Sol volta a aparecer no RS nesta quinta após dias de chuva e temporais


 Depois de um começo de semana marcado por chuva e temporais em várias regiões, o tempo firme finalmente volta ao Rio Grande do Sul nesta quinta-feira. O sol predomina em todas as áreas, ainda que acompanhado de algumas nuvens.

Segundo a MetSul Meteorologia, pode haver neblina isolada no amanhecer. O dia começa com temperaturas agradáveis, que sobem rápido com o sol. À tarde, o clima fica agradável a um pouco quente, principalmente no Noroeste e Norte do estado.

A melhora vem depois de uma sequência de temporais severos que causaram estragos no RS e em Santa Catarina no final da terça. No território gaúcho, os maiores volumes ficaram no Alto Jacuí e no Planalto Médio, entre 100 mm e 200 mm, inclusive na região de Passo Fundo. Em Espumoso, dois temporais com rajadas fortes atingiram a cidade em poucas horas. Na Serra, granizo danificou milhares de casas, com maiores prejuízos em Nova Pádua.

Em Santa Catarina, uma linha de instabilidade provocou ventos destrutivos. Chapecó registrou a passagem de um tornado que atingiu o aeroporto, e Xanxerê também sofreu com vendaval que chegou a tombar veículos na rodovia.

De acordo com a análise meteorológica, os temporais foram provocados por um Complexo Convectivo de Mesoescala (CCM) — um aglomerado de tempestades formado em ambiente quente e úmido, associado a um centro de baixa pressão. Para esta quinta, o risco de tempo severo diminui, mas ainda há chance de temporais isolados em Santa Catarina, Paraná e São Paulo.



A derrota de Trump nas midterms muda o jogo em Washington



As eleições de meio de mandato desta terça-feira nos Estados Unidos representaram um importante revés político para Donald Trump. O eleitorado usou a renovação do Congresso e a escolha de governadores para mostrar descontentamento com os rumos do governo — principalmente com custo de vida, inflação e alta dos preços de energia e combustíveis. O resultado também expôs os limites da estratégia do presidente e a dificuldade de converter popularidade em apoio parlamentar.

Mais que uma disputa entre republicanos e democratas, a votação foi uma avaliação dos dois primeiros anos do atual mandato. A perda de espaço no Congresso reduz a capacidade de Trump de aprovar sua agenda e abre uma nova etapa de disputa entre Casa Branca e Legislativo.

Os números

Na Câmara dos Representantes, os democratas conquistaram 228 cadeiras contra 139 dos republicanos, com 68 disputas ainda sem definição na atualização desta quarta. No Senado, passaram a ter 54 parlamentares — incluindo dois independentes que integram a bancada — contra 44 republicanos. Duas disputas ainda estavam em aberto. A virada é expressiva: os republicanos controlavam as duas Casas antes da votação. Na disputa por governos estaduais, os democratas também avançaram: 28 governos contra 20 republicanos, considerando resultados já anunciados.

Economia pesou no voto

A insatisfação econômica foi determinante. Custo de vida, inflação persistente e alta de combustíveis e energia pesaram. Também influenciaram as consequências da guerra com o Irã e os efeitos das tarifas comerciais impostas por Trump. Pesquisas de boca de urna indicaram que metade dos eleitores viu a votação como chance de manifestar oposição ao presidente. Cerca de 70% defenderam que o Congresso exerça maior controle sobre o Executivo. A mobilização de Trump não foi suficiente para neutralizar as preocupações do dia a dia.

O que muda no Congresso

A partir de janeiro, quando os novos parlamentares assumirem, Trump terá de governar com Congresso controlado pela oposição. Os democratas poderão bloquear projetos, dificultar indicações para cargos importantes e abrir investigações sobre decisões do governo, negócios da família presidencial e política externa. A Câmara também poderá iniciar processos de impeachment, embora a condenação dependa de dois terços do Senado. Trump já sinalizou disposição para negociar, mas ameaçou vetar projetos que considere inaceitáveis. Os próximos dois anos devem ser marcados por confronto institucional e negociações duras.

A eleição também trouxe marcas históricas, como a democrata Keisha Lance Bottoms, 56 anos, eleita para o governo da Geórgia — a primeira mulher negra a ocupar o cargo — e Abdul El-Sayed, eleito por Michigan como o primeiro senador muçulmano.

Reflexos no exterior

Na política externa, a derrota pode limitar a liberdade de ação do presidente, sobretudo em temas que dependem de recursos ou aprovação parlamentar. A guerra com o Irã e a política comercial devem estar entre os assuntos mais questionados. Mas não há mudança automática na orientação internacional dos EUA: o presidente mantém importantes prerrogativas diplomáticas e militares e pode até tentar concentrar esforços no exterior para compensar dificuldades internas.

Para o Brasil, abre-se oportunidade de diálogo com parlamentares democratas e republicanos contrários ao uso de tarifas e sanções como instrumento de pressão política. A nova maioria pode ampliar a fiscalização sobre medidas adotadas contra Brasília e criar espaço para discutir barreiras comerciais — o que não significa suspensão imediata de tarifas.



Pé-de-Meia Universitário começa em 2027 com foco em alunos do CadÚnico



O ministro da Educação, Leonardo Barchini, afirmou nesta quarta-feira que o Pé-de-Meia Universitário deve começar em 2027. A nova etapa do programa será voltada para a permanência de estudantes do ensino superior inscritos no Cadastro Único (CadÚnico) e para a conclusão da graduação em universidades públicas.

A ampliação, voltada a universitários de baixa renda, foi prometida pelo presidente Lula durante a campanha de reeleição.

Segundo Barchini, a expansão atende à mudança de perfil dos alunos das federais nos últimos 20 anos. Se antes dois terços vinham da rede privada, hoje dois terços vêm de escolas públicas.

"Como esse perfil de estudante mudou, precisamos dar outro tipo de assistência para que esse estudante permaneça. Porque acessar é uma das etapas que esse estudante vence, mas permanecer é uma outra batalha igualmente difícil", disse o ministro.

O programa, que também será universalizado para estudantes do ensino médio público em março, está na fase final de desenho após quatro anos de análises.

Como deve funcionar a partir de 2027:

  • Bolsa: R$ 700 por mês, durante 10 meses do ano letivo;
  • Poupança mensal: R$ 250 por mês, durante 10 meses, retidos em poupança;
  • Resgate final: o universitário poderá sacar R$ 10 mil (mais correção inflacionária) ao concluir a graduação em quatro anos, para iniciar a vida profissional.

"A contrapartida também vai ser permanecer na universidade, concluir o curso de uma forma integral, no tempo certo, para que a gente possa de fato transformar ainda mais esse país", explicou Barchini.



Trump admite que guerra com Irã pesou na derrota republicana nas midterms



O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reconheceu nesta quarta-feira (4) que a guerra com o Irã foi o principal fator para a ampla derrota do seu partido nas eleições de meio de mandato, depois que o vice-presidente JD Vance pediu que os republicanos fossem "honestos" sobre o assunto.

Questionado se concordava com Vance de que o Irã foi "a razão" da derrota, Trump respondeu a jornalistas no canteiro de obras do salão de festas da Casa Branca: "Acho que, em grande parte, é verdade, porque fez com que o preço da gasolina subisse um pouco no curto prazo".

O presidente disse ainda que uma nova tentativa de impeachment contra ele "destruiria" a oposição. "Acho que isso destruiria o Partido Democrata. Impeachment por qual motivo? Porque temos um país bem-sucedido?", questionou.

Trump descartou demitir o secretário de Defesa, Pete Hegseth, apesar de atribuir à guerra com o Irã a derrota. "Não, acho que ele está fazendo um ótimo trabalho", afirmou.

A oposição democrata impôs na terça uma derrota esmagadora ao retomar o controle da Câmara e do Senado.

Ainda não está claro qual será, a partir de agora, a estratégia do presidente em relação à república islâmica, que oscila entre o desejo declarado de pôr fim à guerra e ameaças de acabar com o Irã.

Diversos eleitores ouvidos pela AFP mencionaram custo de vida e guerra para explicar o voto. É o caso de Gabrielle Schlueter, de 69 anos, da Geórgia: "O fato de estarmos em plena guerra praticamente não traz nenhuma vantagem".

"A mensagem dos eleitores é clara: eles querem se livrar dos custos econômicos da guerra. A questão é se Trump vai perceber isso ou se persistirá na mesma política que contribuiu para essa derrota histórica", avaliou Sina Toossi, do Centro de Estudos Internacionais, em Washington. Para ele, a guerra virou um "fardo político". Uma escalada não oferece "nenhum caminho claro para a vitória e corre o risco de prejudicar ainda mais sua Presidência".

No exterior, as midterms foram acompanhadas com atenção incomum. "Seja por consciência ou pelo custo de vida, os americanos disseram NÃO À GUERRA, e nós apoiamos essa mensagem", escreveu o negociador iraniano Mohammad Bagher Ghalibaf, no X. Já o líder supremo iraniano, Mojtaba Khamenei, foi mais cauteloso e disse que quem espera mudança na política dos EUA "está enganado".

Os líderes democratas no Congresso, Hakeem Jeffries e Chuck Schumer, pediram o fim da guerra. "O povo americano não sabe por que estamos lutando no Irã. Esta guerra precisa acabar", afirmou Schumer.

Resta a dúvida sobre o que Trump fará. "Os eleitores estabeleceram uma relação entre a situação no Irã e sua própria situação financeira", destacou Todd Belt, da Universidade George Washington. Nos últimos dias, veículos mencionaram a possibilidade de uma campanha militar breve e intensa após as eleições, impulsionada pelo primeiro-ministro israelense em fim de mandato, Benjamin Netanyahu. O próprio Trump disse no fim de semana estar disposto a dar um "golpe contundente" contra o Irã e os EUA bombardearam uma ilha iraniana na segunda.

"Uma nova escalada de grandes proporções poderia desencadear represálias devastadoras do Irã, provocar novos abalos na economia mundial e, potencialmente, gerar uma rebelião aberta dentro de seu próprio partido", alertou Toossi.




GARGANTILHA FOLHEADA A OURO COM MEDALHA SOL E MAR





Gargantilha folheada a ouro, contendo medalha Sol e Mar.


Código: G1760


Unid.: pç


Garantia: 1 ano após a data da compra


Prazo de liberação: Até 48 horas (somente dias úteis)


Dimensões aproximadas:

-comprimento do pingente: 1,5 cm

-largura do pingente: 1,5 cm

-comprimento da corrente (sem extensor): 45,5 cm

-comprimento da corrente (com extensor): 54,5 cm


Link do produto: https://www.imagemfolheados.com.br/produto/gargantilha-folheada-a-ouro-com-medalha-sol-e-mar/G1760&a=97592

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