O Brasil se prepara para receber a TV 3.0, a nova geração da transmissão televisiva que combina sinal tradicional com internet. A estreia está prevista para a Copa do Mundo de futebol em junho, mas a transição completa deve levar anos, já que envolve mudanças nos aparelhos e na infraestrutura de radiodifusão.
Será necessário conversor?
Sim. Assim como ocorreu na migração da TV analógica para a digital, os televisores atuais não estão preparados para receber o novo padrão.
O conversor será responsável por captar o sinal transmitido pelo ar e integrar a conexão de internet (Wi-Fi ou cabeada).
O equipamento deve ter saída HDMI para transmitir áudio e vídeo aos televisores já existentes.
Por enquanto, apenas protótipos estão em testes; os modelos comerciais ainda não estão disponíveis.
Como funciona a TV 3.0
Utiliza múltiplas entradas e saídas de sinal, permitindo que transmissões de rádio e internet sejam combinadas.
Essa convergência possibilita maior robustez e reduz o risco de obsolescência dos aparelhos.
Novos televisores já adaptados devem começar a ser fabricados nos próximos meses.
O que falta para implementação
A Anatel abriu consulta pública para ajustes técnicos e regulatórios.
O Ministério das Comunicações prepara portaria para consignação de canais.
Emissoras e produtoras trabalham em conteúdos que aproveitem os recursos interativos da nova tecnologia.
Benefícios da TV 3.0
Transmissões em 4K e até 8K.
Interatividade, como votações em tempo real e escolha de ângulos de câmera.
Navegação por aplicativos em vez de números de canais.
Anúncios segmentados e possibilidade de compras pela tela.
Áudio imersivo com suporte a Dolby Atmos.
Maior alcance dinâmico (HDR) para cores mais vivas.
Recursos de acessibilidade, como comandos de voz e Libras.
A chegada da TV 3.0 promete transformar a experiência televisiva no Brasil, integrando definitivamente a TV ao ecossistema digital.

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