EUA bombardeiam centro petrolífero de Kharg e crise no Golfo atinge novo patamar

 Trump ameaçou atacar as infraestruturas de produção de petróleo se Teerã continuar bloqueando o estratégico estreito de Ormuz

O conflito no Oriente Médio sofreu uma aceleração dramática. Na noite de sexta-feira (13), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou que as forças americanas realizaram um dos ataques mais poderosos da história da região, tendo como alvo a Ilha de Kharg, o coração da infraestrutura petrolífera do Irã.

Embora Trump tenha afirmado que decidiu não destruir totalmente as refinarias neste momento, ele deixou um aviso claro: qualquer interferência no Estreito de Ormuz — por onde passa 20% do petróleo mundial — resultará na aniquilação completa da produção iraniana.


🚀 O Ataque à "Joia da Coroa"

A Ilha de Kharg, localizada a 30 km da costa iraniana, abriga o maior terminal de exportação de petróleo do país.

  • Alvos Militares: Segundo a Casa Branca, o foco inicial foi a neutralização de defesas e instalações militares na ilha.

  • Escolta Naval: A Marinha dos EUA anunciou que começará a escoltar petroleiros em Ormuz para garantir o livre comércio, desafiando o bloqueio tentado por Teerã.

  • Reforços: Washington está enviando mais 2.500 fuzileiros navais e navios de guerra, incluindo o USS Tripoli, para reforçar a presença no Golfo.


💥 Impacto no Comércio e Reações

O conflito, que já dura duas semanas, está desestabilizando a economia global:

  1. Preços do Petróleo: A incerteza sobre o abastecimento causou uma nova disparada nos preços internacionais do barril.

  2. Represálias: O Irã respondeu com ataques aéreos contra países vizinhos, como o Catar, onde explosões foram ouvidas em Doha na manhã deste sábado.

  3. Liderança em Xeque: Os EUA ofereceram US$ 10 milhões por informações sobre o novo líder supremo, Mojtaba Khamenei, que estaria ferido ou "desfigurado" após bombardeios em Teerã.


🇱🇧 A Frente Libanesa

Enquanto os EUA focam no Irã, Israel intensifica a ofensiva no Líbano contra o Hezbollah:

  • Ataques: Foram realizados mais de 1.100 ataques no Líbano em duas semanas, vitimando mais de 700 pessoas.

  • Saúde: Um bombardeio atingiu um centro médico no sul do país, matando 12 profissionais de saúde.

  • Resistência: O líder do Hezbollah, Naïm Qassem, afirmou que o grupo está preparado para um "longo confronto" e já lançou drones e mísseis contra Israel em conjunto com a Guarda Revolucionária Iraniana.

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