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Alex Pipkin, PhD em Administração
Milhões de brasileiros já não conseguem ignorar o teatro dantesco vermelho, verde-amarelo.
Uma encenação conduzida com a disciplina de um ritual que já não precisa convencer, apenas sobreviver. Não vivemos uma República no sentido clássico, mas uma coreografia institucional onde o gesto substitui o fato.
Quando a realidade escapa ao controle, e ela sempre escapa, não se abre investigação nem se aprofunda o debate. Acende-se o holofote sobre a nota. Escárnio.
Ela surge pontual, previsível, anestésica. Em vez de esclarecimento, ergue-se a voz em “defesa da democracia”, essa entidade elástica que, no Brasil, só se manifesta quando precisa ser protegida, nunca quando precisa ser explicada.
O conteúdo das revelações torna-se acessório; o que importa é a reação coordenada. Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Gilmar Mendes, peças de um mesmo automatismo institucional que transforma o incômodo em ofensa, a pergunta em ataque e a dúvida em risco sistêmico.
O deslocamento é engenhoso. Não se responde ao fato; redefine-se o ambiente. De repente, não discutimos mais relações promíscuas ou proximidades, mas a “salvaguarda das instituições”. Quem ousa retornar ao ponto inicial ocupa, automaticamente, o papel de agressor. É o triunfo da moldura sobre o quadro.
Na ausência de tensão real, o desgoverno lulo-petista prospera. Não por vigor próprio, mas por habitar uma institucionalidade que encena independência enquanto opera com a fluidez de balcões. Onde se esperaria fricção constitucional, encontra-se a conveniência administrativa. A democracia, nesse arranjo, deixa de ser luz e se transforma em escudo, um espelho retórico que devolve qualquer questionamento como um feixe hostil.
A imagem do ovo retorna, agora sem metáfora gentil. A casca não apenas protege; ela isola. É polida e defendida com fervor, enquanto o conteúdo permanece oculto, claro que não por ausência, mas pelo risco da confirmação.
O sistema sabe disso. Por isso a urgência em encerrar o assunto antes que ele deixe de ser narrativa e volte a ser fato. É, esse território incômodo onde versões precisam se sustentar. Não se trata de defesa institucional; trata-se de pura administração do dano.
A nota. Pois ela cumpre seu verdadeiro papel, o de preservar a casca a qualquer custo.
O problema é que, cedo ou tarde, o cheiro do que apodrece atravessa qualquer polimento, e aí já não há nota que contenha o ar.
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TAMANCAS DA ONIPOTÊNCIA
Ontem, tão logo o relator da CPI do Crime Organizado, Alessandro Vieira, pediu o indiciamento dos ministros do STF -Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes- e -do procurador-geral da República, Paulo Gonet- por crimes de responsabilidade e condutas consideradas incompatíveis com o exercício de suas funções, dois deles -Toffoli e Gilmar Mendes- subiram imediatamente nas TAMANCAS DA ONIPOTÊNCIA, para deixar bem claro que os ministros do STF têm -PODER ILIMITADO, ABSOLUTO-.
LEMA
Aliás, não por acaso, a partir do momento em que Jair Bolsonaro passou a usar a frase -BRASIL ACIMA DE TUDO, DEUS ACIMA DE TODOS-, refletindo uma agenda conservadora, nacionalista e religiosa, a maioria dos ministros do STF, de forma organizada e coesa, passou a adotar e perseguir, incondicionalmente, o seguinte lema: -DITADURA ACIMA DE TUDO, STF ACIMA DE TODOS-. Desde então, mais do que sabido e comprovado, NÃO TEVE PARA NINGUÉM. MUITO MENOS PARA O QUE AINDA ESTÁ ESCRITO NA CONSTITUIÇÃO, chamada de CIDADÃ.
REAÇÕES ENFÁTICAS
Dias Toffoli, numa clara atitude de -VINGANÇA- admitiu, publicamente, a REAL POSSIBILIDADE DE CASSAR PARLAMENTARES QUE VOTARAM A FAVOR DOS INDICIAMENTOS. Já o ESCUDEIRO ministro Gilmar Mendes disse que a proposta da CPI é TACANHA, defendeu enfaticamente a apuração por abuso de autoridade e que vai processar o senador Alessandro Vieira, relator da CPI do Crime Organizado. Que tal?
CUMPRIMENTO DA VONTADE DITATORIAL
Como se vê, com muita tristeza, pouco ou nada resta à SOCIEDADE BRASILEIRA senão o CUMPRIMENTO DA VONTADE DITATORIAL DA SUPREMA CORTE. Há quem acredite que, PELO VOTO, existe alguma chance de uma VIRADA DE JOGO. O FATO, vale sempre lembrar, é que a maioria dos ministros do STF não dão a menor pelota para as decisões do PODER LEGISLATIVO. Da mesma forma, até as INSTITUIÇÕES DE ESTADO, consideradas -GUARDAS DA CONSTITUIÇÃO- também não se mostram dispostas a enfrentar a ONIPOTÊNCIA DO STF.
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Viver é isto: ficar se equilibrando, o tempo todo, entre escolhas e consequências.
Brasília – 15 de abril de 2026 – O Projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2027, enviado nesta quarta-feira (15) ao Congresso Nacional, estima que a economia brasileira crescerá 2,56% no próximo ano, após avanço de 2,33% em 2026.
O IPCA (inflação oficial) deve cair para 3,04% em 2027, permanecendo em 3% entre 2028 e 2030.
O INPC, usado para correção do salário mínimo, também está projetado em 3,04% para 2027 e 3% nos anos seguintes, abaixo dos 3,76% previstos para 2026.
Apesar disso, as projeções para 2026 já estão defasadas: o Boletim Focus do Banco Central prevê IPCA de 4,71%, acima do teto da meta de 4,5%, influenciado pela guerra no Oriente Médio.
A taxa Selic deve recuar para 10,55% em 2027, chegando a 7,27% em 2030.
A taxa de câmbio média está projetada em R$ 5,47 para 2027, variando entre R$ 5,45 e R$ 5,53 nos anos seguintes.
O PLDO estima o preço médio do barril de petróleo em US$ 67,69 em 2027, abaixo do valor atual de cerca de US$ 100, servindo como base para calcular receitas da União com royalties.
👉 As projeções reforçam a expectativa de desaceleração da inflação e de queda gradual dos juros, ao mesmo tempo em que apontam para crescimento econômico moderado nos próximos anos.
Brasília – 15 de abril de 2026 – A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados adiou nesta quarta-feira (15) a votação do parecer favorável do deputado Paulo Azi (União Brasil-BA) para duas Propostas de Emenda à Constituição (PECs) que estabelecem teto de 8 horas diárias e 36 horas semanais de trabalho.
O pedido de vista foi feito pelo deputado Lucas Redecker (PSD-RS), que alegou necessidade de mais tempo para analisar o tema, considerado “sensível”. Pelo regimento, o prazo é de duas sessões deliberativas ou de debates.
Caso a CCJ aprove a constitucionalidade, as propostas seguirão para análise de mérito em uma comissão especial. O fim da escala 6x1 é uma das principais bandeiras do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em busca da reeleição.
PEC de Reginaldo Lopes (PT-MG, 2019): prevê jornada máxima de 8 horas diárias e 36 semanais, com compensação mediante acordo coletivo. A regra entraria em vigor 10 anos após a publicação.
PEC de Erika Hilton (PSOL-SP, 2026): também fixa teto de 8 horas diárias e 36 semanais, mas propõe jornada de 4 dias por semana (escala 4x3), com vigência um ano após a publicação.
O relator Paulo Azi destacou a necessidade de discutir regras de transição e impactos sobre a Seguridade Social, além de compensações econômicas para empregadores.
O adiamento ocorre um dia após o governo enviar ao Congresso o PL 1838/2026, que tramitará em paralelo às PECs. O projeto prevê jornada de até 40 horas semanais e dois repousos remunerados de 24 horas, preferencialmente aos sábados e domingos.
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que manterá o calendário das PECs, enquanto o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, disse que o projeto não compete com as propostas constitucionais, mas busca reduzir a escala imediatamente.
👉 A discussão sobre a jornada de trabalho segue como uma das pautas centrais no Congresso, com impacto direto sobre milhões de trabalhadores e empregadores.
Washington – 15 de abril de 2026 – O ex-deputado Alexandre Ramagem foi liberado nesta quarta-feira (15), dois dias após ter sido detido pelo Serviço de Imigração e Controle de Aduanas (ICE) nos Estados Unidos por irregularidades em sua situação migratória. A informação foi confirmada por aliados do ex-parlamentar e pela Polícia Federal (PF) brasileira.
Ramagem havia sido preso na segunda-feira (13), após uma infração de trânsito revelar que sua permanência no país estava irregular. O governo brasileiro esperava que ele fosse deportado para cumprir pena no Brasil, mas, por enquanto, essa medida não será adotada. O nome do ex-deputado já não consta mais na lista de detidos da Flórida.
Aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro, Ramagem fugiu para os EUA durante o julgamento da ação penal sobre a trama golpista no Supremo Tribunal Federal (STF). Ele foi condenado a 16 anos de prisão pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado de Direito e golpe de Estado. Após a condenação, o ministro Alexandre de Moraes havia solicitado sua extradição.
A PF informou que a prisão decorreu de cooperação com autoridades norte-americanas. Um delegado brasileiro baseado nos EUA levantou dados sobre a localização de Ramagem e repassou às autoridades locais. Uma das suspeitas é que o ex-deputado tenha usado um passaporte diplomático já inválido para entrar no país.
👉 O caso segue em análise pelas autoridades americanas e brasileiras, enquanto Ramagem permanece em liberdade nos Estados Unidos para responder sobre sua situação migratória.
Brasília – 15 de abril de 2026 – Um dia após o envio ao Congresso do projeto de lei que prevê a redução da jornada para até 40 horas semanais e o fim da escala 6x1, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu representantes das centrais sindicais no Palácio do Planalto. As categorias entregaram 68 reivindicações durante a “marcha da classe trabalhadora”, realizada em Brasília.
Lula destacou que será necessária pressão das centrais para garantir a aprovação da proposta:
“Vocês não podem abdicar da responsabilidade de lutar pelos trabalhadores que representam. Cada vez que mandamos algo ao Congresso, é preciso que vocês ajudem”, afirmou.
O presidente homenageou o ativista Rick Azevedo, criador do movimento Vida Além do Trabalho, que inspirou o projeto. Azevedo relatou ter sofrido burnout e depressão devido ao excesso de trabalho e pouco descanso, denunciando o modelo 6x1 em vídeo que viralizou nas redes sociais.
Lula aproveitou o encontro para criticar reformas anteriores, como a Trabalhista (2017) e a Previdenciária (2019), que classificou como retrocessos. Ele também alertou para propostas de oposição que defendem jornadas de até 12 horas diárias, semelhantes às mudanças aprovadas na Argentina.
Adilson Araújo (CTB) afirmou que a medida pode gerar até 4 milhões de empregos.
Miguel Torres (Força Sindical) celebrou a mobilização de mais de 20 mil trabalhadores e disse que o projeto está “maduro para entrar em vigor”.
Clemente Ganz (Fórum das Centrais) destacou que as reivindicações abrangem os próximos cinco anos e incluem temas como tecnologia e mudanças climáticas.
Ricardo Patah (UGT) reforçou a necessidade de proteger trabalhadores de aplicativos e entregadores.
Sônia Zerino (NCST) defendeu que a pauta também inclua o combate ao feminicídio.
👉 O projeto de redução da jornada e fim da escala 6x1 agora aguarda análise no Congresso Nacional, enquanto sindicatos intensificam a mobilização para garantir sua aprovação.
Brasília – 15 de abril de 2026 – O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, solicitou à Procuradoria-Geral da República (PGR) a abertura de investigação contra o senador Alessandro Vieira (MDB-SE).
A medida foi tomada após Vieira, relator da CPI do Crime Organizado, pedir o indiciamento de Mendes, dos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, além do procurador-geral da República, Paulo Gonet, sob acusação de envolvimento com o caso do Banco Master.
O ministro afirmou que o senador praticou abuso de autoridade, enquadrado na Lei 13.869/2019, ao realizar um “indevido indiciamento” de membros do Judiciário. Mendes destacou que a CPI foi criada para investigar ações do crime organizado e não para atingir ministros do STF.
Segundo ele, o pedido de indiciamento ocorreu após decisões da Corte que concederam habeas corpus contra quebras de sigilo e garantiram liberdade de comparecimento a investigados, o que estaria dentro das atribuições do Judiciário.
Mendes ressaltou ainda que o pedido de Vieira não foi aprovado pela comissão.
“O claro desvio de finalidade enveredado pelo relator da CPI do Crime Organizado não encontrou guarida sequer entre os seus pares”, afirmou.
👉 O caso agora será analisado pela PGR, que decidirá se abre investigação formal contra o parlamentar.
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