Vídeo - Quando o voto deixa de escolher e passa a enganar
Antes das eleições eu falei uma coisa bem direta:
Quando a corrupção vira sistema, o voto deixa de escolher. Ele só serve pra te enganar.
Citei Stalin: “Não importa quem vota. Importa quem conta o voto.”
E coloquei as fichas em André Mendonça, Nunes Marques e Fux. Disse que se esses três não fizessem o dever de casa, a gente ia votar sem saber pra quem o voto realmente ia.
Agora os números de 2026 estão aí.
No primeiro turno, Flávio Bolsonaro teve 56.104.503 votos (47,03%). Lula ficou com 53.879.538 (45,16%). Diferença de mais de 2,2 milhões a favor do Flávio.
No segundo turno, Lula somou 64.256.232 votos (51,79%) e Flávio 59.826.041 (48,21%). Diferença final de 4,43 milhões a favor de Lula.
Ou seja: em três semanas Lula cresceu mais de 10,3 milhões de votos. Flávio cresceu 3,7 milhões.
No dia da eleição, o ministro Cristiano Zanin, que foi advogado de Lula, decidiu prorrogar a votação em duas horas. A apuração parou. Depois retomou. Segundo o próprio TSE, só cerca de 35 mil votos foram registrados depois das 17h. Um número pequeno diante da diferença final, mas suficiente para gerar desconfiança em milhões de pessoas.
Os mesmos ministros em quem eu e muita gente depositamos esperança certificaram o processo. Nunes Marques, presidente do TSE, afirmou que tudo ocorreu com “absoluta segurança”. Depois se afastou das denúncias junto com Mendonça.
Não preciso gritar fraude.
Só deixo a pergunta que eu já tinha feito antes:
Se o sistema está limpo, por que a confiança evaporou tão rápido?
Se o voto ainda vale, por que tanta gente saiu da urna sentindo que o jogo já estava montado?
Democracia não é só ir votar.
É acreditar que o seu voto chegou intacto do outro lado.
E quando essa crença quebra…
o resto vira só teatro!

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