O técnico Paulo Pezzolano tem à disposição um leque cada vez maior de alternativas para o setor de volantes do Internacional. Surpresas no início da temporada, retornos de jogadores lesionados, evolução física de reforços e a liderança de veteranos ampliam as possibilidades no meio-campo colorado.
Renovação inesperada e surpresas iniciais
O ano começou com a renovação automática de contrato de Bruno Henrique, hoje capitão do time reserva que venceu o Ypiranga por 3 a 0 no Gauchão.
Ronaldo e Benjamin iniciaram o estadual como titulares, representando passado e futuro do setor. A lesão do jovem ganês interrompeu a sequência, mas o bom desempenho de Ronaldo manteve a confiança da comissão técnica.
Reforços caros em recuperação
Thiago Maia, contratado junto ao Flamengo por cerca de R$ 30 milhões, e Alan Rodríguez, adquirido do Argentinos Juniors por mais de R$ 22 milhões, sofreram lesões na pré-temporada e buscam recuperar espaço.
Pezzolano elogiou Rodríguez: “Ele é polifuncional, pode jogar pela esquerda, pela direita e como segundo volante. É muito intenso, não para de correr”.
Novos nomes e concorrência
Paulinho, vindo sem custos do Vasco, estreou ao lado de Ronaldo e ganhou destaque no Brasileirão.
Villagra, contratado por empréstimo do CSKA por R$ 2,5 milhões, também disputa espaço e vem evoluindo fisicamente.
“Temos muitos jogadores nesse setor e todos precisam de minutagem, mas não podem jogar todos”, afirmou o treinador.
Outras alternativas
O setor poderia ser ainda mais amplo, mas Richard está fora dos planos e Bruno Gomes, volante de origem, se firmou como lateral-direito.
Hoje, a dupla titular é formada por Ronaldo e Paulinho, mas há uma fila de concorrentes prontos para assumir espaço.
O cenário mostra que Pezzolano terá de administrar bem a minutagem e o rodízio para manter todos os volantes em ritmo competitivo, equilibrando experiência, juventude e reforços de peso.

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