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De acordo com o projeto da Lei Orçamentária Anual, a receita líquida do estado prevista para 2017 seria de R$ 62,3 bilhões e as despesas fixadas em R$ 77,6 bilhõesMarcello Casal jr/Agência Brasil
A situação financeira do estado do Rio continuará difícil no próximo ano, com forte desequilíbrio nas contas públicas. A diferença entre as receitas e as despesas deve ser de R$ 17 bilhões, segundo divulgou o secretário de Estado de Fazenda, Gustavo Barbosa, durante reunião na Comissão de Orçamento da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), realizada na sexta-feira (9).
De acordo com o projeto da Lei Orçamentária Anual (LOA), a receita líquida do estado prevista para 2017 seria de R$ 62,3 bilhões e as despesas fixadas em R$ 77,6 bilhões. O secretário informou que a receita líquida foi recalculada e chegou ao valor de R$ 60.5 bilhões, R$ 2 bilhões a menos do que o previsto no texto enviado.
Barbosa se comprometeu a fazer os ajustes até a próxima segunda-feira (12), quando a matéria seguirá para apreciação dos 70 deputados, que terão até o dia 16 deste mês para apresentar as emendas ao projeto. A previsão é que a Casa vote a proposta no dia 20 de dezembro.
Na próxima terça-feira (13), está prevista a votação de projeto com aumento nas alíquotas de ICMS para diversos setores, incluindo bebidas e energia elétrica. Na quarta-feira (14), estão previstas as votações mais polêmicas, o que poderá gerar fortes protestos. Entre os projetos que serão votados, está a medida que adia para 2020 o aumento salarial de algumas categorias de servidores, incluindo os militares, que deveria entrar em vigor em 2017. As informações são da assessoria de comunicação da Alerj.
A pesquisa de um professor brasileiro pode ser um passo importante na descoberta de medicamentos para prevenção de Alzheimer e Mal de Parkinson. O estudo do professor Leandro Bergantin, da Universidade Federal de São Paulo, pretendia elucidar o mecanismo pelo qual os bloqueadores de cálcio, usados para reduzir a pressão arterial, por vezes tinham o efeito contrário, porém, no decorrer do trabalho, ele percebeu que o medicamento poderia ser voltado para doenças neurodegenerativas e psiquiátricas.
“Um importante estudo clínico publicado em 2016 descreveu que pacientes hipertensos, os quais faziam uso de bloqueadores de canais de cálcio, possuíam uma significante redução da incidência de Mal de Alzheimer. A partir dessa nossa descoberta, a qual elucida o enigma do "paradoxo de cálcio", pudemos inferir no mecanismo celular pelo qual os bloqueadores de canais de cálcio também poderiam reduzir a incidência de Mal de Alzheimer”, explicou Leandro Bergantin, doutor em ciência e professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
O livro publicado a partir da pesquisa, intitulado From discovering “calcium paradox” to Ca2+/cAMP interaction: Impact in human health and disease, esteve entre os mais vendidos da Amazon. Ainda sem versão para o português.
Não há uma previsão para a conclusão dos estudos, que estão sendo feito em parceria com pesquisadores estrangeiros, no entanto, o resultado pode ser um grande avanço para o tratamento de doenças cada vez mais presentes com o envelhecimento populacional.
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Nielmar de Oliveira - Enviado especial*
Já se passaram 30 anos desde que o petróleo jorrou pela primeira vez do poço pioneiro Rio Urucu número 1 (RUC-1), que deu origem à Província Petrolífera de Urucu, no Amazonas, maior reserva provada terrestre de óleo equivalente (petróleo e gás natural) do país.
Descoberta em 1986 no coração da Amazônia, em Coari, a cerca de 650 quilômetros de Manaus, Urucu chama a atenção pelo desafio de produzir petróleo com respeito ao meio ambiente e redução dos impactos da atividade sobre a região.
O óleo de Urucu, um dos mais leves produzidos no país (quanto mais leve, melhor a qualidade), facilita o seu processamento nas refinarias e permite o aproveitamento na produção de gasolina, nafta petroquímica, óleo diesel e Gás Liquefeito de Petróleo (GLP).
Em outubro deste ano, o complexo registrou a produção de 35.387 barris de petróleo por dia e 13,9 milhões de metros cúbicos de gás natural, além de 1,2 tonelada de GLP, o equivalente a 112 mil botijões de gás de cozinha.
Se comparada aos 100 mil barris/dia de uma única unidade do pré-sal, a produção de Urucu é pequena, mas fundamental para o abastecimento da Região Norte e parte do Nordeste, além de ter papel importante na atividade econômica do Amazonas, com participação de cerca de 15% do Produto Interno Bruto (PIB) do estado.
A chegada à Amazônia nos anos 1980
O engenheiro de produção Ivaldo Santos da Silva, 34 anos de Petrobras, 30 dos quais dedicados à Urucu, lembra das dificuldades de instalação do complexo em meio à mata fechada, numa obra grandiosa. “Isto aqui era mata cerrada e lamaçal. Não era incomum encontrarmos onças, cobras e todo tipo de animal. Era aventura pura, estilo Indiana Jones mesmo. Todo transporte de material e de pessoas era feito pelo Rio Urucu. Os equipamentos, máquinas, tratores e sondas eram desmontadas e carregados pelo meio da mata fechada e enlameada nas costas mesmo. Desmontava-se tudo, colocava-se tábuas para reduzir os atoleiros e, em meio as clareiras que eram abertas, se montava tudo de novo”, conta, emocionado.
Vista aérea de um dos polos da Província Petrolífera de Urucu, no coração da Amazônia, a 650 quilômetros de Manaus Agência Petrobras/Geraldo Falcão
O gerente da Província de Urucu, João Roberto Rodrigues, há 29 anos no projeto, recorda outro desafio da criação da base de exploração na Amazônia: a concorrência com a Bacia de Santos, que era prioridade da Petrobras na época por causa dos 100% de chances de acerto na perfuração dos poços e do retorno rápido e garantido do investimento, ao contrário de Urucu, onde a exploração ainda era incerta. Foi necessário que o geólogo responsável pelo projeto amazônico fosse à sede da estatal, no Rio de Janeiro, para convencer a diretoria a manter as tentativas.
“E a descoberta de Urucu significou que ele estava certo e selou o destino da atividade da empresa na região. Era a última bala, a última chance e ele provou que estava certo com a descoberta de do poço pioneiro RUC-1. E aí houve a decisão pelos investimentos na região, o retorno do pessoal que já havia deixado o local, além do deslocamento de mais funcionários para a região”, relembra Rodrigues.
Se em 1986 apenas 62 pessoas presenciaram o momento em que o petróleo jorrou pela primeira vez na Amazônia, hoje Urucu tem cerca de 1,2 mil trabalhadores.
“Estarmos aqui, com todo esta estrutura, é resultado de muito sonho nosso. A companhia sempre foi muito importante para o país. E o legado que a gente deixa é este aqui, é o fato de que Urucu é importante para o desenvolvimento da região e para a geração de empregos para muita gente que não teria uma oportunidade como esta não fosse o sonho de alguns exploradores há 30 anos”, acrescenta o gerente.
Cuidados ambientais
Segundo a Petrobras, o custo de extração de petróleo e gás natural de Urucu está entre os menores no país, apesar dos desafios de logística e operação em plena selva. A localização exigiu da estatal cuidados adicionais na implantação do projeto, que incluíram o reflorestamento das áreas abertas e o maior reaproveitamento possível do que é retirado da natureza.
Os troncos das árvores derrubadas nas áreas em que estão os poços, por exemplo, são transformados em bancos e os restos de comida, em adubo. A energia para o funcionamento do complexo é produzida em uma termelétrica movida a gás natural, com capacidade de geração de 20 Megawatts.
O trabalho de recomposição da cobertura vegetal e de catalogação das espécies retiradas das áreas de extração de óleo, entre outras medidas ambientais, tornaram Urucu referência internacional no setor. Desde o início do projeto, as áreas afetadas são recompostas de modo que apenas algumas clareiras denunciam a presença dos equipamentos na floresta.
Um viveiro natural abriga dezenas de milhares de mudas de 80 espécies nativas da Amazônia para viabilizar o programa de replantio intensivo implementado à medida que as clareiras são abertas para a perfuração dos poços. Entre as espécies catalogadas e reintroduzidas na natureza estão bromélias e orquídeas.
“Toda vez que vamos trabalhar em alguma área nova aqui na região, a gente faz a identificação nominal da árvore, o estudo e o inventário dela e entramos com o licenciamento. A partir deste inventário é feita a coleta de sementes, para desenvolvermos as mudas no viveiro, de modo que na fase pós exploratória, quando iniciamos a recuperação da área, a gente possa devolver as características originais o mais próximo possível do que era antes de desmatarmos para construir o poço”, explica engenheiro florestal Jander Muniz Rabelo.
Rodrigues, gerente da Província de Urucu, diz que os cuidados são essenciais para a continuidade da exploração petrolífera em uma área sensível como o ecossistema amazônico. “Nossa missão é produzir petróleo e gás e vamos fazer isto dentro de uma lógica de responsabilidade e respeito ao meio ambiente, caso contrário não sobreviveremos. Aprendemos que aqui temos que ficar no nosso canto, quietos, respeitando os proprietários do local, que são as árvores e os animais. A velocidade é controlada, o carro tem que parar, não atropelar os animais”, conta.
Os resíduos orgânicos produzidos no complexo viram adubo para reflorestamento e jardinagem, os recicláveis são separados e destinados a empresas licenciadas e o esgoto doméstico é tratado segundo parâmetros exigidos pela legislação. De acordo com a Petrobras, “a sucata ferrosa e os resíduos perigosos são tratados, neutralizados e destinados de acordo com as exigências legais”.
Logística
Estar dentro da mata fechada também impõe outro desafio à Província Petrolífera de Urucu: a logística. Para levar a produção da reserva aos centros urbanos, o principal caminho é o Gasoduto Urucu-Coari-Manaus, construído em 2009. Com 663 km quilômetros de extensão, o duto tem capacidade para escoar até 5,5 milhões de metros cúbicos por dia de gás natural de Urucu à capital do Amazonas.
Antes do gasoduto, o produto era levado a Coari em balsas pelo Rio Urucu e depois pelo Rio Solimões até Manaus, em viagens que levavam mais de uma semana.
Modelo com maior frequência de quedas é o Robinson 44, que caiu com noiva na Grande SP http://glo.bo/2grDGR7 #G1
SP tem 30% dos acidentes com helicópteros dos últimos 10 anos no país
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Da Ansa Brasil
A conclusão da Agência de Inteligência é que o objetivo da Rússia era favorecer um candidato à respeito de outro e ajudar Trump se eleger", disse uma autoridade da CIA ao jornal The Washington PostAp Photo/Sputnik/Greg Allen
A agência de inteligência CIA, dos EUA, concluiu nesta sexta-feira (9) que a Rússia interveio na eleição presidencial norte-americana de 2016 para ajudar o candidato republicano, Donald Trump, a alcançar a Casa Branca.
De acordo com a agência, foi avaliado que, à medida que a campanha presidencial de 2016 se concluía, o governo russo prestou auxílio ao magnata para vencer a candidata democrata e ex-secretária de Estado, Hillary Clinton.
Segundo publicação do jornal The Washington Post, os agentes secretos dos Estados Unidos descobriram que os hackers russos vazaram os e-mails do Partido Democrata para a organizaçãoWikileaks. "A conclusão da Agência de Inteligência é que o objetivo da Rússia era favorecer um candidato à respeito de outro e ajudar Trump se eleger", disse uma autoridade da CIA ao jornal.
O governo da Rússia negou todas as acusações de interferência na eleição presidencial dos Estados Unidos. No mês de outubro, Washington acusou formalmente a Rússia de uma campanha de ataques cibernéticos contra organizações do Partido Democrata antes de Trump ser eleito.
Juan Manuel Santos, presidente da ColômbiaEPA/Olivier Douliery/ Agência Lusa
O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, afirmou neste sábado (10), na cerimônia em que recebeu o Prêmio Nobel da Paz, em Oslo, na Noruega, que a guerra em seu país “terminou”.
“Após seis anos de intensas e difíceis negociações, posso anunciar ao mundo com profunda humildade que o povo da Colômbia está fazendo o possível e o impossível. A guerra que causou tanto sofrimento e angústia a nossa população terminou”, disse Santos após receber o prêmio de 8 milhões de coroas suecas (R$ 2,9 milhões).
Ele doará o prêmio às vítimas do conflito, que em cinco décadas deixou 220 mil mortos e forçaram mais de 6 milhões de pessoas a fugir, segundo os dados oficiais. Sete vítimas da guerra estiveram presentes na cerimônia, entre elas a ex-candidata à presidência Ingrid Bittencourt, que foi sequestrada e ficou seis anos sob poder de guerrilheiros.
Santos recebeu o Prêmio Nobel ainda que um primeiro acordo de paz entre seu governo e as Forças Revolucionárias da Colômbia (Farc) tenha sido rejeitado pelo povo colombiano em um referendo realizado no início de outubro.
Um novo acordo para encerrar o conflito, assinado entre o governo colombiano e as Farc, foi ratificado no início deste mês pelo Parlamento colombiano, e Santos anunciou que o novo texto não será submetido a consulta popular.
Nenhum representante das Farc compareceu à cerimônia do Prêmio Nobel da Paz, sob a alegação de impedimentos legais. À época do anúncio de Santos como vencedor, o líder do movimento guerrilheiro, Timoléon Jiménez, cumprimentou o presidente colombiano por seus esforços de paz.
*Com informações das Agências Telam e France Presse
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Alana Gandra - Repórter da Agência Brasil
A fundadora da ONG TemQuemQueira, Adriana Gryner, disse que 70% das pessoas que produzem o reúso das lonas são homens e mulheres detentosGustavo Guedes
Os Jogos Olímpicos e Paralímpicos deixaram saudades na população do Rio de Janeiro, mas o seu legado social ainda continua. Mais de 3 mil metros quadrados de lonas usadas em palcos, totens, contêineres de informações e de outros itens de sinalização e mobiliário urbano do Boulevard Olímpico foram transformados pela organização não governamental (ONG) TemQuemQueira em mil bolsas, utilizando mão de obra formada por detentos e moradores de comunidade do município. Com isso, a ONG evitou que este material fosse destinado ao lixo, além de assegurar oportunidade de trabalho e renda para esses cidadãos.
O projeto foi iniciado em 2006, usando exclusivamente mão de obra prisional. Com a implantação das unidades de Polícia Pacificadora, a Secretaria de Estado de Segurança Pública pediu para que a ONG abrisse uma oficina no Morro do Turano, o que ocorreu em 2009. “E está lá até hoje”, informou na quarta-feira (7) à Agência Brasil a fundadora da TemQuemQueira, Adriana Gryner.
Antes de serem reaproveitadas, as lonas vinílicas recebem tratamento. São lavadas, escovadas e desdobradas, ficando adequadas para manipulação e posterior transformação em peças, como bolsas, revisteiros, sacolas, cachepôs, jogos americanos, 'nécessaires', porta-documentos.
Adriana disse que 70% das pessoas que produzem o reúso das lonas são homens e mulheres detentos, dos quais em torno de 80% foram presos por envolvimento com o tráfico de drogas. Todos são remunerados de acordo com o sindicato da indústria têxtil. A média salarial é R$ 1,2 mil por mês por pessoa envolvida na produção. Segundo Adriana, a TemQuemQueira está disponível para abrir novas oficinas em outras comunidades do Rio de Janeiro, de modo a beneficiar moradores e também ampliar o número de detentos atendidos. “Gente que nunca trabalhou ou que não tinha uma profissão. É isso que a gente corre atrás.”
Afirmou que “quanto mais postos de trabalho a gente abrir, mais oportunidades a gente traz para essas pessoas que não as têm”. A ONG recebe presos de qualquer penitenciária do estado. A triagem é feita pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária, que manda para a oficina detentos que estão em regime semiaberto. Adriana Gryner observou que apesar de trabalharem com facas e estiletes, entre outros materiais cortantes, nunca foi registrado nenhum problema, “nem de mau comportamento”. O índice de reincidência, salientou, é muito pequeno. A ONG só não trabalha com presos de alta periculosidade ou que tenham cometido crimes hediondos.
A última contagem feita pela TemQuemQueira registrou, até meados deste ano, um total de 200 mil metros quadrados de lona vinílica reaproveitados, desde 2006. O trabalho na ONG quebra o ciclo vicioso do crime, disse Adriana.
As mil bolsas produzidas com o material do Boulevard Olímpico foram adquiridas pela Gael Comunicação, agência que respondeu pela criação, implementação e gestão do próprio Boulevard. Em parceria com o Aquário Marinho do Rio de Janeiro, as lonas da fachada daquela instituição foram transformadas em peças que podem ser adquiridas pelo público na loja do Aquario. Também no Museu do Amanhã, os interessados podem comprar produtos transformados pela ONG.
Da Agência Ansa
O assassinato do italiano Roberto Bardella, de 52 anos, na favela Morro dos Prazeres, no Rio de Janeiro, provocou comoção na Itália e no Brasil. Originário de Jesolo, em Veneza, onde era proprietário de uma imobiliária, Bardella foi morto ao entrar por engano no morro carioca, em uma moto com Rino Polato, de 59 anos. O crime ocorreu na manhã da última quinta-feira (8) e repercutiu em toda a Itália, já que três cidadãos do país foram mortos no Brasil em um mês: Pamela Canzonieri, assassinada na Bahia, em 18 de novembro, e Alberto Baroli, morto no Ceará no dia 5 de dezembro. Rino Polato, que passou os últimos dias prestando depoimento à polícia do Rio de Janeiro, voltou neste sábado para a Itália.
Ele aterrissou no Aeroporto Internacional Marco Polo, em Tessera, em um voo proveniente de Lisboa, e foi recebido por seus familiares, sem falar com a imprensa. Nas redes sociais, o italiano recebeu mensagens de apoios de amigos e de brasileiros que se disseram "envergonhados" com a situação. "Em nome de todo o povo brasileiro, eu quero pedir perdão pelo que aconteceu. Todos os anos, 60 mil brasileiros são mortos", escreveu um internauta. "Meus mais sinceros sentimentos, vivemos uma guerra civil não declarada, eu os aconselho a não vir para o Rio de Janeiro, para a corrupção, o crime e o tráfico de drogas que dominam o Brasil.
Saibam que o povo de bem do Brasil ama os italianos, tem coisas que acontecem que nos deixam abalados", destacou outro. A Justiça do Rio de Janeiro decretou a prisão de sete pessoas, sendo uma menor de idade, por envolvimento no assassinato do italiano. Hoje, outros dois mandados de prisão foram emitidos, contra Raphael Correia Pontes, conhecido como "Pedro De Lara", e Bruno Gonçalves Campos Gerreira, apelidado de "Gordinho". A Polícia Civil divulgou a foto de seis suspeitos maiores de idade, identificados com base em fotografias de registro e no depoimento de Polato, e cujas prisões já tinham sido decretadas.
Tratam-se de Wagner Moreira Rodrigues da Silva, Tiago de Oliveira, Romulo Pontes Pinho, Claudio Augusto dos Santos, Marcos Vinicius Paulo de Oliveira e Marcos Elias Candido Bezerra. Dessa maneira, a polícia trabalha com nove nomes. As autoridades acreditam que os dois italianos, que viajavam de moto pela América do Sul, tenham sido confundidos com policiais pelos traficantes do Morro dos Prazeres devido às suas vestimentas e aos equipamentos de áudio e câmera.
Comentarista de política analisa os desdobramentos da delação premiada do ex-diretor da Odebrecht Cláudio Melo Filho:http://glo.bo/2gNipNO #J10 #GloboNews
"Relato mostra uma relação distorcida entre políticos e empreiteiras", diz Merval Pereira
G1.GLOBO.COM
Entre os citados, estão Luiz Fernando Pezão, Rodrigo Maia, Eduardo Paes, Lindbergh Farias e o casal Anthony e Rosinha Garotinho:http://glo.bo/2gqc3HS
Depoimentos de ex-executivos da Odebrecht envolvem vários políticos do Rio de Janeiro
G1.GLOBO.COM
Ex-governador do Rio de Janeiro foi transferido a pedido do Ministério Público: http://glo.bo/2hjCcWj
Sérgio Cabral chega à sede da Polícia Federal em Curitiba
G1.GLOBO.COM
Líria Jade - Repórter da Agência Brasil
Segundo os índices de expectativa de vida, divulgados pelo pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em dezembro, a expectativa de vida ao nascer no Brasil alcançou 75 anos, 5 meses e 26 dias em 2015, aumento de 3 meses e 14 dias em relação ao ano anterior. Com relação às mulheres, a esperança de vida chega a 78 anos e 1 mês, sete anos a mais do que os homens, que pelas regras atuais da Previdência Social se aposentam cinco anos depois, aos 65 anos de idade.
Esses dados são usados como um dos parâmetros para determinar o fator previdenciário, no cálculo das aposentadorias do Regime Geral de Previdência Social. Caso o Congresso Nacional aprove a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 287, que trata da reforma da Previdência, homens e mulheres irão se aposentar com a mesma idade. Isso porque passa a existir uma idade mínima para aposentadoria, 65 anos. Além disso, o tempo mínimo de contribuição aumentará de 15 anos para 25 anos.
De acordo com um levantamento feito em 2014 pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), homens e mulheres se aposentam com a mesma idade em mais da metade de uma lista de 51 países. Os dados mostram que 60% destas nações concedem a aposentadoria para ambos os sexos com o mesmo tempo de vida, entre pessoas que começaram a trabalhar aos 20 anos.
Entre os países que apresentam as mesmas condições para homens e mulheres pedirem a aposentadoria estão Alemanha, Islândia e Noruega. Nessas nações, a idade mínima para se aposentar é 67 anos, a mais alta. Depois estão Estados Unidos, Portugal e Irlanda, com 66 anos. Enquanto na Arábia Saudita tanto homens quanto mulheres podem se aposentar com 45 anos. Ainda entre os países que igualam a idade de aposentadoria para profissionais estão Austrália (65 anos), Bélgica (60 anos), Canadá (65 anos), Dinamarca (65 anos), Finlândia (65 anos), França (61,2 anos), Grécia (62 anos), Hungria (62,5 anos).
Em alguns países, a diferença de idade para requerer o benefício chega a cinco anos. Este é o caso do Chile, Itália, Áustria, Argentina e Rússia, onde homens se aposentam mais tarde do que mulheres. Outros como Itália, República Tcheca e Suíça apresentam uma menor diferença de idade para homens e mulheres solicitarem sua aposentadoria.
Ivan Richard Esposito - Repórter da Agência Brasil
O Palácio Planalto repudiou hoje (9), em nota, as acusações de que o presidente Michel Temer teria solicitado valores ilícitos da empreiteira Odebrecht em meio à campanha à Presidência em 2014.
Segundo o site de notícias BuzzFedd, o ex-vice-presidente de Relações Institucionais da Odebrecht Cláudio Melo Filho, em delação premiada, relatou ter entregue dinheiro vivo, em 2014, no escritório de advocacia de José Yunes, amigo e conselheiro próximo de Temer.
Em nota, o Planalto diz que todas as doações da construtora foram legais. “O presidente Michel Temer repudia com veemência as falsas acusações do senhor Cláudio Melo Filho. As doações feitas pela Construtora Odebrecht ao PMDB foram todas por transferência bancária e declaradas ao TSE [Tribinal Superior Eleitoral]. Não houve caixa 2, nem entrega em dinheiro a pedido do presidente”, diz a nota.
De acordo, BuzzFedd, o executivo da maior construtora do país disse, no acordo firmado com a Força Tarefa da Lava Jato, que o dinheiro entregue no escritório de advocacia de José Yunes era parte dos R$ 10 milhões que Marcelo Odebrecht, presidente da empresa, resolveu destinar ao PMDB após um jantar que teve, em maio de 2014, com Michel Temer, no Palácio do Jaburu, residência oficial da vice-presidência.
O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, e os senadores Romero Jucá (PMDB-RR) e Eunício Oliveira (PMDB-CE) também estão entre os citados na delação de Melo Filho.
Padilha
O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, negou que tenha recebido recursos ilícitos da Odebrecht. “Não fui candidato em 2014. Nunca tratei de arrecadação para deputados ou para quem quer que seja. A acusação é uma mentira. Tenho certeza que, no final, isto estará comprovado”, diz Padilha em nota.
O senador Romero Jucá também divulgou nota sobre a delação do executivo da Odebrecht. Jucá diz que desconhece a delação de Melo Filho e nega que recebeu recursos para o PMDB. O senador também esclarece que “todos os recursos da empresa ao partido foram legais e que ele, na condição de líder do governo, sempre tratou com várias empresas, mas em relação à articulação de projetos que tramitavam no Senado”. O senador diz que está à disposição da Justiça para prestar quaisquer esclarecimentos.
A assessoria de imprensa do senador Eunício Oliveira informou que o senador nunca autorizou o uso de seu nome por terceiros e jamais recebeu recursos para a aprovação de projetos ou apresentação de emendas legislativas. “A contribuição da Odebrecht, como as demais, foram recebidas e contabilizadas de acordo com a lei e as contas aprovadas pela Justiça Eleitoral”.
Fernanda Cruz - Repórter da Agência Brasil
Maternidades públicas deverão permitir a presença da doula durante o parto e no pré-natal. Rovena Rosa/Agência Brasil
A Câmara Municipal de São Paulo aprovou projeto de lei que permite a presença de doulas em maternidades municipais e hospitais privados contratados pelo município. A proposta da vereadora Juliana Cardoso (PT) segue agora para sanção do prefeito Fernando Haddad.
As doulas são profissionais que oferecem apoio emocional e conforto físico às gestantes. Com o projeto, elas ficam autorizadas a permanecer com as futuras mamães durante consultas, exames pré-natal, pré-parto, parto e pós-parto imediato, com seus instrumentos de trabalho.
Se o projeto for sancionado, a gestante ganhará o direito a entrar na sala de parto com a sua doula e também com um acompanhante. A doula, no entanto, não pode fazer procedimentos e dar diagnósticos restritos aos profissionais de saúde, mesmo se ela tiver formação na área.
Daniela de Almeida Andretto, presidenta da Associação de Doulas do Estado de São Paulo (Adosp), disse que a vitória com a aprovação da lei não será da doula, mas da mulher. Ela explica que, diferente da gestante com situação financeira mais favorecida, com privilégios como escolha de um bom médico e um bom hospital, a mulher pobre é a que será mais beneficiada pela presença da doula.
“Se a gente pensar nas mulheres que vão a um hospital público que, muitas vezes, é a única opção dela, a presença da doula favorece a questão da saúde para ela. A gente está falando de um projeto que não tem a ver só com deixar ou não a doula entrar. Tem a ver com melhorar a saúde materna”, afirma Daniela.
A presidenta da Adosp explica que o acompanhamento da doula tem melhorado os índices de saúde pública, como redução da analgesia, redução do tempo de trabalho de parto e aumento da satisfação com a experiência do parto. “É um bem para a saúde pública”, ressalta.
O curso de doulas tem duração de 36 a 40 horas e trata de aspectos como fisiologia de parto, controle emocional e bem-estar. A principal escola de doulas de São Paulo já formou 12 mil alunos.
O ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, deixou o Complexo Penitenciário de Gericinó pouco depois das 10h de desta sexta-feira (9) para ser transferido pela Polícia Federal, informou a Secretaria Estadual de Administração Penitenciária.
O ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral é transferido paa CuritibaValter Campanato Arquivo/Agência Brasil
Cabral estava preso em Bangu 8, onde cumpre prisão preventiva pedida pelo Ministério Público Federal no âmbito da Operação Calicute. A operação investiga um esquema de corrupção que envolvia pagamento de propinas e lavagem de dinheiro e aponta Cabral como chefe da organização.
A transferência foi decidida pela Justiça Federal após um ofício do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro apontando que Cabral vinha recebendo visitas irregulares em Bangu 8.
O promotor André Guilherme Freitas diz no ofício que o réu teve visitas de amigos e familiares em desconformidade com a Resolução SEAP nº584, de 23 de outubro de 2016. O promotor destaca que apenas uma pessoa amiga poderia ter sido credenciada para visitá-lo, e apenas após a satisfação de formalidades listadas na resolução.
"Por outro lado, caso se tenha como visitação extraordinária a que vem ocorrendo em relação a este réu, cabe esclarecer que esta, quando desempenhada por autoridades públicas, deve estar estritamente relacionada ao exercício da função", diz o ofício, acrescentando que as visitas foram divulgadas amplamente pela imprensa, reconhecidas pela Secretaria de Administração Penitenciária e confirmadas em declarações públicas de um dos visitantes.
Em nota, a Seap afirma que todas as visitas de Cabral foram cadastradas dentro das normas da secretaria. "Cabe ressaltar que deputados possuem prerrogativas parlamentares para entrar e, inclusive, fiscalizar unidades prisionais a qualquer momento, sem necessariamente ser o dia de visita", diz o texto que informa ainda que câmeras da unidade prisional poderão ser solicitadas para a apuração de irregularidades.
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Para Procuradoria Geral da República, além de ilegal, divulgação não auxilia trabalhos sérios
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