quarta-feira, 27 de outubro de 2021

Instagram e Facebook terão rótulos em postagens eleitorais

 Iniciativa tentará rebate notícias falsas com orientações do TSE



O Facebook anunciou nesta terça-feira que, a partir das próximas semanas, vai inserir rótulos em postagens sobre eleições com redirecionamento de usuários para a página da Justiça Eleitoral na internet. A medida também valerá para o Instagram, rede social que pertence ao conglomerado controlado pelo Facebook. A novidade faz parte de um trabalho conjunto com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para combater desinformação e ameaças à integridade do processo eleitoral.     

"A integridade das eleições é uma prioridade para nós e temos trabalhado nos últimos anos com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no Brasil para proteger o processo democrático, identificando e agindo contra ameaças e ajudando as pessoas a terem acesso a informações confiáveis sobre a votação. Como parte do nosso trabalho com o TSE para a eleição presidencial de 2022, iremos direcionar as pessoas usando o Facebook e o Instagram no Brasil para informações oficiais sobre o sistema de votação e artigos rebatendo desinformação sobre o processo eleitoral”, diz o comunicado.

Segundo a plataforma, nas próximas semanas, usuários no Brasil começarão a ver um rótulo em postagens nas plataformas que tratam de eleições e serão direcionados a uma página do site da Justiça Eleitoral. De acordo com a empresa, desde 2016 o número de funcionários que atuam na área de segurança e integridade das plataformas foi quadruplicado, passando para mais de 40 mil pessoas. As redes sociais atuaram no ano passado, durante as eleições municipais, estabelecendo regras de transparência da publicidade de candidatos. 

"Removemos mais de 140 mil peças de conteúdo do Facebook e do Instagram no Brasil pela violação de nossas políticas de interferência na votação antes do primeiro turno da eleição e cerca de 3 milhões de pessoas com mais de 16 anos elegíveis ao voto no país clicaram para ver mais informações sobre a eleição nos dias que antecederam a votação. Em 2018, lançamos no Brasil nossas ferramentas de transparência para propaganda política e eleitoral e, desde 2020, qualquer pessoa ou organização precisa passar por um processo de autorização confirmando identidade e endereço no país para veicular anúncios sobre esses temas. Desde então, anúncios sobre política ou eleições ficam armazenados publicamente na nossa Biblioteca de Anúncios por um período de sete anos", informou o comunicado. 

Ainda segundo o comunicado, durante a campanha eleitoral de 2020 foram rejeitados cerca de 250 mil anúncios sobre política ou eleições que não continham o rótulo "Propaganda Eleitoral” ou “Pago por” direcionados a pessoas no Brasil, os chamados conteúdos impulsionados. O grupo informa ainda que o WhatsApp, outra plataforma pertencente ao Facebook, já havia lançado, no ano passado, em parceria com o TSE, um chatbot (conta automatizada) para ajudar na circulação de dados oficiais sobre o processo eleitoral e a votação. Além disso, o aplicativo de mensagens disponibilizou um canal de comunicação específico com o TSE para denunciar contas suspeitas de realizar disparos em massa, o que não é permitido nos Termos de Serviço do aplicativo e nem pela legislação eleitoral.

Agência Brasil e Correio do Povo

Resolução cria grupo de trabalho para analisar mistura do biodiesel ao óleo diesel

 Agora, cabe ao grupo propor cronograma para medida



O presidente Jair Bolsonaro aprovou resolução do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) que cria Grupo de Trabalho para analisar e propor critérios para a previsibilidade do teor mínimo obrigatório de biodiesel ao óleo diesel B, vendido ao consumidor final. Caberá ao grupo, portanto, propor um novo cronograma para a mistura do biodiesel ao óleo diesel.

Em outubro de 2018, o CNPE tinha aprovado proposta do aumento da mistura do biodiesel ao diesel comercializado nos postos de 10% para 15% até 2023. O aumento seria escalonado, em um ponto porcentual ao ano, desde junho de 2019, até atingir os 15% em 2023.

Em setembro deste ano, no entanto, quando o porcentual já estava em 13%, o CNPE aprovou a redução do teor da mistura obrigatória do biodiesel no óleo diesel de 13% para 10%, especificamente para o 82º leilão de biodiesel, destinado ao suprimento dos meses de novembro e dezembro de 2021. Na ocasião, o CNPE ressaltou que o Brasil defende e continuará defendendo o papel da bionergia na transição energética, mas destacou que neste ano o preço da commodity no cenário internacional está alto, em razão da forte demanda mundial pela soja.

Em nota, a Secretaria Geral da Presidência da República justificou a criação do Grupo de Trabalho com três motivações principais: subsidiar o CNPE, em caso de necessidade, na definição do teor de biodiesel adicionado ao diesel, por meio do estabelecimento de uma metodologia robusta e com critérios objetivos; tratar o tema através de grupo multidisciplinar, abarcando todas as áreas do governo afetas ao Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel; dar previsibilidade do teor de biodiesel ao setor produtivo e à sociedade.

A Resolução ainda determina que a ANP avalie e informe ao CNPE, em até 30 dias, se há alguma limitação, com a devida comprovação técnica, para a utilização do óleo diesel B até o teor de 15% de biodiesel em todos os seus usos, com relação aos aspectos de qualidade e logística.

Agência Estado e Correio do Povo


Chanceler diz que busca resolver pendências em acordo Mercosul–UE

Máscara de Hidratação Inoar Blends Collection 1kg

 


Nada melhor do que contar com produtos de alta qualidade para facilitar a rotina de cuidados com seu cabelo, evidenciando sua identidade e seu estilo, além de contribuir para aumentar a autoestima. Uma das melhores opções do mercado é a Máscara de Hidratação Inoar Blends Collection 1kg, que é indicada para todos os tipos de cabelos e oferece um tratamento completo. Sua fórmula exclusiva contém uma combinação de óleos botânicos e complexo de vitamina C que penetra profundamente nos fios. Dessa forma oferece alta hidratação, brilho intenso e muita maciez desde o primeiro uso.Além disso, este produto se destaca por ser totalmente vegano e cruelty free, ou seja, não possui ingredientes de origem animal e nem foi testado em animais durante sua produção.

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Brasil e Bahrein selam acordo para operações aéreas entre os 2 países

 Decreto presidencial cria Embaixada do Brasil em Manama, capital do Reino do Bahrein



Quase 12 mil quilômetros separam o Brasil do Reino do Bahrein, no Golfo Pérsico. Mas um acordo assinado nos últimos dias em Brasília pode aproximar as duas nações por via aérea. O presidente Jair Bolsonaro promulgou um acordo entre a República Federativa do Brasil e o Reino do Bahrein sobre Serviços Aéreos, cujo objetivo central é estabelecer o marco regulatório das relações aerocomerciais entre os países, conferindo segurança jurídica às relações bilaterais desenvolvidas na área. 

"Este acordo visa fortalecer as relações diferenciadas e laços de amizade entre o Reino do Bahrein e a República Federativa do Brasil", disse ao blog de Luis Fara Monteiro, do R7, com exclusividade o Embaixador do Bahrein no Brasil, Bader Abbas Al-Helaibi.

Companhias precisam de autorização prévia dos Estados para sobrevoarem seu espaço aéreo. A prerrogativa de direito de soberania do Estado sobre seu território e do respectivo mar territorial é reconhecida na Convenção sobre Aviação Civil Internacional, aberta para assinatura em Chicago no dia 7 de dezembro de 1944 (Convenção de Chicago).

O acordo entre Brasil e Bahrein apresenta posições liberalizantes, como o direito de vender e comercializar em seu território, serviços de transporte aéreo internacional, diretamente ou por meio de agentes ou outros intermediários, à escolha da empresa aérea, incluindo o direito de estabelecer seus próprios escritórios, tanto como empresa operadora como não operadora, e usar sua própria documentação de transporte. "O objetivo é incentivar as companhias aéreas dos dois países para que criem  rotas aéreas diretas visando a prestação de serviços de transportes aéreos. E, dessa forma, possam contribuir para facilitar o transporte de passageiros melhorando o tráfego comercial entre os dois países", explicou o Embaixador.

Localizado entre a península do Catar e a costa nordeste da Arábia Saudita, o Reino do Bahrein é composto por pouco mais de 1,5 milhão de habitantes e tem a Gulf Air como sua expressiva companhia aérea. Com sede em Muharraq, a companhia aérea tem 34 aeronaves em sua frota e opera voos regulares para 52 destinos em 28 países da África, Ásia e Europa. Seu hub principal é o Aeroporto Internacional do Bahrein . A Gulf Air é a patrocinadora do Grande Prêmio do Bahrein e do Bahrein International Airshow , onde parte de sua frota de aeronaves esportivas são homenageadas no evento.

Na solenidade de assinatura do acordo entre os dois países, no Palácio do Planalto, não foi informado sobre eventual intenção da companhia voar para o Brasil a curto prazo. Um decreto do Presidente da República cria a Embaixada do Brasil em Manama, capital do Reino do Bahrein. A ideia do governo é que uma missão brasileira naquele país contribuirá para a promoção da cooperação econômico-comercial entre os dois países.

A pauta exportadora brasileira para o Bahrein é concentrada em minérios, produtos químicos, ferro, aço e combustíveis minerais, que representam em torno de 90% do valor exportado. O agronegócio, que representa entre 8 e 9% do valor exportado, concentra suas exportações em carnes. As demais exportações de itens da pauta agropecuária não chegam a 1% do total exportado. De acordo com o Planalto, esses números permitem vislumbrar o potencial de ampliação da participação brasileira no mercado bahreinita e de diversificação da pauta exportadora, especialmente em produtos do agronegócio.

R7 e Correio do Povo

STF nega transferência de Roberto Jefferson de prisão para hospital

 Na decisão, ministro Alexandre de Moraes destaca laudo médico que aponta 'absoluta normalidade' do quadro de saúde



O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes negou, nesta terça-feira, transferência de Roberto Jefferson da unidade prisional de Bangu 8, no Rio de Janeiro (RJ), para o Hospital Samaritano Barra da Tijuca. Moraes destacou que o laudo médico do detido aponta a “absoluta normalidade da situação médica” do político.

“Neste momento, verifica-se a plena capacidade do hospital penitenciário em fornecer o tratamento adequado ao preso, não havendo qualquer comprovação de que o seu estado de saúde exija nova saída do estabelecimento prisional”, diz a decisão de Alexandre de Moraes.

Os médicos de Roberto Jefferson investigam uma possível infecção urinária, segundo relatório da penitenciária. “Destaca-se que o laudo juntado aos autos aponta a absoluta normalidade da situação médica do preso, consignando tão somente a necessidade de ser ele submetido ao exame de ‘ultrassonografia das vias urinárias’, para excluir causa de ‘pielonefrite recorrente’”, aponta a decisão.

O exame foi realizado ainda nesta terça-feira. Outro pedido de Jefferson, porém, será atendido. O ministro acatou a solicitação para que ele receba a visita de quatro médicos particulares indicados pela defesa, desde que observem estritamente as regras de ingresso no estabelecimento prisional. O plenário do STF já havia negado por unanimidade o pedido de habeas corpus do ex-deputado federal na última sexta-feira.

R7 e Correio do Povo

Toffoli arquiva ação de governadores contra Bolsonaro

 Gestores estaduais acusavam o presidente de divulgar dados manipulados nas redes sociais



O ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal), arquivou uma ação apresentada pelos governadores do Maranhão, Flávio Dino (PSB), e da Bahia, Rui Costa (PT), contra o presidente Jair Bolsonaro. No documento protocolado na Corte, os governadores afirmaram que o chefe do Executivo divulgou dados manipulados na internet sobre o repasse de recursos pelo governo federal aos entes federados.

Na ação, os gestores estaduais alegam que Bolsonaro tentou induzir os cidadãos ao erro. A divulgação dos dados, na visão dos autores, criava conflito entre a União e os estados. No entanto, Toffoli não viu motivo para dar prosseguimento à ação. "Apto a acarretar abalo à harmonia da União com os demais entes, sendo insuficiente, para tanto, a mera disputa política em torno da origem, composição e destinação de verbas públicas", disse. 

Os dados publicados pelo presidente se referem a repasses para custear serviços de saúde nos estados, envolvendo o combate ao novo coronavírus e demais ações de saúde. Toffoli afirmou que o plenário do Supremo já fixou qual a responsabilidade de estados, municípios e da União no combate à pandemia e que não existe fato relevante para ser avaliado.

R7 e Correio do Povo

Dercos Shampoo Energizante Vichy - Shampoo para Enfraquecimento Capilar e Queda

 


Tratamento capilar concentrado antiqueda, limpa deixando os cabelos mais fortes sem ressecar. A queda do cabelo é acompanhada geralmente de uma rigidificação dos tecidos que envolvem a raiz. Comprimida, a raiz fixa-se menos no couro cabeludo e é alimentada com uma quantidade inferior de energia. Enfraquecida, ela produz uma fibra mais fina. Progressiva o cabelo afina-se, degrada-se e repele-se não nascendo mais. O couro cabeludo torna-se visível. Indicado: Cabelos enfraquecidos ou com queda capilar. Benefícios: • Ação antiqueda; • Cabelos mais fortes; • Restaura a vitalidade do cabelo; • Não resseca os fios. Inovação Antiqueda Dercos: O Aminexil, molécula antiqueda patenteada, auxilia na redução do processo de rigidificação do colágeno (testes in vitro), fenômeno ligado ao envelhecimento prematuro das raízes. A eficácia antiqueda foi comprovada. Resultados: • 78% dos usuários afirmam que deixa uma sensação de cabelos mais fortes. • 76% dos usuários afirmam que deixa uma sensação de cabelos revigorados. Modo de Usar: • Para uma melhor absorção do produto, massageie mecha por mecha e deixe agir por 1 minuto; • Enxaguar; • Uso Frequente.

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Discussão do Plano de Carreira do Judiciário é adiada na Assembleia Legislativa do RS

 Com as galerias cheias, deputados iniciaram o debate do projeto, mas intensas manifestações de servidores impediram que a sessão fosse a diante


A sessão da Assembleia Legislativa foi interrompida nesta terça-feira durante a discussão do PL 147/21 que trata do Plano de Carreira do Judiciário em função das intensas manifestações dos servidores da categoria, que protestavam nas galerias. Antes, os deputados aprovaram cinco projetos, sendo quatro  do Executivo que trancavam a pauta e o relatório da Comissão Especial sobre a Crise das Finanças e Reforma Tributária.

Desde o início da sessão, servidores do Judiciário ocupavam as galerias. Muitos com faixas pedindo a aprovação do projeto, mas sem emendas. Os deputados Mateus Wesp (PSDB) e Thiago Duarte (Dem) apresentaram sugestões de alterações ao projeto, mas nem chegaram a fazer a leitura dos mesmos. Com o objetivo de garantir que os parlamentares concluíssem sua manifestação, o presidente da Casa, Gabriel Souza (MDB), criticou algumas falas vindas das galerias e decidiu suspender temporariamente a sessão.

Na tentativa de retomar a discussão, o deputado Elton Weber (PSB) pediu a verificação do quórum. No plenário, ele disse que não era possível continuar. "A Casa sempre recebeu todos de forma respeitosa. Esse é um debate que sempre foi respeitoso. Diante do que foi dito aqui nos últimos minutos, quero pedir a verificação de quórum", afirmou. Sem o número mínimo de deputados registrando a presença, a sessão foi encerrada. 

As críticas dos servidores eram em relação às emendas. A emenda do deputado tucano determinava que quaisquer concessões, pagamentos e reajustes de auxílios passassem pela aprovação da Assembleia. "É prerrogativa histórica e essencial do Poder Legislativo deliberar sobre tais questões, pelo impacto financeiro que geram", diz a justificativa.

A insatisfação da categoria se dava ao parágrafo que determinava um máximo de 50% no processo de progressão anual dos servidores, considerando ainda as limitações das Leis Orçamentária e de Responsabilidade Fiscal.  No texto original, 50% era o percentual mínimo para a progressão. "A (emenda) mutila o projeto que foi duramente construído, durante muito tempo, com o Tribunal de Justiça", disse o presidente da Associação dos Servidores do Judiciário, Paulo Olympio. "Tira direito que os servidores teriam no projeto original", acrescentou.

Já o texto do deputado Thiago Duarte alterava pontos da proposta original e não enfrentou grandes resistências. Agora, o deputado Eric Lins (Dem), que havia protocolado uma emenda ainda hoje, se comprometeu em apresentar um novo texto, que contemplasse as duas emendas propostas mas com adequações e pediu que houvesse respeito entre servidores e parlamentares.

Dos 31 projetos na ordem do dia, apenas cinco foram apreciados pelos deputados. Com isso, a próxima sessão, que ficou para o dia 9 de novembro em função do feriado, deverá ser intensa. A pauta irá contar com 12 projetos do Executivo que tramitam em regime de urgência e por isso trancam a pauta, além do Plano de Carreira e os seis decretos legislativos que servirão de base para barrar a concessão de um auxílio médico para servidores do Poder Judiciário, Ministério Público e Defensoria Pública, entre outros.


Correio do Povo


Vereadores de Cachoeirinha pedem abertura de CPI para investigar terceirizadas da coleta de lixo


Análise do Esqueletão, em Porto Alegre, terá investimento de R$ 255 mil e auxílio de drones


Ufrgs exigirá apresentação de passaporte vacinal no retorno das atividades presenciais


Estância Velha vacina mais de 30 cachorros dentro da ação Pet Seguro

Assembleia Legislativa do RS retornará sessões totalmente presenciais em novembro

 Exigência do passaporte vacinal ainda está sendo avaliado.


As sessões deliberativas na Assembleia Legislativa deverão retornar para o formato presencial a partir do dia 9 de novembro, quando entra em vigor a nova resolução. Desde o início da pandemia da Covid-19, no início do ano passado, a Casa alternou entre sessões em formato totalmente remoto ou, como vem ocorrendo, no modelo híbrido, com apenas uma parte dos parlamentares em plenário.

Para garantir a manutenção dos protocolos de segurança, os assentos dos deputados contam com divisórias em acrílico. O mesmo foi colocado na tribuna, onde os parlamentares discursam. Nas galerias, cujo retorno também foi permitido recentemente - e contou, inclusive, com a participação de manifestantes na sessão desta terça-feira - também foram implementadas divisórias de segurança e a distância mínima de 1 metro por pessoa. 

A exigência de algum meio que comprove a vacinação ou o teste negativo para Covid-19 para o acesso à Casa ainda está sendo estudado, segundo o presidente da Assembleia, Gabriel Souza (MDB). Mas a medida já estará definida no dia do retorno, em novembro.


Correio do Poo

Governo do RS lança campanha de conscientização sobre uso adequado da água

 Projeto propõe a busca pela sustentabilidade hídrica com a participação da sociedade a partir da educação



Com o objetivo de conscientizar a população sobre o uso adequado da água no Rio Grande do Sul, o Governo do Estado, por meio da Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan), lançou nesta terça-feira o movimento Água 360°. O projeto propõe a busca pela sustentabilidade hídrica com a participação da sociedade a partir da educação, do turismo, de serviços de melhorias de tratamento e do uso de novas tecnologias.

A iniciativa do governo do Estado ocorre em meio às discussões sobre a privatização da companhia, que deve ser realizada em fevereiro de 2022. O presidente da Corsan, Roberto Barbuti, afirma que o projeto visa sensibilizar a população sobre como 'se dá o ciclo da água', da necessidade de se preservar os mananciais, de tratar adequadamente e reduzir perdas. "Quanto mais a gente conseguir envolver a sociedade, de forma geral, conscientizar e sensibilizar, melhor o resultado que a gente vai alcançar", destaca.

"Privatização visa garantir agilidade e musculatura da companhia", diz presidente da Corsan

Questionado se o processo de privatização da companhia não oferece riscos, uma vez que desde os anos 2000 se observa a reestatização dos serviços de coleta e tratamento de água de cidades europeias, como Paris e Berlim, Barbuti afirma que a privatização visa garantir 'agilidade e musculatura' na melhoria dos serviços da empresa. "A questão da água em Paris está resolvida há décadas, foi um investimento pesadíssimo feito. O que houve de operação por uma entidade estatal faz parte de um ciclo", avalia, acrescentando que capital francesa reformulou todo sistema de água no século 19.

Barbuti cita o novo Marco do Saneamento básico no Brasil, que projeta a universalização dos serviços de saneamento básico até 2033, e o planejamento de investimentos de R$ 11 bilhões da companhia nos próximos 11 anos. "Se mais para frente se resolver reestatizar a companhia ou os municípios assumirem o serviço, acho que isso é um problema do ciclo. A questão que se coloca agora é como a gente sai da situação que está hoje e como a gente atinge as metas que têm que ser atingidas? A gente vai precisar de muito investimento e de capacidade de execução. A pergunta é: os municípios ou uma companhia estatal têm essa condição? Eu não acredito", observa.

Na avaliação de Barbuti, o caminho da privatização 'é o caminho lógico, racional'. "Qualquer alternativa que se coloque pode ser interessante, mas tem que se demonstrar de onde viriam os recursos, como seria feito, e acho que essa discussão foi objeto de debate na AL, e se decidiu, por ampla maioria, que o melhor caminho seria o caminho da privatização que estamos seguindo. Tenho muita convicção", assinala.

Correio do Povo


Zé Trovão se entrega à Polícia Federal em Joinville, em Santa Catarina

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Sweet Almond Oil: emoliente, recupera fios danificados e pontas ressecadas. Reduz o volume nutrindo e proporcionando brilho. Auxilia no combate a caspa e descamação do couro cabeludo.


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Lira: PEC dos Precatórios será votada na quarta-feira

 Arthur Lira avalia que texto deve ser apreciado "para dar solução ao espaço do teto e de um programa social temporário"



O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), afirmou que a Casa vai votar a PEC dos Precatórios nesta quarta-feira, 27. Segundo ele, a discussão é essencial para resolver questões como o teto de gastos e o a implementação do Auxílio Brasil, novo programa social do governo federal.

"Temos algumas matérias importantes essa semana que precisam ser discutidas e votadas, entre elas a PEC dos Precatórios. O texto foi aprovado semana passada na Comissão, teve reunião hoje no colégio de líderes da base. Procurarei os líderes da oposição hoje a tarde para ter um sentimento a respeito do texto que saiu da Comissão. O texto todos conhecem, as incertezas até a aprovação vão continuar, as versões vão continuar", afirmou.

Lira detalhou que o projeto vai ao Plenário depois de uma rodada de conversa do relator com partidos que "precisam de alguns esclarecimentos". "Amanhã teremos um texto [da PEC dos Precatórios], aprovado ou não, para dar solução ao espaço discricionário do teto e a criação de um programa temporário. O assunto está posto e vamos aferir amanhã se vai ter voto, se não vai ter voto. Eu espero que tenha", declarou.

Sobre extrapolar o teto, ele lembrou que a solução para ter um programa como o Auxílio Brasil — novo Bolsa Família — dentro dos limites de gastos vinha de um projeto que não avançou no Senado. 

"Um programa permanente necessitava de uma fonte para ser criado esse ano. E a fonte reside no Imposto de Renda, apoiado pela Câmara em um processo de construção amplo com muitas pressões. A gente costuma dizer que não há um texto ideal, por nenhuma das Casas, em nenhum momento. Todos os textos se apropriam de um momento para serem aprovados e podem ser melhorados por outra Casa ou pela mesma que aprovou. Mas ele era imperativo para que a gente mantivesse o respeito ao teto de gastos e para criação de um programa permanente criado esse ano dentro do teto. Mas não foi possível", lamentou.

O presidente da Câmara ainda classificou como insensibilidade não criar um programa de transferência de renda para não furar o teto. "Se fecharmos os olhos para a inflação, problemas de energia, de combustíveis e não prestarmos atenção às mais de 20 milhões de famílias passando fome, é uma insensibilidade. A vida como ela é. Já que não temos os meios ou as condições políticas do Senado de se debruçar sob o Imposto de Renda, que era fonte do programa permanente, o governo optou por um programa temporário que vai usar uma parte do teto e uma parte fora, simples".

R7 e Correio do Povo

Três ministros votam contra a cassação da chapa Bolsonaro-Mourão no TSE

 Relator entendeu que caso das eleições de 2018 pode ser parâmetro de tese jurídica, mas não viu como imputar à chapa



O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, Luis Felipe Salomão, e os ministros Mauro Campbell e Sérgio Banhos votaram nesta terça-feira, contra a cassação do mandato do presidente Jair Bolsonaro e do vice-presidente Hamilton Mourão. Os três magistrados foram os únicos se pronunciar na sessão inicial de julgamento de duas ações contra a chapa eleita em 2018. Com placar de 3 a 0, restam agora quatro votos para encerrar o caso, que deve ser retomado na quinta-feira, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Relator das ações, Salomão defendeu que o julgamento seja utilizado como parâmetro para fixar uma nova tese jurídica no TSE, definindo o uso exacerbado de disparos de mensagens em massa, com o objetivo de desinformar e prejudicar adversários, como elemento suficiente para condenar candidatos por abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação. A pena seria, além da eventual perda de mandato, a inelegibilidade por oito anos. O corregedor propôs cinco parâmetros de análise da gravidade em casos semelhantes: avaliar o teor das mensagens, se contêm informações falsas e propaganda negativa; a repercussão junto ao eleitorado; o alcance do ilícito, em termos de mensagens veiculadas; o grau de participação dos candidatos nos disparos; e se houve financiamento de empresas privadas com a finalidade de interferir na campanha.

Depois de sugerir que a Justiça Eleitoral adotasse a tese a partir do julgamento, o corregedor analisou o caso concreto de Bolsonaro e Mourão. Salomão reconheceu a existência dos disparos em massa em 2018, mas argumentou que as provas não permitem concluir que houve gravidade no caso concreto, apesar do longo tempo de tramitação das ações - quase três anos - e da reabertura da apuração duas vezes. "A parte autora (Coligação O Povo Feliz de Novo) não logrou comprovar nenhum dos parâmetros essenciais para a gravidade no caso, apesar das inúmeras provas deferidas nessas duas ações", disse Salomão.

O ministro afirmou ainda que, apesar dos indícios de que Bolsonaro tinha ciência dos disparos, não houve como analisar o conteúdo para auferir o alcance em termos de quantidade de mensagens disparadas e compreender a repercussão no eleitorado. Muitos desses dados são indisponíveis, pois os registros ficam armazenados por pouco tempo por aplicativos como o WhatsApp e o conteúdo é protegido por criptografia, o que pode dificultar apurações do tipo. Salomão afirmou que esses critérios seriam primordiais para o desfecho do caso. O relator também disse que, embora tenha ficado claro que o disparo tenha sido realizado por empresas, não é possível concluir automaticamente que a prática tenha sido financiada por alguma companhia, o que é vedado pela legislação.

O ministro Mauro Campbell Marques seguiu integralmente o voto do relator. Em sua análise, Campbell afirmou que o uso indevido do WhatsApp infringe trechos da lei de inelegibilidade, mas não é suficiente para cassar um presidente eleito a menos de um ano da eleição. O ministro também negou a produção de novas provas, solicitada pela acusação, pois entendeu que elas não conseguiriam suprir lacunas para alterar o julgamento da gravidade dos disparos. "Além de infringir o dispositivo citado, são necessários outros requisitos para que se apliquem as duras penas nele previstas, quais sejam: a cassação dos mandatos e a decretação de inelegibilidade", afirmou.

Já o ministro Sérgio Banhos também votou pela absolvição, mas discordou de que se possa reconhecer que houve de fato o disparo de mensagens em massa a favor de Bolsonaro em 2018.

A decisão final da Corte pode extinguir a principal ameaça, na esfera da Justiça, à conclusão do mandato de Bolsonaro, a menos de um ano das eleições de 2022. Além disso, poderá servir de baliza em julgamentos futuros relacionados à veiculação de notícias falsas em massa contra adversários.

Propostas em 2019, as ações acusam Bolsonaro e Mourão de abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação. Eles teriam sido beneficiados com disparo de mensagens desfavoráveis a adversários em massa em aplicativos de mensagens, durante a campanha presidencial, o que teria desequilibrado a disputa.

Os pedidos de cassação do mandato foram apresentados pela coligação "O Povo Feliz de Novo", encabeçada pelo PT com o apoio de PCdoB e PROS. Após reportagens da Folha de S.Paulo revelarem um esquema de disparos em massa de notícias falsas pelo WhatsApp, com o intuito de atacar a campanha petista, o TSE foi acionado para investigar as denúncias.

O julgamento é o último grande ato de Salomão como corregedor da Corte. O ministro passará o cargo para Mauro Campbell na sexta-feira, 29. Como relator do caso, Salomão foi responsável por imprimir celeridade ao processo de investigação. Antes dele, outros dois ministros haviam conduzido as ações contra a chapa presidencial sem que houvesse avanços em direção a um desfecho.

Agência Estado e Correio do Povo

Governo do RS autoriza segunda dose com Pfizer para quem tomou primeira com Astrazeneca

 De acordo com governo, ao menos 121 cidades relataram falta de Astrazeneca para D2 nos estoques



A Secretaria da Saúde do Rio Grande do Sul (SES-RS) autorizou, nesta terça-feira, que pessoas vacinadas com primeira dose de AstraZeneca e que estejam com a segunda em atraso, mais do que oito semanas de intervalo, possam receber a segunda dose com a vacina da Pfizer. A demanda surgiu em virtude do desabastecimento da Astrazeneca reportado por algumas cidades. O assunto foi pauta de reunião extraordinária da SES com representantes das secretarias municipais de saúde.

A chefe da divisão de vigilância epidemiológica da SES, Tani Ranieri, ressalta que esse tipo de intercambialidade já possui segurança comprovada por evidências científicas. “Estudos em vários países já mostram que há uma boa resposta imunológica para essa troca. O importante agora é que as pessoas não deixem de completar o esquema com a segunda dose e possam garantir uma maior proteção contra a Covid-19”, afirmou.

O presidente do Conselho das Secretarias Municipais de Saúde do RS (Cosems/RS), Maicon Lemos, frisou ainda o apoio da entidade à decisão. “É uma medida que responde aos anseios de muitos municípios. Até agora 121 cidades já haviam nos relatado essa falta de AstraZeneca para a segunda dose da população, mas sabemos que esse número tende a aumentar nos próximos dias”, comentou.

Em virtude dessa falta do insumo, a SES já havia encaminhado nesta segunda-feira ao Ministério da Saúde um ofício solicitando mais 75 mil doses de Astrazeneca. A previsão é que esse lote seja recebido no Estado entre o final desta semana e o início da próxima. Além disso, nesta terça-feira, a secretaria realizou a distribuição de 450 mil doses de Pfizer a todos os municípios.

Correio do Povo

Botox Capilar Argan Oil Forever Liss 1kg

 


Descrição

O Btx Capilar Argan Oil Zero Forever Liss 1kg contém óleo de argan e blend de silicones, que reduzem o frizz e tratam os fios, corrigindo as falhas nos cabelos danificados. Sua fórmula exclusiva repara a fibra capilar e promove a selagem natural da cutícula, amaciando, hidratando e restaurando a flexibilidade natural dos fios. Além de proporcionar hidratação profunda e reposição proteica, transformando assim um cabelo crespo, danificado e poroso em um cabelo super bonito sem frizz, realinhado, hidratado, maleável e solto. Livre de cheiros fortes e ardências.


Indicação

Cabelos Ondulados, rebeldes, crespos e com frizz, que necessitam de hidratação e redução de volume.


Compatível com qualquer tipo de cabelo.


Pode ser aplicado em cabelos com luzes


Tecnologia

Óleo de Argan: Composto natural rico em vitaminas A e E e ômegas 6 e 9, que são absorvidos instantaneamente por todos os tipos de cabelos, proporcionando sedosidade e brilho luminoso.


Vitamina E: Rico em ácidos graxos, é conhecido como a vitamina da juventude. Promove rejuvenescimento e proteção dos fios.


Benefícios Hidrata Reduz Volume Realinhamento Capilar Sedosidade Redução de Frizz Repara a fibra capilar Selagem dos fios Modo de uso

01. Lave os cabelos com um shampoo pré-tratamento antirresíduo por 2x.


02. Seque completamente os cabelos com uma toalha. Separe o cabelo em partes.


03. Com o auxílio de um pente e pincel, inicie o processo de aplicação do Btx Argan Oil por todo o comprimento dos fios em mechas finas, respeitando 1cm da raiz.


04. Deixe o produto em pausa sobre os fios, de acordo com a estrutura do cabelo (de 20 minutos para cabelos levemente ondulados, até 30 minutos para cabelos mais resistentes).


05. Após o tempo de pausa, remova o excesso com pente ou leve enxágue, removendo 50% do produto (para cabelos loiros ou coloridos, remover 70%).


06. Seque 100% os cabelos, com escova e secador.


07. Finalize com prancha, 10 a 15x cada mecha, em temperatura entre 200 e 230oC (390 a 440oF).


08. Após finalizar, lave os cabelos, removendo qualquer vestígio do produto.


09. Pode ser aplicado condicionador ou máscara de hidratação.


10. Seque apenas com toalha e secador e finalize como desejar.


Lavar os cabelos nos dias posteriores com shampoos de pH abaixo de 5,5


Resultado

Cabelos alinhados, hidratados, ultra brilhantes e com movimento.


O resultado do produto pode variar dependendo do modo de aplicação, tipo, estado e condições do cabelo.


Contém

01 - Btx Capilar Argan Oil Zero 1kg.


Durabilidade do tratamento: 20 a 50 dias. Não reaplicar em menos de 50 dias.


Precauções

Para uso em gestantes, lactantes e crianças menores de 12 anos, sempre apresente antes a fórmula para avaliação de seu médico ou pediatra.


Devido ao pH baixo, existem químicas incompatíveis com Btx Zero Forever Liss, principalmente alisantes e progressivas como guanidina, hennê, amônia, chumbo, hidróxido de sódio e outros tioglicolatos.


Aplicação de colorações deve ser evitada em um prazo de 15 dias antes e 15 dias após este tratamento, até a estabilização do pH dos fios.


A Forever Liss recomenda que antes de usar qualquer novo produto em seus cabelos, teste antes em uma pequena mecha, para avaliar, aprimorar a forma de uso e alcançar os melhores resultados no seu tipo de cabelo.


ATENÇÃO: ESTE PRODUTO NÃO É UM ALISAMENTO.


Utilize sempre luvas.


Não aplicar se o couro cabeludo estiver irritado ou lesionado.


Evite contato com os olhos - caso ocorra, enxágue com água em abundância e, se ocorrer irritação, procure orientação médica.


Este preparado somente deve ser usado para o fim a que se destina, sendo perigoso para qualquer outro uso.


Evite a exposição do produto a raios solares e calor intenso.


Após o uso, mantenha a embalagem fechada.


Deixe fora do alcance de crianças.


Uso profissional.


Composição

Aqua, Cetearyl Alcohol, Silk Amino Acids / Guar Hydroxypropyltrimonium Chloride, Cetrimonium Chloride, Glycerin, Glyceryl Stearate, Cetearyl Alcohol / Behentrimonium Methosulfate, Petrolatum, Stearamidopropyl Dimethylamine, Polyquaternium-7, Polyquaternium-10 / Water, Parfum: Cinnamal / Cinnamyl Alcohol / Citral / Limonene / Linalool, Lactic Acid, Dimethicone, Disodium EDTA, Methylchloroisothiazolinone / Methylisothiazolinone, Argania Spinosa Kernel Oil, BHT.


Informações Adicionais

Não testado em Animais.


Número de registro na ANVISA: 25351.719986/2017-69.


Principais Dúvidas:

Qual o PH do Btx?


O PH do Btx Argan Oil é de 3,8-5,2.


O btx alisa o Cabelo?


Não! O Btx Argan Oil Zero Forever Liss tem o objetivo de reduzir volume e o alinhamento da fibra capilar. O resultado do produto pode variar de acordo com o estado e condições de cada tipo de cabelo;


Qual a durabilidade do tratamento?


A durabilidade é em média de até 50 dias, porém podendo variar dependendo das agressões sofridas diariamente no cabelo como (sol, mar, piscina) e cuidados pós escova progressiva como (Shampoo inadequados, frequência de lavagens e etc). Lavar os cabelos nos dias posteriores com shampoos de pH abaixo de 5,5.


Estou amamentando e gostaria de saber se posso usar esse btx?


Não é recomendado o uso por gestantes, lactantes e crianças menores de 12 anos.


Existe química incompatível com o Btx Argan Oil Zero Forever Liss?


Sim! Existem químicas incompatíveis com O Btx Argan Oil, principalmente alisantes como guanidina, hennê, amônia, chumbo, hidróxido de sódio e outros tioglicolatos. Realizar sempre testes de mechas e toque (inclusive em reaplicações), para antever reações alérgicas, alterações de cor ou quebra dos fios.


Meu cabelo é colorido. Vai desbotar?


Em alguns casos pode ocorrer o desbotamento da cor, por segurança, realize um teste de mecha. A aplicação de colorações deve ser evitada em um prazo de 15 dias antes e 15 dias após este tratamento.

Link: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/p/botox-capilar-argan-oil-forever-liss-1kg/da4c5h9017/?utm_source=magazinevoce&utm_medium=email&utm_campaign=email_261021_ter_beleza&utm_content=produto-da4c5h9017&campaign_email_id=3307

Como votaram os senadores no relatório final da CPI da Covid-19

 Luis Carlos Heinze e mais três votaram pela rejeição do texto



A votação do relatório final da CPI da Covid-19 ocorreu na noite desta terça-feira. Por 7 votos a 4, o texto foi aprovado pelo Senado Federal e agora segue para a Procuradoria Geral da República para avaliação do indiciamento de Bolsonaro e outros 79.

Votaram pela aprovação do relatório os senadores Eduardo Braga, Renan Calheiros, Tasso Jereissati, Otto Alencar, Humberto Costa, Randolfe Rodrigues e Omar Aziz. Já o "não" teve votos de Luis Carlos Heinze, Eduardo Girão, Marcos Rogério e Jorginho Mello.

O senador Luis Carlos Heinze (PP-RS), que foi um dos quatro votos contrários, chegou a ser considerado como indiciado. No entanto, por conta da pressão dos senadores, o nome do gaúcho acabou retirado. 

 A última versão do documento tem 1.289 páginas e 80 pedidos de indiciamento, sendo 78 pessoas e duas empresas. O relatório foi elaborado por Renan Calheiros (MDB-AL) e sofreu alterações desde a semana passada, quando o senador fez a leitura.

Entre os principais indiciados, estão o presidente Jair Messias Bolsonaro, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, o ex-ministro da pasta Eduardo Pazuello e o ministro do Trabalho e Previdência, Onyx Lorenzoni. O único governador na lista de sugestões de indiciamentos é Wilson Lima (PSC), do Amazonas, incluído nesta terça, logo no início da sessão.

Os próximos passos 

Nesta quarta-feira, às 10h30min, o relatório será entregue por membros da Comissão Parlamentar de Inquérito. Caberá então ao procurador-geral da República, Augusto Aras, tomar as medidas cabíveis e dar andamento para os próximos passos. 

Caso Augusto Aras e o Ministério Público não se posicionem, Randolfe Rodrigues informou que será proposta uma ação penal subsidiária na Justiça. Assim, será dado prosseguimento para a conclusão dos trabalhos iniciados pela CPI. 

R7 e Correio do Povo


Como votaram os senadores no relatório final da CPI da Covid-19

Confira os nomes incluídos no relatório final da CPI da Covid

Calor aumenta e máximas podem chegar aos 36°C no RS nesta quarta-feira

 Umidade fica abaixo dos 20%



O Rio Grande do Sul deve ter mais um dia de calor intenso. Nesta quaarta-feira, a massa de ar seco segue atuando sobre o Estado, e favorece novamente a amplitude térmica. As máximas podem chegar a 36°C nos Vales, Oeste e Noroeste.

De acordo com a MetSul Meteorologia, o amanhecer ainda deve ser frio, dependendo da cidade. A umidade do ar segue baixa, recomendando-se hidratação. Esses fatores favorecem o risco de fogo em vegetações.

Em Porto Alegre, o sol predomina. A mínima na Capital será de 16°C, e a máxima pode chegar aos 33°C.

Mínimas e máximas no RS 

Vacaria 6°C / 28°C
Cruz Alta 15°C / 33°C
Uruguaiana 16°C / 35°C
Bagé 15°C / 33°C
Pelotas 15°C / 33°C
Erechim 13°C / 30°C

MetSul Meteorologia e Correio do Povo

Senadores aprovam o relatório da CPI da Covid

 Documento tem 1.289 páginas e sugestão de indiciamento de 80 nomes, entre ele o presidente Bolsonaro e empresas



Os senadores da CPI da Covid-19 aprovaram o relatório final da Comissão, na noite desta terça-feira (26), por 7 votos a 4. A última versão do documento tem 1.289 páginas e 80 pedidos de indiciamento, sendo 78 pessoas, entre elas o presidente Jair Bolsonaro, e duas empresas. O relatório foi elaborado por Renan Calheiros (MDB-AL) e sofreu alterações desde a semana passada, quando o senador fez a leitura.

O documento é o compilado de tudo o que foi apurado nos quase seis meses de reuniões no Senado, desde a abertura dos trabalhos, em 27 de abril deste ano. Além das sugestões de indiciamento, o texto ainda traz pedidos de investigação. A partir do relatório, órgãos fiscalizadores serão acionados para dar continuidade às apurações de possíveis crimes cometidos pelos citados.

Entre os principais pedidos de indiciamento, estão o do presidente Jair Bolsonaro, do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, do ex-ministro da pasta Eduardo Pazuello e do ministro do Trabalho e Previdência, Onyx Lorenzoni. O único governador na lista de sugestões de indiciamentos é Wilson Lima (PSC), do Amazonas, incluído nesta terça, logo no início da sessão.

Há, ainda, os nomes do senador Flávio Bolsonaro e de vários deputados, como Ricardo Barros (PP-PR), Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), Bia Kicis (PSL-DF), Carla Zambelli (PSL-SP), Osmar Terra (MDB-RS) e Carlos Jordy (PSL-RJ).

Horas após incluir o nome de Luis Carlos Heinze (PP-RS) na lista de sugestões de indiciamento no relatório final da CPI da Covid-19, o senador Renan Calheiros (MDB-AL) aceitou remover o nome do gaúcho do documento. A retirada foi um pedido de Alessandro Vieira (Cidadania-SE), que tinha feito a solicitação de inclusão pela manhã, mas mudou de ideia ressaltando a imunidade parlamentar. 

Minuto de silêncio

A pedido da senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA), a última sessão da CPI da Pandemia foi finalizada com um minuto de silêncio pelos mais de 606 mil brasileiros mortos em decorrência da Covid-19 em toda a pandemia. Ao fim da homenagem, Omar Aziz (PSD-AM) encerrou a Comissão dizendo que "agora é uma nova etapa". "É a gente encaminhar para os órgãos competentes para que a gente possa fazer justiça ao povo brasileiro".

Votos

Votaram a favor do relatório os senadores: Omar Aziz (PSD-AM), Eduardo Braga (MDB-AM), Humberto Costa (PT-PE), Otto Alencar (PSD-BA), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Renan Calheiros (MDB-AL) e Tasso Jereissati (PSDB-CE).

Votaram contra: Eduardo Girão (Podemos-CE), Marcos Rogério (DEM-RO), Jorginho Mello (PL-SC) e Luis Carlos Heinze (PP-RS).

Próximo passo

O presidente da Comissão, Omar Aziz, anunciou que o comando da CPI vai entregar ao procurador-geral da República, Augusto Aras, nesta quarta-feira (27) o documento final aprovado pelos senadores. "Digam que não tem nada nesse relatório. Digam que esse relatório é fictício. Digam que o que o senador Renan Calheiros escreveu não existiu. Aí a gente se curva à cegueira", declarou.

Investigações e embates

Desde 27 de abril, os trabalhos da CPI foram marcados por investigações, apontamentos e embates políticos entre base e oposição. Momentos de discussões mais ríspidas entre os senadores tomaram espaço no noticiário e entre internautas. Bordões, acusações e "tretas" por diversas vezes viralizaram nas redes sociais. 

Correio do Povo


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