Apesar da crise global de combustíveis que atinge o Rio Grande do Sul, a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (SMMU) assegura que o sistema de ônibus em Porto Alegre opera com normalidade. Segundo o secretário Adão de Castro Júnior, não há registro de falta de óleo diesel para as empresas e, no momento, nenhuma linha foi reduzida.
O cenário na capital é mais estável do que no interior do estado, onde 146 municípios gaúchos já relatam impactos e desabastecimento, de acordo com a Famurs.
⛽ O Diferencial da Capital
A estabilidade em Porto Alegre deve-se ao modelo de contratação adotado pela administração municipal:
Contratos Diretos: A prefeitura adquire o combustível diretamente das grandes distribuidoras, garantindo prioridade e preços baseados nos índices da ANP.
Vantagem sobre o Interior: Municípios menores costumam depender de pequenos distribuidores que, diante da escassez, acabam priorizando quem paga mais no mercado spot.
🌍 Contexto Internacional e Reflexos no Bolso
A instabilidade é fruto do conflito no Oriente Médio envolvendo EUA, Israel e Irã. Embora o presidente Donald Trump tenha sinalizado avanços em conversas por uma trégua nesta segunda-feira (23), os preços nos postos de Porto Alegre seguem elevados:
Panorama dos Preços na Capital (Mínimas e Máximas):
Gasolina Comum: R$ 6,25 (Sta. Tereza) a R$ 6,85 (Passo d’Areia).
Gasolina Aditivada: R$ 6,34 (Partenon) a R$ 7,09 (Moinhos de Vento).
Diesel S10: R$ 6,59 (Passo d’Areia) a R$ 7,89 (Jardim Floresta).
📢 Orientação ao Passageiro
A prefeitura reforça que, caso ocorra qualquer necessidade de ajuste na tabela de horários devido à crise, a população será comunicada antecipadamente. Por enquanto, o foco é manter o monitoramento constante dos estoques junto às grandes companhias.
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