiscalização da Polícia Federal e do Ministério Público para combater possíveis abusos.“ Nós só vamos sossegar quando o preço do óleo diesel não subir, porque a guerra é do Trump, a guerra não é do povo brasileiro e a gente não tem que ser vítima dessa guerra”, declarou.Apelo pela pazDirigindo-se a uma plateia de estudantes, Lula cobrou os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU — Estados Unidos, Reino Unido, França, China e Rússia — por não cumprirem seu papel de manter a paz mundial.“Vocês estão vendo o bloqueio a Cuba, o que fizeram na Venezuela, o que fizeram no Irã. E agora, o que está acontecendo com a guerra no Irã? O preço do combustível está subindo, e o preço do combustível subindo vai chegar no alface, vai chegar no feijão, vai chegar no arroz, vai chegar em tudo que a gente compra”, alertou.“Quando a ONU foi criada, em 1945, o Conselho de Segurança foi criado para manter a paz no mundo, mas eles estão fazendo guerra”, completou.Subsídio ao dieselPara mitigar os efeitos da alta, o governo prepara uma medida provisória (MP) que cria um subsídio de R$ 1,20 por litro no diesel importado. A informação foi confirmada pelo ministro Dario Durigan. O custo total estimado é de R$ 3 bilhões em dois meses, dividido igualmente entre União e estados (R$ 0,60 por litro cada).A medida busca conter a alta dos combustíveis e evitar riscos de desabastecimento, diante da defasagem entre os preços internos e o mercado internacional.O barril de petróleo já acumula alta de cerca de 50% desde o início dos ataques contra o Irã, no fim de fevereiro.

Lula envia ao Senado indicação de Jorge Messias para o STF nesta terça-feira

 


31/03/2026 | 16:51
Estadão Conteúdo
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai formalizar nesta terça-feira (31) o envio ao Senado da indicação de Jorge Messias, atual titular da Advocacia-Geral da União (AGU), para ocupar uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF).O anúncio foi feito pelo próprio presidente durante a reunião ministerial no Palácio do Planalto, com a presença de Messias. A indicação ocorre mais de quatro meses após Lula ter anunciado publicamente a escolha, em novembro de 2025.A demora deveu-se à resistência do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), que defendia o nome do senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) para a vaga aberta com a aposentadoria do ministro Luís Roberto Barroso, em outubro do ano passado.Articulações e superação de resistênciasNas últimas semanas, o governo intensificou as conversas para viabilizar a indicação. Aliados do MDB e o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Otto Alencar (PSD-BA), alertaram Lula sobre a necessidade de enviar o nome de Messias o quanto antes, especialmente diante da possibilidade de uma delação premiada do banqueiro Daniel Vorcaro, que pode atingir políticos influentes.O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), tem trabalhado pela articulação de votos favoráveis a Messias. Segundo avaliações internas, o ambiente no Congresso está mais favorável para a aprovação tanto na CCJ — onde ocorrerá a sabatina — quanto no plenário.Davi Alcolumbre teria se conformado com a indicação e estaria disposto a apoiar Messias. Já Rodrigo Pacheco deve ser candidato ao governo de Minas Gerais. Caso não seja eleito e Lula conquiste um novo mandato, o senador poderia ser indicado para a próxima vaga no STF.Apoio no SupremoMessias também conta com o apoio ativo de dois ministros do STF: André Mendonça e Kássio Nunes Marques. Ambos foram indicados por Jair Bolsonaro e têm feito articulações em favor do advogado-geral da União.Mendonça, que é evangélico como Messias, tem destacado a importância da aprovação entre os senadores. Nunes Marques conhece Messias desde os tempos em que ambos moravam no Piauí e tem atuado como cabo eleitoral junto à bancada de direita.Nos bastidores do Senado, a expectativa é de que Messias consiga ao menos 48 votos no plenário — número superior à maioria simples necessária para a aprovação.

Nova licença-paternidade é sancionada e será ampliada gradualmente para 20 dias no Brasil

 


31/03/2026 | 17:59
Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta terça-feira (31) o projeto de lei que amplia a licença-paternidade no Brasil. A medida aumenta o período de afastamento remunerado dos pais de 5 para até 20 dias após o nascimento, adoção ou guarda judicial de criança ou adolescente.A lei será publicada nesta quarta-feira (1º de abril) no Diário Oficial da União e entrará em vigor a partir de 1º de janeiro de 2027. A ampliação será feita de forma gradual ao longo de quatro anos:
  • 10 dias nos dois primeiros anos de vigência da lei;
  • 15 dias no terceiro ano;
  • 20 dias a partir do quarto ano.
A licença poderá ser dividida em dois períodos, conforme solicitação do empregado. Em caso de morte da mãe, o pai terá direito à licença-maternidade completa, de 120 dias.Benefícios defendidos por especialistasA ampliação foi defendida por entidades como a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), que elaborou carta aberta em 2025 pedindo período entre 30 e 60 dias. Estudos citados pela entidade apontam que a maior presença paterna nos primeiros dias de vida contribui para o apoio ao aleitamento materno e para o desenvolvimento neurocognitivo dos bebês.Diversos países já adotam modelos de licença parental compartilhada, com divisão flexível do tempo de cuidado entre mães e pais.Histórico da propostaO debate sobre a licença-paternidade no Brasil remonta à Assembleia Constituinte de 1988. Na época, o deputado Alceni Guerra (pediatra) foi inicialmente ridicularizado por colegas ao defender o direito, mas conseguiu aprovar a medida com ampla maioria.O projeto que agora foi sancionado tramitava no Congresso havia 19 anos. Foi apresentado pela então senadora Patrícia Saboya em 2007 e aprovado no Senado no dia 4 de março de 2026.

Impactado pela estiagem, PIB do RS cresce apenas 0,9% em 2025

 


31/03/2026 | 17:37
Correio do Povo
O Produto Interno Bruto (PIB) do Rio Grande do Sul registrou crescimento tímido de 0,9% em 2025, na comparação com o ano anterior. O resultado foi fortemente impactado pela estiagem, que provocou retração de 6,8% na agropecuária gaúcha, mas foi sustentado pelo avanço da indústria e dos serviços.O PIB gaúcho totalizou R$ 753,194 bilhões em 2025, o que representa 5,91% do PIB nacional. O PIB per capita do estado chegou a R$ 67.050, valor 12,3% superior à média brasileira (R$ 59.687).Os dados foram apresentados nesta terça-feira pelo pesquisador Martinho Lazzari, do Departamento de Economia e Estatística (DEE), da Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (SPGG).Agropecuária sofre forte quedaA estiagem foi o principal fator negativo. A agropecuária recuou 6,8% no RS, enquanto no Brasil o setor cresceu 11,7%. Dentro do agronegócio gaúcho, a soja — principal produto — despencou 25,2%. Por outro lado, houve crescimento expressivo em arroz (22,9%), milho (17,5%), fumo (22,5%) e uva (39,3%).Indústria e serviços puxam o resultadoA indústria e os serviços registraram ambos alta de 1,7% no estado, desempenho ligeiramente superior ao registrado no Brasil (1,4% na indústria e 1,8% nos serviços). No setor industrial gaúcho, o crescimento foi impulsionado pela indústria extrativa e pela de transformação.No comércio, as atividades ligadas ao consumo diário da população — como supermercados, combustíveis e farmácias — tiveram bom desempenho. Já os segmentos mais dependentes de crédito sofreram com o alto endividamento familiar e com a taxa Selic elevada.Quarto trimestre e contexto externoApenas no quarto trimestre de 2025, o PIB do RS cresceu 0,4%, enquanto o nacional avançou 0,1%. Lazzari destacou que, em 2024, o comércio e a construção haviam crescido fortemente devido às obras de reconstrução após as enchentes, mas esses setores se estagnaram em 2025.Sobre a taxação imposta pelos Estados Unidos ao Brasil em meados de 2025, o pesquisador avaliou que o impacto foi menor do que o inicialmente esperado. “As empresas gaúchas souberam se defender bem”, completou.