Caso ocorreu após a vitória do Grêmio sobre o Internacional no Brasileirão Feminino29/03/2026 | 17:32
Lucas MelloUma executiva do departamento de futebol feminino do Grêmio foi acusada de injúria racial por um torcedor do Internacional após o Gre-Nal feminino disputado no sábado (28). A denúncia foi registrada em boletim de ocorrência e divulgada pela torcida organizada Camisa 12.De acordo com a nota da torcida colorada, ao final da partida — vencida pelo Grêmio por 2 a 1 —, a diretora executiva Bárbara Fonseca teria se dirigido a um dirigente do Inter proferindo ofensas, incluindo termos de cunho racial: “sai, filho da p..., macaco, filho da p...”.O Grêmio negou veementemente a acusação. Em nota oficial, o clube afirmou que a colaboradora não proferiu qualquer ofensa racial e que a situação foi esclarecida na 3ª Delegacia de Polícia de Porto Alegre (3ª DPPA), com o apoio de testemunhas.Manifestação de Bárbara FonsecaA própria Bárbara Fonseca se manifestou publicamente nas redes sociais. Ela classificou a acusação como “inverídica e leviana” e reforçou sua indignação:
Lucas MelloUma executiva do departamento de futebol feminino do Grêmio foi acusada de injúria racial por um torcedor do Internacional após o Gre-Nal feminino disputado no sábado (28). A denúncia foi registrada em boletim de ocorrência e divulgada pela torcida organizada Camisa 12.De acordo com a nota da torcida colorada, ao final da partida — vencida pelo Grêmio por 2 a 1 —, a diretora executiva Bárbara Fonseca teria se dirigido a um dirigente do Inter proferindo ofensas, incluindo termos de cunho racial: “sai, filho da p..., macaco, filho da p...”.O Grêmio negou veementemente a acusação. Em nota oficial, o clube afirmou que a colaboradora não proferiu qualquer ofensa racial e que a situação foi esclarecida na 3ª Delegacia de Polícia de Porto Alegre (3ª DPPA), com o apoio de testemunhas.Manifestação de Bárbara FonsecaA própria Bárbara Fonseca se manifestou publicamente nas redes sociais. Ela classificou a acusação como “inverídica e leviana” e reforçou sua indignação:
“O racismo é um crime abominável e não condiz com os valores que defendo, como mulher de origens negras e atuante na luta contra o preconceito. Prontamente os fatos foram esclarecidos com as autoridades, baseados em relatos de testemunhas que atestam que o alegado não ocorreu.”
Posição da FGFA Federação Gaúcha de Futebol (FGF) também se manifestou. Em nota, a entidade informou que está acompanhando o caso junto à Odabá — Associação de Afroempreendedorismo — e prestará suporte à vítima. A FGF lamentou o episódio e reforçou seu compromisso no combate ao racismo no futebol gaúcho, afirmando que “manifestações criminosas não serão toleradas”.Os envolvidos foram conduzidos à delegacia para apuração dos fatos.
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