Corte no auxílio emergencial e inflação desaceleram retomada do comércio

 por Diego Garcia

Volume de vendas em mercados cai, mas receitas crescem, enquanto consumo geral estabiliza

A redução pela metade do auxílio emergencial e a inflação no preço dos alimentos contribuíram para a desaceleração da retomada das vendas no comércio.

Mesmo assim, o varejo atingiu patamar inédito em setembro, segundo dados do IBGE divulgados nesta quarta-feira (11), mas com ritmo menor do que apresentado nos últimos meses.

O comércio brasileiro fechou setembro com alta de 0,6% em comparação com agosto. Em julho, o volume de vendas do varejo já havia atingido o maior patamar da série histórica da pesquisa e também havia apontado recuperação das perdas com a pandemia.

O resultado de setembro mostra uma forte desaceleração em relação aos meses anteriores, quando foram registradas altas de 12,2% em maio, 8,7% em junho, 4,7% em julho e 3,1% em agosto.

Segundo especialistas ouvidos pela Folha, o movimento de acomocação é natural em primeiro lugar pela base de comparação negativa com o início da pandemia, já que em abril o varejo registrou queda recorde, mas outros fatores contribuíram para a estabilização do setor.

Rodolpho Tobler, economista do FGV Ibre, destacou que o segmento de mercados vem sofrendo redução no volume de vendas nos últimos três meses, muito por conta da inflação dos alimentos, principalmente entre as famílias de rendas mais baixas.

"Além dos alimentos, tem também a questão de que começa uma redução na parcela do auxílio", disse Tobler. Ele destacou que, com a queda pela metade no benefício —que passou de R$ 600 para R$ 300 e está previsto para durat apenas até o final do ano—, por mais que alguns beneficiários ainda recebam parcelas atrasadas, os consumidores ficam naturalmente mais cautelosos. 

"Eles já se preparam para a redução do auxílio e mostram essa desaceleração. Setembro mostra como deve ser o ritmo de recuperação daqui para frente, mais gradual", afirmou.

A inflação dos alimentos pode ser notada na diferença de crescimento das vendas e de receita do setor de hiper e supermercados. De abril a setembro, enquanto o volume de vendas cresceu 4,7%,a receita do setor cresceu 10,3%, segundo o IBGE.

“A inflação de alimentos em setembro impactou bastante. Nos três últimos meses, os indicadores de receita do setor registram dois índices positivos, 2,1% em setembro e 0,5% em julho, e um negativo, -0,7% em agosto. Já os indicadores de volume foram todos negativos em setembro (-0,4%), agosto (-2,1%) e julho (-0,3%)”, disse Cristiano Santos, gerente da pesquisa do IBGE. 

Segundo Otto Nogami, economista do Insper, por causa da inflação, o crescimento das vendas vem se dando em produtos considerados essenciais. Ele apontou que, na medida em que o isolamento social no país foi reduzido, as pessoas foram repondo suas necessidades, o que contribuiu para o comportamento dos preços.

"A partir do momento que estoques são completos nas residências o consumo, cai. Associado à redução do auxílio, a grosso modo reduz o consumo pela metade", disse Nogami.

Para Ricardo Macedo, professor do Ibmec, a massa de recursos disponível para compras o varejo deve diminuir com a perspectiva de que não haverá prorrogação no auxílio emergencial.

"As famílias começam a mudar o comportamento com relação às compras, então a tendência é estabilizar o consumo", disse o professor.

"Com o fim do benefício, as pessoas começam a ter uma postura mais de precaução em relação a esses gastos, pois precisam fazer esse dinheiro sobrar", acrescentou.

Macedo destacou que a situação do emprego do país não é boa —a taxa de desocupação chegou a inéditos 14,4% no trimestre encerrado em agosto, totalizando 13,8 milhões de pessoas sem trabalho—, o que deixa o cenário para 2021 incerto.

"Tem o aumento do desemprego, as pessoas sem recursos e em busca de trabalho pela redução do isolamento, e o varejo caindo, pois as pessoas vão precisar gastar menos vai lá na frente. A tendência é de queda", disse o professor.

Fonte: Folha Online - 11/11/2020 e SOS Consumidor

Comprador de imóvel que não transferiu IPTU é condenado a pagar danos morais

 

A 3a Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, por unanimidade, negou provimento ao recurso interposto pelo comprador de um imóvel e manteve a sentença proferida pelo juiz substituto da 13ª Vara Cível de Brasília, que o condenou a pagar indenização por ter causado a indevida inscrição do nome do antigo proprietário na Dívida Ativa do DF.

autor ajuizou ação contando que foi impedido de utilizar os valores que teria direito pelo benefício “Nota Legal”, em razão de seu nome estar inscrito como devedor na Dívida Ativa do DF. Ao procurar o órgão responsável para saber a origem das dívidas, foi surpreendido pela informação de que constava como devedor de diversos  débitos de IPTU/TLP, referentes a  um imóvel que já havia vendido e cuja propriedade foi transferida a mais de 20 anos. Diante do ocorrido, requereu a condenação do réu ao pagamento de todos os débitos, bem como compensação pelos danos morais sofridos.

O réu apresentou contestação, na qual argumentou a inexistência de previsão contratual que lhe atribua a obrigação de transferir a titularidade do IPTU/TLP, além de não ter praticado conduta ilícita que configure dano moral.

O magistrado da 1a instância explicou que a legislação local prevê como responsabilidade do contribuinte informar ao órgão competente sobre alterações cadastrais do imóvel, restando comprovado nos autos que o réu não cumpriu sua obrigação, fato que resultou na inscrição do nome do autor como devedor de IPTU/TLP.

Inconformado, o réu interpôs recurso de apelação. Contudo os desembargadores entenderam que a sentença deveria ser integralmente mantida acrescentaram: ”Ademais, o inadimplemento contratual do apelante/réu implicou na em dano moral suportado por pessoa idosa, com 74 anos de idade, do lar e sem patrimônio extenso".

Assim, o colegiado entendeu como razoável e proporcional o valor fixado pela sentença recorrida para compensação por danos morais no valor de R$12 mil.

PJe2: 07301828920198070001

Fonte: TJDF - Tribunal de Justiça do Distrito Federal - 11/11/2020 e SOS Consumidor


Faltou luz aí? Consumidores podem recorrer à Defensoria e processar Energisa

  por Mariane Chianezi

Caso morador tenha sofrido prejuízos e não teve ressarcimento, é possível acionar empresa na Justiça

Com os vários problemas envolvendo o reabastecimento de energia elétrica aos moradores após a tempestade na última segunda-feira (9), muitos consumidores chegaram a ficar sem luz em casa por mais de 24 horas. Com comida estragando e até remédios se perdendo, os moradores que tiveram prejuízos devido à  podem recorrer à Justiça.

 

De acordo com o defensor público Homero Lupo Medeiros, coordenador do Nuccon (Núcleo Institucional de Promoção e Defesa do Consumidor e Demais Matérias Cíveis Residuais) da Defensoria Pública de MS, há situações em que os moradores pode procurar os direitos na Justiça, mas deve-se atentar à algumas etapas.

Conforme explicou o defensor por meio da assessoria de comunicação, primeiramente o morador deve tentar solucionar o problema de abastecimento direto com a empresa. “Neste primeiro contato o consumidor deve se atentar a anotar o número de protocolo da reclamação, com o dia e hora.  Caso o problema não seja solucionado no prazo previsto, o próximo passo é acionar a ouvidoria da concessionária”, explicou.

Nessa etapa, é sempre importante registrar o número de protocolo da reclamação. Nas situações em que alimentos ou remédios se perderam devido à falta de refrigeração, o defensor orienta que é importante registrar todo o ocorrido para poder provar o prejuízo.

“Essa prova pode ser feita por meio de fotos dos produtos perdidos, notas fiscais de compra, caso ainda possua, e embalagem dos medicamentos”, disse.

Não sendo integralmente ressarcido do prejuízo diante da falta de luz, o consumidor deverá acionar o Procon, a Defensoria Pública ou o seu advogado. Vale lembrar que a Energisa registra, somente neste ano, 957 denúncias no Procon por má prestação de serviço.

Caso seja necessária a assistência jurídica da Defensoria Pública para a defesa do consumidor, o atendimento pode ser solicitado clicando aqui. O atendimento é totalmente gratuito.

  Interrupção de energia

Segundo o CDC (Código de Defesa do Consumidor), existem duas situações em que a energia pode sofrer a interrupção: a programada, que deve ser avisada ao morador com 72 horas de antecedência e a não programada, como por chuva, raios ou acidentes que possa derrubar os postes de energia.

No entanto, independentemente da situação, a empresa tem o dever de solucionar o problema rapidamente. “Mais do que isso, ela precisa respeitar os limites máximos de duração e frequências das interrupções, que são regulamentados no Módulo nº 8 dos Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional”, explicou a Defensoria em citação ao CDC.

Campeã de reclamações

Energisa foi notificada pelo Procon-MS (Superintendência de Defesa do Consumidor) a reestabelecer o fornecimento de energia elétrica o mais rápido possível após dezenas de reclamações entre segunda (9) e terça-feira (10). Moradores relataram que estavam chegando há 24h sem energia.

Conforme o superintendente do , Marcelo Salomão, o consumidor deve procurar denunciar o serviço caso se sinta lesado. A  elétrica aconteceu após vendaval em Campo Grande no começo da semana.

“A concessionária tem a obrigação de fazer a restauração da energia imediatamente. Por mais que aconteceu um evento na natureza, em virtude da natureza, o consumidor é o lado mais fraco da relação de consumo. O consumidor não pode ficar  da má prestação de serviço”, disse Salomão.

 já registrou, neste ano, 957 reclamações de consumidores contra a Energisa. O número, segundo o superintendente, coloca a concessionária como a ‘campeã’ de reclamações no órgão estadual.

Outro lado

Em nota, a Energisa informou que “o ranking do Procon considera em seu número, além das reclamações, os atendimentos e orientações realizadas ao cliente. O ranking apresenta ainda um elevado número de reclamações improcedentes, bem como reclamações duplicadas”.

Ainda conforme a nota, os números estão errados. “Ajustando o número no Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor (Sindec), base dados que é utilizada pelo próprio Procon, o número correto seria:
(+) Número Considerado no Ranking pelo PROCON – 900
(-) Atendimentos e Orientações (Não são reclamações) – 301
(-) Reclamações Improcedentes e arquivadas (Foram todas respondidas e não existia procedência) – 222
(-) Reclamações Duplicadas ou Triplicadas – 145
Número Real do Ranking – 232”

Por fim, a concessionária informou que “a distribuidora reforça ainda que o ranking em número absoluto não representa a eficiência das empresas, pois empresas que tem poucos clientes são comparadas a empresas que atendem milhões de clientes, como é o caso da Energisa. Se considerarmos, portanto, os ajustes citados acima, a posição da empresa no ranking seria substancialmente alterada”.

Fonte: Midiamax - 11/11/2020 e SOS Consumidor

Imagem inédita de Biden agradecendo a seus eleitores (sátira)

 





Fonte: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10215930207402859&id=1677131654&set=a.3850959687288&source=48

Magazine Luiza pagará multa de R$ 800 mil por propaganda enganosa

 A rede varejista estava anunciando produto em liquidação com o mesmo valor que já estava em data anterior.

A 10ª câmara de Direito Público do TJ/SP considerou legítima multa aplicada pelo Procon ao Magazine Luiza por propaganda enganosa. De acordo com o órgão, a rede varejista estava anunciando produto em liquidação com o mesmo valor que já estava em data anterior.

O valor da multa foi fixado em mais de R$ 800 mil, considerando dano de caráter coletivo e reincidência.

O Procon aplicou multa no valor de mais de R$ 800 mil reais na rede varejista Magazine Luiza, devido ao anúncio de um produto em liquidação anual com o mesmo valor que já estava em data anterior. O órgão alegou publicidade enganosa e descumprimento de item essencial do contrato firmado com o consumidor.

A rede varejista, por sua vez, argumentou não ter havido propaganda enganosa, uma vez que a fiscalização teria ocorrido em período anterior ao início da liquidação no site, que é costumeiramente lançado à tarde, divergência ocorrida pelo fato de as lojas físicas abrirem às 5h da manhã.

O juízo de 1º grau deu razão ao órgão. Ao julgar o pedido do Magazine Luiza improcedente, considerou que as práticas apontadas pelo Procon consistem em infrações ao Código de Defesa do Consumidor, e que o valor da multa aplicada está em consonância com o disposto em lei.

O Magazine Luiza recorreu dizendo que não haveria evidência de data e hora da realização da fiscalização, o que seria relevante, uma vez que o início da promoção se daria primeiramente nas lojas físicas a fim de privilegiar quem vai pessoalmente na loja. Informou, também, que o produto já integrou outras promoções.

Para o relator, desembargador Marcelo Semer, embora seja admissível que o mesmo produto integre diferentes liquidações, mantê-lo permanentemente em "promoção" induz o cliente a erro.

Segundo o desembargador, a rede varejista estava anunciando o produto pelo preço de R$999 e dizia que o preço "original" era de R$1.399, no entanto, não demonstrou ter praticado o preço "original" em nenhum momento.

"A pequena oscilação de preço constatada em vendas praticadas em torno de R$890 não modificam o entendimento adotado, visto que a 'Liquidação Fantástica' não consistia em desconto a partir do preço de R$ 999, mas a partir do preço cheio de R$ 1.399, até porque a redução de cerca de 10% do valor não atrairia o consumidor como se tratasse de 'liquidação fantástica'."

Diante disso, negou provimento ao recurso. O colegiado acompanhou o entendimento do relator.

Veja o acórdão.

Fonte: migalhas.com.br - 11/11/2020 e SOS Consumidor

Seguradora deve restituir e indenizar mulher cobrada por serviço que não contratou

 


Consumidora teve valores descontados de sua conta corrente. A empresa, porém, não comprovou a relação de consumo entre as partes. 

Uma seguradora terá que restituir valores cobrados de mulher que não contratou serviços, mas foi descontado de sua conta corrente. A empresa deverá restituir em dobro a cobrança, além de indenizar a mulher por danos morais. Decisão é do juiz de Direito Evandro Portugal, da 19ª vara Cível de Curitiba/PR. 

Segundo a consumidora, foi verificado descontos mensais pela seguradora em sua conta corrente sem qualquer autorização da sua parte, lhe causando intenso desgaste emocional. A mulher, então, pediu a restituição dos valores pagos em dobro eis que jamais efetuou qualquer tipo de contrato com a seguradora.

A seguradora, por sua vez, alegou que os descontos realizados em folha eram relativos a contrato entre as partes, o qual a consumidora sempre esteve ciente, não havendo qualquer fundamento para a restituição dos valores, quanto mais em dobro.

Ao analisar o caso, o juiz explicou que para firmar a relação de consumo, é necessário que se tenha comprovantes de recebimento de pedidos assinado pelo consumidor, dentre outros tantos documentos que poderiam atestar a existência de negociação.

A seguradora, porém, se limitou a apresentar cópias das telas de seu sistema de registro de dados, que, segundo o magistrado, são de valor probatório reduzidíssimo. Para o juiz, a existência de contratação entre as partes não existiu, se tratando de cobrança indevida.

"Não há o que se falar em mero aborrecimento, pois a situação observada no caso concreto extrapola o mero descumprimento contratual, eis que jamais houve contrato entre as partes, configurando-se verdadeiro descaso do fornecedor com a figura do consumidor."

Diante disso, condenou a seguradora a restituir em dobro os valores descontados da conta da consumidora. Determinou, ainda, que a seguradora indenize a mulher pelos danos morais causados, em R$ 10 mil.

O advogado Marcelo Crestani Rubel, do escritório Engel Advogados, atua pela consumidora.

  • Processo: 0005369-87.2019.8.16.0001

Veja a decisão.

Fonte: migalhas.com.br - 11/11/2020 e SOS Consumidor

Petrobras anuncia reajustes de 6% para a gasolina e de 5% para o diesel

 


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Aumento segue a valorização do preço do petróleo Brent no mercado internacional 

Brasília - A Petrobras anunciou às distribuidoras que vai aumentar a partir da quinta-feira (12), nas suas refinarias o preço da gasolina em 6% e do diesel (500 e S-10) em 5%. O diesel utilizado por navios terá alta de 5,2%, informou a estatal nesta quarta-feira (11).

O aumento segue a valorização do preço do petróleo Brent no mercado internacional, que impulsionado por avanços nas pesquisas das vacinas contra o covid-19 vem subindo fortemente nos últimos dias, voltando a patamar próximo de US$ 45 o barril

De acordo com a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom) o aumento do diesel será de R$ 0,0855 por litro e a gasolina de R$ 0,0947 por litro.  

Fonte: O Dia Online - 11/11/2020 e SOS Consumidor

Milícia anônima persegue anunciantes para tentar fechar a Gazeta do Povo

 

A milícia anônima Sleeping Giants Brasil começou na última sexta-feira (6) uma campanha para constranger os anunciantes da Gazeta do Povo. O objetivo do grupo é fazer com que o jornal de mais de 100 anos de atividade feche as portas. Hoje, os jornais têm duas principais fontes de renda: a verba publicitária e a carteira de assinantes.

O método da milícia funciona principalmente nas redes sociais. Ela “marca” o perfil das empresas e pede que deixem de anunciar no veículo até ter sua demanda atendida. Os anunciantes cedem ao pensar que podem estar à beira de uma crise de imagem. Não atender automaticamente à solicitação joga as empresas anunciantes na lista negra do bando, para virar alvo de uma onda de linchamento promovida pelos seguidores do grupo anônimo. Ou seja, há prática de intimidação.

Os ataques à Gazeta do Povo e a seus anunciantes começaram após o jornal informar que não iria afastar o colunista Rodrigo Constantino, envolvido em uma falsa acusação de apologia ao estupro. O colunista explicou sua visão sobre o tema debatido e pediu desculpas por excessos em texto publicado em seu blog. A Gazeta divulgou uma carta de esclarecimentos aos seus leitores , dando mais detalhes sobre a tomada de decisão. Mas isso não foi suficiente para o “tribunal” armado nas redes sociais. Até a tarde desta quarta-feira (11), treze empresas já haviam cedido à investidas do Sleeping Giants.

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Gazeta do Povo

A TARRAFA DE TRUMP! - 12.11.2020

 Por Thomas Korontai*


   


    Tarrafa é uma rede circular com pesos laterais; ela deve ser lançada pelo pescador de modo que se abra totalmente e abranja a maior área possível. Isto exige muita perícia.


   


    Estamos assistindo, a maioria perplexos, inimagináveis denúncias de fraudes nas eleições americanas promovidas pelos partidários do candidato democrata Joe Biden. Mas do outro lado, vê-se um aguerrido candidato à reeleição, determinado e tranquilo, o que nos leva a pensar: estaríamos a poucas horas ou a poucos dias de assistir a mais espetacular jogada de contra inteligência desde os eventos da II Grande Guerra? Assistiremos a prisão de milhares de membros do chamado “deep state” norte americano, incluindo políticos da ala criminosa do Partido Democrata, funcionários públicos e demais atores que ajudaram a efetivar a maior fraude eleitoral de todo o planeta? Serão incluídos, ainda, donos e lideranças de empresas da grande mídia que manipularam informações, impuseram uma visão única, anúncios precipitados de vitória de Biden, portanto não oficiais, classificando as declarações do presidente como falsas? E o que dizer dos donos das “big techs” que usaram suas gigantescas plataformas de comunicação e também censuraram as postagens do Presidente? Ambos os setores, mídia e plataformas, em conluio com o Partido Democrata, impõem Biden como vitorioso. Não estariam cometendo vários crimes, tanto os relacionados às ofensas contra o mais importante mandatário do país, pois Trump ainda é o presidente, quanto contra o Povo dos EUA? E estes não podem ser perfeitamente classificados como crimes contra a Segurança Nacional? Insuflar o povo contra o Estado de Direito e a República é crime, ou não é? Vou explicar o por quê de tais questionamentos nas linhas adiante.


   


    Donald Trump venceu uma guerra dificílima em 2016. Naquele ano ele estava fora do sistema, ainda assim passou por cima do establishment entranhado nos dois principais partidos políticos americanos, o Democrata e o Republicano. Nas eleições primárias ele venceu todos os dezesseis pré-candidatos do seu partido e depois, na campanha presidencial, derrotou a toda poderosa Hillary Clinton. O impossível aconteceu. E aí pergunto: ninguém mais lembra dos vários serviços de inteligência e conselheiros que cercam o Presidente da nação mais poderosa da Terra? Alguém já viu milionário ou bilionário bobo? Em sã consciência, alguém acredita que ele, conhecendo de antemão as fraudes, seria tão estúpido ao ponto de deixar as coisas que ele mesmo previra, acontecerem, sem nada fazer?


   


    Sun Tzu, o grande estrategista chinês de 400 A.C, autor do milenar manual de estratégia: “A Arte da Guerra”, ensinou que os fatores contextuais devem ser considerados pelos exércitos em conflito; aquele que não fizer isso provavelmente será derrotado. Trazendo estes ensinamentos para o caso em curso, os fatores contextuais são a Constituição, as leis, as regras eleitorais de cada estado da federação americana e os grupos de inteligência. A cada ação da inteligência de um lado, a contra inteligência do outro se antecipa ou, então, reage. No caso, os membros do Partido Democrata, com fortes alianças com grupos poderosos, como os gigantescos grupos econômicos meta-capitalistas, a mídia, as “big techs”, “big pharms”, banqueiros, muitos artistas, ONGs e estreitas ligações com governos totalitários, como a China, acreditaram que teriam força inabalável ao impor seu candidato como vencedor de eleições claramente fraudadas. Afinal, consideraram ter tudo às mãos para vencer no grito, respaldado pela mídia e plataformas de redes sociais. O problema é que o oponente, mais do que adversário, considerado inimigo mortal de todas as suas agendas e interesses é exatamente o sujeito que resolveu encarar o establishment. Bilionário, negociante de primeira, que nunca admitiu ser derrotado em nada, Donald Trump pode estar usando outra estratégia do general chinês: deixar que o inimigo pense estar vencendo. Ao avançar na perseguida vitória que os recolocaria com o poder da caneta, conquistando inclusive o Senado e a Câmara dos Representantes, os democratas abusaram e cometeram erros demais, até banais. Mais do que erros, crimes. E muitos! E não apenas os membros do Partido, mas seus aliados nos setores citados, não deixando de incluir ainda, os políticos estaduais, funcionários e membros do judiciário, correio, e administradores eleitorais. Todos foram longe demais.


   


    Citando alguns desses erros, aliás, crimes, é provável que a lista esteja engrossando enquanto escrevo este artigo, começamos com o envio de mais de cem milhões de cédulas de votação aos eleitores, sob a desculpa do que chamo de “fraudemia”, a artificial pandemia do covid-19. O problema é que não se pode promover o envio de cédula de votação sem que o eleitor a peça. Aliás, em alguns estados, o eleitor tem de justificar a razão de votar pelo correio. Desconheço se havia alguma medida estadual ou federal que determinasse o envio indiscriminado de cédulas. Se não havia previsão legal, é crime.


   


    Antecipar-se às ações do inimigo, no caso, os democratas, faz parte da sabedoria dos grandes estrategistas. O ponto mais provável onde poderiam ocorrer intervenções com vistas a distorcer os resultados das votações era justamente no envio das cédulas pelo correio; assim, para identificar fraudes, deveria ser estabelecida alguma forma de controle das cédulas eleitorais. Um bom serviço de inteligência já poderia ter identificado por meio de escutas ou de agentes infiltrados os planos do inimigo. Embora pessoas honestas, de caráter saudável, não cheguem sequer a pensar nisso, o envio maciço de cédulas falsas seria uma ação totalmente plausível para analistas de inteligência. Assim, a hipótese da impressão de cédulas oficiais com algum tipo de marca, não as alteraria e seria, a meu ver,  uma obrigação das autoridades federais para preservar a higidez do processo eleitoral. Isso, ao contrário do que muitas agências de fact checking alegam ser falso, está descrito em um portal que estuda métodos eleitorais pelo mundo inteiro - http://aceproject.org/main/english/po/poc02c.htm. Neste portal, há descrição clara sobre formas de autenticidade de cédulas, seja por marca d’água, ou impressão em papel especial.  Se as cédulas foram impressas com uma dessas técnicas, será uma surpresa para os fraudadores que eventualmente tenham mandado imprimir, dizem que, até na China, os “ballots” enviados pelos correios. Já se sabe que vários condados acusam mais votantes do que eleitores. Trump tem afirmado que o que conta são os votos legais, e isso poderá não deixar nenhuma chance de escape ao inimigo. Sim, inimigo da democracia, dos valores éticos e morais, porque quem faz isso, não pode ter outra adjetivação.


   


    E mais: embora possa parecer estranho, em junho deste ano o próprio presidente Trump deu dicas sobre possibilidades de fraudes dos Democratas, consideradas absurdas pela mídia opositora e militante. Importante dizer que o voto por correspondência exige também, alguns procedimentos de validação e rastreio. Cada uma das cédulas solicitadas pelos eleitores e autorizadas é enviada pelo correio e deve ser registrada no site da autarquia federal, contendo as datas de envio e de recepção, o que as torna plenamente rastreáveis. Embora seja lei em muitos estados, a imprensa não se refere ao assunto, lançando um véu de silêncio sobre ele. Pudemos saber um pouco mais por meio de um brasileiro residente nos EUA que mostrou a tela do seu notebook na qual se apresentavam tais procedimentos.


   


    Mas diversos outros fatos estranhos serviram para reforçar a certeza de que fraudes estavam em andamento: escrutinadores alterando cédulas, observadores credenciados mantidos afastados à força das mesas de contagem, colocação de tapumes em janelas dos locais de contagem para evitar a observação, eleitores falecidos votando, sendo 21 mil somente na Pensilvânia e muitas dezenas de milhares mais em outros estados, reforçando a convicção de que a maioria dessas cédulas podem ser falsas; alteração de cédulas por escrutinadores gravada por câmeras estrategicamente instaladas; muitas pessoas surpreendias pela polícia com caixas e sacolas de cédulas; denúncias de funcionários dos correios relatando ordens de aposição de carimbo com data de recepção atrasada, caixas e mais caixas com votos sendo encontradas no mato, lixo e escondidas em diversos cantos,  enfim, indícios visíveis das fraudes.


   


    Como se somente os indícios visíveis não bastassem, temos ainda os invisíveis; porém, são tão fortes que podermos até tratá-los como provas. Foram descobertas fraudes realizadas por um software de contagem de cédulas. Segundo foi antecipado por canais independentes de TV, rádio e internet, cerca de seis mil votos foram desviados pelo software em questão, para Biden, em um único condado no Estado de Michigan; existem mais de quarenta e sete Condados neste estado. Informaram também que cerca de trinta estados utilizaram o mesmo software. O mais intrigante é que a empresa proprietária do software, a Dominium, pertence a um grupo econômico dirigido por um democrata ligado à Nancy Pelosi, atual Presidente da Câmara dos Representantes (Câmara dos Deputados Federais) e à Open Society do bilionário George Soros, havendo correspondência com a empresa Smartmatic, já denunciada no Brasil por nós, em processo na Justiça Federal por inúmeras irregularidades com documentos falsos, aprovados nas licitações promovidas pelo TSE em 2012, sob a presidência da então Ministra Carmem Lúcia, seguida por Dias Toffoli, ambos arrolados no citado processo.  A correção do “bug” que desviou os seis mil votos do condado, já foi feita e apontou vitória de Trump, com mais de 57%. Já há notícias de novas reversões de resultados em outros condados e estados.


   


    Diante do volume impressionante de graves indícios de fraudes, jamais visto na História Americana, em carta dirigida à nação o Presidente dos EUA disse por qual razão não aceita os resultados, e quais as providências que ele está tomando. Ele deixa claro que o país precisa ver os resultados com votos legais. A contagem destes votos é a única forma de se ter o sufrágio válido e legitimar o resultado, seja ele qual for. O detalhe de referir-se a “votos legais” denuncia o quanto ele sabe sobre o problema, mas que ainda não pode falar publicamente.


   


    Parece que Trump planejou muito mais do apenas vencer as eleições de forma honesta e limpa. Dado o seu histórico de empresário altamente bem sucedido e conhecido como negociador esperto e agressivo, aliado ao seu senso estratégico apuradíssimo, um grande navegador no mundo dos negócios, é provável que a intenção dele seja mais do que pescar algumas sardinhas. Ele parece ter deixado que os monstros abissais que vivem no fundo do oceano das ilegalidades continuassem suas trajetórias normalmente, contudo, observando-os e registrando seus ataques ilegais, imorais e anti-democráticos. Chegará o momento em que esses vermes da escuridão marinha serão trazidos para a superfície, onde a luz clara da verdade os exporá ao mundo inteiro. Prisões, processos e demais medidas de cunho judicial resultarão no mais duro golpe contra estes seres miasmáticos. Se, de fato, a China estiver envolvida nesse gigantesco golpe contra a democracia americana sofrerá como consequência, além da sua desmoralização global, ações judiciais e talvez militares que atingirão o coração do dragão amarelo.


   


    Não pretendo ser neutro neste artigo. Antes de apoiar Donald Trump, apoio o que ele defende e tem feito. Biden demonstrou, com as fraudes promovidas pelo Partido Democrata, a que vieram. Você confiaria em um grupo político que age desta forma? Sua conhecida agenda progressista, mandonista e de viés cada vez mais claramente socialista, associada com uma vida pregressa e atual nada recomendáveis do Sr. Biden, como demonstrado nas denúncias de ex-parceiros, ex-mulher e até de uma de suas filhas, após as bombásticas revelações do notebook do seu filho Hunter, são prenúncio do que viria, caso pudesse vencer legalmente estas eleições. Não é normal também a censura imposta pela mídia, até mesmo a um jornal, o New York Post, com mais de 200 anos de existência, único a publicar o escândalo. Há algo a mais do que a tentativa de ocupar a Casa Branca. Biden e Kamalla Harris podem ser apenas os marionetes das forças que buscam destruir o único país com capacidade moral e militar para se lhes contrapor.


   


    Aqueles que amam o bem e que tem a mente lúcida, independente de gostar de Trump, analisem os fatos, pois são aterradores. Saia da imprensa mainstream. Tanto dos EUA quanto daqui. Mesmo as buscas no Google devem ser refinadas à exaustão para furar a bolha criada para isolar toda a população e mudar-lhe o senso de análise, escondendo fatos e impondo-lhes outros. Nem Orwell imaginaria tamanha engenharia para dominar toda a Humanidade. Pense nisso, isso vai muito além de uma simples teoria da conspiração. Porque os democratas fizeram isso? Porque tantas fraudes? Porque esse desespero que vencer estas eleições? Para tirar o único cara que peitou toda a camarilha, todo um sistema. E está com tudo para desmontá-lo. A tarrafa está lançada! E ele será implacável com o que for pescado. E assim esperamos que seja.


   


    A maioria da população pode não ter percebido, mas o que está ocorrendo é a Terceira Guerra Mundial. Longe das ações de guerra convencional, há um envolvimento global nas ações ocultas que estão ocorrendo. Poucos notaram isso. A Segunda Guerra Mundial foi vencida pelos Aliados, contra o impressionante poder nazista. Depois veio a Guerra Fria, contra a União Soviética, que foi vencida pela determinação de Margareth Tatcher, de Ronald Reagan e do inesquecível Papa João Paulo II. Vencida a potência soviética, esta se transmutou em um “socialismo fofo”, avançando sub-repticiamente em quase todos os países. Devagarinho conquistou espaços políticos. Para tanto não se pejou em distorcer mentes e corações, invertendo posições, desnaturando pessoas, transladando valores, subvertendo identidades. Acabou por nos trazer a este momento crucial, fazendo um ataque global sobre a nação mais poderosa do mundo atualmente; se vencerem, estaremos caminhando para um tempo de escuridão jamais imaginado. Prefiro o verbo no futuro do pretérito. 


   


    Lá no Norte, o pescador lançou a tarrafa com maestria, para capturar a sujeira e bizarrice da superfície e das profundezas deste oceano lodoso. Reitero que antes de pensar que somos americanófilos, tudo que acontecer naquela nação nos afetará de algum modo. O resultado das eleições norte-americanas vai além de uma simples e costumeira alternância do poder. O momento é crucial. É preciso que nos levantemos e façamos aqui no Brasil também, as nossas guerras contra os inimigos da liberdade, da prosperidade, da livre iniciativa; inimigos que usam o Estado para enriquecer às nossas custas, por meio de escorchantes impostos e humilhante burocracia, inimigos estes instalados nos Três Poderes, e nas Três esferas de Governo, cujo desrespeito à Constituição já avançou demasiadamente. Portanto, assim como os EUA lutam contra o “estado das profundezas”, nós temos de lutar também, aprendermos com o que está acontecendo por lá e nos encorajarmos para agir, propondo reformas federativas e institucionais para o nosso Brasil.


   


    Estamos apenas na madrugada de um novo dia. O alvorecer se aproxima. Ao vencermos, estaremos livres para evoluir e determinar nosso destino. A vitória será nossa também!


    Thomas Korontai é empresário, autor de livros, fundador, líder do Movimento Federalista e integrante do PENSAR+


   


    Publicado originalmente em:https://www.movimentofederalista.org.br/a-tarrafa-de-trump/



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TRANSFORME A ALIMENTAÇÃO EM SUA GESTORA DE HOME OFFICE

 Organização e planejamento fazem parte do trabalho no home office. E ao contrário do que muita gente pensa, não é necessariamente a sua alimentação que precisa se adaptar aos novos tempos. Uma dieta bem planejada pode justamente coordenar sua rotina de trabalho, manter horários e agendas mais estáveis, das refeições principais até os breaks para um lanchinho. No home office, a alimentação não precisa ser hora-extra. Ela tem tudo para se tornar a melhor gestora da sua produtividade e bem-estar. Leia e confira ótimas orientações com o apoio da nutricionista Anne Dalla Costa. E, como sempre, aproveite as vantagens do Zaffari Card e Bourbon Card para tornar tudo mais fácil e eficiente.


Leia mais: https://www.zaffaricard.com.br/novidades/casa-trabalho-e-cozinha/?utm_campaign=&utm_campaign=NEWS+ALIMENTA%C3%87%C3%83O+NO+HOME+OFFICE+-+R1%2C+C+COMPRAS+-+RS&utm_content=post&utm_medium=alimenta%C3%A7%C3%A3o_e_home_office&utm_source=Newsletter&utm_term=NEWS+ALIMENTA%C3%87%C3%83O+NO+HOME+OFFICE+-+R1%2C+C+COMPRAS+-+RS#!/



MOURÃO



Mourão concorda com Guedes sobre frustração sobre falta de avanço em privatização:


"É uma frustração, (mas) a gente ainda tem dois anos para avançar alguma coisa nisso", disse o vice-presidente. (Infomoney)



FOOD HALL DADO BIER INAUGURA NO BOURBON COUNTRY



Espaço inovador proporciona a união entre a gastronomia e a cultura cervejeira


 


Já está em operação no Bourbon Country o Food Hall Dado Bier, ambiente descontraído que reúne diversas opções gastronômicas e uma microcervejaria Dado Bier funcionando em pleno salão, com produção de até oito receitas de cervejas diferentes. Além da microcervejaria, são sete cozinhas à disposição do público, entre elas: Sabor de Luna, Meu Açaí Express, Ohana, Butcher, Libertino e Lambari. O processo produtivo da microcervejaria pode ser acompanhado pelo público, desde o processo de moagem, mostura e fervura do mosto até a transferência para os quatro tanques de fermentação. Além dos clássicos da marca Dado Bier, a ideia é produzir a cada semana um tipo diferente de cerveja, com receitas experimentais assinadas por cervejeiros conceituados ou produzidas com ingredientes especiais e sazonais.


 


Opções gastronômicas 


A Sabor de Luna, especializada em receitas uruguaias, oferece no espaço medialunas de jamón e queijo, empanadas, panchos, sanduíches, tortas e cafés. O Butcher Burger leva para o Food Hall Dado Bier o seu conceito de negócio pautado pela ideia de aliar cerveja e hambúrguer, com inspiração australiana. O Lambari é uma experiência gastronômica exclusiva criada para o empreendimento pela operação do Capincho Bar e Restaurante, e irá oferecer milanesas e sandubinhas. O Libertino é especializado em gastronomia italiana, mas sem ser temático ou caricato. A ideia da cozinha é brincar com a liberdade do preparo, com ingredientes e com o próprio modo de servir. O OHANA Poke & Rolls apresenta a excelência da culinária havaiana com a influência asiática – japonesa e coreana – em releituras únicas. Completa a relação de novidades a Meu Açaí Express, opção que chega direto da Praia do Rosa, em Santa Catarina, com açaí colhido de áreas reflorestadas e processamento diferenciado, que garante uma polpa mais jovem e maior preservação de antioxidantes.



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