PF pede terceiro inquérito no STF para investigar Lulinha por tráfico de influência
A Polícia Federal pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) autorização para abrir um terceiro inquérito para investigar Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula, por suspeita de tráfico de influência no governo federal para favorecer empresas parceiras.
Segundo o site R7, o pedido é o terceiro em uma semana. Na última quinta (30), o ministro André Mendonça autorizou o primeiro inquérito, que apura suposto tráfico de influência em contratos para fornecimento de cannabis no Ministério da Saúde. Há indícios, segundo relatório da PF, de que Lulinha teria atuado para influenciar contratos da pasta em favor do empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como "Careca do INSS".
Na sexta-feira (31), Mendonça autorizou o segundo inquérito, que investiga suspeita de atuação para beneficiar empresários em contratos da Dataprev.
Para esta terceira investigação, um sorteio vai definir o ministro relator no STF.
25 estados democratas processam governo Trump contra nova tarifa de até 12,5%
Vinte e cinco estados governados por democratas entraram com ação judicial contra o governo federal dos EUA nesta segunda-feira (3) para contestar a nova política tarifária do presidente Donald Trump.
Estados como Nova York, Califórnia e Illinois recorreram ao Tribunal de Comércio Internacional, em Manhattan. É mais um capítulo da disputa entre coalizões de estados e pequenas empresas contra o governo Trump sobre tarifas.
A ação contesta a terceira rodada de tarifas anunciada em 23 de julho, que impõe taxas generalizadas de 10% a 12,5% sobre 60 parceiros comerciais dos Estados Unidos, após investigação que acusa esses parceiros de permitirem o fornecimento de bens vindos de países que usam trabalho forçado.
Segundo os estados, a medida excede os poderes do presidente. As ações acusam Trump e autoridades do governo de usarem ilegalmente a Seção 301 da Lei de Comércio de 1974 (Trade Act) para substituir tarifas anteriores que haviam sido derrubadas pela Suprema Corte ou que já expiraram.
Coluna: Goleiros são injustiçados nas notas em relação a atacantes
Por Hiltor Mombach
Gosto de conferir as notas dadas aos jogadores para ver se batem com as que eu daria. E percebo uma grande injustiça com os goleiros em relação aos atacantes.
Se um atacante toca duas vezes na bola e marca dois gols, recebe de 8 a 10. Com o goleiro a exigência parece ser outra.
No jogo contra o Corinthians, o Sofascore deu 8 para Alan Patrick, que marcou de pênalti, e 7,9 para o goleiro Matheus Cunha. O site do Globo deu 6 para Matheus Cunha e 7 para Alan Patrick. O lateral Bruno Gomes ficou com a maior nota, 7,5.
No Correio do Povo, as notas da repórter Mariana Marsiaj foram diferentes e justas: "Matheus Cunha. Fechou o gol colorado, começa a justificar a titularidade. Nota: 9" e "Alan Patrick: Não é mais o mesmo, mas segue letal da marca da cal. Nota: 7".
Vimos o mesmo jogo. Matheus Cunha salvou o Inter no começo e no fim. Um gol do Corinthians no início mudaria tudo. E uma defesa no final manteve o 2 a 0. Ir para São Paulo com 2 a 0 é uma coisa, com 2 a 1 seria outra.
Este colunista daria nota 10.



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