O Carnaval no Rio Grande do Sul já contabiliza ao menos 22 mortes até a tarde de segunda-feira (16), envolvendo casos de homicídios, feminicídio, afogamentos e acidentes de trânsito, segundo levantamento feito com base em informações das forças de segurança e serviços de emergência.
Violência
Foram registrados seis homicídios e um feminicídio entre sexta e segunda-feira.
Entre os casos, estão:
Um corpo carbonizado dentro de carro incendiado em São Leopoldo.
Um idoso de 74 anos encontrado morto com sinais de agressão em Pelotas.
Execução de um músico durante show em um bar no bairro Glória, em Porto Alegre.
Feminicídio em Cacequi, onde uma jovem de 26 anos foi morta a tiros após denunciar o ex-companheiro e obter medida protetiva.
Afogamentos
Três mortes confirmadas em Torres, Tramandaí e Canoas.
Em Torres, o corpo de Douglas Martins Vargas (33) foi localizado após ser levado pelas ondas ao tentar fotografar o mar.
Em Tramandaí, Carlos Alberto Marcon Júnior morreu após cair de moto aquática e sofrer traumatismo craniano.
Em Canoas, um homem de 40 anos foi encontrado sem vida no Rio dos Sinos após se banhar em área imprópria.
Outro caso ocorreu em Capivari do Sul, onde um idoso de 82 anos caiu em um valo enquanto pescava e não resistiu.
Acidentes de trânsito
Já somam 11 mortes em rodovias e vias urbanas desde sexta-feira.
Entre os registros:
Colisão frontal em Santa Maria deixou duas vítimas fatais.
Acidente em Novo Hamburgo matou um motociclista no centro da cidade.
Em Igrejinha, choque entre dois carros resultou em duas mortes.
Em Porto Alegre, um motociclista caiu de viaduto e morreu ao atingir o teto da rodoviária da Trensurb.
O balanço parcial evidencia como o período de Carnaval, além da festa, também é marcado por episódios de violência e acidentes, exigindo atenção redobrada das autoridades e da população.
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