Rio Grande do Sul tem 5.676 vagas de emprego abertas pelo Sine

 


Estão sendo oferecidas 5.676 vagas de emprego no RS por meio das Agências FGTAS/Sine. Desse total, 92% são efetivas e 8%, temporárias. Ainda, 69% aceitam pessoas com deficiência, 81% não exigem experiência e 30% não exigem escolaridade. Por outro lado, 28% exigem Ensino Fundamental completo e 18%, Médio completo. No que tange ao setor econômico, 38% das vagas pertencem à indústria, 31% aos serviços, 23% ao comércio, 6% à construção e 1% à agropecuária. A remuneração de 58% das oportunidades de trabalho varia de 1 a 1,5 salários mínimos.

As ocupações com os maiores números de vagas abertas são alimentador de linha de produção, com 888 vagas; auxiliar de logística, com 641; operador de caixa, com 194; faxineiro, com 190; e abatedor, com 185. As maiores quantidades de vagas abertas nas Agências FGTAS/Sine estão em Novo Hamburgo, com 1.486 vagas; Caxias do Sul, com 1.194; Passo Fundo, com 941; Santa Cruz do Sul, com 605; e Santo Ângelo, com 325.

Para se candidatar às vagas de emprego, basta comparecer à Agência FGTAS/Sine mais próxima com documento que contenha CPF e foto. Também é possível candidatar-se pelo portal Emprega Brasil e pelo aplicativo Carteira de Trabalho Digital. Os endereços da rede de atendimento da FGTAS estão disponíveis no site.

Em Porto Alegre e na Região Metropolitana, estão sendo oferecidas 1.623 vagas de emprego nas Agências FGTAS/Sine. Desse total, 78% não exigem experiência, 54% aceitam pessoas com deficiência, 86% são efetivas e 13%, temporárias. Com relação à escolaridade, 44% exigem Ensino Fundamental completo e 17%, Médio completo. No que tange ao setor econômico, 52% das oportunidades pertencem ao setor de serviços, 20% à indústria, 21% ao comércio e 5% à construção. A remuneração de 74% das vagas varia de 1 a 1,5 salários mínimos.

As ocupações com as maiores quantidades de vagas abertas em Porto Alegre e na Região Metropolitana são auxiliar de logística, com 529 vagas; alimentador de linha de produção, com 124; atendente de lojas e mercados, com 79; faxineiro, com 57; e operador de caixa, com 36.



Dia de Cooperar reúne centenas de visitantes na Casa do Cooperativismo na Expointer 2026



Em comemorações ao Dia C – Dia de Cooperar, cooperativas de todo o país mobilizaram ações de responsabilidade social neste sábado. Na Expointer, em Esteio, uma programação da Casa do Cooperativismo, organizada pelo Sistema Ocergs com apoio de cooperativas gaúchas, atraiu centenas de visitantes ao longo do dia.

Famílias foram recebidas pelos mascotes das cooperativas e participaram de atividades como distribuição de balões, pipoca e kits educativos, além de pinturas artísticas. Personagens como Homem-Aranha e Hello Kitty fizeram sucesso entre as crianças, que deixaram o espaço com as mãos e as bochechas coloridas.

Participaram da iniciativa o Instituto Unimed, Sicredi, Instituto Unicred, Sicoob, Cresol e CCGL.

Para o presidente do Sistema Ocergs, Darci Hartmann, a programação reforça que o compromisso social das cooperativas vai além da data comemorativa.

"O Dia C dá visibilidade às ações sociais que as cooperativas realizam durante todo o ano. Aqui na Expointer, mostramos um pouco dessa atuação e aproximamos o cooperativismo da comunidade", afirma Hartmann.

O movimento também está presente em diferentes regiões do estado.

"O Dia C não se resume a um fim de semana. É um trabalho permanente das cooperativas junto às suas comunidades", destaca. Em 2026, o Fundo Social do Sistema Ocergs destinou R$ 3 milhões do Sescoop/RS para 15 projetos sociais de cooperativas.

Educação financeira

Acompanhada do marido e das três filhas pequenas, a bibliotecária Juliana Knuppe, de Sapiranga, no Vale do Sinos, aproveitou as atividades na Casa. A família já tinha contato com o movimento cooperativista por meio de produtos de cooperativas.

"Procuramos consumir produtos de cooperativas porque sabemos de pequenos produtores que se reúnem e se ajudam. Já conhecíamos também o carimbo SomosCoop, que estampa as embalagens", conta Juliana.

A visita também despertou o interesse da família por temas relacionados à educação financeira. "Saímos sensibilizados para trabalhar mais essa questão da educação financeira", acrescenta Juliana.

Também do Vale do Sinos, o professor Thiago Luciano Ledur, de Novo Hamburgo, vê no cooperativismo uma oportunidade para ampliar o trabalho de conscientização sobre finanças com os estudantes. "Trabalho com projetos de vida e educação financeira com os alunos. Aqui conseguimos captar informações e pensar em formas de levar esse conhecimento para a sala de aula", afirma.

Milhares de beneficiários no RS

O Dia C alcançou todas as regiões do estado por meio de ações promovidas por cooperativas de diferentes ramos, que beneficiaram mais de seis mil pessoas, conforme levantamento parcial do Sistema Ocergs.

A mobilização também ganhou visibilidade na live Fala, Coop!, transmitida pelo YouTube com o objetivo de compartilhar relatos de transformação de comunidades a partir do cooperativismo.

O videocast reuniu iniciativas de impacto social realizadas na Expointer e em municípios do interior. A transmissão contou com entradas ao vivo de representantes de cidades como Panambi, Erechim e Júlio de Castilhos, reforçando a abrangência e capilaridade do movimento cooperativista.




Sobe para 16 o número de mortos e 546 seguem desaparecidos após deslizamento no Tibete



A China informou que o número de mortos no deslizamento de terra ocorrido na região autônoma do Tibete subiu para 16 e que 546 pessoas continuam desaparecidas, segundo a imprensa estatal neste domingo (30, data local), citando autoridades locais.

As autoridades afirmaram na manhã de domingo, durante uma coletiva de imprensa, que "o desastre causou 16 mortes e deixou 546 pessoas desaparecidas", informou a emissora estatal CCTV.



Augusto Cury diz que pretende reajustar salário mínimo pela inflação mais 1% ao ano



O candidato à Presidência pelo partido Avante, Augusto Cury, afirmou que pretende reajustar o salário mínimo pela inflação e mais 1% ao ano, caso seja eleito. A declaração foi feita durante sabatina promovida pela TV Globo na noite deste sábado, 29.

Cury disse que a política de valorização do salário mínimo seria necessária para fortalecer a classe média. Segundo o candidato, o ganho real poderia resultar em uma alta acumulada de 50% a 60% ao longo de quatro anos.

"Se controlarmos as contas públicas e formos mais responsáveis, certamente vai haver espaço para você ter, pelo menos, 1% ao ano a mais do que a inflação", disse o candidato. Nos próximos oito a dez anos, o candidato enxerga que o salário mínimo brasileiro pode alcançar US$ 300.

Sobre ligação com empresa de telemedicina

O candidato negou ter vínculo atual com uma empresa de telemedicina da qual já foi sócio. Durante a sabatina, ele disse que não é mais embaixador do programa da companhia. Questionado sobre eventual conflito de interesse ao propor a ampliação da telemedicina no Sistema Único de Saúde (SUS), Cury disse que sua experiência com a empresa lhe permite afirmar que o modelo pode ser aplicado de forma "barata" e "eficiente".

Cury afirmou que uma telemedicina estruturada pelo governo poderia resolver 80% dos casos de atendimento no SUS. Segundo ele, o serviço teria médicos disponíveis 24 horas por dia e uso de inteligência artificial. Questionado sobre a compatibilidade da proposta com as regras do Conselho Federal de Medicina (CFM), que preservam a assistência presencial, Cury disse que o órgão "precisa ser atualizado" diante do avanço tecnológico.

Educação

Na educação, Cury negou que pretenda comercializar para escolas públicas os programas de ensino e desenvolvimento emocional que criou. Ele afirmou que ofereceria gratuitamente às escolas públicas um programa baseado em métodos que desenvolveu, mas disse que não está propondo a adoção obrigatória de seu modelo. Segundo o candidato, eventuais mudanças deveriam envolver a revisão da Base Nacional Curricular e a participação de especialistas e do Conselho Nacional de Educação.

Previdência

Augusto Cury afirmou que não é favorável a uma nova Reforma da Previdência "em hipótese alguma". Para enfrentar o déficit previdenciário, defendeu o aumento da produtividade das empresas, com uso de inteligência artificial e robótica, além do estímulo ao empreendedorismo. O candidato apontou que uma nova reforma penalizaria pessoas próximas da aposentadoria.

O candidato afirmou também que dividiria o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em duas instituições, uma voltada a grandes empresas e outra para microempresas. A proposta, segundo ele, ajudaria a financiar 10 milhões de microempresas no País.

Na política externa, Cury afirmou que o Itamaraty é especializado em pacificação, mas deveria desenvolver maior capacidade de promover comercialmente o Brasil no exterior. "Nós somos peritos em pacificação, mas nós temos que ser peritos em vender o Brasil lá fora de maneira adequada e inteligente", disse.

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