👉 Cães socorristas atuam na Venezuela para localizar vítimas após terremotos
Os cães socorristas têm sido fundamentais nas operações de resgate após os terremotos de 24 de junho na Venezuela, que deixaram quase 3.000 mortos. Entre eles, as labradoras Sisu e Piper se destacaram ao localizar sobreviventes em meio aos escombros na região de La Guaira, a mais afetada pelos tremores de magnitude 7,2 e 7,5.
🐾 Como atuam os cães de resgate
São os primeiros a agir quando há suspeita de vítimas vivas.
Detectam odor corporal, temperatura e dióxido de carbono.
Quando um cão indica alerta, outro confirma a descoberta antes do uso de radares e câmeras.
A agilidade dos animais é crucial, já que as chances de encontrar sobreviventes diminuem após 72 horas.
🌍 Mobilização internacional
Mais de 120 cães socorristas de dez países foram enviados para apoiar as buscas. Entre eles, o border collie Tsunami, resgatado de maus-tratos, emocionou os venezuelanos ao salvar vidas.
⚠️ Riscos e desafios
Os cães enfrentam altas temperaturas, risco de desidratação, queimaduras e até fraturas durante as missões. Trabalham em turnos de 12 horas, lado a lado com equipes humanas.
💔 Impacto emocional
Além de salvar vidas, os cães também oferecem conforto às vítimas e familiares. “É uma situação devastadora, mas nossos cães conseguem levar alegria em meio à tristeza”, disse Sylvia Arango, guia de Sisu desde 1998.

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