O Progressistas (PP) do Rio Grande do Sul tenta superar divergências internas e construir um projeto único para as eleições de 2026. Nesta segunda-feira (23), lideranças das duas alas do partido se reuniram pela primeira vez desde o encontro do diretório estadual em janeiro, boicotado pelo grupo ligado a Ernani Polo.
Tentativa de entendimento
O partido tem hoje duas pré-candidaturas ao governo: Covatti Filho e Ernani Polo.
Ambos devem se reunir até o fim da semana para avançar em negociações.
Foi definida a retomada da atuação da comissão eleitoral do PP.
Covatti e outras lideranças seguem em diálogo com o pré-candidato do PL, Luciano Zucco.
Contexto político
No fim de semana, o ex-presidente Jair Bolsonaro confirmou a pré-candidatura do deputado Ubiratan Sanderson (PL) ao Senado pelo RS, frustrando expectativas de acordo com o PP. A decisão limita a participação dos Progressistas na chapa majoritária à indicação para a vice.
Nota oficial do partido
Em comunicado, o PP reafirmou a busca por unidade:
“Mesmo com duas pré-candidaturas ao Governo do Estado, o partido avança na consolidação da unidade interna, reafirmando seu protagonismo no campo ideológico da direita.”
Covatti Filho destacou a necessidade de “maturidade e responsabilidade” para manter a união.
Ernani Polo defendeu que uma candidatura própria ao governo daria ao PP “o tamanho que ele merece”.
O cenário mostra um partido dividido, mas empenhado em encontrar consenso para manter protagonismo político no Estado.

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