31/03/2026 | 19:15
Flávia SimõesCom apenas 15 dias para o fim do prazo de funcionamento, o futuro da CPI dos Pedágios na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul permanece incerto. Instalada em dezembro do ano passado, a comissão tem até o dia 15 de abril para concluir seus trabalhos, a menos que consiga aprovar uma prorrogação de 60 dias no Plenário.No entanto, o requerimento de prorrogação é o penúltimo item da ordem do dia e, segundo informações dos bastidores, deputados da base governista não devem fornecer quórum suficiente para que a votação ocorra até o dia 15 de abril.Diante da possibilidade de extinção da CPI, o presidente da comissão, deputado Paparico Bacchi (PL), já estuda como alternativa a instalação de uma nova CPI, “com mais tempo e profundidade para investigar” as concessões de rodovias no Estado.Falta de quórum também dentro da própria CPIO problema de quórum não se limita ao Plenário. Na última sessão, realizada na segunda-feira, a CPI não conseguiu o número mínimo de parlamentares necessário para iniciar a ordem do dia e votar os 19 requerimentos que estavam pendentes — dois deles considerados polêmicos.Entre os destaques está o pedido de afastamento do presidente da Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados (Agergs), Marcelo Spilki. A justificativa é um suposto conflito de interesses: Spilki admitiu, durante oitiva na CPI, que participou da elaboração do edital de concessão do bloco 3 de rodovias quando atuava na Secretaria de Parcerias e Concessões.Outro requerimento que gera controvérsia é o que solicita a quebra do sigilo telefônico e telemático do secretário da Reconstrução, Pedro Capeluppi. A pasta é responsável pela elaboração dos contratos de concessão. Durante depoimento na CPI, Capeluppi foi solicitado a entregar seu telefone celular, mas se recusou.A CPI dos Pedágios investiga os processos de concessão das rodovias gaúchas. Caso não seja prorrogada, seus trabalhos serão encerrados automaticamente em 15 de abril.
Flávia SimõesCom apenas 15 dias para o fim do prazo de funcionamento, o futuro da CPI dos Pedágios na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul permanece incerto. Instalada em dezembro do ano passado, a comissão tem até o dia 15 de abril para concluir seus trabalhos, a menos que consiga aprovar uma prorrogação de 60 dias no Plenário.No entanto, o requerimento de prorrogação é o penúltimo item da ordem do dia e, segundo informações dos bastidores, deputados da base governista não devem fornecer quórum suficiente para que a votação ocorra até o dia 15 de abril.Diante da possibilidade de extinção da CPI, o presidente da comissão, deputado Paparico Bacchi (PL), já estuda como alternativa a instalação de uma nova CPI, “com mais tempo e profundidade para investigar” as concessões de rodovias no Estado.Falta de quórum também dentro da própria CPIO problema de quórum não se limita ao Plenário. Na última sessão, realizada na segunda-feira, a CPI não conseguiu o número mínimo de parlamentares necessário para iniciar a ordem do dia e votar os 19 requerimentos que estavam pendentes — dois deles considerados polêmicos.Entre os destaques está o pedido de afastamento do presidente da Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados (Agergs), Marcelo Spilki. A justificativa é um suposto conflito de interesses: Spilki admitiu, durante oitiva na CPI, que participou da elaboração do edital de concessão do bloco 3 de rodovias quando atuava na Secretaria de Parcerias e Concessões.Outro requerimento que gera controvérsia é o que solicita a quebra do sigilo telefônico e telemático do secretário da Reconstrução, Pedro Capeluppi. A pasta é responsável pela elaboração dos contratos de concessão. Durante depoimento na CPI, Capeluppi foi solicitado a entregar seu telefone celular, mas se recusou.A CPI dos Pedágios investiga os processos de concessão das rodovias gaúchas. Caso não seja prorrogada, seus trabalhos serão encerrados automaticamente em 15 de abril.
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