Fonte: https://www.tiktok.com/@ali.klemt/video/7596716931214789909
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O Ypiranga garantiu vaga nas semifinais do Gauchão 2026 ao derrotar o Caxias por 2 a 0, nesta sexta-feira (6), no Estádio Centenário. O time de Erechim teve início arrasador, abriu vantagem ainda no primeiro tempo e administrou o resultado até o fim.
Logo aos 6 minutos, Cleiton aproveitou sobra após escanteio e marcou um belo gol por cobertura. Aos 21, foi a vez de Danielzinho ampliar, em jogada individual pela esquerda, deixando o marcador para trás e finalizando com categoria.
O Caxias tentou reagir, mas parou em boas defesas de Zé Carlos e na solidez defensiva do Canarinho. O Ypiranga seguiu impondo ritmo forte e quase chegou ao terceiro gol antes do intervalo.
No segundo tempo, o Caxias teve mais posse de bola, mas encontrou dificuldades para criar chances claras. O Ypiranga manteve a consistência defensiva e seguiu perigoso nos contra-ataques.
Aos 22 minutos, Gustavo Nescau quase descontou, mas Cleiton salvou em cima da linha. Pouco depois, Tomas Bastos foi expulso, deixando o time grená com um jogador a menos. Com superioridade numérica, o Ypiranga passou a trocar passes com tranquilidade e controlou totalmente o jogo até o apito final.
Com a vitória, o Ypiranga confirmou presença nas semifinais e agora aguarda definição do adversário, conforme o chaveamento pela classificação geral. As semifinais serão disputadas em jogos de ida e volta.
Placar final: Caxias 0 x 2 Ypiranga Gols: Cleiton e Danielzinho
📌 Resumo: O Ypiranga venceu o Caxias por 2 a 0 com gols de Cleiton e Danielzinho, dominou o confronto e avançou às semifinais do Gauchão 2026, onde enfrentará adversário definido pelo chaveamento da competição.
Por Alex Pipkin, PhD em Administração
A corrupção no Brasil não é um acidente histórico nem um desvio ocasional.
Ela se impõe com a clareza de um raio de luz atravessando um céu limpo. Ainda assim, o país insiste em tratá-la como surpresa. Procrastina, relativiza, contorna, e, ao fazê-lo, transforma o previsível em rotina do atraso.
No setor privado, problemas graves não se resolvem empurrando-os para debaixo do tapete. Empresas que sobrevivem aprendem a antecipar falhas.
Uma das técnicas mais eficazes para isso é a Análise Pré-Mortem. Parte-se do fracasso como hipótese, simula-se o erro antes que ele aconteça e expõem-se as causas reais. Não se trata de pessimismo, mas de técnica e lucidez. Antecipar o desastre é a forma mais racional de evitá-lo.
Transportada para o setor público, essa lógica revela um contraste incômodo. No país, os pontos de falha são conhecidos de antemão. Entre esses, captura regulatória, promiscuidade entre poder político e grandes interesses econômicos, ausência de punição efetiva, instabilidade institucional permanente. Nada disso é invisível. O problema nunca foi diagnóstico; sempre foi decisão.
O país se especializou no ritual da reação tardia. Operações rumorosas, pacotes legislativos apressados, ciclos previsíveis de indignação. Produzem manchetes, mas, em terras verde-amarelas, raramente produzem aprendizado. Falta o passo essencial, o de usar o conhecimento acumulado para redesenhar incentivos e fechar as brechas antes que o sistema volte a falhar; como sempre volta.
A Lava Jato foi, com todos os seus limites, uma tentativa inédita de aplicar esse princípio. O objetivo era o de investigar causas estruturais, expor mecanismos, alterar expectativas. O que veio depois confirma a tese do pré-mortem às avessas. Em vez de corrigir as falhas reveladas, o sistema tratou de neutralizar quem as expôs. Quando a lição ameaça os donos do poder, o aprendizado é sufocado.
Há um agravante institucional. A cada quatro anos, mudam presidentes, ministros, cargos de confiança. Isso é próprio da democracia. O que não pode mudar é o compromisso técnico, a integridade dos processos e a memória institucional. Quando cada transição equivale, na prática, a um recomeço, institucionaliza-se a descontinuidade estrutural, sendo esse o terreno perfeito para a corrupção persistir.
Incentivos moldam comportamentos. Eles estão nas normas, nas práticas e nas leis. Se o sistema não funciona, o Legislativo deveria ter a obrigação de corrigi-lo. Se as regras são burladas, a punição precisa ser certa e exemplar. Sem isso, o recado é inequívoco conhecido e acionado. Ou seja, compensa violar.
O resultado é devastador. Um país de impostos escorchantes, serviços precários e cidadãos reduzidos a financiadores passivos de uma elite especializada em extrair renda.
Não é apenas ineficiência; é uma violação cotidiana da dignidade individual.
Países não são derrotados pelo que não enxergam, mas pelo que enxergam com nitidez e, ainda assim, toleram. Enquanto o Brasil adiar o enfrentamento das suas falhas previsíveis, o futuro deixará de ser promessa para se tornar apenas o lugar onde os mesmos erros voltam a nos esperar.
A corrupção brasileira não persiste por falta de diagnóstico, mas por escassez de coragem decisória.
Repito. O erro é previsível; a reincidência, uma escolha.
Um país que escolhe conviver com o erro deixa, lentamente, de ser uma nação, tornando-se apenas um sistema de repetição, que se alimenta da sociedade sem jamais servir a ela.
Pontocritico.com
TRISTE REALIDADE
Mais do que sabido, pouquíssimas pessoas compreendem e/ou se interessam por -notícias, comentários e opiniões- sobre o que acontece no complicado ambiente econômico do nosso empobrecido Brasil. Some-se aí o fato -marcante- de que a maioria dos jornalistas escalados para cobrir o noticiário econômico confunde -sistematicamente- CAUSA com EFEITO, o que resulta em desinteresse e/ou desconhecimento ainda maior.
OTIMISMO SEM CAUSA
Pois, enquanto milhões de brasileiros EMBALADOS PELO -OTIMISMO- acreditam piamente que combatendo os EFEITOS as CAUSAS DESAPARECEM, aqueles que, COM BASE REAL E CONSCIENTE, veem o crescimento de ADVERSIDADES INCONTESTÁVEIS, que implicam em BAIXO CRESCIMENTO ECONÔMICO, acabam sendo criticados e/ou rotulados como PESSIMISTAS, do tipo que não merecem ser ouvidos, lidos ou assistidos.
PARTICIPAÇÃO NO PIB MUNDIAL
Dentro desse clima de desinteresse motivado pelo -PREGUIÇOSO OTIMISMO SEM CAUSA-, pouquíssimos brasileiros são capazes de entender que o BRASIL TEM PERDIDO PARTICIPAÇÃO NA ECONOMIA MUNDIAL NAS ÚLTIMAS DÉCADAS, segundo informaram, com farta base numérica, alguns especialistas que foram consultados pelo CNN MONEY, onde TODOS apontam que -ENTRAVES FISCAIS, BAIXA PRODUTIVIDADE E O ELEVADO CUSTO DO ESTADO- AJUDAM A EXPLICAR POR QUE O PAÍS VEM ENCOLHENDO NO PIB GLOBAL.
BAIXA PRODUTIVIDADE DO TRABALHO
FATO: segundo dados do BANCO MUNDIAL, entre os anos 1980 e 1990, a -PARTICIPAÇÃO BRASILEIRA NO PIB MUNDIAL- saiu de 2,96% para mais de 3,5%. Nos anos seguintes, o indicador praticamente não avançou, oscilando entre 3,2% e 3,4%. Entretanto, em 2023, a FATIA DO BRASIL NO PIB GLOBAL DESPENCOU PARA 2,08%.
Um dos principais fatores por trás desse desempenho é a BAIXA PRODUTIVIDADE DO TRABALHO. Segundo Lucas Ferraz, ex-secretário de Comércio Exterior do governo, o BRASIL CORRE O RISCO DE VER A RENDA PER CAPITA ESTAGNAR OU ATÉ RECUAR SE NÃO CONSEGUIR PRODUZIR MAIS COM A MESMA FORÇA DE TRABALHO.
A CAUSA É O ESTADO
Na real, a despeito do que pensam os OTIMISTAS, o ESTADO É IMENSO E CAUSA UMA DISTORÇÃO TRIBUTÁRIA ENORME. Se uma EMPRESA QUER CRESCER, PAGA MUITO IMPOSTO E FICA DIFÍCIL ABSORVER MELHOR TECNOLOGIA, diz Fabio Kanczuk, diretor de Macroeconomia do ASA e ex-diretor do Banco Central. Mais: a AGENDA FISCAL PESA DEMASIADAMENTE SOBRE O DESEMPENHO ECONÔMICO. A ampliação de BENEFÍCIOS SOCIAIS, O CUSTO DO SISTEMA PREVIDENCIÁRIO E O PESO DOS JUROS estão entre os fatores que elevam os GASTOS FEDERAIS, PRESSIONAM A DÍVIDA E MANTÉM OS JUROS EM PATAMAR ELEVADO, O QUE DESESTIMULA INVESTIMENTO E REDUZ A COMPETITIVIDADE DO PAÍS.
Esse ciclo ajuda a explicar por que outras economias avançaram mais rapidamente. Nos últimos 25 anos, a CHINA viu seu PIB crescer 518%. Países como Vietnã, Índia e Bangladesh registraram expansão superior a 200% no mesmo período. Até o Cazaquistão, entre os últimos do grupo, teve crescimento de 183%.
ABISMO
O que mais impressiona é que o presidente LULA ainda quer acabar -rapidamente- com a ESCALA 6 X 1, mantendo os salários intactos. Com isso, certamente, o BRASIL VAI CORRER AINDA MAIS RÁPIDO EM DIREÇÃO AO ABISMO. Que tal?
Pontocritico.com
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