Fachin propõe código de ética para juízes, mas texto não vale para ministros do STF

 


O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Edson Fachin, vai apresentar ao CNJ uma proposta de código de ética para o Poder Judiciário. Se aprovado, valerá para todos os juízes do país, mas não para os ministros do Supremo.

O documento, obtido pela reportagem nesta segunda-feira, traz regras sobre recebimento de presentes, participação em eventos pagos por terceiros e atuação de parentes, com o objetivo de traçar "diretrizes de prevenção e gestão de conflitos de interesses" e promover "integridade, imparcialidade, transparência e confiança pública".

O debate começa na sessão do CNJ de terça-feira e depois irá a votação. Há em paralelo uma discussão de um código específico para o STF, relatado pela ministra Cármen Lúcia, com previsão de votação até o fim do ano.

A proposta recomenda que os tribunais adotem em até seis meses mecanismos para mapear conflitos de interesse, com plataforma e canal confidencial para aconselhamento ético.

Entre os pontos de atenção especial estão participação em eventos, congressos e seminários custeados ou patrocinados por terceiros e que não sejam predominantemente pagos com verba pública, recebimento de presentes, hospitalidades e vantagens, relações econômicas, societárias ou profissionais relevantes, vínculos familiares ou profissionais que possam gerar conflito, participação em associações com interesses ligados à função e uso de informações não públicas obtidas no cargo.

Para eventos com custeio externo, o texto prevê procedimentos simplificados de comunicação e transparência, além de critérios para aceitar, recusar ou devolver presentes. Também trata de atividades acadêmicas, que devem ser compatíveis com a dignidade da função e a independência judicial, e de relações com prestadores de serviço que tenham interesse em processos em tramitação.



Radiador com filé mignon braseado e molho de queijo: receita une Pampa e Serra Gaúcha




Inspirado nas colônias italianas do Rio Grande do Sul, onde a fartura da carne do Pampa encontra a tradição das massas, este prato troca o galeto pelo filé mignon e usa a massa radiatori, cujo formato lembra radiadores e foi criado para reter calor e molho.

A lenda conta que nos anos 1960, em Caxias do Sul, um mecânico e cozinheiro amador criou o prato para impressionar a noiva, braseando filé no vinho branco da Serra e servindo com molho cremoso de queijo artesanal.

Ingredientes:

Para o filé:
800g de filé mignon em medalhões grossos, 1 xícara de vinho branco seco, caldo de carne, 1 colher de manteiga, 1 colher de azeite, alecrim e tomilho frescos, sal e pimenta

Para a massa e molho:
400g de massa radiador, 150g de parmesão ralado na hora, 1 xícara e meia de creme de leite fresco, noz-moscada, 1 colher de manteiga

Modo de preparo:

1. Filé braseado: Aqueça azeite e manteiga em panela de fundo grosso e doure os medalhões temperados em fogo alto. Reserve. Na mesma panela, deglaçe com o vinho branco e deixe o álcool evaporar por 2 minutos. Volte o caldo, o alecrim e o tomilho, tampe, baixe o fogo e cozinhe por 5 a 10 minutos até o molho encorpar. Na hora de servir, passe o filé no molho.

2. Massa: Cozinhe o radiador em água abundante com sal até ficar al dente. Reserve meia xícara da água do cozimento.

3. Molho: Em frigideira grande, derreta a manteiga e adicione o creme de leite em fogo baixo. Junte o parmesão aos poucos, mexendo sempre para emulsionar. Tempere com noz-moscada e pimenta. Incorpore a massa ao molho, usando a água reservada se precisar de mais fluidez.

Montagem: Sirva uma porção generosa da massa com molho no centro do prato, disponha os medalhões por cima ou ao lado e finalize com brotos e parmesão ralado.



Sem vice e sem alianças, Flávio Bolsonaro corre contra o tempo antes do fim das convenções




Candidato do PL ao Planalto, Flávio Bolsonaro corre contra o tempo para romper o isolamento a poucas horas do fim do prazo legal para realização das convenções partidárias, que termina nesta quarta-feira.

Até agora, Flávio segue sem vice definido e sem alianças de peso. O maior revés foi a decisão do PP, de Ciro Nogueira, pela neutralidade na disputa, o que impediu o plano de ter a senadora Tereza Cristina como vice, articulação considerada estratégica pela campanha.

Sem o apoio do PP e de outros partidos do Centrão, como União Brasil e Republicanos, o PL terá menos tempo de rádio e TV que Lula, seu principal adversário. Neste cenário, Flávio teria cerca de 4min20s e Lula 5min30s de propaganda eleitoral.

O PL ainda articula com Republicanos e Podemos, mas a tendência é que ambos liberem seus filiados. Se nenhuma negociação prosperar até quarta, Flávio será forçado a lançar uma chapa puro-sangue. Nesse caso, as cotadas para vice são as deputadas federais Bia Kicis (DF) e Júlia Zanatta (SC), nomes que agradam a ala ideológica, mas que pouco agregam eleitoralmente.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Vídeo - Smart TV TCL 115" 4K UHD QLED Mini LED – Modelo 115C7K (2025)

Smart TV TCL 115" 4K UHD QLED Mini LED – Modelo 115C7K (2025)

Smartphone Samsung Galaxy Z Flip4 128GB Azul - 5G Octa-Core 8GB RAM Câm. Dupla + Selfie 10MP