Zucco confirma vinda de Flávio Bolsonaro ao RS na próxima quarta-feira
O governador eleito do Rio Grande do Sul, Luciano Zucco (PL), confirmou que o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) cumprirá agenda no Estado na próxima quarta-feira (14).
A visita marca os primeiros compromissos do senador na região Sul nesta segunda etapa da corrida presidencial. Os detalhes da programação estão em fase de definição e serão divulgados em breve.
Zucco articula a participação dos governadores do PL eleitos e reeleitos na região — Jorginho Mello (SC) e Sergio Moro (PR) —, além dos seis senadores eleitos pelos três estados do Sul.
Segundo o governador eleito, a meta da mobilização é ampliar a votação de Flávio Bolsonaro na região e reforçar o discurso de mudança para o desenvolvimento estadual e nacional.
Meta diz que acusações da campanha de Lula são falsas e sem respaldo nos fatos
A Meta afirmou, em nota, que as alegações feitas pela campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) são "simplesmente falsas e não encontram respaldo nos fatos".
A campanha do petista acusou a empresa de tentativa de interferência no processo eleitoral e disse que irá acionar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Segundo a Meta, muitos dos problemas técnicos mencionados pela campanha de Lula não afetaram apenas o Brasil ou contas específicas nas plataformas. A empresa disse ainda que cumpre as normas eleitorais no país.
"As alegações são simplesmente falsas e não encontram respaldo nos fatos. Muitos dos problemas técnicos mencionados não afetaram exclusivamente o Brasil ou contas específicas nas nossas plataformas. Cumprimos com as normas eleitorais e estamos comprometidos com a isonomia do uso das nossas plataformas por todos", afirmou a Meta, em nota.
Campanha de Lula acusa Meta de interferência eleitoral e diz que acionará TSE e ANPD
A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acusa a Meta de tentativa de interferência eleitoral. Neste sábado, 10, a equipe informou que vai acionar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e formalizar denúncia contra a empresa na Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD).
Segundo os assessores, os indícios de intromissão começaram em dezembro do ano passado e se intensificaram entre a manhã de ontem e hoje, período em que o perfil do candidato no Instagram ficou impedido de impulsionar conteúdos e veicular anúncios.
"Isso significa que, durante todo esse período, a campanha não pode utilizar essa modalidade de impulsionamento, que faz parte da estratégia digital de qualquer campanha política. A empresa alega que essa falha afetou outros anunciantes e mercados, mas não trouxe qualquer evidência disso, muito menos de que esse problema tenha afetado também outros candidatos no Brasil. Mais uma vez, afirma a Meta, foi um problema técnico", diz nota da coordenação.
A equipe afirma que a sucessão de problemas técnicos não explicados "levanta forte suspeita que a ação da Meta se configure como uma tentativa de interferência no processo eleitoral brasileiro, em benefício à candidatura de Flávio Bolsonaro".
O documento faz um histórico: no dia 10 de dezembro, enquanto a Câmara votava o projeto da dosimetria, as páginas de Lula e de lideranças de esquerda teriam sido retiradas do mecanismo de buscas do Instagram e a localização dos perfis foi limitada. À época, a Meta teria reconhecido o evento como problema técnico.
Ainda segundo a campanha, no primeiro turno a conta de anúncio de Lula chegou a ser retirada do ar sem justificativa formal. A campanha também acusa o algoritmo da Meta de privilegiar a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) e prejudicar o engajamento de Lula, falha que a empresa também teria atribuído a problemas técnicos.
Segundo o PT, documento produzido pela inteligência da Secretaria Nacional de Comunicação do partido apontou que a página de Flávio tinha, em média, 2,96 vezes mais engajamento que a de Lula, apesar de ter 17,2% de seguidores a menos.
A campanha cita ainda que, no dia 8 de outubro, uma publicação da conta oficial de Lula teria tido interrupção no número de visualizações, com impacto no alcance. "A Meta admitiu, uma vez mais, problemas técnicos. Essa situação se repetiu com várias publicações e perfis que traziam declarações de apoio à candidatura do Presidente Lula", afirma.

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