Equipe econômica admite resistência, mas sinaliza mudanças em programas sociais

 


A equipe econômica do governo federal reconheceu que há resistência política para alterar programas sociais, mas indicou que o tema deve entrar na pauta em um eventual novo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Principais pontos levantados

  • Técnicos alertam que despesas como Previdência Social e Benefício de Prestação Continuada (BPC) podem entrar em trajetória explosiva nos próximos dez anos se não houver ajustes.

  • O debate envolve também a regra de reajuste do salário mínimo, que prevê crescimento real de 2,5%. Segundo o economista Alexandre Manoel, é preciso avaliar se essa política é compatível com as contas públicas.

  • A intenção é manter o diálogo aberto, mesmo diante da impopularidade de medidas que possam restringir benefícios.

Contexto político

  • O governo avalia que mudanças estruturais em programas sociais dificilmente seriam adotadas em 2026, ano eleitoral.

  • A discussão deve ganhar força em caso de reeleição de Lula, como parte de uma agenda de médio prazo.

Em resumo, a equipe econômica sinaliza que reformas em programas sociais serão inevitáveis para conter o avanço das despesas públicas, mas reconhece que o tema enfrenta forte resistência política e social.

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