Copa do Mundo de 2026: Argentina vira "intruza" em meio ao domínio europeu nas finais
A França carimbou o passaporte para a semifinal da Copa do Mundo de 2026, reforçando a soberania das seleções do Velho Continente no torneio. Diante do cenário desenhado para a reta final do Mundial, a Argentina surge como a única força capaz de quebrar a hegemonia da Europa e evitar um título 100% europeu.
O "vareio" da França sobre Marrocos nas quartas de final
A classificação francesa veio com autoridade em Seattle. Embora o placar de 2 a 0 contra Marrocos sugira um jogo equilibrado, as estatísticas revelam um verdadeiro domínio dos comandados de Didier Deschamps.
Primeiro Tempo avassalador: A França finalizou 13 vezes contra apenas uma dos marroquinos. O placar só não abriu mais cedo porque o astro Kylian Mbappé desperdiçou um pênalti aos 27 minutos, defendido pelo goleiro Bono.
Segundo Tempo decisivo: O gol era questão de tempo. Aos 14 minutos da etapa final, Mbappé se redimiu e abriu o placar. Apenas seis minutos depois, aos 20, Ousmane Dembélé ampliou.
Fim da linha para a África: Marrocos, que era a última das dez seleções africanas viva na competição, acabou eliminada sem esboçar reação. No total, foram 21 finalizações da França contra apenas quatro dos marroquinos.
O cenário das quartas de final e o "ninho europeu"
Com a eliminação de Marrocos e a queda precoce de outros concorrentes, a Copa do Mundo se transformou praticamente em um campeonato europeu, restando apenas os argentinos para defender o futebol do resto do mundo.
Confira a agenda e o chaveamento decisivo:
Sexta-feira: Espanha x Bélgica duelam para definir quem avança e enfrenta a França na semifinal.
Sábado (Confronto Europeu): Noruega x Inglaterra se enfrentam em um choque que garante mais um país da Europa na semifinal.
Sábado (O "Intruso"): A Argentina encara a Suíça, sendo a única representante da América do Sul (dos seis que começaram o torneio) e a única seleção não-europeia ainda viva na disputa pelo título.
A expectativa agora gira em torno do craque Lionel Messi e da delegação albiceleste para saber se a América do Sul conseguirá resistir à forte pressão tática e física das potências europeias nesta reta final.

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