Aposta do Mato Grosso leva sozinha R$ 324 milhões da Mega-Sena
Uma aposta de Rondonópolis (MT) acertou as seis dezenas do Concurso 3.077 da Mega-Sena e levou sozinha o prêmio histórico. O sorteio foi realizado nesta quarta-feira (28), e chegou a R$ 324 milhões.
Os números sorteados foram: 02 - 14 - 18 - 31 - 35 - 40.
A quina teve 116 apostas ganhadoras. Cada uma receberá R$ 32.185,33. A quadra saiu para 7.598 apostas, no valor de R$ 701,97 cada.
Flávio recua de autodeclaração como “presidente eleito” e diz que é “líder” do Brasil nos EUA
Derrotado nas urnas, o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) divulgou nesta quarta-feira uma carta em que inicialmente se autoproclamava o "presidente eleito do Brasil". Depois, recuou e alterou o trecho para dizer que é o "líder" do país.
A primeira versão trazia na abertura: "dirijo-me ao povo brasileiro e à comunidade internacional como o verdadeiro presidente eleito do Brasil". Posteriormente, foi alterada para "dirijo-me ao povo brasileiro e à comunidade internacional como líder do Brasil".
Versões do documento
Na primeira versão, a carta trazia um brasão escrito "Estados Unidos do Brazil", nome adotado após a Proclamação da República, em 15 de novembro de 1889. Depois, foi enviada outra versão, com o brasão que dizia "República Federativa do Brasil", nome atual.
Alegações de fraude eleitoral
Flávio acusa, sem provas, o Supremo Tribunal Federal (STF), em conluio com o PT, de ter promovido fraude eleitoral, sob o argumento de que a votação continuou mesmo com parte das urnas lacradas.
"Na noite de domingo, vi estarrecido uma fraude eleitoral se concretizar diante dos meus olhos. A atuação ilegítima e ilegal do ex-advogado do Lula permitiu que uma impossibilidade matemática se concretizasse e Lula acrescentasse mais de 10 milhões de votos do primeiro para o segundo turno", disse.
Ele não cita, porém, que sua própria campanha também entrou com pedido para prorrogar o horário de votação em 17 cidades, alegando que chuvas teriam atrapalhado o deslocamento de eleitores.
A fuga do país
Flávio se descreve como perseguido político e vítima de caça às bruxas e comenta ter fugido do Brasil. "Quero deixar claro: não fugi do Brasil, eu saí pelo Brasil, saí de um regime de exceção para poder ser o líder que o meu povo merece, pois calado, preso e censurado, como meu pai está, eu não poderia ser essa liderança e seríamos entregues ao teatro institucional de uma oposição castrada e controlada pela Suprema Corte repleta de serviçais do regime".
O candidato do PL se compara a nomes como Rui Barbosa, Charles de Gaulle, Juan Guaidó, Edmundo González e María Corina Machado e diz que liderará a oposição dos Estados Unidos.
"Liderarei a oposição daqui. Direi o que vocês, aí, não podem dizer, e assumirei os riscos que vocês não podem correr ... Nos próximos dias, vou me dirigir regularmente ao povo brasileiro, e apresentaremos uma estratégia para mobilizar a oposição e o imenso apoio popular que temos, por todos os meios pacíficos e legítimos, para impedir que Lula consolide um regime ditatorial no Brasil", continuou.
Ele ainda agradece aos presidentes da Argentina, Javier Milei, e dos Estados Unidos, Donald Trump, pela ajuda – Flávio se deslocou para a Argentina para, de lá, partir para solo norte-americano. O senador também se referiu a Rogério Marinho (PL-RN) como seu "candidato à Presidência do Senado".
Rejeição ao resultado
No domingo, Flávio afirmou ser impossível reconhecer o resultado do 2º turno e que pediria anulação do pleito. No dia seguinte, após conversa com sua equipe jurídica, sua campanha disse que ele havia desistido de sustentar a tese. Na terça, Flávio deixou o país, apesar da intimação da Polícia Federal para que não deixasse o Brasil.
A carta na íntegra traz agradecimentos a Milei e Trump, acusações de fraude e perseguição, defesa de que não há mandado de prisão contra ele e promessa de liderar a oposição dos EUA.
Após reconhecer resultado da eleição, PL silencia sobre autoproclamação de Flávio como “presidente eleito”
O PL preferiu não se posicionar sobre a carta em que seu candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), se autoproclamou "presidente eleito do Brasil". Questionado pela reportagem sobre o tema, o partido afirmou que ainda não tinha um posicionamento. Na segunda-feira, a sigla reconheceu o resultado da eleição.
Mais cedo, Flávio publicou uma declaração se apresentando como presidente eleito. Pouco depois, no entanto, recuou e alterou o conteúdo para "líder do Brasil".
A primeira versão chegou a ser publicada em suas redes sociais e, antes, havia sido divulgada por um aliado, o influenciador digital Paulo Figueiredo. A postagem foi apagada e repostada.
O documento já havia passado por uma alteração. Antes, a carta trazia um brasão escrito "Estados Unidos do Brazil", nome adotado após a Proclamação da República, em 15 de novembro de 1889. Depois, Figueiredo enviou outra versão, com o brasão "República Federativa do Brasil", nome atual do Brasil.
Apesar do presidenciável alegar fraude eleitoral, o PL saiu das urnas com a maior bancada da Câmara dos Deputados.
Rogério Marinho, líder da campanha de Flávio, diz que não há provas de fraude eleitoral
O senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado e coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), comentou nesta quarta-feira a divulgação de uma carta de Flávio Bolsonaro, que saiu com a família para os Estados Unidos após ser derrotado nas urnas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Em uma primeira versão da carta, divulgada na rede social X, Flávio se declarava o "verdadeiro presidente eleito do país". Meia hora depois, o documento foi apagado e uma segunda versão substituiu o termo "presidente eleito" por "líder do Brasil".
"A carta que está no seu Twitter, que é carta oficial, a definitiva, ele se coloca como líder. De fato, Flávio, pelo número de votos que teve, pelo papel que desempenhou nas últimas eleições, é hoje a maior expressão da direita no Brasil", disse Marinho em coletiva no Senado. "Acredito que deve ter havido algum problema na confecção da carta", acrescentou sobre a mudança.[X][carta]
Posicionamento sobre fraude eleitoral
Questionado sobre ter havido fraude, como alega sem provas Flávio na carta, Rogério Marinho reconheceu que não tem provas para sustentar a posição. "O PL não pode fazer essa afirmação, nem eu posso fazer essa afirmação, porque não há provas nesse sentido", admitiu.
Para o senador, a acusação de Flávio seria uma espécie de desabafo por ter decidido deixar o país. Marinho disse que Flávio seria um "exilado", apesar de ter saído de forma voluntária, sem ordem de prisão. Bolsonaro responde a investigações sobre lavagem de dinheiro, evasão de divisas e corrupção.
Em uma delas, é suspeito, ao lado do advogado Willer Tomaz, de lavagem de dinheiro por meio de plataformas de bets. Também é alvo de outro inquérito que investiga o financiamento do filme Dark Horse, sobre a trajetória de seu pai. A partir do ano que vem, termina o mandato de senador e ficará sem foro privilegiado e imunidade parlamentar.
Carta de Flávio
No comunicado, Flávio diz que vai liderar a oposição a partir dos EUA e que correrá os riscos que os parlamentares eleitos do PL não poderão correr.
Antes de sair do país de forma clandestina em um avião de luxo fretado, que decolou da Argentina, com apoio do governo vizinho, Flávio tinha contra si somente uma ordem judicial para entregar os passaportes à Polícia Federal. Para Marinho, no entanto, este seria um impedimento para exercer a liderança da oposição em solo brasileiro.
"Na verdade, é o que ele pode fazer. Porque aqui no Brasil é impossível, pelo menos pelos sinais que estavam sendo demonstrados, que ele pudesse exercer esse papel [de líder da oposição]", afirmou.
Marinho ainda comentou a declaração do presidente dos EUA, Donald Trump, de que "não irá se envolver" em relação à carta de Flávio. Para o aliado, Trump tem legitimidade para opinar sobre política internacional, mas cabe ao Brasil resolver os próprios problemas, e rechaçou intervenção estrangeira.
"Eu espero que não haja nenhuma intervenção no processo interno do Brasil", disse.
Acusação sem provas
Na carta, o candidato derrotado afirma que a eleição foi fraudada e critica a decisão do ministro do STF Cristiano Zanin de estender o prazo de votação até as 19h. Zanin atendeu a pedido das campanhas do PL e do PT.
No 2º turno, realizado no último domingo (25), Lula obteve 64 milhões de votos. Já Flávio ficou com pouco mais de 59 milhões. As duas horas de extensão computaram apenas 34.393 votos. Cerca de 158,7 milhões de eleitores estavam aptos a votar, segundo o TSE.
As afirmações de Flávio, sem provas, contrariam a apuração e o reconhecimento do pleito pelo TSE, além do reconhecimento da Organização dos Estados Americanos (OEA) e de líderes de diversos países.
Trump diz que “não vai se envolver” após Flávio se autodeclarar “líder” do Brasil nos EUA
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira, 28, que não se envolverá na turbulência pós-eleitoral no Brasil, após Flávio Bolsonaro — que fugiu para os Estados Unidos depois da derrota — declarar-se o verdadeiro líder brasileiro.
"Bem, não vou fazer comentários sobre isso, mas sei que demos a ele permissão para entrar no país; então, vamos ver", disse Trump a repórteres ao ser questionado sobre a declaração de Bolsonaro, seu aliado de direita. "Mas não vou me envolver. Foi uma eleição muito estranha, isso é certo."
Após fugir do Brasil para Miami, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato derrotado à Presidência, divulgou carta nesta quarta agradecendo aos presidentes da Argentina, Javier Milei, e dos Estados Unidos, Donald Trump. Em tom golpista, se autodeclarou como "verdadeiro presidente eleito do Brasil". É a primeira vez que se manifesta após deixar o país.
A carta, divulgada por apoiadores e pelo próprio senador, já tem três versões. A primeira tem um brasão escrito "Estados Unidos do Brazil", com o nome do país em inglês e a data de 15 de novembro de 1889. O emblema remonta à Proclamação da República e vigorou até 1968.
O manifesto foi enviado pelo blogueiro Paulo Figueiredo. Quinze minutos após distribuir o texto, o influenciador divulgou uma nova versão, atualizando o brasão com nome correto do país. Flávio abrandou o tom em uma terceira versão, publicada no X às 17h51, autointitulando-se "o líder do Brasil".
"Dirijo-me ao povo brasileiro e à comunidade internacional como o verdadeiro presidente eleito do Brasil. Antes de mais nada, queria agradecer ao Presidente Milei, pela coragem, senso de justiça e legalidade, ao Presidente Trump e ao maravilhoso povo americano por me acolher. Essa é uma terra de liberdades e irmãos que comungam dos mesmos valores das boas pessoas do meu país. O Presidente Trump é um grande defensor da liberdade de expressão", escreveu nas duas primeiras versões.
Flávio chamou o resultado do segundo turno de "fraude eleitoral", sem apresentar provas, repetindo o discurso do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em 2022. Lula foi reeleito com 51,78% dos votos válidos, ante 48,22% de Flávio – diferença de 4,4 milhões de votos.
Também caracterizou como "atuação ilegítima e ilegal do ex-advogado do Lula" a prorrogação em duas horas do horário de votação definida pelo ministro do STF Cristiano Zanin, após pedidos das duas chapas. O senador disse que a decisão acrescentou 10 milhões de votos a Lula. Tanto a campanha de Lula quanto a de Flávio pediram a prorrogação.
A vitória de Lula foi reconhecida pelo presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, na noite do último domingo, 25. O Partido Liberal (PL) e o vice de Flávio na chapa derrotada, o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), também atestaram o resultado.
"Reconhecemos o resultado presidencial, proclamado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas entendemos que os questionamentos levantados precisam ser devidamente esclarecidos dentro de um debate político equilibrado e democrático. Seguiremos acompanhando os fatos e buscando respostas com responsabilidade, transparência e respeito às instituições", segundo nota do partido, assinada por Valdemar Costa Neto.
"Nossas bandeiras continuam aí e nós não vamos desistir do Brasil. Nós lutamos até o fim, permanecemos de pé, mantivemos nossos princípios. Têm vitórias que representam derrotas e têm derrotas que são verdadeiras vitórias. Nós ganhamos, permanecemos firmes naquilo que acreditamos. O Brasil, no futuro próximo, vai vencer", disse Gaspar em pronunciamento nas redes sociais.
Levantamento do Monitor do Debate Político no Meio Digital, da USP, aponta que houve 34,7 mil votos após às 17h no segundo turno, até as 19h. O número é menor que os 40 mil registrados em 2022, quando não houve extensão de prazo.
"Na noite de domingo, vi estarrecido uma fraude eleitoral se concretizar diante dos meus olhos. A atuação ilegítima e ilegal do ex-advogado do Lula permitiu que uma impossibilidade matemática se concretizasse e Lula acrescentasse mais de 10 milhões de votos do primeiro para o segundo turno", prosseguiu Flávio na carta.
No texto, o candidato derrotado se comparou a políticos de esquerda e direita que partiram para o exílio, como Rui Barbosa, Charles de Gaulle, José Martí, Juan Guaidó, Edmundo González e María Corina Machado.
"Não sou o primeiro a ter que lutar pelo próprio país longe dele. Rui Barbosa foi para o exílio por enfrentar o arbítrio de Floriano Peixoto e de lá seguiu defendendo a lei e a liberdade. Charles de Gaulle liderou a França Livre a partir de Londres, condenado à morte pelo regime de Vichy, e voltou para libertar o seu país. José Martí organizou a luta pela independência de Cuba a partir de Nova York. Na Venezuela, Juan Guaidó e Edmundo González tiveram que deixar o país por enfrentar a ditadura chavista, e María Corina Machado, mesmo perseguida, se recusou a legitimar a fraude e se tornou um símbolo mundial da resistência democrática. Todos eles foram tratados como criminosos pelos regimes que enfrentavam. A história os chamou de outra coisa."
Lula, Flávio e os respectivos partidos ingressaram na Justiça com pedidos de cassação de chapa um contra o outro durante a campanha. Sem citar o nome do ministro Alexandre de Moraes, o senador o acusou de "sequestrar meus passaportes".
A Polícia Federal pediu a suspensão dos passaportes dele no domingo, sete minutos após o resultado do segundo turno. Moraes acatou. A ordem, descumprida por Flávio, se deu em inquérito que apura suspeitas de lavagem de dinheiro do senador com o advogado Willer Tomaz.
A PF encontrou registros de e-mail em que o presidenciável derrotado era citado como operador de uma conta no exterior vinculada ao advogado, o que poderia gerar risco de fuga. De acordo com a PF, Tomaz deixou o Brasil e foi para os EUA após passar a ser investigado.
Como mostrou o Estadão, Flávio, a mulher Fernanda Bolsonaro e as filhas deixaram o Brasil de carro via Foz do Iguaçu na terça-feira, 27. A família embarcou num jato particular no Aeroporto Internacional de Cataratas del Iguazu, na Argentina, e desembarcou em Miami pouco depois das 10h30, pelo horário de Brasília.
Flávio usou o passaporte italiano para entrar na Argentina e o diplomático para os EUA. A PF já havia cancelado os documentos brasileiros.
Antes da fuga, o discurso era outro. O senador prometeu "pedir a anulação" do segundo turno no domingo e buscar a cassação da chapa de Lula e Alckmin na segunda.
"Não era minha intenção deixar minha pátria, mas eu sei exatamente onde isso vai dar. Isso é o manual clássico de qualquer golpe de Estado. A perseguição política que começou com meu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, e se espalhou para milhares de outros brasileiros patriotas comuns e até mesmo cidadãos americanos, tem um único objetivo: silenciar qualquer pessoa que não concorde com o regime de exceção instaurado no Brasil, através de uma Suprema Corte aparelhada pela organização criminosa petista."
PT pede investigação sobre rota de saída de Flávio Bolsonaro do Brasil para os EUA
O líder do PT na Câmara dos Deputados, Pedro Uczai (SC), e o deputado federal Rogério Correia (PT-MG) pediram à Polícia Federal (PF) uma investigação sobre uma possível rede de apoio internacional que teria viabilizado a saída do senador Flávio Bolsonaro (PL) para os Estados Unidos.
Na petição, os parlamentares apontam indícios de possível apoio de autoridades estrangeiras, incluindo uma escolta policial recebida na Argentina, a escala do avião no Equador e a admissão do senador nos Estados Unidos com passaporte cancelado.
Os deputados pedem também que o Itamaraty cobre explicações dos três governos, avalie a convocação do embaixador argentino e adote providências para o recolhimento do passaporte diplomático. Requerem ainda à PF que inclua Flávio na difusão azul da Interpol, para identificar sua localização, o rastreamento dos recursos utilizados na operação e a investigação de possíveis crimes de favorecimento pessoal, embaraço à investigação, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.
Por fim, Uczai e Correia solicitam esclarecimentos sobre a participação de Eduardo Bolsonaro e de outros aliados na organização e no financiamento da fuga, além de um jatinho vinculado ao advogado Willer Tomaz, advogado ligado a Flávio e investigado no mesmo inquérito em que o ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou a apreensão dos passaportes do candidato derrotado à Presidência.
Nunes Marques diz que eleições ocorreram em “absoluta normalidade” após carta de Flávio alegando fraude
Após a declaração do candidato à Presidência derrotado Flávio Bolsonaro (PL), o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, divulgou nota em que afirma que as eleições do último domingo ocorreram "dentro da mais absoluta normalidade" e que foram "as mais inclusivas da história da República brasileira".
O ministro também afirmou que "todos os questionamentos feitos dentro do devido processo legal serão analisados e respondidos". Na primeira versão do documento divulgado pelo influenciador digital Paulo Figueiredo, Flávio se autoproclamava "o verdadeiro presidente eleito do Brasil". Em nova versão, publicada no seu perfil no X, ele se apresenta como "o líder do Brasil".
O senador do PL alegou, sem provas, que houve fraude no processo eleitoral. O argumento se baseia na prorrogação do horário de votação em duas horas, determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Cristiano Zanin devido a problemas no deslocamento de eleitores ao longo do domingo.
O TSE já mostrou, porém, que o número de eleitores que votaram após as 17h não passa de 35 mil. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reeleito por uma margem de 4,4 milhões de votos sobre o adversário.
Leia a íntegra da nota:
"Ressalto o compromisso de toda a Justiça Eleitoral com a vontade soberana do eleitorado, que foi às urnas e legitimamente escolheu seus representantes.
No último domingo (25), foram realizadas as eleições mais inclusivas da história da República brasileira. Mesmo diante da instabilidade na reta final de votação, graças às medidas adotadas e a competência dos técnicos do Tribunal, foi possível avançar com a apuração e entregar um pleito com segurança. Informo que todos os questionamentos feitos dentro do devido processo legal serão analisados e respondidos.
Com empenho de servidores públicos de todo o País, dos mesários, das forças de segurança e dos demais atores envolvidos, as Eleições 2026 transcorreram dentro da mais absoluta normalidade e com respeito aos ditames legais e constitucionais.
Ministro Kassio Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral."

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