Após quase dois meses de trabalho, o técnico Paulo Pezzolano já deixou sua marca no Internacional. O time apresenta evolução coletiva e individual, mesmo com início irregular no Brasileirão, e chega à final do Gauchão com a melhor campanha. Nesse processo, alguns jogadores se consolidaram, enquanto outros perderam protagonismo.
Quem ganhou espaço
Rafael Borré: vive grande fase, já marcou seis gols na temporada, quase igualando os números de todo o ano passado. O estilo de jogo intenso favoreceu seu desempenho.
Ronaldo: antes cotado para sair, tornou-se titular absoluto no meio-campo, mesmo com o retorno de Thiago Maia e a chegada de Rodrigo Villagra.
Victor Gabriel: assumiu a titularidade na defesa após a saída de Vitão para o Flamengo. Apesar de estar em recuperação, é considerado peça-chave até novas contratações.
Quem perdeu espaço
Clayton Sampaio: começou o ano com oportunidades, mas falhas comprometeram sua sequência. Com contrato até 2028, está fora dos planos imediatos.
Richard: não foi utilizado nem em jogos com equipe reserva.
Alan Benítez: atuou em apenas três partidas e não foi relacionado nos últimos compromissos. Ambos têm contrato até dezembro e podem ser negociados.
O Inter em construção
Pezzolano implantou uma identidade baseada em intensidade, marcação alta e mobilidade ofensiva. O elenco ainda passa por ajustes, mas já mostra sinais promissores. Para consolidar esse início, o desafio é recuperar-se no Brasileirão e confirmar o favoritismo no Gauchão.

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