Com preocupações fiscais com o Brasil, dólar encerra em alta, em R$ 5,47

 Bolsa fecha em alta de 2,16%, com ganho de 3,76% na semana



O dólar fechou a semana acumulando alta de 1,5%, devolvendo parte da queda da semana passada, quando recuou 6%. Os últimos dias foram marcados por forte volatilidade no mercado de câmbio e pela volta ao radar das preocupações fiscais com o Brasil, após uma trégua em meio às eleições americanas. As principais dúvidas dos investidores sobre o orçamento brasileiro continuam sem resposta, sendo a principal delas como o governo pretende financiar seus programas sociais em 2021. Esse ambiente de incerteza fiscal em alta ajudou o real a se descolar de outras moedas emergentes nos últimos dias, mesmo com o forte ingresso de capital externo para a Bolsa, com entradas diárias recordes, superando os R$ 11,7 bilhões esta semana.

O dólar à vista, após novo dia volátil, encerrou a semana em R$ 5,4756, mas ao longo do dia chegou a superar os R$ 5,52. No mercado futuro, o dólar para dezembro fechou estável, em R$ 5,4620.

Para o gerente de tesouraria do Travelex Bank, Felipe Pellegrini, após a forte queda da semana passada e a cair a R$ 5,22, era esperado um ajuste no câmbio. "Houve exagero na semana passada", disse ele. Ele comenta que o crescimento acelerado dos casos de Covid na Europa e Estados Unidos voltou a preocupar, depois de ficar em segundo plano em meio à apuração da eleição americana. Outro fator a gerar desconforto foi o fato de Donald Trump ainda não ter reconhecido sua derrota nas urnas.

No Brasil, Pellegrini ressalta que o principal foco dos investidores segue na agenda fiscal do governo, ainda sem respostas. "As reformas não andam", destaca ele, ressaltando que as mesas de câmbio vão continuar se focando neste assunto nas próximas semanas. Hoje, o ministro da Economia, Paulo Guedes, voltou a mostrar compromisso fiscal, falar da necessidade de respeitar o teto em 2021 e repetiu que o auxílio emergencial termina dia 31 de dezembro e que o novo programa de renda não será criado se não houver responsabilidade fiscal.

"A semana foi bem instável de forma geral, não só aqui, mas no mercado de moedas global", comenta o diretor de um banco, na condição de anonimato. Para ele, muitos fatores induziram a movimentos "fortes e às vezes erráticos" do real, como a volta dos ruídos envolvendo a prorrogação de benefícios sociais a partir de janeiro, como sinalizou Guedes ontem caso haja uma segunda onda de coronavírus. Este ambiente somado a uma apreciação acima dos pares na semana anterior, explica parte dos movimentos atípicos dos últimos dias, disse o diretor.

"As incertezas quanto à dinâmica fiscal nos próximos anos devem seguir impactando o prêmio de risco brasileiro", afirma o Itaú nesta sexta-feira. O aumento do risco fiscal levou o Itaú a subir a projeção de dólar para o final de 2021, de R$ 4,50 para R$ 5,00. A taxa de câmbio do final deste ano foi mantida em R$ 5,25. É o avanço do ajuste fiscal que vai definir se o real fica mais ou menos apreciado, conclui o Itaú.

Ibovespa

Após duas sessões de ajuste, uma combinação de fatores domésticos e externos contribuiu para que o Ibovespa encerrasse a semana em tom positivo, tendo tocado importante linha de resistência neste intervalo, aos 105,7 mil na máxima de terça-feira. O reconhecimento pela China da vitória de Joe Biden na eleição americana e sinais de que o atual presidente, Donald Trump, está a ponto de reconhecer a derrota mantiveram Wall Street em alta, acentuada à tarde. Os índices de NY também se animaram com a indicação do democrata de que manterá contato com o Congresso para levar adiante nova rodada de estímulos.

Além disso, o sentimento favorável se ancorou em reiteração do compromisso do ministro da Economia, Paulo Guedes, com o teto de gastos, após comentários dele no dia anterior, sobre a possibilidade de prorrogação do auxílio emergencial na eventualidade de segunda onda de Covid-19 no País, terem sido mal recebidos pelo mercado. Por sua vez, o bom desempenho do IBC-Br em setembro, na margem, contribui para melhorar a perspectiva para o PIB.

Em alta de 2,16% no fechamento desta sexta-feira, aos 104.723,00 pontos, o Ibovespa acumulou ganho de 3,76% na semana, estendendo o do mês a 11,46% e limitando as perdas do ano a 9,44%. O giro financeiro totalizou R$ 33,5 bilhões na sessão, com o Ibovespa saindo de mínima na abertura a 102.508,77 e chegando na máxima aos 104.725,79 pontos. O ganho desta semana sucedeu avanço de 7,42% na anterior, quando o Ibovespa vinha de perda de 7,22% na antecedente.

"O mercado ainda está anestesiado pelo efeito Biden e, na B3, o desempenho positivo das ações de bancos, pelo peso que possuem no índice, assegurou dinamismo ao Ibovespa. O viés é positivo, mas sujeito a correções, na medida em que a questão fiscal ainda pode atrapalhar. Guedes precisará saber jogar com o Congresso. Afora isso, os juros estão baixos ou mesmo negativos, no mundo todo, o que reforça o apelo da exposição a risco", diz Marcio Gomes, analista da Necton Investimentos.

Nesta sexta-feira, os ganhos nas ações de bancos chegaram a 3,55% no fechamento (Bradesco PN), ficando na semana entre 8,40% (BB ON) e 15,47% (Bradesco PN). As ações de commodities também tiveram desempenho positivo na sessão, com destaque para Petrobras PN, em alta de 3,29% - na semana, a ação avançou 14,58%, enquanto a ON teve ganho de 16,66% no intervalo. Na ponta do Ibovespa nesta sexta-feira, Yduqs fechou em alta de 9,76%, à frente de IRB (+7,70%) e Intermédica (+7,46%). No lado oposto, Multiplan caiu 2,35%, Magazine Luiza, 1,49%, e CSN, 1,18%.

No exterior, o reconhecimento pela China da vitória de Biden é fator de otimismo, em particular pelo tom amigável observado na imprensa oficial. A saída de cena de Donald Trump em 20 de janeiro parece ter começado a ser construída nesta sexta-feira com a retirada, pelos advogados da campanha republicana, de ação judicial que questionava a votação no Arizona, concluída conforme se projetava com vitória de Biden. Próximo a Trump, o jornalista Geraldo Rivera, apresentador da Fox, disse hoje que o presidente é um "realista" e "fará a coisa certa" em relação ao resultado da eleição.

Juros

A sexta-feira foi de queda para os juros futuros. O alívio de prêmios foi conduzido pelo bom humor no exterior, principalmente via câmbio, e também pelas declarações do ministro da Economia, Paulo Guedes, em defesa da austeridade fiscal e do teto de gastos. As mínimas foram atingidas à tarde, justamente quando o dólar voltou a cair ante o real, alinhado ao aumento do apetite pelo risco lá fora.

A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2022 fechou a sessão regular e a estendida em 3,34%, de 3,385% ontem no ajuste, e a do DI para janeiro de 2023 caiu de 4,986% para 4,94% na regular e 4,92% na estendida. A taxa do DI para janeiro de 2025 fechou a regular a 6,70% e estendida em 6,68%, de 6,755% ontem. O DI para janeiro de 2027 fechou com taxas de 7,46% (regular) e 7,43% (estendida), de 7,564% ontem.

As taxas começaram o dia sem trajetória muito definida, mas um viés de queda foi se fortalecendo ainda pela manhã na medida em que o ministro discursava no 39º Encontro Nacional de Comércio Exterior (Enaex). "O discurso agradou e desarmou a pressão de ontem. Ele atuou como bombeiro", disse o economista-chefe da SulAmérica Investimentos, Newton Camargo Rosa. O mercado vinha bastante estressado nos últimos dias em função do risco de extensão do auxílio-emergencial para 2021, admitido ontem pelo próprio ministro em caso de uma segunda onda de Covid no Brasil.

Hoje, ele voltou a afirmar que o auxílio termina em 31 de dezembro e que a partir desta data, os gastos sociais do governo vão aterrissar no Bolsa Família. Sobre a criação de um novo programa de renda, Guedes disse que não haverá populismo e que ele não será criado se não tiver responsabilidade fiscal. "Vamos travar despesas, pagar pela crise. Não vamos deixar dívidas para nossos filhos e netos", disse. Guedes ainda exaltou o ritmo de melhora da economia, de criação de empregos e disse que o Brasil está saindo da recessão. Tudo o que o mercado gosta de ouvir.

Para o diretor de Gestão de Renda Fixa e Multimercados da Quantitas Asset, Rogério Braga, o ministro não disse "nada de novo", mas esse tipo de declaração num governo que é cheio de ruídos é importante. "O mercado vê que o ministro está firme, esperançoso. É necessário mesmo que ele faça essa renovação de votos", comparou.

Analistas afirmam ainda que Fabio Kanczuk, diretor de Política Econômica do Banco Central, em reunião com representantes de várias instituições financeiras nesta manhã, reforçou a mensagem dos documentos do BC em relação ao forward guidance, que indica manutenção da Selic nos atuais 2% por um longo período.

No exterior, os mercados operaram no modo "risk on", resultando em valorização para boa parte da moedas emergentes. De acordo com um gestor, porém, o câmbio local estava "esquisito" pela manhã. "Todas as moedas ganhando contra o dólar e o real apanhava 1%, mas acabou não pegando tanto no juro longo nem na Bolsa. Mas quanto o dólar devolveu à tarde, os juros também andaram", disse.


Agência Estado e Correio do Povo

Sábado será de sol e calor no RS

 Máximas devem ultrapassar os 30°C em boa parte do Estado


O sol predomina no Rio Grande do Sul, neste sábado, com poucas nuvens esparsas na maioria das regiões do Estado. No Leste, a manhã poderá registrar neblina, mas o tempo abre ao longo do dia. A temperatura será elevada devido uma massa de ar quente que toma conta do território gaúcho e traz um dia de calor. 

De acordo com a MetSul Meteorologia, o começo do dia será de temperatura agradável, aquecendo rapidamente e resultando em uma tarde muito quente na maior parte das cidades. Em Santa Rosa, a máxima será de 39°C. No Oeste, áreas de instabilidade avançam e devem resultar em chuva e temporais isolados à noite.

Em Porto Alegre, sol predomina ao longo de todo o dia. A mínima na Capital deve ser de 17°C, e a máxima deve ser de 33°C.

Mínimas e máximas no RS

Erechim 16C° /33°C
Caxias do Sul 15°C / 30°C
Ausentes 11°C / 25°C
Torres 18°C / 27°C
Passo Fundo 16°C / 33°C
Uruguaiana 18°C / 35°C


MetSul Meteorologia e Correio do Povo

Mapa prévio do Distanciamento Controlado bota Porto Alegre e mais 10 regiões na bandeira vermelha

 Levantamento inicial exclui bandeiras amarelas e deixa mais de 60% da população em áreas de alto risco de transmissão do coronavírus


O Rio Grande do Sul voltou a ter um número maior de regiões com a bandeira vermelha na 28ª rodada do mapa preliminar do Distanciamento Controlado, divulgado nesta sexta-feira. De acordo com a nova avalição do Governo do Estado, oito áreas passaram da bandeira laranja para a vermelha - Porto Alegre, Capão da Canoa, Novo Hamburgo, Canoas, Guaíba, Santa Rosa, Passo Fundo e Caxias do Sul - que se juntam às regiões de Cruz Alta, Ijuí e Santo Ângelo que permanecem como alto risco epidemiológico para o coronavírus. 

No total, onze regiões foram classificadas preliminarmente com a bandeira vermelha. As áreas de Bagé e Erechim, que estavam em amarela, agora se somam às outras oito áreas do Estado em classificação de bandeira laranja - Santa Maria, Uruguaiana, Taquara, Palmeira das Missões, Cachoeira do Sul, Santa Cruz do Sul, Lajeado e Pelotas. 

Aumento de hospitalizações 

Segundo o governo estadual, há pelo menos dois meses não eram registrados altos níveis de hospitalizações por Covid-19 e de internações em leitos de UTI. O número de internados em leitos clínicos chegou, nessa quinta-feira, a 914 pacientes, aumento de 22% na comparação com a semana anterior. Houve elevação de 14% de infectados por coronavírus em UTI, o que provocou queda de 11% na disponibilidade de leitos para tratamento intensivo em toda a rede.

Com esse quadro, o indicador que mede a relação entre leitos de UTI livres e ocupados por Covid-19 no Estado recebeu bandeira vermelha, o que impactou as 21 regiões. As macrorregiões Metropolitana, Missioneira e Serra foram classificadas na bandeira preta (risco altíssimo) neste mesmo critério que mede a capacidade de atendimento dos casos que necessitam de tratamento intensivo. O único indicador que não apresentou elevação foi o de óbitos, com redução de 22%. As maiores variações foram em internados em leitos clínicos confirmados com Covid-19 (aumento de 22%) e registros de hospitalização (crescimento de 17%).

Nesta semana, o Rio Grande do Sul ultrapassou a marca das seis mil mortes por Covid-19. Segundo o boletim da Secretaria Estadual de Saúde (SES), foram contabilizados, nesta sexta-feira, 43 novos óbitos e elevou para 6.168 o número total de mortes relacionadas à doença desde o início da pandemia.


Das 21 regiões, apenas Uruguaiana, Bagé e Guaíba não aderiram ao sistema compartilhado. As outras 18 já adotam protocolos alternativos às bandeiras definidas pelo governo – Santa Maria, Capão da Canoa, Taquara, Novo Hamburgo, Canoas, Porto Alegre, Santo  ngelo, Cruz Alta, Ijuí, Santa Rosa, Palmeira das Missões, Erechim, Passo Fundo, Pelotas, Caxias do Sul, Cachoeira do Sul, Santa Cruz do Sul e Lajeado.

As regiões em cogestão classificadas em bandeira laranja podem adotar regras de bandeira amarela, basta que enviem protocolos próprios adaptados à Secretaria de Articulação e Apoio aos Municípios (Saam).

Os municípios e associações regionais podem apresentar, até as 6h de domingo, pedidos de reconsideração, que serão analisados para que as bandeiras definitivas sejam divulgadas na segunda-feira. A nova fase do Distanciamento Controlado passa a valer oficialmente na terça-feira. 

O levantamento completo da 28ª rodada do Distanciamento Controlado está disponível neste link


Correio do Povo


Sábado será de sol e calor no RS

Com preocupações fiscais com o Brasil, dólar encerra em alta, em R$ 5,47



Brasil sofre, mas vence a Venezuela e segue 100% nas Eliminatórias


Justiça concede pedido e famílias do Amapá terão auxílio de R$ 1.200



FBI captura foragido depois de quase 50 anos


Trump faz primeiro discurso após perder eleição e anuncia programa para acelerar vacina da Pfizer


Projetos de ICMS e de privatização da CEEE chegam à Assembleia






Professor é assaltado durante aula online

 Enquanto isso nos jornais, os militantes estão preocupados com lockdown, máscaras e distanciamento social. Quando é que os jornalistas VOLTARÃO A FALAR DO MUNDO REAL?

EDITORIAL: A milícia digital anônima contra a liberdade de expressão

 

Movimento Pró-Paraná manifesta apoio à Gazeta do Povo após ataques de milícia

 

Milícia Sleeping Giants Brasil atua promovendo campanha de constrangimento contra anunciantes para atingir veículos de comunicação| Foto: Infografia/Gazeta do Povo

Milícia anônima persegue anunciantes para tentar fechar a Gazeta do Povo

O Movimento Pró-Paraná, que atua em defesa dos interesses do estado do Paraná junto ao poder público, declarou nesta sexta-feira (13) seu apoio à Gazeta do Povo diante das intimidações feitas pela milícia digital Sleeping Giants

Os membros do órgão manifestaram, por meio de uma nota, “veemente repúdio” à atuação do Sleeping Giants, que classificaram como “verdadeira censura que se deseja ver imposta pela via econômica”. Para o Pró-Paraná, os ataques representam um “enorme risco para a defesa da liberdade de expressão e da liberdade de imprensa”. 

O direito à informação, diz a nota, será “profundamente prejudicado caso seja tolerada a organizada e anônima agressão, praticada contra um jornal que tem honrado, por mais de 100 anos, a cultura do bom jornalismo”. “As pessoas podem concordar ou não com as matérias publicadas, mas é da essência da democracia defender a liberdade de expressar o pensamento, como a de garantir a liberdade de imprensa”, complementam os signatários. 

Presidido atualmente por Marcos Domakoski, o Movimento Pró-Paraná nasceu durante a mobilização de paranaenses, liderados pelo empresário e jornalista Francisco Cunha Pereira, pelos royalties de Itaipu, há mais de duas décadas. De lá para cá, o grupo participou de todas as grandes reivindicações do estado junto ao governo federal, como a instalação do Tribunal Regional Federal (TRF) em Curitiba, a construção da segunda ponte entre o Brasil e o Paraguai, a definição da Poligonal no Porto de Paranaguá e as prioridades na infraestrutura nos transportes aéreo, rodoviário e ferroviário. 

Confira a nota na íntegra 

Gazeta do Povo

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FOCO TOTAL NAS ELEIÇÕES MUNICIPAIS

 


TEMA MAIS IMPORTANTE

Não foram poucas as ocasiões em que me vi diante do dilema da escolha do tema que deveria abordar nos meus editoriais diários. Hoje, entretanto, não tenho dúvida de que o tema mais importante para ser tratado é -ELEIÇÕES MUNICIPAIS-. Principalmente porque dentro de poucas horas os eleitores do Brasil todo vão se dirigir às urnas espalhadas por este nosso imenso país para definir, inicialmente, quais Vereadores irão decidir os rumos sociais e econômicos de cada um dos 5570 municípios. No caso dos Prefeitos, a expectativa é que em torno de 90 municípios a decisão só acontecerá no SEGUNDO TURNO, dia 29/11.


PERFIL LIBERAL-CONSERVADOR

Ora, uma vez que o tema de hoje é -ELEIÇÕES MUNICIPAIS-, antes de tudo devo alertar e/ou chamar a atenção de todos os leitores/eleitores do quanto todos podem fazer para que cada município consiga eleger os POSSÍVEIS MELHORES PREFEITOS E VEREADORES.  Considerando que o perfil dos leitores do PontoCritico se define como LIBERAL-CONSERVADOR, sugiro que antes de tudo escolham candidatos que se identifiquem com os princípios e propósitos que propagam e defendem no seu dia a dia familiar e/ou profissional. 


COMPARTILHAR LISTAS COM OS MELHORES NOMES

Mais: uma vez escolhido o nome do candidato, aproveitem a magnífica existência das Redes Sociais e dos grupos do WhatsApp e tratem de COMPARTILHAR LISTAS DOS MELHORES NOMES. Não se deixem levar e muito menos ficarem irritados com tudo que é dito e repetido pelos INFLUENCIADORES DIGITAIS comprometidos de corpo e alma com AGENDA IDEOLÓGICA SOCIALISTA. Isto, como se sabe, faz parte do jogo. O importante,  portanto, é fazer o mesmo jogo no sentido contrário, com inteligência e muito foco.  

PENSAR+

De novo: COMPARTILHAR e pedir mais COMPARTILHAMENTO multiplica o número de eleitores que ainda estão indecisos. Nos últimos dias, como sou eleitor de Porto Alegre, publiquei uma pequena lista com três nomes de CANDIDATOS A VEREADOR, do tipo PRIMEIRÍSSIMA QUALIDADE DE PENSAMENTO, assim como da dupla que concorre a prefeito da Capital do RS. Detalhe importante: como os candidatos a VEREADOR e VICE PREFEITO integram ou integraram a Sociedade Pensar+, da qual também sou membro, isto significa que tenho contato diário com todos eles e sei da qualidade que possuem. 

MINHA LISTA

Volto a lembrar, portanto, que dentre bons candidatos que concorrem a VEREADOR, em Porto Alegre, na minha lista constam os seguintes nomes:


 


FELIPE CAMOZATTO (NOVO) - 30500


FERNANDA BARTH (PRTB) - 28028


RAMIRO ROSÁRIO (PSDB) - 45678


 


E, para PREFEITO E VICE, o meu voto vai para a dupla -SEBASTIÃO MELO/ RICARDO GOMES-  15


FLORENSE É DESTAQUE NO "JANELAS CASACOR” SP



Neste ano, devido às limitações impostas pela pandemia, a CASACOR ganhou um formato diferente, chamado JANELAS CASACOR. Ao invés de concentrar-se num único local, ela acontece em contêineres-vitrines distribuídos por vários pontos das cidades, refletindo o olhar de arquitetos e designers de interiores sobre os desafios do novo morar. 

A Florense está presente em oito ambientes da edição de São Paulo, que iniciou domingo e se estenderá até 08 de dezembro.

A exposição pode ser vista de duas formas, ambas gratuitas: visitando os contêineres pessoalmente (cumprindo as regras de saúde, segurança e distanciamento social) ou por meio de visitas virtuais no site oficial da CASACOR (https://casacor.abril.com.br/). 

A grife gaúcha foi escolhida para ambientar os contêineres de João Armentano, Sig Bergamin, Léo Shehtman, Murilo Lomas, Érica Salguero, Gustavo Martins, Suíte Arquitetos e FAU+D Mackenzie Acolhe/Rodrigo Loeb.



LOJISTAS DA AIRAZ ADMINISTRADORA TÊM ACESSO A LINHAS DE CRÉDITO ESPECIAIS



Por iniciativa da AIRAZ, administradora dos shopping centers e galerias comerciais do Grupo Zaffari, a Caixa Econômica Federal e a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce) firmam parceria estratégica, beneficiando todo o setor de shopping centers do país. Na busca de apoiar os seus lojistas com linhas de crédito, a AIRAZ desenvolveu em parceria com o banco um programa de benefícios, que foi levada à Abrasce, transformando-se em um programa de alcance nacional.


- O acordo entre o banco e a associação acaba de ser firmado e, através da parceria, os lojistas terão acesso a benefícios e a diversas linhas de crédito com vantagens adicionais. “Nos mantemos atentos às soluções que venham ao encontro das necessidades de nossos lojistas. Ficamos muito satisfeitos com a receptividade da Caixa Econômica Federal e da Abrasce para a proposta desta parceria estratégica em benefício de todo o segmento. Isso nos dá a certeza de que, embora a travessia seja desafiadora, estamos em boas companhias”, comenta Roberto Manuel Zaffari, gestor da AIRAZ Administradora.


 - “Somos um setor resiliente e nos preparamos para passar por esse período fortalecidos. As vendas seguem em recuperação contínua e gradual e parcerias como essa firmada com a Caixa colaboram com a retomada do setor” declara Glauco Humai, presidente da Abrasce. Os lojistas dos shoppings poderão acessar créditos de 125 mil a 5 milhões de reais, dependendo do faturamento e das garantias ofertadas, com carência de até 12 meses e prazo de pagamento de até 60 meses, podendo optar por três tipos de garantias e com taxas de juros menores do que as ofertadas na agência.


- Também fazem parte do pacote de benefícios: isenção ou redução de cesta de serviços do banco, isenção da primeira anuidade para o cartão empresarial, e taxa especial de 8,49% ao mês para o chegue empresa. Os benefícios serão exclusivos para os lojistas que contratarem os serviços através da parceria entre a Caixa Econômica Federal e a Abrasce, e dependem da aprovação na análise de risco de crédito e garantias. Os interessados nas linhas de crédito poderão contratá-las diretamente nas agências da Caixa Econômica Federal, informando o CNPJ e solicitando os benefícios especiais da parceria. Para acessar os benefícios, o lojista precisa estar obrigatoriamente inserido previamente no sistema da CAIXA com a marca ‘PARCERIA ABRASCE’.


 - A AIRAZ é responsável pelas bandeiras Bourbon Shopping, Moinhos Shopping, Porto Alegre CenterLar e pelas galerias comerciais existentes em hipermercados das bandeiras Zaffari e Bourbon, com atuação no Rio Grande do Sul e em São Paulo. A Abrasce, atua há 45 anos para o fortalecimento e desenvolvimento do setor, reúne os principais empreendedores do segmento do brasil, além de ser a responsável pela Exposhopping, maior evento de shopping da América Latina.



CARRINHO AGAS



Realizado desde 1984 pela Associação Gaúcha de Supermercados, o Carrinho AGAS 2020 terá um componente inédito para homenagear as empresas e personalidades que, na opinião dos supermercadistas gaúchos, mais se destacaram em suas atividades ao longo deste ano: nesta edição, pela primeira vez na história da premiação, a entrega dos troféus ocorrerá de forma virtual, através do canal do Youtube da entidade (http://www.youtube.com/AGASPoaRS), a partir das 21h30 do dia 30 de novembro. Em seu novo formato, adotado em função do distanciamento social imposto pela pandemia de covid-19, o Carrinho AGAS 2020 promoverá uma homenagem a todos os gestores e colaboradores de empresas da cadeia do abastecimento por seu trabalho durante o ano. “Normalmente temos a limitação física de espaço nos salões em que realizamos o evento, o que restringe o número de convidados. Queremos aproveitar a oportunidade de realizarmos este evento online, convidando todos que estiveram na linha de frente de trabalho durante a pandemia, para homenagear estes verdadeiros heróis do dia a dia”, antecipa o presidente da Associação, Antônio Cesa Longo.


Nesta edição, a Associação Gaúcha de Supermercados optou por não distinguir personalidades públicas ou gerentes que se destacaram por suas vendas. “Entendemos que este é um ano de sobrevivência para alguns setores, em que devemos restringir nossas homenagens aos heróis da pandemia”, conclui Longo. O troféu a ser entregue na noite de 30 de novembro foi produzido pela artista plástica gaúcha Ana Simone, e representa os três elos da cadeia: consumidor, supermercadista e fornecedor. Os nomes dos agraciados serão conhecidos no dia 23 de novembro, quando a AGAS apresentará os ganhadores ao grande público.


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Fim do auxílio emergencial deve segurar inflação, diz Guedes

  por Fábio Pupo

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Ministro não descarta novos cortes na taxa de importação de itens com alta acelerada

O ministro Paulo Guedes (Economia) afirmou nesta quinta-feira (12) que o fim do auxílio emergencial de R$ 300 em dezembro deve contribuir para arrefecer a alta nos preços de alimentos e de materiais de construção.

 

"Na hora que o auxílio emergencial veio, com as pessoas em confinamento, elas gastaram com material de construção, melhoraram suas casas, e foram ao supermercado", afirmou em evento virtual promovido pela Abras (Associação Brasileira de Supermercados).

"O auxílio era de R$ 600, desceu para R$ 300, e depois aterrissa no Bolsa Família ou no Renda Brasil que estamos estudando. Quando houver essa aterrissagem, essas altas transitórias de preços setoriais devem se acalmar", afirmou.

O ministro disse que o auxílio emergencial voltará a ser pago em 2021 caso haja uma nova onda de coronavírus no país, como ele mesmo havia adiantado em evento na terça-feira (10) ao responder uma pergunta sobre o programa.

"Qual o plano para o auxílio emergencial? Redução gradual. Está marcado [o fim] para dezembro deste ano. Esse é o plano A. Existe possibilidade de prorrogar o auxílio emergencial? Se houver uma segunda onda, vamos ter que reagir. Mas não é o plano A", afirmou nesta quinta.

Ele disse que o estudo sobre o programa Renda Brasil continua, mas que as decisões dependem da política. 

"Agimos rápido no arroz e estamos examinando toda a pauta de alimentação para eliminar impostos de importação, porque estamos comprometidos com a abertura da economia", afirmou. "Os que tiverem subindo mais rápido que o razoável, vamos reduzindo a tarifa de importação", afirmou.

Neste ano, o governo já cortou a tributação para a entrada de diferentes itens com objetivo de conter a alta dos preços. Neste mês, decidiu zerar o imposto de importação de soja e milho. Em setembro, decidiu zerar a alíquota de importação para o arroz.

Para Guedes, os impostos devem continuar em baixa para contribuir com a abertura comercial do país. "Nós vamos continuar com os impostos reduzidos porque nosso objetivo é reduzir tarifas", disse.

Segundo ele, a maior entrada dos produtos estrangeiros deve contribuir com o arrefecimento da inflação dos alimentos na economia doméstica. O ministro afirmou que a ideia não é derrubar o produtor local, mas impedir o que chamou de abusos. 

"A competição de fora trava esse aumento. Mas não queremos derrubar a produção local. Ela vai reagir a esse aumento de preços aumentando a safra e naturalmente derrubando o preço lá na frente. Vamos usar o expediente contra abusos, com essa redução instantânea das tarifas", afirmou.

Guedes sinalizou os novos cortes não somente em alimentos, mas também em outros setores ao fazer referência à "toda a pauta de produtos importados". Conforme já mostrou a Folha, o governo acompanha de perto a situação de itens que mostram alta acelerada como materiais de construção.

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou em outubro que a pressão de alimentos e passagens aéreas fez a inflação de outubro ficar em 0,86%, ante 0,64% no mês anterior. Foi o maior índice para o mês desde 2002.

Em 12 meses, o indicador chegou a 3,92%, próxima ao centro da meta a ser perseguida pelo Banco Central para 2020, de 4%.

No ano, diz o IBGE, o preço do tomate acumula alta de 50%. O arroz já subiu 59,48% e o óleo de soja, 77,69%.

Fonte: Folha Online - 12/11/2020 e SOS Consumidor