Tesla apresenta o novo Roadster com “propulsores de ar” e promessa de voar a partir de 2028


 Elon Musk revelou nesta semana o novo Tesla Roadster equipado com propulsores de ar, apresentando o modelo como um carro capaz de “voar”. A demonstração aconteceu durante um evento da SpaceX no Texas e foi transmitida ao vivo pela conta da Tesla no X.

No vídeo, o veículo autônomo acelera em alta velocidade, sobe uma rampa íngreme, salta no ar e pousa novamente sobre as rodas. “Os veículos voadores são reais”, declarou Musk. Ele admitiu que o sucesso do projeto “não está garantido”, mas acredita que “provavelmente vai funcionar”. A produção está prevista para começar em 2028.

Como funciona o “carro voador”

O novo Roadster usa reservatórios de ar de altíssima pressão para se impulsionar. Segundo Musk, a solução é fruto da parceria entre Tesla e SpaceX — as melhores empresas do mundo, nas palavras dele, nos setores automotivo e aeroespacial.

O empresário reconheceu que o modelo “não é, necessariamente, um veículo ideal em termos de segurança”, mas garantiu que será “um carro de verdade, que estará nas vias”. “Não tenho certeza se será permitido em todas as jurisdições, mas será um automóvel que poderá ser adquirido.”

As versões Performance e Thrust (esta última com propulsores mais potentes) já estão disponíveis para reserva no site da Tesla. O preço final, no entanto, ainda não foi divulgado.

A apresentação chega após nove anos de atrasos e adiamentos sucessivos.

E a regulamentação?

A Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA) já esclareceu que o Roadster não se enquadra na definição oficial de aeronave. Portanto, não precisará das certificações tradicionais de voo.

Embora a ideia de carros voadores exista desde o protótipo de Glenn Curtiss, em 1917, só nos últimos anos o setor passou a ser visto com mais seriedade, graças ao avanço de baterias de alta performance e motores elétricos.

O novo Roadster da Tesla tenta justamente transformar essa velha promessa em realidade — ou, pelo menos, em um salto espetacular.



Governo libera R$ 14 milhões e reforça combate aos incêndios no Amazonas

O Governo Federal anunciou neste sábado (17) a liberação imediata de R$ 14 milhões, por meio da Defesa Civil Nacional, para intensificar o combate aos incêndios florestais no Amazonas.

O recurso será destinado a assistência humanitária, compra de equipamentos de proteção e contratação de duas novas aeronaves. Com isso, a frota aérea na região sobe de 11 para 16 aeronaves.

Além do reforço financeiro, uma comitiva ministerial chega a Manaus neste domingo (18) para acompanhar a situação de perto. Participam os ministros do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco; da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva; da Defesa, José Múcio Monteiro; e da Integração e Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, além de equipes técnicas.

Também serão mobilizados contingentes da Polícia Federal (PF), da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e das Forças Armadas para atuar na linha de frente e investigar focos de incêndio criminosos.

Na terça-feira (20), o Ministério da Saúde instalará em Manaus uma base preventiva da Força Nacional do SUS. Será a quarta unidade descentralizada aberta neste ano, como parte do preparo federal para os possíveis impactos do El Niño 2026/2027.

O conjunto de medidas busca dar resposta rápida à crise ambiental que atinge o estado.



A matemática começa a apertar o Inter na luta contra o rebaixamento

A vida do Internacional no Brasileirão já não estava fácil. Depois da derrota para o Mirassol, o cenário ficou ainda mais complicado.

Com a perda, o Colorado estacionou nos 32 pontos. E a conta começa a ficar cruel.

Se o Grêmio vencer o Cruzeiro neste domingo, na Arena, sobe para 34 pontos. Se o Corinthians bater o Vitória na segunda-feira, chega aos 35. O Vasco, com um jogo a menos, já tem 35. E o próprio Mirassol subiu para 36 pontos, com aproveitamento de 38,7%.

Para se livrar da zona de rebaixamento, a média histórica aponta que 44 pontos costumam ser suficientes — o que representa 38,5% de aproveitamento no total do campeonato.

Isso significa que o Inter precisa conquistar pelo menos 12 dos 21 pontos que ainda vai disputar (são sete jogos pela frente). Ou seja: um aproveitamento de 57% daqui para a frente.

O problema? O time ainda não conseguiu manter esse ritmo em nenhum momento da temporada. Para efeito de comparação, o Athletico-PR, terceiro colocado, tem 58% de aproveitamento até aqui.

A torcida já espera um Beira-Rio lotado na próxima partida, contra o Corinthians. Mas, além da paixão, o Colorado vai precisar de resultados urgentes. A matemática, desta vez, não está do lado do Inter.

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