Pressão aumenta e Inter reavalia futuro de Fabinho Soldado e Pezzolano
Conselho de Gestão debateu nesta segunda reformulação no futebol após derrota para o Santos; time segue no Z4 a 12 rodadas do fim.
A derrota para o Santos por 3 a 2, domingo, no Beira-Rio, não provocou mudanças imediatas na comissão técnica do Inter. A continuidade do trabalho, porém, ainda não é definitiva. Nas últimas horas, ganhou força dentro do clube a avaliação de que o ciclo liderado pelo executivo Fabinho Soldado chegou ao limite. Uma reformulação, que poderia atingir também o dirigente, não está descartada antes do confronto com a Chapecoense, no próximo sábado, fora de casa.
Suspenso, Paulo Pezzolano não comandou o time diante do Santos. O auxiliar Esteban Conde ficou à frente da equipe. Depois da partida, uma reunião no vestiário definiu pela manutenção da comissão técnica. Coube a Fabinho Soldado comunicar oficialmente a decisão à imprensa.
O cenário, no entanto, mudou desde o apito final de domingo. A pressão por uma alteração mais ampla aumentou e passou a incluir a possibilidade de saída de toda a comissão técnica e também de Fabinho Soldado. O diretor técnico Abel Braga seria o único integrante do departamento de futebol preservado em uma eventual reformulação.
A situação é agravada pelo momento delicado vivido pelo Inter. Restam apenas 12 rodadas para o fim do Campeonato Brasileiro, e o time está mergulhado na zona de rebaixamento. Além disso, a falta de recursos financeiros para reforçar o elenco ou contratar um novo treinador aparece como um dos principais obstáculos para uma eventual troca.
O Conselho de Gestão do clube se reuniu na tarde desta segunda-feira, no Beira-Rio, para discutir o cenário e avaliar os próximos passos.

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