Lula mentiu ser a favor do combate ao crime para ganhar votos

 




🔰 SIGA: @coronelassis ↩️
CNN expõem que Lula mentiu ser a favor do combate ao crime para ganhar votos.

Fonte: https://www.instagram.com/reels/DfS-GBsTHLS/



O esgotamento da esperança: vamos todos morrer na praia



TERAPIA DE GRUPO

Mais do que nunca, depois que o STF, pelas mãos do petista Cristiano Zanin - escolhido previamente pela maioria dos ministros que comungam da mesma ideologia tirânica - recebeu a missão de, a qualquer preço, fazer de Lula o vencedor da eleição presidencial de 2026, as redes sociais se transformaram rapidamente em salas de terapia de grupo.

Ali, eleitores que acreditavam na vitória de Flávio Bolsonaro, sem ter a quem recorrer, passaram a se manifestar em textos, áudios e vídeos com um sentimento visível de frustração, impotência e perda irreparável.

É com base nessa lógica que vale compartilhar o texto do empresário Eduardo Brandão, intitulado "Vamos todos morrer na praia".

VAMOS TODOS MORRER NA PRAIA

Vou parar de falar de política. Talvez estas sejam minhas últimas palavras sobre o assunto. Não por falta de convicções, nem por resignação intelectual, mas por uma razão muito mais amarga: o esgotamento da esperança. A política brasileira deixou de ser território do debate de ideias para se transformar, aos meus olhos, num exercício permanente de indignação, impotência e desalento. E há um momento na vida em que até a indignação cobra seu preço. A alma também envelhece.

É O TEMPO

Lula foi eleito, a meu juízo, graças a uma sucessão de manobras jurídicas e políticas que considero uma afronta à consciência democrática. Mas isso já não importa. Assumirá mais um mandato e, temo, governará como governou antes: sustentado por um sistema de alianças, conveniências, fisiologismo e promiscuidade entre o poder político e as instituições que deveriam fiscalizá-lo.

Os Alcolumbres e os Alexandres continuarão, provavelmente, onde sempre estiveram: próximos ao poder, protegidos pelas engrenagens de um sistema que desenvolveu extraordinária capacidade de preservar seus protagonistas, enquanto consome a esperança daqueles que deveria servir. Os personagens permanecem incólumes; as instituições se desgastam; a sociedade paga a conta.

Mas o que verdadeiramente me atormenta já não é Lula. É o tempo. Quando outro presidente assumir depois dele, estarei com 67 anos. Sessenta e sete anos! Uma idade em que o futuro deixa de parecer uma promessa inesgotável e passa a ser medido pela urgência dos dias que ainda nos restam. E não estou sozinho. Vejo meus amigos, companheiros de geração, igualmente cansados. Homens que atravessaram décadas acreditando que o Brasil poderia, enfim, encontrar seu destino. Hoje, carregamos a sensação devastadora de termos envelhecido à espera de um país que nunca chegou.

A VIDA PASSOU...

Não foram apenas anos perdidos. Foram anos que deixamos de viver plenamente, consumidos pela expectativa de uma mudança que parecia sempre próxima e que, a cada novo amanhecer, se afastava um pouco mais. Passamos praticamente todo o século XXI combatendo aquilo que consideramos a degradação política e moral do Brasil.

Vimos o PT consolidar uma estrutura de poder que, em nossa percepção, ultrapassou a disputa eleitoral e alcançou a própria consciência de parte da sociedade. Lutamos, denunciamos, discutimos, escrevemos, votamos, protestamos. Acreditamos que a verdade prevaleceria sobre a conveniência, que as instituições resistiriam às tentações do poder e que a democracia seria capaz de corrigir seus próprios desvios.

Talvez tenhamos cometido o mais humano dos equívocos: acreditar que a história caminharia necessariamente em direção ao progresso. Mas a história não tem compromisso com nossas esperanças. O tempo, esse juiz silencioso e implacável, não devolve os anos sacrificados em nome de causas que não triunfaram. E há uma crueldade particular em perceber que podemos ter dedicado a melhor parte da existência a uma batalha cujo desfecho talvez não tenhamos o privilégio de testemunhar. Envelhecemos lutando. E, enquanto lutávamos, a vida passou.

APENAS DESTROÇOS...

Não teremos mais a juventude necessária para recomeçar. Talvez nem a disposição para continuar. A reconstrução de uma nação exige décadas; a existência humana, entretanto, não admite prorrogações. É essa a dimensão mais dolorosa da nossa derrota: não apenas a possibilidade de perdermos o país que sonhamos construir, mas a certeza de que estamos perdendo o tempo que nos permitiria vê-lo reconstruído.

Ao fim desse quarto mandato de Lula, temo que o Brasil se assemelhe a uma embarcação que atravessou sucessivas tempestades sem jamais encontrar um porto seguro. Uma nau exaurida, com o casco ferido, as velas rasgadas e a tripulação dividida entre os que ainda acreditam na travessia e os que já não distinguem o horizonte. E nós, que durante tantos anos remamos contra a correnteza, talvez já não tenhamos forças para alcançar a margem.

Há uma tragédia silenciosa em chegar ao entardecer da vida e descobrir que a pátria pela qual se lutou continua sendo uma promessa adiada. Não é apenas uma derrota política. É uma espécie de exílio dentro da própria terra. E, se existe algo mais doloroso do que perder a esperança no presente, é olhar para os filhos e netos e perceber que talvez lhes estejamos deixando como herança exatamente aquilo que passamos a vida tentando combater. Sinto muito por eles. Profundamente. Porque nós ainda tivemos o direito de sonhar com outro Brasil. Receio que eles herdem um país onde até o sonho tenha se tornado um luxo.

Ao fim e ao cabo, talvez seja esse o destino da nossa geração: assistir, impotente, ao naufrágio das próprias esperanças, enquanto o tempo recolhe, uma a uma, as forças que nos restam. E, quando a última onda finalmente alcançar a areia, talvez não haja vencedores entre nós. Apenas os destroços da nau chamada Brasil e os corpos de uma geração que passou a vida inteira tentando salvá-la.

Vamos todos morrer na praia.




Chuva ácida: a varinha de condão de Lula e o Imposto do Pecado




VARINHA DE CONDÃO

Ontem, dia 04, na calada da noite, elegantemente vestido com seu terno Armani, o reeleito presidente Lula resolveu saudar o povo brasileiro - e não apenas seus eleitores - bem de acordo com o ideário petista. Para tanto, sacou do bolso sua manjada varinha de condão e, num passe de mágica, baixou a Medida Provisória 1.399/2026, que define as alíquotas e normas complementares do estúpido Imposto Seletivo, que vai incidir sobre bens e serviços considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente a partir de 2 de fevereiro de 2027. Fantástico, não? Pois é...

CHUVA ÁCIDA

Pois, do alto de sua incrível capacidade para criar e/ou aumentar impostos, desta vez o presidente Lula achou por bem despejar na cabeça e no bolso dos pagadores do estúpido Imposto Seletivo - ou Imposto do Pecado - uma pesada chuva ácida com alto teor de corrosão.

Eis as alíquotas do nojento Imposto do Pecado, que o governo vai começar a abocanhar a partir de 2 de fevereiro de 2027:

Cigarros: 66,7%, mais uma cobrança fixa de R$ 3,50 por maço de 20 unidades.
Bebidas destiladas: até 24%, incluindo uísque, vodca e gin.
Cachaça e outros destilados de cana: 20%, conforme a classificação do produto.
Vinhos comuns: 8%.
Cervejas de malte: 4,2%.
Refrigerantes e outras bebidas açucaradas abrangidas pela norma: 2,6%.
Loterias e concursos de prognósticos: 0,5%.

No caso dos veículos, a tributação considera características como potência, eficiência energética, emissão de poluentes e reciclabilidade. Modelos classificados como sustentáveis poderão receber tratamento favorecido.

ARRECADAÇÃO DUVIDOSA

Sem levar em conta que aumento de impostos impõe alguma diminuição de arrecadação, mesmo assim o governo acredita que o Imposto do Pecado vai produzir uma receita fiscal de R$ 41,9 bilhões em 2027.



FRASE DO DIA


  O mentiroso não destrói nações; elas são destruídas pelos fanáticos que escolhem acreditar nele cegamente.  


- George Orwell 



Suborno e cegueira juvenil: o idealismo seletivo que só enxerga autoritarismo no adversário



Por Alex Pipkin, PhD em Administração e Consultor Empresarial

Parte dessa militância que se julga imune à manipulação costuma ser fácil de conduzir quando lhe oferecem uma causa e um inimigo. A prova exige leitura; o clichê, apenas repetição.

Há uma gurizada modernosa que parece saber tudo: os óculos certos, o tênis da hora, o grupo de pertencimento e a convicção de que o véio aqui é que está errado. Eles é que sabem. Sabem tanto que caem no clichê, confundindo insensatez com coragem e provocação rasteira com inteligência.

Quando os fatos contrariam a cartilha, a mensagem é quase explícita: não escutem. Tapem os olhos e os ouvidos. A boca, não. Essa continua aberta para falar por Lula.

A esquerda conhece extraordinariamente o expediente. Diante de um escândalo, troca-se o assunto; diante do próprio fracasso, fabrica-se um culpado. O adversário de ontem serve para encobrir a vergonha de hoje. A militância, tão vigilante para enxergar autoritarismo nos outros, desaprende a reconhecê-lo quando vem do seu lado.

Elementar, meu caro Janones. Ops, Watson.

No segundo turno, vieram medidas bancadas com dinheiro público. O pacote para MEIs, com perdão de dívidas e Pix de até R$ 5 mil, além do reajuste do Bolsa Família. Estelionato eleitoral na veia. Mas chamem como quiserem. Quando o governo abre o cofre em plena disputa eleitoral, não é generosidade espontânea. É a necessidade alheia transformada em instrumento de poder, com a virtude fazendo a cobertura moral.

E parte desses jovens que se dizem idealistas? Fecharam os olhos? Não perceberam? Ou preferiram não perceber porque a verdade atrapalhava a narrativa? Idealismo uma pinóia. Há conveniência nessa indignação seletiva, onde condena-se a força quando vem do adversário e celebra-se quando favorece os seus.

André Janones prospera nesse ambiente. E que ambiente!

Mas a pergunta que fica não é sobre ele. É sobre nós: que idealismo é esse que fecha os olhos para o cofre aberto em plena eleição e só enxerga autoritarismo no adversário?

O que que é isso, minha gente?

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Vídeo - Smart TV TCL 115" 4K UHD QLED Mini LED – Modelo 115C7K (2025)

Smart TV TCL 115" 4K UHD QLED Mini LED – Modelo 115C7K (2025)

Smartphone Samsung Galaxy Z Flip4 128GB Azul - 5G Octa-Core 8GB RAM Câm. Dupla + Selfie 10MP