DIAS TOFFOLI
Mais do que sabido e comprovado, em 30 de setembro de 2009, o então Advogado-Geral da União, JOSÉ ANTONIO DIAS TOFFOLI, que foi indicado pelo presidente LULA para ocupar a vaga de ministro do STF, depois de passar por uma SABATINA de mais de 8 horas no Senado, resultou aprovado, em votação no Plenário, por 58 votos a favor, 9 contrários e 3 abstenções.
REPROVADO DUAS VEZES PARA JUIZ SUBSTITUTO
Também mais do que sabido, antes de ser indicado ao STF, Dias Toffoli foi -REPROVADO DUAS VEZES (1994 e 1995) no CONCURSO (SABATINA) para JUIZ SUBSTITUTO EM SÃO PAULO-. Já no -CONCURSO PARA MINISTRO DO STF- a BANCA EXAMINADORA, formada pelos SENADORES, APROVOU DIAS TOFFOLI -POR 58 VOTOS- (MAIS DE 70% DOS SENADORES), sem dar a mínima para o necessário -NOTÁVEL SABER JURÍDICO-, REQUISITO CONSTITUCIONAL EXIGIDO PARA MINISTROS DO STF.
SABATINAS NÃO DECIDEM
A propósito, para quem não sabe, ou não lembra -desde a promulgação da Constituição de 1988, todos os indicados pelos presidentes da República para o STF foram APROVADOS pelo Senado Federal-. Ora, partindo desta lógica histórica e já tradicional, as -SABATINAS- implicam apenas num processo onde só é permitida a APROVAÇÃO DE TODO E QUALQUER INDICADO, POR MAIS QUE O MESMO NÃO REÚNA MÍNIMAS CONDIÇÕES -TÉCNICAS E MORAIS- para COMPOR A SUPREMA CORTE.
MESSIAS
Assim, à luz da realidade brasileira, é praticamente certa a APROVAÇÃO DE JORGE MESSIAS COMO MINISTRO DO STF. A rigor, a exemplo do que aconteceu com Dias Toffoli, pouco ou nada importa o fato de que a trajetória de Messias é marcada pela estreita proximidade com o núcleo político do PT e, como tal -nunca teve e não terá-compromisso algum com a JUSTIÇA, mas apenas e tão somente com o PARTIDO.
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