China deve responder por um em cada três carros vendidos no Brasil em dez anos, prevê ex-presidente da Anfavea

 


As marcas chinesas devem continuar avançando rapidamente no mercado brasileiro. Segundo projeções do ex-presidente da Anfavea e consultor Rogélio Golfarb, em dez anos um a cada três veículos vendidos no país será de origem chinesa.Atualmente com 10% de participação no mercado, as marcas da China devem dobrar essa fatia para 20% em 2030 e chegar a 35% em 2035.Golfarb, que foi vice-presidente de assuntos governamentais da Ford e hoje comanda a consultoria Zag Work, apresentou as estimativas durante encontro com jornalistas. Ele destaca que o avanço chinês ocorrerá especialmente nos segmentos de maior volume, como os de entrada, picapes, vans e caminhões.Vantagem competitiva deve persistirPara o consultor, as marcas chinesas continuarão competitivas mesmo quando começarem a produzir localmente e passarem a arcar com os custos de produção no Brasil.A principal razão é a capacidade de trazer da China, a baixo custo, componentes essenciais das novas tecnologias automotivas, como baterias para carros eletrificados, semicondutores, telas e demais peças eletrônicas.“As marcas chinesas estão ganhando espaço, independentemente do crescimento do mercado, pela vantagem competitiva que as outras não têm”, afirmou Golfarb.Ele comparou um sedã elétrico da Tesla (Model 3) com um modelo similar chinês, ambos fabricados na China. O veículo chinês sai cerca de US$ 4 mil mais barato, principalmente graças à maior integração produtiva (US$ 2,4 mil) e à escala de produção (US$ 1,8 mil). Subsídios governamentais e prazos mais longos para pagamento de fornecedores têm peso menor.“Todo mundo acha que a grande competitividade chinesa é o incentivo, não é. Integração e escala são 88%”, explicou.“Recebemos o dream team”Golfarb enfatizou que as empresas chinesas que estão chegando ao Brasil são grandes montadoras globais e não devem desaparecer. “Recebemos o dream team. Vieram ao Brasil empresas de peso”, disse.Ele também comentou as recentes parcerias de montadoras tradicionais com marcas chinesas, como a Stellantis com a Leapmotor e a General Motors com a Hyundai, e afirmou que a indústria automotiva vive uma disrupção sem precedentes.“E não vai voltar ao que era antes”, concluiu.As projeções de Golfarb indicam uma transformação profunda no mercado brasileiro de veículos nos próximos anos, com as marcas chinesas ocupando espaço cada vez maior entre os consumidores.

“Sensação de raiva e impotência”, desabafa Alan Rodríguez após empate do Inter com o São Paulo

 


O empate em 1 a 1 com o São Paulo, na noite desta quarta-feira (1º de abril de 2026), no Beira-Rio, deixou um gosto amargo no Internacional. Após abrir o placar e ter chances de vencer, o Colorado cedeu o empate no final e desperdiçou a oportunidade de somar três pontos importantes em casa.A frustração foi evidente nas declarações do meia Alan Rodríguez, que entrou durante o segundo tempo. “A sensação é de raiva e de impotência. Deixamos escapar um resultado muito importante na nossa casa. Aqui, os três pontos têm que ficar no Beira-Rio”, lamentou o jogador.Rodríguez reconheceu que o time vinha em um momento positivo, com duas vitórias consecutivas e ganhando confiança na tabela do Campeonato Brasileiro. No entanto, o tropeço interrompeu a reação colorada.“O time está pegando confiança. Vamos melhorar. Agora, é levantar a cabeça e ir para o próximo jogo”, completou o meio-campista, projetando o confronto deste domingo contra o Corinthians, fora de casa.O volante também comentou as constantes mudanças na escalação feitas pelo técnico Paulo Pezzolano. Segundo ele, o elenco está adaptado e preparado para responder às escolhas do treinador.“Temos um elenco em que todos estão prontos para jogar ou ficar no banco. O treinador coloca em campo quem entende ser o melhor para o momento, mas todos precisam estar preparados para entrar”, afirmou.Com o empate, o Inter permaneceu com 9 pontos e segue na parte intermediária da tabela do Brasileirão. O próximo desafio será no domingo, contra o Corinthians, na Neo Química Arena.

“Digam ao povo que fico”: o dia em que Dom Pedro desafiou Portugal e acelerou a Independência do Brasil

 


Dia do FicoO Dia do Fico refere-se ao episódio ocorrido em 9 de janeiro de 1822, no Rio de Janeiro, quando o príncipe regente Pedro de Alcântara (futuro Dom Pedro I) anunciou publicamente que permaneceria no Brasil, contrariando as ordens das Cortes portuguesas, que exigiam seu imediato retorno a Lisboa.O famoso pronunciamento — “Se é para o bem de todos e felicidade geral da Nação, estou pronto! Digam ao povo que fico” — é considerado um dos principais marcos do processo de Independência do Brasil.AntecedentesCom a transferência da corte portuguesa para o Brasil em 1808, em razão das invasões napoleônicas, o território brasileiro ganhou importância central no Império Português. Em 1815, o Brasil foi elevado à condição de reino, integrando o Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves.Em 1821, a Revolução Liberal do Porto levou à convocação das Cortes Constituintes em Lisboa. Pressionado, o rei D. João VI retornou a Portugal em abril daquele ano, deixando seu filho Pedro como príncipe regente no Brasil.Durante os debates nas Cortes, ficou evidente a intenção de reduzir o Brasil novamente à condição de colônia, revertendo as conquistas políticas e administrativas obtidas desde 1808. Essa perspectiva gerou forte reação entre as elites brasileiras, que se organizaram em torno do chamado Partido Brasileiro, defendendo a manutenção da autonomia conquistada.As exigências das CortesAs Cortes portuguesas enviaram diversas determinações ao príncipe regente, entre elas:
  • O retorno imediato de Pedro a Lisboa;
  • A criação de uma junta governativa para administrar o Brasil.
Em resposta, setores políticos, militares e populares brasileiros articularam uma grande campanha de mobilização. Foram recolhidas milhares de assinaturas (estima-se cerca de oito mil) em abaixo-assinados pedindo a permanência do príncipe no país.O pronunciamentoDiante da pressão popular e do acirramento das tensões, Pedro de Alcântara decidiu tornar pública sua posição. Em 9 de janeiro de 1822, ao receber uma representação popular, ele declarou sua famosa frase, que ficou conhecida como o Dia do Fico.O gesto representou uma clara ruptura com as determinações de Lisboa e fortaleceu o movimento pela autonomia brasileira.ConsequênciasA decisão de Pedro acelerou o processo de separação entre Brasil e Portugal. A partir daquele momento, as tensões políticas e militares se intensificaram em várias regiões do país.O episódio consolidou a liderança de Pedro de Alcântara e pavimentou o caminho para a Proclamação da Independência, ocorrida em 7 de setembro de 1822, às margens do riacho Ipiranga, em São Paulo.Para o historiador Laurentino Gomes, o Dia do Fico foi fundamental para a consolidação do projeto de independência e para a construção da figura de Pedro I como líder do processo emancipatório.Ver também
  • Independência do Brasil
  • Proclamação da Independência
  • D. Pedro I
  • Revolução Liberal do Porto
O Dia do Fico é celebrado anualmente como um dos principais símbolos da luta pela independência e da formação do Estado nacional brasileiro.


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