RS tem nebulosidade e temperaturas baixas para a época nesta segunda-feira

 


O Rio Grande do Sul segue sem tempo firme nesta segunda-feira (26). O sol aparece entre nuvens em vários pontos do Estado, mas ainda haverá períodos de maior nebulosidade, com céu nublado ou encoberto. Na maioria das regiões, especialmente nas Metades Sul e Leste, pode ocorrer instabilidade passageira e localizada, na forma de garoa ou chuva fraca. No Oeste, a chance de precipitação é muito baixa.

A massa de ar frio que atua no território gaúcho mantém o dia bastante ameno para o final de outubro, com temperaturas baixas no início da manhã.

Domingo já foi frio

No domingo de eleição, a massa de ar frio trouxe um dia ameno e até frio em algumas cidades. Às 15h, estações do Inmet registraram 10,6ºC em São Francisco de Paula, 11,2ºC em Canela, 11,9ºC em Pinheiro Machado, 12,2ºC em Herval e Caxias do Sul, além de marcas entre 12ºC e 14ºC em outras localidades da Serra e da Campanha.

Na Grande Porto Alegre, os termômetros apontaram 16,4ºC em Sapucaia do Sul, 17,8ºC em Campo Bom, 18,2ºC em Cachoeirinha e 19,2ºC em Porto Alegre e Viamão.

Tendência para o começo da semana

A massa de ar frio está associada a um centro de alta pressão de 1027 hPa no Centro-Sul da Argentina. Com a diminuição da nebulosidade prevista para os próximos dias, o resfriamento noturno deve se intensificar. As mínimas devem cair mais no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, podendo ficar abaixo de 5°C em alguns pontos nesta segunda e na terça-feira.

Em áreas de maior altitude, baixadas podem registrar marcas próximas de 0ºC na terça. A MetSul alerta para a possibilidade de geada tardia isolada no começo da semana, principalmente em pontos altos da Serra do Sudeste e do Nordeste gaúcho, no Planalto Sul de Santa Catarina e no Planalto de Palmas, no Paraná.



Obama critica “caos e crueldade” de Trump e faz campanha por democratas

O ex-presidente americano Barack Obama criticou duramente Donald Trump em comícios realizados no sábado (24) em Ohio e no Michigan, em apoio a candidatos democratas nas eleições de meio de mandato, marcadas para 3 de novembro.

Os democratas tentam recuperar o controle de uma ou das duas câmaras do Congresso dos Estados Unidos, atualmente com maioria republicana. Obama, que mantém forte popularidade entre a base do partido, usou sua influência para respaldar os candidatos.

Críticas ao governo Trump

Em Ohio, onde pediu votos para o ex-senador democrata Sherrod Brown, Obama culpou o governo Trump pelo aumento do custo de vida e dos preços dos combustíveis.

“O atual presidente escolheu tomar uma série de decisões ruins”, afirmou. “Mais importante ainda, ele decidiu iniciar uma guerra desnecessária que ninguém pediu.”

Em Cleveland, declarou: “Após dois anos de caos, crueldade, corrupção e incompetência, como não tínhamos visto na era moderna, vocês têm a chance de dizer ‘basta’. Estamos votando por mudança bem aqui em Ohio.”

Apoio no Michigan e reação de Trump

Mais tarde, no Michigan, Obama apoiou o democrata Abdul El-Sayed, que disputa uma vaga no Senado com o republicano Mike Rogers. O ex-presidente pediu aos eleitores que votem sem demora nos dois estados. “Não procrastinem, não se enganem”, disse.

A presença de Obama no Michigan foi criticada por Trump no domingo, em sua rede Truth Social. O republicano instou o eleitorado a votar em Rogers e classificou Obama como “um presidente tremendamente incompetente”, citando o acordo nuclear com o Irã de 2015, do qual os EUA se retiraram durante o primeiro mandato de Trump.

As pesquisas indicam que os democratas podem reconquistar o controle da Câmara dos Representantes, mas enfrentam uma disputa mais acirrada no Senado.



Acuado por protestos, premiê albanês ameaça multar manifestantes

O primeiro-ministro da Albânia, Edi Rama, prometeu neste domingo (25) adotar uma postura mais dura contra os protestos antigovernamentais que pedem sua renúncia. Ele anunciou que começará a aplicar novas multas a quem participar de manifestações violentas.

Rama afirmou que promulgará uma lei permitindo multas superiores a 550 dólares a “qualquer pessoa que decida permanecer em uma multidão” na qual ocorram atos de violência ou saques, ou a quem “ocultar sua identidade” em espaços públicos. Em discurso nas redes sociais, antes de uma nova manifestação em Tirana, o dirigente disse que as medidas serão aplicadas a qualquer concentração que cause danos materiais.

Origem dos protestos

O movimento começou há meses, com manifestações majoritariamente pacíficas contra um projeto turístico ligado à família do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O empreendimento gerou indignação por acusações de corrupção e falta de transparência do governo.

Na última semana, protestos estudantis passaram a reivindicar melhorias nas condições das universidades, denunciar a corrupção e exigir a renúncia de Rama. Nessas manifestações, ocorreram confrontos violentos entre forças de segurança e manifestantes.

A nova lei também concederia à Polícia poderes para restringir concentrações quando houver risco de violência. Prevê ainda indenizações a pequenas empresas afetadas pelos protestos e medidas contra quem incentive ou organize a participação de menores em idade escolar nas manifestações.

Reação da oposição

O líder da oposição, Sali Berisha, do Partido Democrático, afirmou que a população não aceitará as novas medidas. “Vamos nos opor firmemente a elas” e “responderemos olho por olho” a Rama, declarou em debate online.

Após os protestos de sábado, a Polícia informou que 23 pessoas foram formalmente presas, outras 13 são alvo de processos judiciais e 30 estão sendo procuradas.



Marine Le Pen lança campanha presidencial e promete “restabelecer o Estado de Direito”

A líder da extrema direita francesa Marine Le Pen, favorita nas pesquisas para as eleições presidenciais, fez neste domingo (25) seu primeiro grande discurso de campanha. Diante de cerca de 8.500 apoiadores do Reagrupamento Nacional (RN) em Orléans, no centro da França, ela prometeu “restabelecer o Estado de Direito” após os recentes protestos marcados por distúrbios.

“O que propomos para o País não é um retorno ao passado, mas o amanhecer de uma nova era”, afirmou a dirigente de 58 anos, em meio a gritos de “Vamos vencer!” e “Macron, renuncie!”. Le Pen também prometeu preservar a identidade cultural francesa — da língua e das tradições aos valores e ao modo de vida do país — e acrescentou: “Queremos que a França recupere sua força.”

Contexto de tensões sociais

O comício ocorre em meio a fortes tensões sociais e econômicas. No sábado, centenas de milhares de pessoas voltaram às ruas em manifestações contra o alto custo de vida, na maioria pacíficas, sob reforço de segurança. O Ministério do Interior informou 1.314 detenções, 53 integrantes das forças de segurança feridos e 24 estabelecimentos comerciais saqueados.

Le Pen acusou o governo de Emmanuel Macron de fraqueza diante dos distúrbios. “Quem pode afirmar que existe um Estado de Direito quando hordas vêm saquear e incendiar nossos edifícios?”, perguntou. “Vamos restabelecer o Estado de Direito”, prometeu.

Propostas sobre imigração e fronteiras

A candidata se comprometeu a tornar mais rígidas as leis de imigração, tanto em nível nacional quanto europeu. “Restabeleceremos nossas fronteiras, uma dupla fronteira: uma francesa e outra europeia”, afirmou. “A nacionalidade francesa voltará a ser um privilégio que se herda ou se merece.”

Cenário eleitoral

Le Pen lidera todas as pesquisas de intenção de voto para suceder Macron, que não pode se recandidatar. Segundo os levantamentos, ela ficaria à frente no primeiro turno, com até 38% dos votos, e venceria no segundo turno contra qualquer adversário. Seu principal rival potencial, Jean-Luc Mélenchon (França Insubmissa), teria baixa transferência de votos.

Antes do discurso de Le Pen, o presidente do partido, Jordan Bardella, foi ovacionado. Sua fala foi brevemente interrompida por integrantes de uma organização estudantil judaica, que exibiram uma faixa sobre acusações de mensagens antissemitas atribuídas a ele na juventude — acusações que Bardella nega.

Milhares de manifestantes contrários ao RN também foram às ruas em Orléans no sábado, com palavras de ordem antifascistas. Se eleita, Le Pen promete endurecer a segurança, controlar a imigração, expulsar estrangeiros e reformar a Constituição por meio de referendo, além de não descartar um “braço de ferro” com a União Europeia.




KIT COM 4 PARES DE BRINCOS SOLITÁRIOS FOLHEADOS A OURO COM STRASS





Kit contendo quatro pares de brincos solitários folheados a ouro com pedras de strass coloridas.


Código: KIT0004


Unid.: kit


Garantia: 1 ano após a data da compra


Prazo de liberação: Até 48 horas (somente dias úteis)


Dimensões aproximadas:

-diâmetro dos brincos: 0,4 mm

Link do produto: 

https://www.imagemfolheados.com.br/produto/kit-com-4-pares-de-brincos-solitarios-folheados-a-ouro-com-strass/KIT0004&a=97592




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