Os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 chegaram ao fim neste domingo (22), com a Noruega liderando o quadro de medalhas pela quarta vez consecutiva. O país europeu somou 41 medalhas (18 de ouro, 12 de prata e 11 de bronze), estabelecendo um recorde histórico. Os Estados Unidos ficaram em segundo lugar, com 33 medalhas, e os Países Baixos completaram o pódio com 20.
Estreia histórica do Brasil
O Brasil entrou pela primeira vez no quadro geral de medalhas da competição, alcançando sua melhor campanha na história dos Jogos.
Lucas Pinheiro Braathen conquistou o ouro no esqui alpino, levando o país à 19ª posição.
Além da medalha inédita, o Brasil obteve cinco colocações no top 20:
11º lugar no skeleton (Nicole Silveira).
14º e 19º no snowboard.
19º no bobsled.
Repercussão
O presidente do Comitê Olímpico do Brasil (COB), Marco La Porta, celebrou o feito:
“Fechamos literalmente com chave de ouro, conquistando a primeira medalha olímpica do Brasil em Jogos de Inverno. E logo uma medalha de ouro.”
Nicole Silveira também destacou o avanço da delegação:
“Foi melhor que Pequim-2022. O nível de competitividade nesses quatro anos foi muito alto.”
Essa conquista marca um divisor de águas para o esporte brasileiro na neve, mostrando evolução e abrindo caminho para futuras participações mais competitivas.

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