LIBERDADE É O MELHOR REMÉDIO

 ENTERNECIDOS COM OS EFEITOS

Como foi amplamente noticiado, na semana passada, ENTERNECIDOS COM OS EFEITOS da GRAVE CRISE ECONÔMICA QUE CUBA ENFRENTA, com FORTE INFLAÇÃO, APAGÕES PROLONGADOS E ESCASSEZ DE ALIMENTOS E MEDICAMENTOS, presidentes de países comunistas/socialistas, como -México, Rússia, Chile e Brasil- acharam por bem que deveriam enviar -AJUDA HUMANITÁRIA- para os habitantes da EMPOBRECIDA ILHA COMUNISTA DO DOUTOR CASTRO.


O REMÉDIO É A LIBERDADE

Pois, como já era mais do que esperado, todos os quatro líderes, sem exceção, entendem que a SALVAÇÃO DE CUBA ESTÁ NA -AJUDA HUMANITÁRIA-, QUANDO, NA REAL, O REMÉDIO- ÚNICO E EFICAZ- QUE ACABA POR COMPLETO COM A CRISE CUBANA, assim como de todo e qualquer PAÍS COMUNISTA, é a -LIBERDADE-. Quanto maior a dose de LIBERDADE, maior a PROSPERIDADE e a FELICIDADE DO POVO. 

RECADO CURTO E GROSSO

Como se vê, o único país que, a rigor, está INTERESSADO EM SOLUCIONAR- não AJUDAR- o PROBLEMA -HUMANITÁRIO DO POVO CUBANO- é os ESTADOS UNIDOS. Como tal o presidente Donald Trump, mostrando que está preocupado com a CRISE CUBANA, deu um claro recado ao presidente da ILHA DO DOUTOR CASTRO, Miguel Díaz-Canel, sugerindo que abandone o DESTRUIDOR REGIME COMUNISTA. 

PRINCÍPIO, MEIO E FIM

A CRISE SOCIAL e ECONÔMICA DE CUBA, gostem ou não, é fruto de MUITA REPRESSÃO, DETENÇÕES DE OPOSITORES, APAGÕES SEM FIM, FALTA DE LIBERDADE, ECONOMIA PARALISADA, etc... Ou seja, tudo aquilo que uma boa DOSE DE LIBERDADE é capaz de SOLUCIONAR E/OU CURAR. Mais: os EFEITOS COLATERAIS, ALTAMENTE POSITIVOS, TEM -POR PRINCÍPIO, MEIO E FIM- CONTRIBUIR DECISIVAMENTE PARA A FELICIDADE GERAL do POVO CUBANO. Portanto, -DE NOVO E PARA TODO O SEMPRE-, não há nada mais HUMANITÁRIO DO QUE A LIBERDADE. 

PRIME NEWS



LIVRO DE FELIPE CAMOZZATO



No dia 27/02, sexta-feira, às 17:30, o deputado estadual Felipe Camozzato, estará lançando o  livro DOIS MUNDOS - O Brasil precisa acabar com o abismo entre o público e o privado. 

Local: Instituto Caldeira - Travessa São José, 455 - Navegantes 


 


 


 


THE ECONOMIST


 


A revista britânica The Economist afirmou, em artigo publicado nesta quinta-feira (12), que o Brasil deve servir de alerta para as economias desenvolvidas diante do risco de uma “brasileirização” fiscal — cenário em que juros elevados tornam a dívida pública cada vez mais difícil de administrar.


Segundo a publicação, o país vive um paradoxo: combina indicadores considerados positivos, como crescimento econômico, Banco Central independente e resultado primário próximo do equilíbrio, com uma dinâmica de endividamento classificada como explosiva.



Com a taxa Selic em 15% ao ano, o governo brasileiro deve tomar emprestado cerca de 8% do Produto Interno Bruto (PIB) apenas para pagar juros da dívida, aponta a revista. Embora a dívida líquida esteja em 66% do PIB — patamar elevado para mercados emergentes, mas inferior ao de muitas economias ricas —, o Fundo Monetário Internacional (FMI) projeta que a dívida bruta pode atingir 99% do PIB até 2030. Em 2010, esse percentual era de 62%.



A revista afirma que o país se aproxima de uma escolha difícil: promover um ajuste fiscal profundo ou enfrentar uma espiral de juros e dívida. No entanto, considera a austeridade politicamente inviável no curto prazo. O texto cita o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que disputa a reeleição em outubro, afirmando que houve flexibilização dos gastos públicos, o que reduziria as chances de um ajuste severo.


Fatores estruturais


Para explicar por que o Brasil paga juros mais altos que economias desenvolvidas, a publicação aponta fatores institucionais e históricos. Entre eles, instituições consideradas frágeis, inflação sensível devido ao trauma da hiperinflação dos anos 1980 e 1990 e rigidez nos gastos públicos.



O país destina cerca de 10% do PIB ao pagamento de aposentadorias. Segundo a revista, sem novas reformas, o Brasil poderá gastar mais com pensões em 2050 do que países mais ricos e envelhecidos. As aposentadorias são protegidas pela Constituição, que vincula reajustes ao salário-mínimo, dificultando cortes de despesas e comprimindo outros investimentos.


Sinais nos Estados Unidos


A The Economist sustenta que o Brasil funciona como um “alerta antecipado” para o mundo rico. O editorial afirma que os Estados Unidos já apresentam sinais iniciais desse processo, como pressão sobre instituições e maior dificuldade de controle da inflação após a pandemia.

Pontocritico.com

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