Vídeo - PF contraria Moraes e Gonet e repete que Bolsonaro não interferiu em investigações

 


Fonte: https://www.rsnoticias.top/2026/04/pf-contratia-moraes-e-gonet-e-repete.html

A NOTA, A CASCA E O CHEIRO QUE INSISTE - 15.04.26

 Alex Pipkin, PhD em Administração

 

Milhões de brasileiros já não conseguem ignorar o teatro dantesco vermelho, verde-amarelo.
Uma encenação conduzida com a disciplina de um ritual que já não precisa convencer, apenas sobreviver. Não vivemos uma República no sentido clássico, mas uma coreografia institucional onde o gesto substitui o fato.
Quando a realidade escapa ao controle, e ela sempre escapa, não se abre investigação nem se aprofunda o debate. Acende-se o holofote sobre a nota. Escárnio.
Ela surge pontual, previsível, anestésica. Em vez de esclarecimento, ergue-se a voz em “defesa da democracia”, essa entidade elástica que, no Brasil, só se manifesta quando precisa ser protegida, nunca quando precisa ser explicada. 
O conteúdo das revelações torna-se acessório; o que importa é a reação coordenada. Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Gilmar Mendes, peças de um mesmo automatismo institucional que transforma o incômodo em ofensa, a pergunta em ataque e a dúvida em risco sistêmico.
O deslocamento é engenhoso. Não se responde ao fato; redefine-se o ambiente. De repente, não discutimos mais relações promíscuas ou proximidades, mas a “salvaguarda das instituições”. Quem ousa retornar ao ponto inicial ocupa, automaticamente, o papel de agressor. É o triunfo da moldura sobre o quadro.
Na ausência de tensão real, o desgoverno lulo-petista prospera. Não por vigor próprio, mas por habitar uma institucionalidade que encena independência enquanto opera com a fluidez de balcões. Onde se esperaria fricção constitucional, encontra-se a conveniência administrativa. A democracia, nesse arranjo, deixa de ser luz e se transforma em escudo, um espelho retórico que devolve qualquer questionamento como um feixe hostil.
A imagem do ovo retorna, agora sem metáfora gentil. A casca não apenas protege; ela isola. É polida e defendida com fervor, enquanto o conteúdo permanece oculto, claro que não por ausência, mas pelo risco da confirmação.
O sistema sabe disso. Por isso a urgência em encerrar o assunto antes que ele deixe de ser narrativa e volte a ser fato. É, esse território incômodo onde versões precisam se sustentar. Não se trata de defesa institucional; trata-se de pura administração do dano.
A nota. Pois ela cumpre seu verdadeiro papel, o de preservar a casca a qualquer custo.
O problema é que, cedo ou tarde, o cheiro do que apodrece atravessa qualquer polimento, e aí já não há nota que contenha o ar.


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TAMANCAS DA ONIPOTÊNCIA

 TAMANCAS DA ONIPOTÊNCIA

Ontem, tão logo o relator da CPI do Crime Organizado, Alessandro Vieira, pediu o indiciamento dos ministros do STF -Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes- e -do procurador-geral da República, Paulo Gonet- por crimes de responsabilidade e condutas consideradas incompatíveis com o exercício de suas funções, dois deles -Toffoli e Gilmar Mendes- subiram imediatamente nas TAMANCAS DA ONIPOTÊNCIA, para deixar bem claro que os ministros do STF têm -PODER ILIMITADO, ABSOLUTO-. 


LEMA

Aliás, não por acaso, a partir do momento em que Jair Bolsonaro passou a usar a frase -BRASIL ACIMA DE TUDO, DEUS ACIMA DE TODOS-, refletindo uma agenda conservadora, nacionalista e religiosa, a maioria dos ministros do STF, de forma organizada e coesa, passou a adotar e perseguir, incondicionalmente, o seguinte lema: -DITADURA ACIMA DE TUDO, STF ACIMA DE TODOS-. Desde então, mais do que sabido e comprovado, NÃO TEVE PARA NINGUÉM. MUITO MENOS PARA O QUE AINDA ESTÁ ESCRITO NA CONSTITUIÇÃO, chamada de CIDADÃ.  

REAÇÕES ENFÁTICAS

Dias Toffoli, numa clara atitude de -VINGANÇA- admitiu, publicamente, a REAL POSSIBILIDADE DE CASSAR PARLAMENTARES QUE VOTARAM A FAVOR DOS INDICIAMENTOS. Já o ESCUDEIRO ministro Gilmar Mendes disse que a proposta da CPI é TACANHA, defendeu enfaticamente a apuração por abuso de autoridade e que vai processar o senador Alessandro Vieira, relator da CPI do Crime Organizado. Que tal?

CUMPRIMENTO DA VONTADE DITATORIAL

Como se vê, com muita tristeza, pouco ou nada resta à SOCIEDADE BRASILEIRA senão o CUMPRIMENTO DA VONTADE DITATORIAL DA SUPREMA CORTE. Há quem acredite que, PELO VOTO, existe alguma chance de uma VIRADA DE JOGO. O FATO, vale sempre lembrar, é que a maioria dos ministros do STF não dão a menor pelota para as decisões do PODER LEGISLATIVO. Da mesma forma, até as INSTITUIÇÕES DE ESTADO, consideradas -GUARDAS DA CONSTITUIÇÃO- também não se mostram dispostas a enfrentar a ONIPOTÊNCIA DO STF.


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FRASE DO DIA

  Viver é isto: ficar se equilibrando, o tempo todo, entre escolhas e consequências.

- Sartre


Projeto da LDO prevê crescimento de 2,56% em 2027

 


Brasília – 15 de abril de 2026 – O Projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2027, enviado nesta quarta-feira (15) ao Congresso Nacional, estima que a economia brasileira crescerá 2,56% no próximo ano, após avanço de 2,33% em 2026.

Inflação e índices

  • O IPCA (inflação oficial) deve cair para 3,04% em 2027, permanecendo em 3% entre 2028 e 2030.

  • O INPC, usado para correção do salário mínimo, também está projetado em 3,04% para 2027 e 3% nos anos seguintes, abaixo dos 3,76% previstos para 2026.

  • Apesar disso, as projeções para 2026 já estão defasadas: o Boletim Focus do Banco Central prevê IPCA de 4,71%, acima do teto da meta de 4,5%, influenciado pela guerra no Oriente Médio.

Juros e câmbio

  • A taxa Selic deve recuar para 10,55% em 2027, chegando a 7,27% em 2030.

  • A taxa de câmbio média está projetada em R$ 5,47 para 2027, variando entre R$ 5,45 e R$ 5,53 nos anos seguintes.

Petróleo e receitas

O PLDO estima o preço médio do barril de petróleo em US$ 67,69 em 2027, abaixo do valor atual de cerca de US$ 100, servindo como base para calcular receitas da União com royalties.

👉 As projeções reforçam a expectativa de desaceleração da inflação e de queda gradual dos juros, ao mesmo tempo em que apontam para crescimento econômico moderado nos próximos anos.

CCJ da Câmara adia votação das PECs sobre jornada de trabalho

 


Brasília – 15 de abril de 2026 – A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados adiou nesta quarta-feira (15) a votação do parecer favorável do deputado Paulo Azi (União Brasil-BA) para duas Propostas de Emenda à Constituição (PECs) que estabelecem teto de 8 horas diárias e 36 horas semanais de trabalho.

Motivo do adiamento

O pedido de vista foi feito pelo deputado Lucas Redecker (PSD-RS), que alegou necessidade de mais tempo para analisar o tema, considerado “sensível”. Pelo regimento, o prazo é de duas sessões deliberativas ou de debates.

Tramitação

Caso a CCJ aprove a constitucionalidade, as propostas seguirão para análise de mérito em uma comissão especial. O fim da escala 6x1 é uma das principais bandeiras do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em busca da reeleição.

As PECs em discussão

  • PEC de Reginaldo Lopes (PT-MG, 2019): prevê jornada máxima de 8 horas diárias e 36 semanais, com compensação mediante acordo coletivo. A regra entraria em vigor 10 anos após a publicação.

  • PEC de Erika Hilton (PSOL-SP, 2026): também fixa teto de 8 horas diárias e 36 semanais, mas propõe jornada de 4 dias por semana (escala 4x3), com vigência um ano após a publicação.

O relator Paulo Azi destacou a necessidade de discutir regras de transição e impactos sobre a Seguridade Social, além de compensações econômicas para empregadores.

Projeto paralelo do governo

O adiamento ocorre um dia após o governo enviar ao Congresso o PL 1838/2026, que tramitará em paralelo às PECs. O projeto prevê jornada de até 40 horas semanais e dois repousos remunerados de 24 horas, preferencialmente aos sábados e domingos.

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que manterá o calendário das PECs, enquanto o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, disse que o projeto não compete com as propostas constitucionais, mas busca reduzir a escala imediatamente.

👉 A discussão sobre a jornada de trabalho segue como uma das pautas centrais no Congresso, com impacto direto sobre milhões de trabalhadores e empregadores.

Alexandre Ramagem é solto nos EUA após detenção por situação migratória irregular

 


Washington – 15 de abril de 2026 – O ex-deputado Alexandre Ramagem foi liberado nesta quarta-feira (15), dois dias após ter sido detido pelo Serviço de Imigração e Controle de Aduanas (ICE) nos Estados Unidos por irregularidades em sua situação migratória. A informação foi confirmada por aliados do ex-parlamentar e pela Polícia Federal (PF) brasileira.

Prisão e soltura

Ramagem havia sido preso na segunda-feira (13), após uma infração de trânsito revelar que sua permanência no país estava irregular. O governo brasileiro esperava que ele fosse deportado para cumprir pena no Brasil, mas, por enquanto, essa medida não será adotada. O nome do ex-deputado já não consta mais na lista de detidos da Flórida.

Condenação no Brasil

Aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro, Ramagem fugiu para os EUA durante o julgamento da ação penal sobre a trama golpista no Supremo Tribunal Federal (STF). Ele foi condenado a 16 anos de prisão pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado de Direito e golpe de Estado. Após a condenação, o ministro Alexandre de Moraes havia solicitado sua extradição.

Cooperação internacional

A PF informou que a prisão decorreu de cooperação com autoridades norte-americanas. Um delegado brasileiro baseado nos EUA levantou dados sobre a localização de Ramagem e repassou às autoridades locais. Uma das suspeitas é que o ex-deputado tenha usado um passaporte diplomático já inválido para entrar no país.

👉 O caso segue em análise pelas autoridades americanas e brasileiras, enquanto Ramagem permanece em liberdade nos Estados Unidos para responder sobre sua situação migratória.

Lula pede mobilização sindical pelo fim da escala 6x1

 


Brasília – 15 de abril de 2026 – Um dia após o envio ao Congresso do projeto de lei que prevê a redução da jornada para até 40 horas semanais e o fim da escala 6x1, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu representantes das centrais sindicais no Palácio do Planalto. As categorias entregaram 68 reivindicações durante a “marcha da classe trabalhadora”, realizada em Brasília.

Mobilização

Lula destacou que será necessária pressão das centrais para garantir a aprovação da proposta:

“Vocês não podem abdicar da responsabilidade de lutar pelos trabalhadores que representam. Cada vez que mandamos algo ao Congresso, é preciso que vocês ajudem”, afirmou.

Homenagem

O presidente homenageou o ativista Rick Azevedo, criador do movimento Vida Além do Trabalho, que inspirou o projeto. Azevedo relatou ter sofrido burnout e depressão devido ao excesso de trabalho e pouco descanso, denunciando o modelo 6x1 em vídeo que viralizou nas redes sociais.

Críticas e contexto

Lula aproveitou o encontro para criticar reformas anteriores, como a Trabalhista (2017) e a Previdenciária (2019), que classificou como retrocessos. Ele também alertou para propostas de oposição que defendem jornadas de até 12 horas diárias, semelhantes às mudanças aprovadas na Argentina.

Apoio das centrais

  • Adilson Araújo (CTB) afirmou que a medida pode gerar até 4 milhões de empregos.

  • Miguel Torres (Força Sindical) celebrou a mobilização de mais de 20 mil trabalhadores e disse que o projeto está “maduro para entrar em vigor”.

  • Clemente Ganz (Fórum das Centrais) destacou que as reivindicações abrangem os próximos cinco anos e incluem temas como tecnologia e mudanças climáticas.

  • Ricardo Patah (UGT) reforçou a necessidade de proteger trabalhadores de aplicativos e entregadores.

  • Sônia Zerino (NCST) defendeu que a pauta também inclua o combate ao feminicídio.

👉 O projeto de redução da jornada e fim da escala 6x1 agora aguarda análise no Congresso Nacional, enquanto sindicatos intensificam a mobilização para garantir sua aprovação.

Gilmar Mendes pede investigação contra senador Alessandro Vieira

 


Brasília – 15 de abril de 2026 – O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, solicitou à Procuradoria-Geral da República (PGR) a abertura de investigação contra o senador Alessandro Vieira (MDB-SE).

Contexto

A medida foi tomada após Vieira, relator da CPI do Crime Organizado, pedir o indiciamento de Mendes, dos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, além do procurador-geral da República, Paulo Gonet, sob acusação de envolvimento com o caso do Banco Master.

Argumento de Mendes

O ministro afirmou que o senador praticou abuso de autoridade, enquadrado na Lei 13.869/2019, ao realizar um “indevido indiciamento” de membros do Judiciário. Mendes destacou que a CPI foi criada para investigar ações do crime organizado e não para atingir ministros do STF.

Segundo ele, o pedido de indiciamento ocorreu após decisões da Corte que concederam habeas corpus contra quebras de sigilo e garantiram liberdade de comparecimento a investigados, o que estaria dentro das atribuições do Judiciário.

Situação na CPI

Mendes ressaltou ainda que o pedido de Vieira não foi aprovado pela comissão.

“O claro desvio de finalidade enveredado pelo relator da CPI do Crime Organizado não encontrou guarida sequer entre os seus pares”, afirmou.

👉 O caso agora será analisado pela PGR, que decidirá se abre investigação formal contra o parlamentar.

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Informações do Produto

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