Os “novos Pelés”, um sonho inalcançável
Quando o assunto é futebol a referência do Brasil é ninguém menos do que Pelé.
Hiltor Mombach
Quando o assunto é futebol a referência do Brasil é ninguém menos do que Pelé.
Ainda uma joia do Palmeiras, em 2022, Endrick rejeitou qualquer comparação:
"Sou o novo Endrick".
Após marcar o gol da vitória do Brasil por 2 a 1 no amistoso de sábado diante do Egito, Endrick se tornou manchete.
O Diario AS, da Espanha” destacou:
"O número 9 é uma instituição no Brasil.
Os maiores atacantes da Seleção o vestiram, como Ronaldo..." Conclui que Endrick precisa apenas de uma oportunidade para se provar, citando Pelé como exemplo.
O Rei do Futebol conquistou seu primeiro título mundial aos 17 anos e 249 dias.
Em 2022 o R7, portal da Record, divulgou reportagem com o seguinte título:
"Novos Pelés? Relembre craques vistos como sucessores do Rei".
A lista tinha nomes como Juary, Robinho, Dener, Washington, Abedi Ayew, que ficou mais conhecido como Abedi Pelé...
A revista Time, dos Estados Unidos, publicou na capa uma foto de Neymar com a chamada "The next Pelé", o próximo Pelé.
Pelé deu um conselho a Vinicius Júnior quando este despontava no Flamengo e havia sido negociado ao Real Madrid:
"Nunca ache que é o melhor craque do mundo".
Vini Júnior foi um dos tantos "novos Pelés".
O desejo de ver novamente alguém como Pelé aponta para o saudosismo, o apego nostálgico e idealizado ao passado, mas também ao desejo de alcançar o Inalcançável.
Buscar um "novo Pelé" será eternamente um sinal de reverência.
Quem um dia foi Rei sempre será majestade.
Sem substituto.
Correio do Povo

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