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Após intensas negociações, o Santos confirmou nesta quarta-feira (31) a renovação do contrato de Neymar até dezembro de 2026. A informação foi divulgada pelo portal ge e confirmada pelo Estadão. O objetivo do camisa 10 é recuperar o bom futebol no clube paulista e retornar à seleção brasileira, mirando a disputa da Copa do Mundo de 2026.
O vínculo anterior do jogador se encerrava justamente no último dia do ano. A permanência de Neymar representa a realização de um antigo desejo da diretoria santista, que buscava manter o craque por mais tempo na Vila Belmiro.
Neymar retornou ao Santos em janeiro de 2025, após a rescisão com o Al-Hilal, da Arábia Saudita.
Inicialmente, assinou contrato de seis meses.
Em junho, houve uma primeira renovação até o fim do ano.
Agora, o acordo foi estendido até 2026.
Na temporada passada, Neymar disputou 30 partidas, marcou 11 gols e deu 4 assistências. Na reta final do Brasileirão, foi decisivo para garantir a permanência do Santos na elite do futebol brasileiro.
Com o novo contrato, o clube espera que o craque seja peça-chave na reconstrução do time e que volte a brilhar também com a camisa da seleção.
Fonte: Correio do Povo
A Federação Gaúcha de Futebol (FGF) anunciou nesta quarta-feira a tabela detalhada da primeira fase do Campeonato Gaúcho 2026. O torneio será disputado em dois grupos de seis equipes, com jogos em sistema de cruzamento entre as chaves.
Grêmio: estreia no dia 10 de janeiro, às 21h, contra o Avenida, em Santa Cruz do Sul.
Internacional: joga no dia 11 de janeiro, às 18h, diante do Novo Hamburgo, no Beira-Rio.
O clássico Gre-Nal está marcado para a 5ª rodada, em 24 de janeiro, às 18h30, no Beira-Rio.
1ª Rodada
10/1: Juventude x Ypiranga (16h); Guarany-Ba x Monsoon (19h); Avenida x Grêmio (21h)
11/1: São Luiz x Caxias (16h); Inter x Novo Hamburgo (18h); São José x Inter-SM (19h)
2ª Rodada
14/1: Inter-SM x São Luiz (19h); Novo Hamburgo x Juventude (19h); Grêmio x São José (21h30); Caxias x Avenida (21h30)
15/1: Ypiranga x Guarany-Ba (19h); Monsoon x Inter (19h)
3ª Rodada
17/1: Novo Hamburgo x São José (16h); Inter-SM x Juventude (16h30); Grêmio x São Luiz (19h)
18/1: Caxias x Guarany-Ba (16h); Ypiranga x Inter (18h); Monsoon x Avenida (19h)
4ª Rodada
21/1: Inter x Inter-SM (19h); São Luiz x Novo Hamburgo (19h); Guarany-Ba x Grêmio (21h30); Avenida x Ypiranga (21h30)
22/1: Juventude x Caxias (19h); São José x Monsoon (21h30)
5ª Rodada
24/1: São Luiz x Ypiranga (16h); Inter x Grêmio (18h30)
25/1: Guarany-Ba x Inter-SM (16h); Juventude x Monsoon (18h); São José x Caxias (19h); Avenida x Novo Hamburgo (20h)
6ª Rodada
1º/2: Ypiranga x São José (18h); Monsoon x São Luiz (18h); Grêmio x Juventude (18h); Caxias x Inter (18h); Inter-SM x Avenida (18h); Novo Hamburgo x Guarany-Ba (18h)
Com o calendário definido, os torcedores já podem se preparar para acompanhar os confrontos que marcam o início da temporada do futebol gaúcho.
O empresário Oscar Maroni, conhecido por comandar a boate Bahamas em São Paulo, morreu aos 74 anos, conforme comunicado publicado no site do empreendimento nesta quarta-feira (31). A causa da morte não foi divulgada. Em 2024, um dos filhos informou ao portal UOL que Maroni sofria de Alzheimer.
Maroni ganhou notoriedade como empresário do entretenimento adulto na capital paulista. Sua boate, localizada em Moema, era frequentada por garotas de programa e se tornou um dos símbolos do setor.
Ao longo da carreira, enfrentou diversos processos e prisões por denúncias de irregularidades, incluindo acusações de exploração da prostituição.
Em 2007, travou uma disputa com a Prefeitura de São Paulo ao inaugurar um hotel ao lado da boate. O prédio, próximo ao Aeroporto de Congonhas, ficou interditado por anos após questionamentos sobre área e altura acima do permitido.
Em 2014, participou do reality show A Fazenda, mas foi o primeiro eliminado.
Em 2018, tentou se eleger deputado federal, sem sucesso.
Em comunicado, o Bahamas afirmou que Maroni “viveu intensamente, fiel às suas convicções e à sua liberdade”. A boate seguirá aberta em sua homenagem, “sempre na busca contínua pelo prazer”.
Não foram divulgados detalhes sobre a data e local da morte, nem sobre o velório e enterro.
Fonte: Correio do Povo
Todo início de janeiro é marcado por promessas de mudança e listas de planos para o novo ano. Porém, ao chegar dezembro, muitos percebem que nada saiu do papel. O ritmo acelerado da vida urbana — trânsito, trabalho, compromissos e cansaço — torna o planejamento um desafio coletivo.
Pesquisas mostram que poucas pessoas mantêm suas metas de Ano Novo:
Estudo da Universidade Edith Cowan (Austrália) revelou que a maioria desiste já no primeiro mês.
Pesquisa publicada na PubMed (EUA) acompanhou 200 pessoas por dois anos: 77% mantiveram os planos por uma semana, mas apenas 19% seguiram firmes até o fim.
Para especialistas, o problema não é falta de vontade, mas sim a forma como o planejamento é estruturado.
A gestora de projetos Ana Laura Lobo recomenda listar tudo o que se deseja realizar, sem julgamentos. Depois, é hora de definir prioridades e dividir as metas em três grupos:
Urgentes
Agendáveis
Importantes, mas adiáveis
Segundo a cientista comportamental Giu Tessitore, é comum acreditar que o “eu do futuro” será capaz de cumprir o que nunca foi feito antes. A dica é revisitar o passado e adaptar os objetivos à rotina real. Exemplo: aprender francês exige tempo e recursos — ouvir podcasts, fazer aulas, comprar livros. É preciso avaliar se há condições práticas para isso.
Metas vagas devem ser transformadas em projetos claros e mensuráveis.
Em vez de “juntar dinheiro”, defina: poupar R$ 2 mil por mês para investir R$ 20 mil até dezembro de 2026.
Dividir objetivos em pequenas etapas aumenta a confiança e mantém o engajamento.
Tente novas abordagens: se a academia não funcionou, experimente treinos em grupo ou aplicativos.
Busque apoio: mentores, professores ou clubes de leitura ajudam a manter disciplina.
Use ferramentas visuais: moodboards ou vision boards podem reforçar motivação.
Estabeleça penalidades: apostas com amigos ou compromissos extras em caso de falha.
Um erro comum é não revisar o planejamento. Reserve um dia por mês para avaliar avanços e ajustar metas. Organizar a semana também ajuda a lidar com a falta de tempo.
“O processo precisa te divertir e recompensar ao longo do caminho, não apenas no final”, lembra Giu Tessitore.
Mudanças geram resistência do cérebro. É natural sentir entusiasmo inicial e depois recuar. Persistir um pouco mais pode ser decisivo, mas ajustar o plano também é válido.
“O planejamento é um rascunho. Ele pode e deve ser repensado”, reforça Giu.
Frustrações fazem parte do processo. O importante é aproximar o que foi planejado daquilo que realmente se executa. Muitas vezes, focar em uma meta por vez é mais eficaz do que tentar abraçar tudo ao mesmo tempo.
Comparar-se demais com os outros, especialmente nas redes sociais.
Escolher metas em excesso.
Ignorar limitadores práticos, como tempo, dinheiro ou hábitos.
Com paciência, realismo e revisão constante, as resoluções de Ano Novo podem deixar de ser promessas e se tornar conquistas ao longo de 2026.
Fonte: Correio do Povo
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O Brasil entra em 2026, ano eleitoral, com mais dúvidas do que certezas. A única definição clara até o momento é a candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que tentará a reeleição para levar o PT à sua sexta gestão no Palácio do Planalto, sendo quatro delas sob seu comando. Enquanto Lula já articula mudanças em políticas sociais para fortalecer sua campanha, lideranças do centro e da direita buscam um nome capaz de rivalizar em uma disputa nacional.
Nas últimas eleições, o principal antagonista do PT foi o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Apesar de estar preso, inelegível e incomunicável, Bolsonaro segue influente e lançou a pré-candidatura de seu filho, o senador Flávio Bolsonaro, para herdar sua base eleitoral.
Outro nome de peso na direita é o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), visto como opção preferida por setores ligados ao mercado financeiro. Sem sua definição, outros governadores surgem como presidenciáveis: Eduardo Leite (PSD-RS), Ratinho Júnior (PSD-PR), Romeu Zema (Novo-MG) e Ronaldo Caiado (União-GO). Todos, porém, precisariam deixar seus cargos em março ou abril para concorrer, o que gera novos desdobramentos políticos.
Segundo o cientista político Rodrigo Stumpf Gonzalez (Ufrgs), a ausência de Tarcísio como candidato pode fragmentar ainda mais a direita, dificultando alianças nacionais e estaduais.
A pré-candidatura de Flávio divide opiniões. Para Gonzalez, trata-se de uma jogada de Bolsonaro para manter relevância política mesmo preso. Já o professor Fábio Pereira de Andrade (ESPM) acredita que a candidatura é definitiva e não um blefe:
“O capital político acumulado desde 2018 pertence a Jair Messias e à sua família. Eles não estão dispostos a transferir esse capital.”
Andrade descarta que Flávio aceite ser vice em uma chapa com Tarcísio ou concorrer novamente ao Senado.
O cientista político Juliano Corbellini aponta, contudo, que a polarização entre PT e bolsonarismo apresenta sinais de desgaste desde 2022, abrindo espaço para uma candidatura alternativa.
No RS, o quadro eleitoral está mais definido:
Edegar Pretto (PT) será novamente candidato ao governo.
Luciano Zucco (PL) concorrerá com apoio de Bolsonaro.
Partidos de centro e direita apresentam múltiplas pré-candidaturas.
Na base do governador Eduardo Leite (PSD), quatro partidos disputam sua sucessão:
Gabriel Souza (MDB), vice-governador e preferido de Leite.
Juliana Brizola (PDT).
Marcelo Maranata (PSDB).
Ernani Polo e Covatti Filho (PP).
A decisão do PP, maior partido em número de prefeitos no estado, é considerada crucial, já que pode se alinhar ao MDB ou ao PL.
O futuro político de Leite segue indefinido: concluir o mandato, disputar o Senado ou lançar candidatura presidencial são possibilidades em aberto. Para Gonzalez, uma candidatura nacional seria inviável pela falta de projeção fora do Sul. Andrade sugere que Leite poderia fortalecer seu capital político com uma candidatura ao Senado, aproveitando sua juventude para se preparar para futuras disputas presidenciais.
Assim, o Brasil inicia 2026 com Lula consolidado na busca pela reeleição, Flávio Bolsonaro tentando ocupar o espaço do pai e Tarcísio de Freitas como a grande incógnita capaz de redefinir os rumos da disputa nacional.
Fonte: Correio do Povo
O governo da China anunciou nesta quarta-feira (31) a adoção de medidas de salvaguarda para limitar a importação de carne bovina. A decisão, comunicada pelo Ministério do Comércio (Mofcom), estabelece cotas específicas por país e prevê a aplicação de uma tarifa adicional de 55% sobre volumes que ultrapassarem os limites definidos.
As regras entram em vigor nesta quinta-feira (1º) e terão duração de três anos, até 31 de dezembro de 2028.
O Brasil, maior fornecedor da proteína ao mercado chinês, terá uma cota inicial de 1,106 milhão de toneladas sem tarifa extra, que sobe para 1,128 milhão em 2027 e 1,154 milhão em 2028.
Em 2025, até novembro, o Brasil já havia exportado 1,499 milhão de toneladas de carne bovina para a China, movimentando US$ 8,028 bilhões. O setor produtivo brasileiro e o governo consideravam a adoção das salvaguardas como medida “iminente” e temem queda nas exportações.
Além do Brasil, outros grandes exportadores também terão limites:
Argentina: 511 mil toneladas em 2026.
Uruguai: 324 mil toneladas.
Nova Zelândia: 206 mil toneladas.
Austrália: 205 mil toneladas.
Estados Unidos: 164 mil toneladas.
O Brasil concentra 45% da carne bovina importada pela China, sendo o país com maior cota.
Segundo o Mofcom, o aumento das importações provocou “graves danos à indústria nacional”, levando à queda dos preços pagos aos pecuaristas locais. A investigação de salvaguarda foi iniciada em dezembro de 2024 e concluída agora, após pressão de produtores chineses.
A tarifa de 55% será aplicada além das tarifas já vigentes.
Volumes não utilizados das cotas não poderão ser transferidos para o ano seguinte.
Durante o período, ficam suspensas as salvaguardas previstas no Acordo de Livre Comércio China-Austrália.
Países em desenvolvimento estarão isentos se suas exportações não ultrapassarem 3% da cota individual ou 9% da cota regional.
O governo chinês informou que as medidas poderão ser revisadas ao longo da implementação, com possibilidade de flexibilização gradual.
Fonte: Correio do Povo
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, decidiu nesta terça-feira (30) manter a prisão preventiva de Alan Diego dos Santos Rodrigues, condenado por instalar uma bomba no eixo de um caminhão-tanque estacionado próximo ao Aeroporto Internacional de Brasília, em 24 de dezembro de 2022.
Na decisão, registrada na Petição 12445, Moraes destacou o risco concreto de que o réu volte a cometer crimes caso seja solto. O ministro lembrou que Alan Diego fugiu de Brasília logo após o atentado frustrado e só foi preso em junho de 2025, em Mato Grosso.
“Há fortes e graves indícios do risco concreto da reiteração delitiva e à aplicação da lei penal, em razão da fuga após a prática dos crimes”, escreveu.
Moraes ressaltou ainda que não há fatos novos que justifiquem a revogação da prisão preventiva. Em outubro, ele já havia negado pedido de soltura feito pela defesa.
Alan Diego está preso desde junho por decisão do STF, após denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) pelos crimes de:
tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito,
golpe de Estado,
associação criminosa armada.
Outros dois envolvidos no episódio da bomba são:
Wellington Macedo de Souza, blogueiro condenado a 6 anos de prisão por planejar o atentado e dar carona a Alan;
George Washington de Oliveira Sousa, que admitiu ter comprado explosivos e munições para a ação.
Em maio de 2023, a 10ª Vara Federal do Distrito Federal condenou Alan Diego e outros dois acusados a 5 anos e 4 meses de prisão em regime fechado pelos crimes de explosão e incêndio.
Posteriormente, o caso foi remetido ao STF para análise de crimes contra o Estado Democrático de Direito. Em dezembro de 2025, a Primeira Turma da Corte decidiu, por unanimidade, tornar Alan réu por crimes mais graves, incluindo tentativa de golpe de Estado e associação criminosa armada, aceitando a denúncia da PGR.
Fonte: Correio do Povo
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, divulgou nesta terça-feira (31) uma mensagem de fim de ano em que destacou os desafios institucionais do País e reforçou o papel do Judiciário como referência de firmeza, estabilidade e serviço à sociedade.
Fachin afirmou que o Brasil ainda tem “graves deveres históricos a cumprir” e pediu que 2026 seja um ano de fortalecimento institucional.
“Que nos acompanhem a serenidade para decidir, a coragem para proteger direitos e a convicção de que a Constituição permanece sendo, ao mesmo tempo, nosso limite e nosso horizonte”, declarou.
O ministro reiterou sua defesa da autonomia e independência da magistratura, ressaltando a importância da segurança jurídica, eficiência e transparência. Ele também se posicionou contra mudanças que possam fragilizar garantias do Judiciário, como a aposentadoria compulsória como sanção disciplinar e o direito a férias de 60 dias, pontos em debate na reforma administrativa em tramitação no Congresso.
“A confiança da sociedade é construída, dia após dia, pela coerência das decisões, pela responsabilidade das ações e pela abertura permanente ao aperfeiçoamento”, disse.
Desde que assumiu a presidência do STF em setembro, Fachin tem defendido a criação de um código de ética para a Corte, medida que enfrenta resistência entre ministros, mas que figura como prioridade de sua gestão.
O tema ganhou força após polêmicas recentes envolvendo o Judiciário, como o contrato entre a esposa do ministro Alexandre de Moraes e o Banco Master, além da viagem de Dias Toffoli em avião particular acompanhado de um advogado ligado ao mesmo banco.
Fonte: Correio do Povo