segunda-feira, 8 de março de 2021

Charge do dia - 08.03.2021

 




Fonte: https://www.facebook.com/rosangela.vassiandeoliveira/posts/4016703971715760?__cft__[0]=AZW-o772CdapKxHRrCKLKPVqPRHbGekPkuqjoqS3akyaZDQDWPiISxsx9Va6YUHK2428u0P6i4k_d-ysM_2eM2H6Y7tVP8hkDdM8YAqkwPg7-M1RJN2UbWC02_u8d78kPQ0jfeiG27av8-lbE4N6Mc5fWTbxbhKbE6LyCjUDs82-Mw&__tn__=%2CO%2CP-R

Polícia do Paraguai dispersa protesto em frente à casa do presidente

 Grupos pedem renúncia de Mario Abdo Benítez, a quem acusam de falhas na gestão da crise na pandemia



As forças policiais dispersaram durante a madrugada deste domingo em Assunção um grupo de pessoas que se reuniu em frente à residência presidencial e tentou romper a barreira de segurança perimetral, em uma área onde está localizada a embaixada dos Estados Unidos, e como parte dos protestos exigindo a renúncia do presidente do Paraguai, Mário Abdo Benítez.

A Polícia Nacional, juntamente com a tropa de choque, respondeu com balas de borracha e bombas de gás lacrimogêneo e fez pelo menos 12 detenções, segundo informações de porta-vozes das forças de segurança. O grupo tinha ido à residência presidencial para exigir a renúncia do chefe de Estado após o fim de outra marcha maciça no centro de Assunção.

Os manifestantes denunciam a falta de medicamentos nos hospitais e a forma como o governo lidou com a pandemia. O grupo que tentou se aproximar de Mburuvicha Roga, o nome da residência oficial, havia exigido um encontro com o ministro do Interior, Arnaldo Giuzzio.

Como não foram atendidos, eles tentaram romper a barreira do perímetro, relatou à imprensa dos integrantes dos protestos. Segundo a polícia, os manifestantes atiraram pedras e fogos de artifício nas proximidades da residência, e depois recuaram devido à intervenção das forças de segurança. A autoridade policial informou que depois disso a situação ficou calma, as cercas foram reforçadas e o tráfego foi cortado nas vias adjacentes.

O incidente ocorreu após a grande manifestação no centro histórico de Assunção. Na sexta-feira, outra marcha em frente ao prédio do Congresso foi reprimida pela polícia e seguida de confrontos que deixaram cerca de 20 pessoas feridas.

Também neste sábado, Abdo Benítez anunciou em um pronunciamento em cadeia nacional a substituição de quatro ministros, incluindo saúde e educação. Ele disse ter adotado as medidas "em prol da pacificação".

A situação atual começou no início desta semana com protestos de enfermeiras e parentes de pacientes com Covid-19, que denunciaram a falta de suprimentos na rede de saúde pública. Na sexta-feira, o então ministro da Saúde, Julio Mazzoleni, renunciou, o que não impediu novas manifestações, ainda maiores.


R7 e Correio do Povo

Coalizão liderada pela Arábia Saudita lança ataques aéreos contra rebeldes na capital do Iêmen

 Os ataques aéreos da coalizão, que apoia militarmente as forças pró-governo iemenitas desde 2015 em sua guerra contra os rebeldes, causaram enormes explosões e nuvens de fumaça em Sanaa



A coalizão militar liderada pela Arábia Saudita lançou, neste domingo, ataques aéreos contra a capital do Iêmen, Sanaa, sob controle dos houthis, após interceptar 12 drones lançados pelos rebeldes, informou a mídia estatal. "A operação militar tem como alvo as capacidades militares dos houthis em Sanaa e outras províncias", relatou a coalizão, de acordo com a agência de notícias saudita SPA.

Os ataques aéreos da coalizão, que apoia militarmente as forças pró-governo iemenitas desde 2015 em sua guerra contra os rebeldes, causaram enormes explosões e nuvens de fumaça em Sanaa, constatou a AFP. Os houthis relataram sete bombardeios na capital.

Esses ataques aconteceram depois que a coalizão anunciou que havia interceptado 12 drones lançados contra o reino pelos rebeldes. Os disparos não foram reivindicados, mas a agência oficial saudita acusou os houthis, que aumentaram os ataques contra o país vizinho nas últimas semanas e ameaçaram com novos.

De acordo com a coalizão, os drones foram direcionados contra alvos "civis", acrescentou a SPA, sem fornecer mais detalhes. Após os bombardeios contra Sanaa, a coalizão liderada por Riade disse que alvejar civis é "uma linha vermelha".

Esse aumento da violência ocorre no momento em que o governo americano de Joe Biden instou os houthis a diminuírem a escalada após removê-los da lista de "organizações terroristas" para não impedir a entrega de ajuda humanitária ao Iêmen.

Mas "a retirada dos houthis da lista dos grupos terroristas foi interpretada de forma hostil pela milícia" dos houthis, segundo afirmou a coalizão citada pela SPA. As "vitórias" das forças pró-governo sobre os houthis em Marib levaram os rebeldes a intensificar seus ataques ao reino, acrescentou.

No sábado, fontes militares do governo relataram pelo menos 90 combatentes mortos em ambos os lados em 24 horas em confrontos em Marib. Os houthis estão tentando há um mês tomar esta cidade estratégica das forças iemenitas apoiadas pela Força Aérea saudita. Os rebeldes, por sua vez, são apoiados pelo Irã, o grande rival de Riade na região. Mas Teerã nega fornecer armas aos houthis.

Tendo deixado seu reduto no norte do Iêmen em 2014, os rebeldes assumiram o controle de vastas regiões, incluindo a capital Sanaa e a cidade portuária de Hodeida (oeste). Provenientes da importante minoria zaidita, eles se consideravam marginalizados pelo governo central.

Anos de bombardeios não conseguiram abalar o controle dos houthis sobre Sanaa e a captura de Marib pelos rebeldes seria um revés doloroso para o poder iemenita e seu aliado saudita. A guerra no Iêmen custou dezenas de milhares de vidas, de acordo com várias ONGs internacionais, e levou à pior crise humanitária do mundo hoje, segundo a ONU.

Pouco depois de chegar à Casa Branca, Joe Biden anunciou o fim do apoio dos EUA à campanha militar saudita no Iêmen, dizendo que ela havia "criado uma catástrofe humanitária e estratégica". Mas também reafirmou o apoio de Washington à Arábia Saudita na defesa de seu território.


AFP e Correio do Povo

Discutindo com petista na Câmara de Vereadores de Sorocaba

 Veja até o final: Seu vereador conservador discutindo com petistas comunistas na Câmara de Sorocaba. Lutando contra o lockdown e defendendo as liberdades individuais.




Fonte: https://www.facebook.com/story.php?story_fbid=197514542164379&id=2259400631003110&m_entstream_source=video_home&player_suborigin=entry_point&player_format=permalink&ref=m_notif&notif_t=watch_follower_video

Doria registra queixa por ameaça de morte em São Paulo

 Governador enfatizou que seguirá "lutando pela ciência" e "salvando vidas"


O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), foi ameaçado de morte, neste domingo. Segundo a assessoria do tucano, após ter acesso ao conteúdo das mensagens intimidatórias, os advogados do governador denunciaram o caso ao departamento de crimes cibernéticos da Polícia Civil paulista, que vai investigar o caso.

Também neste domingo, manifestantes protestaram na rua da casa de Doria, nos Jardins, contra o fechamento do comércio. Desde o último sábado, o Estado está sob regras mais rígidas de quarentena após a rede hospitalar paulista ficar sem vagas para receber pacientes de Covid-19.

"A tática de tentar intimidar a mim e aos meus familiares não vai fazer com que eu desanime de continuar lutando, defendendo a ciência, salvando e vidas e trabalhando pela vacinação de todos os brasileiros", disse o tucano, em nota enviada pela sua assessoria.

Mais cedo, pelas redes sociais, Doria repudiou o protesto atribuído a "bolsonaristas loucos". Imagens da ação publicadas nas redes sociais mostram os manifestantes - vários deles sem máscara - usando camisas da seleção brasileira de futebol e portando bandeiras do Brasil. Gritos de "queremos trabalhar" e "fora Doria" fizeram parte do ato.

"Bolsonaristas loucos tentam me intimidar com novas ameaças contra mim e minha família. Agora ameaçam minha casa e nossa família. Além de pedir apoio policial e tomar medidas legais, quero registrar meu repúdio a este comportamento. Onde vai parar o Brasil com tanta conflagração?", questionou o governador.

Agência Estado e Correio do Povo


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