O custo oculto de ter uma casa própria
Ter a casa própria é o sonho de 9 em cada 10 brasileiros. É sinônimo de segurança, de conquista, de "nunca mais pagar aluguel". Só que ninguém te conta a segunda parte da história na hora de assinar a escritura: a casa nunca termina de ser paga. O preço que está na placa é só a entrada do problema. O custo real está no boleto que chega todo mês, na telha que quebra, no cano que estoura no domingo à noite. Vamos abrir essa conta. 1. O governo sempre mora com você IPTU, ITBI e taxas. Você comprou, mas todo ano o município te cobra para continuar sendo dono. Em Porto Alegre, por exemplo, um apartamento de R$ 500 mil pode gerar de R$ 2.500 a R$ 5.000 de IPTU por ano. E se você vende um dia, paga o ITBI (3% em muitas cidades), taxa de registro, escritura, certidões. Só para ter a chave na mão, some 5% a 8% em cima do valor do imóvel. 2. O condomínio e o "aluguel disfarçado" Se for apartamento, o condomínio é o novo aluguel. Salário de porteiro, luz da garagem, elevado...