RS tem 7 candidatos ao Piratini confirmados após convenções; veja o que disseram
Terminou nesta quarta-feira (05) o prazo para as convenções partidárias de 2026. A 60 dias do primeiro turno, os partidos definiram coligações e chapas e agora têm até as 19h do dia 15 de agosto para registrar as candidaturas na Justiça Eleitoral.
No Rio Grande do Sul, sete nomes estão confirmados na disputa pelo Palácio Piratini: César Pontes (PCO), Gabriel Souza (MDB), Juliana Brizola (PDT), Luciano Zucco (PL), Marcelo Maranata (PSDB), Priscila Voigt (UP) e Rejane de Oliveira (PSTU).
Veja o que os postulantes disseram nas convenções:
Gabriel Souza (MDB)
Último a discursar em um ato de três horas, fez fala de 35 minutos, emocionou-se ao lembrar sua origem e trajetória, reforçou a estratégia de se apresentar como o mais preparado, destacou o papel do MDB na história do RS e do Brasil e minimizou o peso das pesquisas nesta fase.
Juliana Brizola (PDT)
Em ato que oficializou a aliança com Edegar Pretto (PT) como vice, relembrou o legado do avô Leonel Brizola e criticou a gestão Eduardo Leite (PSD), citando filas para cirurgias e exames. Alfinetou Zucco ao criticar o alinhamento do PL nacional com governos estrangeiros: "Meu avô passou a vida inteira lutando contra isso. Chegou a hora de outras gerações enfrentarem esse imperialismo".
Luciano Zucco (PL)
Criticou os gastos da gestão Leite/Gabriel. "Esse governo gasta muito dinheiro com mídia e nós vamos provar isso durante a campanha". Fez chamada de vídeo com o senador Flávio Bolsonaro (PL), que inflamou o público com críticas ao PT.
Marcelo Maranata (PSDB)
Criticou a ausência dos adversários nos debates do primeiro semestre. "A única polarização que deve ter nessa eleição vai ser entre quem se preparou e não se preparou. Eu não faltei a nenhum debate ou painel, diferente de outros candidatos que não quiseram falar com o agro, com o turismo".
Priscila Voigt (UP)
Apresentou a UP como opção da esquerda revolucionária. "Atualmente, nosso partido é o único no país que apresenta um programa de esquerda, de fato, revolucionário. Lançar candidaturas pela UP é defender um programa socialista". Destacou ser a única chapa formada por duas mulheres.
Rejane de Oliveira (PSTU)
Ex-presidente do CPERS Sindicato, criticou candidaturas da direita e da esquerda tradicional e defendeu um governo focado nos trabalhadores. "Nós estamos nos colocando como uma alternativa revolucionária e socialista".
O PCO oficializou a candidatura de César Pontes, mas não divulgou informações sobre a convenção.

Comentários
Postar um comentário