Mudanças na previdência de militares serão encaminhadas em 2017, diz ministro

O ministro da Defesa Raul Jungmann disse nesta quinta-feira (8) que um projeto de lei complementar com mudanças nas regras previdenciárias para os militares já está em discussão e deve ser enviado à Casa Civil entre janeiro e fevereiro de 2017. Questionado sobre o que seria passível de negociação, o ministro disse que “tudo está na mesa”, inclusive aumento da contribuição e do tempo de serviço.

Ele afirmou que também não está descartada a proibição ao acúmulo de pensão e aposentadoria, como previsto na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287, enviada esta semana ao Congresso Nacional. O projero altera as regras para trabalhadores do setor privado e servidores públicos. “Esse acúmulo será devidamente regulado e definido em lei complementar”, declarou.

Segundo ele, os militares não querem privilégios. “Não queremos nenhum privilégio, apenas que se reconheça as especificidades. Tudo está na mesa. Não há nada excluído da agenda”, afirmou Jungmann. O ministro ainda negou que a participação dos militares no déficit da Previdência seja de R$ 32,44 bilhões, conforme tem sido veiculado pela imprensa. Raul Jungmann atribuiu a divulgação da cifra a uma “confusão contábil”.

Segundo ele, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) arca somente com as pensões pagas a dependentes dos militares que, em 2016, representaram R$ 16,55 bilhões. Como os militares contribuem com 7,5% do salário bruto para o pagamento desses benefícios, o peso para o INSS cairia para R$ 13,85 bilhões. Já o salário dos inativos, diz Jungmann, é pago pelo próprio Ministério da Defesa.

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De acordo com ele, isso ocorre porque os militares não estão enquadrados em qualquer regime previdenciário, mas sim em um sistema de proteção social custeado pelo Tesouro Nacional. Deste sistema saíram os recursos para o pagamento de militares ativos e inativos que, em 2016, somaram R$ 20,23 bilhões e R$ 18,59 bilhões, respectivamente. Os valores já estavam consignados por lei ao orçamento do ministério.

“Quem paga os nossos inativos somos nós. Ou seja, os nossos inativos não pressionam a Previdência. Isso é computado na Previdência por um óbvio equívoco contábil, que está sendo desfeito no balanço da União”, declarou.

Singularidades

O ministro citou, contudo, singularidades da carreira militar que, para ele, precisam ser levadas em conta na formulação do projeto de lei complementar com a reforma. Entre elas, a disponibilidade para deslocamento em território nacional e internacional a qualquer momento, o não pagamento de horas extras e a vedação à sindicalização e a ter um segundo emprego.

Raul Jungmann ressaltou que uma reforma realizada em 2001 introduziu um fator de redução no valor das aposentadorias dos militares e acabou com benefícios como o pagamento de pensão a filhas solteiras. “O que tem, agora, são só as que restam vivas”, afirmou. O ministro também disse que os militares têm, atualmente, o menor salário entre as carreiras de Estado.

De acordo com Jungmann, o custo da folha de pagamento do pessoal militar tem caído. Segundo números da Defesa, em 2003 os gastos com pagamento de pessoal equivaliam a 1,17% do Produto Interno Bruto (PIB), soma das riquezas produzidos em um país). Em 2015, caíram para 0,87%.

O motivo, segundo Jungmann, é a maior contratação de militares no modelo temporário. “O militar temporário tem um contrato de oito anos. Hoje, quase 70% do pessoal do Exército é militar temporário. Ele custa muitas vezes mais barato do que um militar efetivo”, disse o ministro.

 

Agência Brasil

 

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Tome uma decisão monocrática

Por Rodolfo Amstalden*

Nesta semana os jornais noticiaram o primeiro mês de captação positiva da poupança em 2016.

Em novembro, o saldo ficou positivo em quase 2 bilhões de reais.

Desde o início do ano, está negativo em 51 bilhões de reais.

Não sou patriótico como o STF.

Logo, posso comemorar os 51 bi negativos do ano, e lamentar os 2 bi positivos de novembro.

Positivos, aliás, graças à primeira parcela do 13º salário.

Se você pegou seu precioso 13º e colocou na poupança para fins de investimento, há alguma coisa errada.

Pode-se alegar ignorância, teimosia ou inércia - mas não existe motivo racional para investir um só centavo na poupança.

Se, em vez de clicar na Poupança, você clicar no Tesouro Direto, encontrará títulos públicos indexados ao IPCA.

Hoje eles oferecem, generosamente, juros reais acima de 6% ao ano.

Ou seja, você fica neutro em relação à inflação e ainda ganha mais de 6% ao ano em cima.

Não sobra sequer a desculpa de um 13º mirrado em ano de crise: os valores mínimos para investir são descaradamente acessíveis, conforme mostra a tabela abaixo.

Mexa-se, saia da poupança.

É uma das poucas decisões que cabem apenas a você, monocrática e sem pedido de vista.

*Rodolfo Amstalden é sócio da Empiricus Research. É bacharel em Economia pela FEA-USP, em Jornalismo pela Cásper Líbero, mestre em Finanças pela FGV-EESP e analista com certificação CNPI. Na Empiricus, Rodolfo é responsável pelo Programa de Riqueza Permanente®.

Reunião de Pauta: Bem-vindos à Renanlândia! 

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Impasse com governo de Goiás ameaça ampliação do Parque da Chapada dos Veadeiros

 

Luana Lourenço – Enviada Especial da Agência Brasil*

Alto Paraíso (GO) - Vista dos Saltos do Rio Preto, a partir do Mirante da Janela, área que faz parte da proposta de ampliação do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Vista dos Saltos do Rio Preto, a partir do Mirante da Janela, área que faz parte da proposta de ampliação do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros Marcelo Camargo/Agência Brasil

Na rodovia GO-118, que liga Brasília a Alto Paraíso de Goiás, a paisagem denuncia o avanço do agronegócio sobre o Cerrado, com lavouras de soja que alcançam a linha do horizonte. A região, uma das últimas fronteiras agrícolas de Goiás, abriga uma das mais importante formações do bioma, a Chapada dos Veadeiros, reconhecida em 2001 como Patrimônio Natural da Humanidade.

Alto Paraíso de Goiás (GO) - Plantação de soja em área do município de Alto Paraíso (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Alto Paraíso de Goiás (GO) - Plantação de soja em área do município de Alto Paraíso mostra o avanço da fronteira agrícola na região da Chapada dos Veadeiros Marcelo Camargo/Agência Brasil

Às vésperas de completar 56 anos, o parque nacional criado para proteger a Chapada dos Veadeiros enfrenta um impasse para ampliar sua área de abrangência, que pode garantir a sobrevivência de quase 50 espécies ameaçadas de extinção e preservar formações do Cerrado até agora sem nenhuma proteção, como as matas secas.

Criado em 1961 com 625 mil hectares, o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros sofreu sucessivas reduções de tamanho, até chegar aos 65 mil hectares atuais, cerca de 10% da área original. Em 2001, a ampliação para 240 mil hectares chegou a ser decretada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, mas foi derrubada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por falhas no processo e pela não realização de audiências públicas, previstas na Lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC), que entrou em vigor em 2000.

Agora, uma nova chance de rever a redução da área preservada esbarra em um impasse com o governo de Goiás, que precisa dar o aval para a ampliação da unidade pela União.

Alto Paraíso (GO) - Reuber Brandão, professor e pesquisador da Universidade de Brasília (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Para o professor e pesquisador

da UnB Reuber Brandão, a ampliação do parque é uma "escolha civilizatória" Marcelo Camargo/Agência Brasil

“O Cerrado vem perdendo rapidamente sua cobertura vegetal. Proteger essas novas áreas na Chapada e integrá-las ao parque vai ajudar a segurar o futuro desse bioma. O momento é de seguir adiante e garantir esse último naco de Cerrado do Brasil Central”, defende o professor e pesquisador da Universidade de Brasília (UnB) Reuber Brandão, que considera a ampliação do parque uma “escolha civilizatória”.

O chefe do parque, o analista ambiental do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) Fernando Tatagiba, lista os riscos da desfiguração da abrangência da unidade federal.

“O que está em jogo é a conservação de uma área de extrema relevância para a preservação da biodiversidade. O que está em jogo é a proteção de um ecossistema que hoje não está protegido pelos limites atuais do parque, e está em jogo o estabelecimento de uma extensão para o parque nacional que é adequada para a conservação de espécies de fauna e flora ameaçadas de extinção.”

>> Veja o especial Novos Horizontes para a Chapada dos Veadeiros

Proposta de ampliação

Após um processo que levou mais de cinco anos, entre a realização de estudos, consultorias,  audiências e negociação política, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – responsável pela gestão das unidades de conservação federais – chegou a uma proposta que aumenta o parque dos Veadeiros de 65 mil hectares para 222 mil hectares, em área contígua, garantindo a implantação de corredores ecológicos e a manutenção do habitat de grandes mamíferos, como a anta e a onça-pintada, que precisam de grandes extensões.

Alto Paraíso de Goiás (GO) - Fernando Tatagiba, Chefe do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros ( Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Chefe do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros,

Fernando Tatagiba, diz que a demora em devolver ao parque a área considerada pela Unesco no reconhecimento da região como Patrimônio Natural da Humanidade pode levar a entidade a colocar o título em riscoMarcelo Camargo/Agência Brasil

No começo de novembro, a proposta foi repassada a representantes dos governos federal, de Goiás e do município de Alto Paraíso, de entidades ligadas ao agronegócio e da sociedade civil. O texto do decreto de ampliação está inclusive pronto na Casa Civil para ser assinado pelo presidente Michel Temer.

“Sentaram em volta da mesma mesa o governo do estado, produtores, a prefeitura de Alto Paraíso de Goiás, o Ministério do Meio Ambiente e a sociedade civil e acharam essa proposta aceitável do ponto de vista da conservação e do ponto de vista do interesse das pessoas que habitam a região”, conta Tatagiba.

No entanto, no dia 29 de novembro, a Secretaria de Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Infraestrutura, Cidades e Assuntos Metropolitanos de Goiás (Secima) divulgou uma contraproposta do governo estadual que exclui da ampliação do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros todas as terras que ainda dependem de regularização fundiária, ou seja, onde não há título de propriedade. Sem essas áreas, apenas 90 mil hectares poderiam ser anexados ao parque, em um desenho descontínuo, com buracos na unidade de conservação.

Alto Paraíso de Goiás (GO) - Vista do Rio Preto a partir do Mirante do Carrossel, no Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Vista do Rio Preto a partir do Mirante do Carrossel, no Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, que será aberto ao público em janeiro de 2017 Marcelo Camargo/Agência Brasil

Peneira

Representante do governo, o secretário-executivo do Conselho Estadual de Meio Ambiente de Goiás, Rogério Rocha, reconhece que a contraproposta faz a área de expansão do parque “parecer uma peneira” por causa dos espaços das terras devolutas (sem titulação). “Não é agradável de se ver, mas tem um motivo”, justifica.

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O principal argumento é que a desapropriação das áreas pela União nas terras não tituladas vai prejudicar as famílias que vivem na faixa a ser anexada. Sem título de propriedade, os posseiros não têm direito à indenização pela terra, apenas pelas benfeitorias, como sede das fazendas, currais e demais estruturas.

“Na verdade, nós concordamos com 100% da proposta original feita pelo ICMBio e pelo Ministério do Meio Ambiente. A questão é que vamos precisar de tempos diferentes para a concretização. Nós propomos, de imediato, a expansão em 90 mil hectares e os outros 68 mil hectares após o final da regularização fundiária”, argumenta.

Segundo Rocha, das cerca de 500 propriedades da área de provável expansão do parque, 230 não têm posse definitiva, a maioria de pequenos produtores.

Ambientalistas, no entanto, apontam que interesses de grandes proprietários rurais e até do setor da mineração orientaram a contraproposta estadual para a ampliação dos Veadeiros. O governo goiano nega.

“Nossa proposta desagrada o governo federal, que queria 100% da ampliação, e os grandes produtores da região, que querem manter o seu direito à propriedade privada. Só que ela respalda o pequeno. Essas 230 famílias são pequenos produtores, de subsistência, que vivem dessa terra para existir, não têm essa terra lá pra especular. Diferentemente de grandes produtores, que estão fazendo lobby para que a expansão do parque não aconteça”, rebate o secretário executivo.

Alto Paraíso de Goiás (GO) - Plantação de soja em área do município de Alto Paraíso (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Plantação de soja em área do município de Alto Paraíso mostra o avanço da fronteira agrícola na região da Chapada dos Veadeiros Marcelo Camargo/Agência Brasil

A contraproposta do governo goiano também não agradou o agronegócio do estado. O vice-presidente da Comissão de Meio Ambiente da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), Marcelo Lessa, diz que a alternativa apenas ameniza os prejuízos dos produtores com a nova demarcação. “Nossa preocupação é justamente com o direito de propriedade dos proprietários rurais que estão inseridos na área de ampliação. Em nenhum momento a federação se posicionou contrária à ampliação, mas tem que haver segurança jurídica”.

Para a Faeg, a eventual ampliação do parque nacional deveria se feita em etapas. “Primeiro, regularizar as propriedades; segundo, estudar essas áreas de ampliação com uma espécie de zoneamento e depois abrir um ato voluntário para criação de RPPNs [Reserva Particular do Patrimônio Natural] e em último momento usar o poder de desapropriar para ampliar”, sugere.

Biólogo de formação, o representante da Faeg diz que o debate sobre a ampliação da área protegida dos Veadeiros é maniqueísta e coloca o agricultor como vilão. “Tem que parar com essa polarização entre ruralistas e ambientalistas. Em nenhum momento a gente foi contra a proposta, mas quando a gente fala na ampliação do parque, a discussão é muito polarizada. Já chegaram a dizer que a ampliação afetaria apenas quatro famílias, um dado absurdo, na verdade são 516.”

Alto Paraíso de Goiás (GO) - Mirante do Carrossel, no Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, que será aberto ao público em janeiro de 2017 (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Mirante do Carrossel, no Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, que será aberto ao público em janeiro de 2017 Marcelo Camargo/Agência Brasil

Mais prazo

De acordo com Rogério Rocha, do governo estadual, a estimativa é que a regularização fundiária pendente na região de ampliação do parque leve de sete a oito meses para ser concluída e, em seguida, Goiás dará a anuência para que a União leve a cabo a proposta original de dar à unidade de conservação os 222 mil hectares propostos inicialmente.

“Não estou falando de 20 ou 30 anos para a frente. Estou falando de sete meses, é um prazo muito curto. A ampliação para 90 mil hectares já está autorizada agora, mais 68 mil [hectares] daqui a sete ou oito meses. A empresa que fará o georreferenciamento será contratada por pregão agora em dezembro, em janeiro ela já está trabalhando, em 40 dias termina os estudos, aí nós vamos ter até julho para fazer todo o processo burocrático, passar pela Procuradoria-Geral do Estado para fazer a titulação”, prevê.

“Enquanto se discute mais esse tempo, tem áreas sendo desmatadas agora. Enquanto o parque não existe, há inclusive autorização para desmatamento legal. Qualquer prazo é demais porque deixa a vegetação fragilizada”, disse à Agência Brasil uma fonte do governo federal.

A coalização de organizações ambientalistas que defende a ampliação imediata do parque no formato integral também não concorda com o adiamento e vai fortalecer a mobilização pela proposta original do ICMBio. “A Coalizão Pró-UCs continuará aportando todo o conhecimento disponível para que Goiás tome uma decisão que leve em conta a conservação da biodiversidade e não apenas critérios fundiários. Precisamos de limites que façam sentido do ponto de vista ecológico e de gestão”, ressalta a coordenadora do Programa de Ciências do WWF Brasil, Mariana Napolitano.

Alto Paraíso de Goiás (GO) - Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, no município de Alto Paraíso (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, no município de Alto Paraíso Marcelo Camargo/Agência Brasil

O agronegócio também pretende se mobilizar e promete ir a Brasília, por meio da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), para pressionar o Ministério do Meio Ambiente a flexibilizar a demarcação da nova área do parque.

O impasse deve durar pelo menos até a volta ao Brasil do ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, que participa, em Cancún (México), da Conferência das Partes da Biodiversidade, que discute justamente estratégias para proteção do patrimônio natural do planeta. A reunião termina no dia 17 de dezembro.

Segundo o chefe do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, Fernando Tatagiba, a demora em devolver ao parque a área considerada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) no reconhecimento da região como Patrimônio Natural da Humanidade pode levar a entidade a colocar o título em risco, expondo o Brasil a um constrangimento internacional.

timeline chapada

Agência Brasil

Governo de Roraima decreta emergência com aumento de fluxo de venezuelanos

O fluxo intenso de venezuelanos em Roraima levou o governo do estado a decretar situação de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional nos municípios de Pacaraima e Boa Vista. A região faz fronteira com a Venezuela, que vive uma forte crise política e econômica e gerou o êxodo de cerca de 30 mil venezuelanos para o Brasil nos últimos dois anos.

"A gente tinha um fluxo migratório fronteiriço normal, tanto de brasileiros que trabalham na Venezuela, como de venezuelanos que trabalham no Brasil, principalmente Pacaraima que é a cidade de fronteira. Mas, de um ano para cá esse fluxo mudou, com número grande de solicitantes de refúgio. Nos últimos meses, ocorreram quase 2 mil solicitações de refúgio”, relata a irmã Telma Lage, coordenadora do Centro de Migrações e Direitos Humanos da Diocese de Roraima.

Segundo Telma, os agendamentos dos pedidos de refúgio já chegam ao ano de 2018. “Todos os dias tem fila na porta da Polícia Federal", conta ela, que acompanha cerca de 500 venezuelanos em Boa Vista. Os imigrantes venezuelanos se instalaram nas ruas e nos poucos abrigos das principais cidades de Roraima, em busca de alimento e fonte de renda para sobreviver. A situação se agravou nos últimos meses principalmente nos serviços de saúde do estado.

Saúde

De acordo com estatísticas do Pronto Atendimento do Hospital Geral de Roraima (HGR), situado na capital, o número de venezuelanos atendidos aumentou de 324 em 2014 para 1.240 no ano de 2016, o que representa um aumento de 382,71%. Em 2016, os atendimentos médicos em venezuelanos já atingem o percentual de 60,25% do total de atendimentos a estrangeiros. O índice de internação de venezuelanos já ultrapassou o de brasileiros: a cada 100 pacientes internados na capital de Roraima, 13 são da Venezuela e cinco do Brasil.

A movimentação migratória também impactou as notificações de doenças infecciosas em 2016. Dos 2.517 casos de malária registrados em Roraima, 1.947 são procedentes da Venezuela. Dos 48 casos de Leishmaniose Tegumentar Americana, 33 ocorreram em venezuelanos e 100% dos novos infectados pelo vírus HIV também são do país vizinho.

O governo do estado declara que não tem infraestrutura básica para comportar o aumento expressivo dos atendimentos e que não tem condições de arcar “solitariamente com os custos advindos do fluxo migratório”. O decreto de emergência foi assinado ontem (7) e valerá por 180 dias.

“O que a gente sente é que tem que haver um esforço coordenado entre os governos municipais, estadual e federal. E até agora a gente não tem visto isso. Há uma política baseada no receio”, afirmaTelma Lage, coordenadora do Centro de Migrações e Direitos Humanos da Diocese de Roraima.

O presidente do Conselho Nacional de Imigração (CNIG), Paulo Sérgio de Almeida, afirmou que o conselho ainda aguarda o relatório da missão formada por integrantes do Ministério da Justiça, Polícia Federal, Itamaraty e Acnur, que visitou Roraima em outubro deste ano para estudar as medidas que podem ser tomadas em apoio ao estado. Paulo disse que o decreto de emergência deve agilizar a adoção de medidas de apoio do governo federal. A Agência Brasil entrou em contato com o Ministério da Justiça e a Polícia Federal, mas ainda não obteve resposta.

 

Agência Brasil

 

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Senado encerra discussão da PEC do Teto e marca votação para terça - Crédito: Marcos Oliveira / Agência Senado / CP

Senado votará PEC do Teto em segundo turno no dia 13

Plenário encerrou a terceira e última sessão de discussão sobre o tema nesta quinta-feira

    Jungmann acredita que a questão foi resolvida "por quem de direito", na votação no Plenário do STF - Crédito: Tomaz Silva / Agência Brasil / CP

    Ministro da Defesa diz que caso Renan Calheiros foi "impasse institucional"

      Veículo caiu em açude após colisão dupla na BR 386 em Fontoura Xavier - Crédito: PRF / Divulgação CP

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            Professores estaduais entram em greve a partir da próxima terça-feira - Crédito: Guilherme TestaENSINO

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            Volante salientou boas condições do clube que fizeram vários amigos perguntarem para 2017 - Crédito: Lucas Uebel/Grêmio/Divulgação CPGRÊMIO

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                                    DANÇA

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                                      Janot denunciará Renan ao STF pela Lava Jato

                                      Photo published for Janot denunciará Renan ao STF pela Lava Jato - ISTOÉ Independente

                                      O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, tem uma nova bala na agulha na direção de Renan Calheiros. Entre hoje (quinta-feira 8), sexta-feira 9 ou segunda-feira 12, Janot denunciará o presidente do Senado ao Supremo Tribunal Federal (STF) a partir da Lava Jato, em mais um inquérito da operação. Dos 12 inquéritos no STF, Renan é alvo de oito no esquema que fraudou a Petrobras.

                                      O documento já estava pronto desde terça-feira 6, mas Janot só não teria soltado ainda para não ficar configurado que a nova denúncia influenciaria o julgamento do STF. O Supremo votou ontem, por seis votos a três, pela manutenção do peemedebista na presidência do Senado. A denúncia parte de novas informações que incriminam Renan em delação premiada da Lava Jato.

                                       

                                      Gisele Vitória

                                      PEC do Teto será votada no dia 13 no Senado, diz Jucá

                                       

                                      Em Brasília

                                       

                                      • Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

                                        Jucá (e) disse que a sequência de votações do Senado está mantida após decisão do STF favorável a Renan (d)

                                        Jucá (e) disse que a sequência de votações do Senado está mantida após decisão do STF favorável a Renan (d)

                                      Após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de manter o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) na presidência do Senado, o líder do governo no Congresso, senador Romero Jucá (PMDB-RR) afirmou que as atividades na Casa deverão ser retomadas dentro da normalidade e que, apesar de o calendário ter ficado mais apertado, a chamada PEC do Teto será votada na próxima semana.

                                      "O clima é de tranquilidade e respeito à decisão do Supremo. A pauta está mantida. Vamos votar no dia 13, às 10h, a PEC do Teto. Na terça-feira à noite, também teremos sessão do Congresso para começar a discussão de vetos e também do Orçamento", ressaltou Jucá, que acompanhou a sessão do STF no gabinete da presidência do Senado ao lado de Renan e um grupo de senadores. "O calendário ficou mais aperto, mas se conclui no dia 15 com a promulgação da PEC do Teto", ressaltou.

                                      Além da PEC do Teto outra proposta polêmica que pode ser votada na última semana de atividades do Congresso é a que trata da lei de abuso de autoridade. O projeto tem como principal defensor o senador Renan Calheiros. Na tarde de ontem, senadores de diferentes partidos assinaram um requerimento para quebrar a urgência. Com a medida, o projeto saiu do plenário e será encaminhado para discussão prévia dos integrantes da Comissão de Constituição e Justiça.

                                      Ao tratar do tema, Jucá afirmou que a votação da matéria ainda dependerá do andamento das demais no plenário. "Vamos avaliar com os líderes a partir do andamento da votação. A pauta continua a mesma, mas claro que são muitos itens e nem todos terão condições de ser votado até dia 15", afirmou.

                                       

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                                      PANE NO POLITICAMENTE CORRETO: QUANDO UM DEFICIENTE FÍSICO SATIRIZA SUA PRÓPRIA CONDIÇÃO

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                                      Por Thiago Kistenmacher, publicado pelo Instituto Liberal

                                      Deficiência física, politicamente correto, vitimismo, paranoia e preconceitos criados pelos movimentos que defendem isso ou aquilo. Enfim, esta não é uma discussão nova por aqui. Já escrevi sobre o “capacitismo”, que vê preconceito até mesmo no ato de ajudar algum deficiente e Rodrigo Constantino chegou a publicar Um manifesto a favor da ofensa. Muita gente desses grupos politicamente corretos, se pudessem, proibiriam a sátira, bem como o fez o ditador norte-coreano.

                                      O que gostaria de compartilhar por aqui é o caso de Leandro Severgnini, que publica vídeos nos quais trata de diversos assuntos, inclusive sobre sua própria deficiência, uma distrofia muscular. No vídeo A vida de um deficiente físico Leandro começa dizendo que muitas pessoas pensam que os deficientes sejam meros “coitadinhos” e, a despeito de concordar que existe dificuldade em vários aspectos, ele diz: “Para com isso”.

                                      Interessante é que ele não só fala de sua deficiência, mas trata da questão com humor. Rir é o melhor remédio, diz uma frase clichê muito verdadeira. É isso que Leandro faz. Satiriza seu tamanho aos trinta anos, o tratamento de choque que recebia nos nervos e até mesmo sua vida amorosa como alguém que possui distrofia muscular. Conforme ele mesmo diz no vídeo, quando encontrar alguém para namorar, este será um amor puro, afinal de contas, em suas palavras “obviamente a pessoa não vai ficar comigo porque eu sou gostoso, né?!”

                                      Gostaria de saber do que os politicamente corretos acusariam Leandro. Diriam que o homem sofre de auto aversão e, portanto, seria um preconceituoso? Acusariam Leandro de ser uma pessoa ignorante? De qual fobia, na concepção dos politicamente corretos, o autor do vídeo sofreria? Será que Leandro odeia todos os deficientes físicos e se pudesse os exterminaria num campo de concentração? Será que ele é nazista?

                                      Evidente que há o bom senso, dessa forma, acredito firmemente que utilizar a chatice do politicamente correto para ofender deficientes inadvertidamente é outra espécie de radicalismo inverso, desnecessário. E se alguém perguntar até onde vai o bom senso respondo que vai até fazer uma pergunta insensata como esta. O bom senso não precisa ser explicado em livros, ou estou errado? Basta educação.

                                      Mas imagine a crise que a “galera do mundo melhor” teria caso alguém sem qualquer deficiência física fizesse as piadas que Leandro Severgnini faz sobre sua própria condição.

                                      Por fim, o que isso prova? Prova que o politicamente correto e seus adeptos pensam representar quem muitas vezes não está nem um pouco preocupado com ideologias que transformam todos em vítimas e acusam tudo e todos de preconceituosos. Não é preciso muito para notar que o culto ao vitimismo é uma estratégia pérfida que não ajuda ninguém, salvo aqueles que ganham nome, fama e dinheiro defendendo esse tipo de estupidez.

                                      "REI" RENAN E MEIA SOLA NO STF: QUE JABUTICABA

                                      Maior abandonado

                                      José Dirceu aproveita choradeira por Fidel para mandar um recado a Lula e Dilma

                                      Por: Augusto Nunes

                                      “Nunca me faltou com a solidariedade e apoio ─ ele e Cuba ─ e se manifestou em sua plenitude, não quando eu estava no governo, e sim sempre quando eu mais necessitava ─ de novo banido e caluniado nos anos do mensalão e também depois da minha condenação e prisão em 2013. Anos de infâmia, quando Fidel e Cuba continuaram solidários”. (José Dirceu, agradecendo a Fidel Castro a solidariedade que Lula e Dilma Rousseff  lhe negaram desde que foi encarcerado -─ pela segunda vez ─ na cadeia em Curitiba)

                                       

                                      Coluna do Augusto Nunes

                                      Após desafiar STF, Renan diz que decisão da Corte 'é para cumprir'

                                       

                                      Publicado em 8 de dez de 2016

                                      Após o plenário do STF votar pela permanência do presidente do Senado, Renan Calheiros, no cargo, o parlamentar afirmou hoje que decisão do STF 'é para se cumprir'. Há dois dias, o parlamentar não cumpriu a decisão liminar do ministro Marco Aurélio Mello que determinava seu afastamento. 

                                      Caso Renan revoga a igualdade dos Poderes

                                       

                                      Publicado em 8 de dez de 2016

                                      A partir de agora, bandidos só não podem presidir o Executivo