Poderio militar dos EUA no Oriente Médio: porta-aviões, caças furtivos e sistemas de defesa em alerta máximo

 


Os Estados Unidos concentram uma das maiores presenças militares de sua história recente no Oriente Médio, com navios de guerra, esquadrões de caças avançados, aeronaves de reabastecimento e sistemas de defesa aérea reforçados na região, após os ataques coordenados contra o Irã neste sábado (28 de fevereiro de 2026).De acordo com análise da AFP, o dispositivo militar americano estabelece as bases para uma campanha de longa duração contra as forças navais e de mísseis iranianas, conforme declarado pelo presidente Donald Trump.Navios de guerra
Washington mantém mais de uma dúzia de navios de guerra no Oriente Médio, incluindo dois porta-aviões simultaneamente — uma configuração rara:
  • USS Abraham Lincoln — opera no mar Arábico, com sua ala aérea composta por dezenas de caças.
  • USS Gerald R. Ford — o maior porta-aviões do mundo, posicionado no mar Mediterrâneo. O navio foi reabastecido com alimentos, combustível e munições na base de Souda Bay (Creta) no início da semana e deixou o porto na quinta-feira. Imagens de satélite o mostraram a oeste do porto israelense de Haifa na sexta-feira.
Além dos porta-aviões, a Marinha americana destaca nove destróieres e três navios de combate litorâneo ao longo do Golfo Pérsico e do mar Arábico. Cada porta-aviões carrega milhares de marinheiros e uma força aérea embarcada capaz de realizar centenas de missões diárias.Aeronaves de combate
Além dos aviões embarcados nos porta-aviões, os EUA posicionaram caças adicionais em bases terrestres na região. Entre as aeronaves confirmadas por fontes de inteligência, Flightradar24 e imprensa especializada estão:
  • Caças furtivos F-22 Raptor e F-35 Lightning II
  • Caças de superioridade aérea F-15 Eagle e F-16 Fighting Falcon
  • Aeronaves-tanque KC-135 Stratotanker (essenciais para missões de longo alcance e reabastecimento em voo)
Sistemas de defesa aérea
O reforço inclui sistemas terrestres de defesa antimísseis em várias bases americanas, além da capacidade de defesa aérea embarcada nos destróieres equipados com mísseis guiados (Aegis). Esses sistemas já demonstraram eficácia em junho de 2025, quando interceptaram mísseis iranianos lançados contra uma base no Catar após ataques anteriores a instalações nucleares iranianas.
Forças terrestres
Embora não haja expectativa de emprego ofensivo de tropas terrestres contra o Irã, dezenas de milhares de militares americanos permanecem em bases no Oriente Médio (incluindo Iraque, Síria, Jordânia, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Bahrein e Catar). Essas instalações são consideradas vulneráveis a contra-ataques iranianos com mísseis balísticos ou drones.
O dispositivo militar atual reflete a doutrina de “pressão máxima” retomada por Trump desde o início de seu segundo mandato, com o envio adicional de porta-aviões e esquadrões de caças furtivos nas últimas semanas. A mobilização ocorre em um contexto de escalada sem precedentes, após o fracasso das negociações indiretas mediadas por Omã para limitar o programa nuclear iraniano.

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Itamaraty emite alerta e recomenda que brasileiros evitem viagens ao Oriente Médio após ataques ao Irã

 


Diante da grave escalada de tensões no Oriente Médio, com ataques coordenados dos Estados Unidos e Israel contra o Irã neste sábado (28 de fevereiro de 2026), o Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) emitiu um alerta consular recomendando que cidadãos brasileiros evitem viagens aos seguintes países da região:
  • Irã
  • Israel
  • Catar
  • Kuwait
  • Emirados Árabes Unidos
  • Bahrein
  • Jordânia
  • Iraque
  • Líbano
  • Palestina
  • Síria
O comunicado, divulgado no início da tarde de sábado, também traz orientações detalhadas de segurança para brasileiros que já se encontram nesses locais, incluindo recomendações específicas em caso de ataques aéreos, bombardeios ou outras situações de risco.Orientações durante ataques ou bombardeios
O Itamaraty orienta:
  • Dirija-se imediatamente ao abrigo mais próximo. Se estiver na rua, procure estações de metrô, viadutos ou estacionamentos subterrâneos.
  • Em casa, priorize cômodos internos com pelo menos duas paredes entre você e a parede externa (salas no térreo, escadas de porão, corredores internos, áreas sem janelas). Mantenha portas de corredores fechadas e janelas fechadas.
  • Ao buscar abrigo: evite ficar na linha de visão do céu; quanto mais ao interior da estrutura, melhor; garanta ao menos duas paredes entre você e áreas expostas; procure abrigo antes de usar celular ou aplicativos.
  • Encha banheira ou recipientes grandes com água fria para reserva em caso de interrupção do abastecimento.
Recomendações gerais de segurança
  • Acompanhe os sites e redes sociais das embaixadas brasileiras na região e siga suas orientações.
  • Respeite rigorosamente as recomendações das autoridades locais.
  • Evite multidões, protestos e aglomerações.
  • Monitore a mídia local e fontes oficiais.
  • Não saia de casa ou do hotel sem avaliar as condições de segurança.
  • Em caso de voo cancelado, contate a companhia aérea para remarcação.
  • Verifique se documentos de viagem estão válidos (mínimo 6 meses de validade).
Contatos de emergência das representações brasileiras
O Itamaraty disponibilizou os números de plantão consular das embaixadas na região:
  • Teerã (Irã): +98(0)912-148-5200
  • Tel Aviv (Israel): +972 54 803 5858 (recomenda-se baixar o app Home Front Command: https://www.oref.org.il/en)
  • Doha (Catar): +974 66126585
  • Kuwait: +965 6684 0540
  • Abu Dhabi (EAU): +971 50 668 3258
  • Manama (Bahrein): +973 3364 6483
  • Amã (Jordânia): +962 7 7558 4460
  • Bagdá (Iraque): +964 780 929 1396
  • Beirute (Líbano): +961 70 108 374 / Canal WhatsApp: https://whatsapp.com/channel/0029VarNJEqJUM2gCsrVNj0i
  • Ramala (Palestina): +972 59 205 5510
  • Damasco (Síria): +963 933 213 438
O alerta classifica situações de emergência como aquelas que envolvem risco à vida, segurança ou dignidade humana de cidadãos brasileiros no exterior, devendo ser comunicadas imediatamente às representações diplomáticas.O comunicado reflete a preocupação do governo brasileiro com a rápida deterioração da segurança na região após os ataques que atingiram instalações iranianas e provocaram retaliação com mísseis contra Israel.

Netanyahu diz que “há sinais” de que Khamenei “não está mais entre nós” | AGORA CNN

 


O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse neste sábado (28), que "há muitos sinais" de que o líder supremo do Irã "não está mais entre nós", embora não tenha chegado a afirmar categoricamente que ele foi morto. #CNNBrasil