Farsul alerta para deterioração acelerada do crédito rural no Brasil

 


A Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul) divulgou nesta terça-feira (6) uma Nota Técnica apontando preocupação com a saúde financeira do agronegócio brasileiro. Segundo dados do Banco Central, a chamada “carteira estressada” do crédito rural – que inclui atrasos, inadimplência e dívidas renegociadas – saltou de R$ 72,2 bilhões em julho de 2024 para R$ 123,6 bilhões em novembro de 2025, um aumento de 71%.

Atualmente, cerca de 15% da carteira ativa de crédito rural, estimada em R$ 812,7 bilhões, está sob algum tipo de estresse financeiro. A entidade destaca que, diferentemente de crises anteriores, o problema não é climático, já que o país registrou safra recorde em 2025, mas sim econômico.

Juros e renegociações

A Farsul aponta os juros elevados como principal fator de pressão, mas ressalta que a origem está no desequilíbrio fiscal, que mantém a inflação alta e obriga a manutenção da Selic em patamar elevado.

A análise da execução da MP nº 1.314/2025 e da Resolução CMN nº 5.247/2025 mostra distorções preocupantes: dos R$ 28,2 bilhões renegociados até dezembro, apenas 19% (R$ 5,4 bilhões) utilizaram recursos públicos com juros subsidiados, enquanto 81% (R$ 22,8 bilhões) foram renegociados com recursos livres, sujeitos às taxas de mercado.

Risco de agravamento

Para a entidade, renegociar dívidas a juros de mercado em cenário de Selic elevada pode transformar a solução em um problema maior, já que o saldo devedor tende a crescer com carência e parcelamento.

Outro ponto crítico é a concentração dos recursos: enquanto Pronaf e Pronamp receberam apoio do Tesouro Nacional, os demais produtores – que concentram o maior volume de endividamento – ficaram dependentes de renegociações a juros livres.

Perspectivas e soluções

A Farsul prevê que a situação do crédito rural deve piorar no primeiro semestre de 2026, com possibilidade de estabilização apenas após maio, caso haja normalização fiscal e ausência de novos choques econômicos.

Como saída, a entidade defende a aprovação urgente do PL 5.122, em tramitação no Senado, para estruturar melhor o endividamento do setor. Também recomenda reduzir a dependência de renegociações a juros de mercado e recalibrar os mecanismos de apoio para alcançar os produtores mais expostos.

E-commerce de orgânicos transforma agricultura familiar no RS

 


O fechamento de feiras e mercados em 2020, durante a pandemia, impulsionou uma mudança silenciosa na forma como a agricultura familiar chega à mesa dos gaúchos. Hortaliças e frutas orgânicas, antes vendidas apenas em feiras agroecológicas, passaram a ser comercializadas por WhatsApp, formulários online e sites improvisados, abrindo caminho para um novo modelo de relação entre produtores e consumidores.

Crescimento do setor

No Rio Grande do Sul, estado com forte tradição agroecológica, o comércio digital garantiu renda a pequenos agricultores e consolidou uma tendência: a busca por alimentos saudáveis e de origem conhecida, aliada à praticidade da compra online. Segundo a entidade Orgânicos Brasil, o setor movimentou R$ 5,8 bilhões em 2020, crescimento de 30% sobre o ano anterior.

Com o retorno das feiras, a demanda pelo e-commerce diminuiu, mas o digital se firmou como uma porta definitiva de acesso ao mercado. Nos últimos quatro anos, dezenas de produtores familiares reorganizaram suas formas de vender, apostando em inovação e persistência.

Cestas digitais

A virada para o digital nasceu da urgência. Com a renda despencando, muitos agricultores recorreram ao WhatsApp como canal de vendas. “Esse sistema de cestas funcionou muito bem durante a pandemia. Começou como uma forma de sobrevivência”, explica Guilherme Fraga, especialista em horticultura do Sebrae-RS. Hoje, praticamente todos os produtores utilizam algum canal digital, sendo o aplicativo ainda o mais popular.

Expansão e desafios

O biólogo Leonardo Bohn, produtor orgânico, já havia criado um e-commerce em 2017, mas foi em 2020 que o negócio disparou. “As vendas aumentaram seis vezes. Chegamos a entregar 120 cestas por semana”, relembra. O crescimento, porém, trouxe novos obstáculos: manter variedade, garantir logística e lidar com oscilações de consumo.

A sazonalidade é um dos maiores desafios. “No verão cai drasticamente, no inverno também. É impossível prever”, afirma Bohn, que em 2025 deixou a atividade para assumir emprego em Brasília, enquanto o sócio seguiu com o negócio.

Gestão e logística

Para Fraga, a organização do e-commerce é um dos maiores entraves. “O pequeno produtor não tem capacidade de desenvolver plataformas próprias nem logística robusta para competir com grandes empresas”, avalia.

As dificuldades logísticas, especialmente no verão, quando hortaliças perdem qualidade rapidamente, têm levado agricultores a formar redes coletivas, ampliar a variedade de produtos por meio de parcerias e organizar cestas mais completas.

Um setor em transformação

O e-commerce de orgânicos, que começou como alternativa emergencial, consolidou-se como parte da rotina da agricultura familiar gaúcha. Entre desafios e oportunidades, o movimento mostra que a digitalização do campo é irreversível e segue moldando o futuro da produção e do consumo de alimentos no Estado.

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RS projeta safra de até 800 milhões de quilos de uva na vindima

 


Às vésperas da vindima, concentrada entre janeiro e fevereiro, o Rio Grande do Sul deve colher entre 750 milhões e 800 milhões de quilos de uva, volume de 5% a 10% superior ao ciclo anterior. A estimativa é do presidente do Instituto de Gestão, Planejamento e Desenvolvimento da Vitivinicultura do RS (Consevitis-RS), Luciano Rebellatto, que aponta atraso de cerca de 15 dias na colheita devido ao clima. A qualidade final dependerá da incidência de sol nas próximas semanas.

Produção e preços

Apesar da boa previsão, Rebellatto lembra que já houve safras maiores, como em 2000 e 2021, quando a produção chegou a 950 milhões de quilos. Para este ano, o setor estipulou preço mínimo de R$ 1,80 por quilo, enquanto o custo de produção está em R$ 1,82. Com produtividade maior, estimada em 25 toneladas por hectare, a expectativa é de lucratividade, mesmo com preço mínimo abaixo do custo.

Em 2025, o piso foi de R$ 1,69 e o mercado praticou valores próximos a R$ 2. Para 2026, a projeção é de preços entre R$ 1,80 e R$ 1,85, especialmente para a uva Isabel 15 graus.

Perfil da produção

O RS responde por 90% da produção nacional de uvas, com destaque para municípios como Flores da Cunha, Bento Gonçalves, Farroupilha, Caxias do Sul e Garibaldi. Entre 80% e 85% da produção é de variedades híbridas ou americanas, destinadas principalmente a sucos (cerca de 60%) e vinhos de mesa.

O mercado consumidor concentra-se no centro do país. As exportações ainda são tímidas, mas há esforços para ampliar vendas externas, sobretudo de suco de uva e espumantes, produtos com maior aceitação internacional.

Desafios e concorrência

O setor acompanha com atenção o acordo Mercosul-União Europeia, que pode facilitar a entrada de vinhos europeus no Brasil com isenção de impostos. “Eles vão chegar mais baratos e competir diretamente com os nossos vinhos”, alerta Rebellatto.

O consumo interno de vinho no Brasil é considerado baixo, cerca de 2,1 litros per capita, contra 30 a 40 litros em países europeus. Para enfrentar a concorrência, o dirigente sugere medidas de proteção, como restrições de volume de entrada ou subsídios governamentais.

Acordo Mercosul-União Europeia abre oportunidades para o agro brasileiro, apesar de barreiras

 


O tratado de livre comércio entre Mercosul e União Europeia pode se tornar uma das maiores oportunidades de acesso a mercados de alto poder aquisitivo para o agronegócio brasileiro. A avaliação é do analista de Relações Internacionais da Farsul, Renan Hein dos Santos, que destaca o potencial de entrada em um bloco com cerca de 700 milhões de consumidores, mesmo diante de resistências e medidas protecionistas adotadas unilateralmente pelos europeus.

Produtos beneficiados

Segundo Santos, mesmo com cotas de entrada, diversos produtos terão redução de tarifas, como carne bovina, aves, suínos, açúcar, etanol, arroz, mel, milho e frutas. “São muitos produtos que se beneficiam de maneiras diferentes”, afirmou.

Salvaguardas e restrições

A Farsul aponta que a Comissão Europeia estabeleceu tetos para importações de carne, aves, arroz, mel, ovos e etanol, prevendo intervenções em caso de desestabilização do mercado. Além disso, novas regras permitem investigações se os preços do Mercosul ficarem 8% abaixo dos europeus, acompanhados de aumento súbito das importações.

Há também preocupações ambientais e sanitárias. A proibição de substâncias como o tiofanato-metilo afeta exportações de frutas cítricas, mangas e papaias. Já a Lei Antidesmatamento da UE é criticada por não considerar a rigidez da legislação ambiental brasileira, podendo impactar cadeias como carne bovina, soja, café e couro.

Competição e liberalização

Alguns segmentos nacionais, como vinhos e lácteos, podem enfrentar maior concorrência com a entrada de produtos europeus. No entanto, Santos ressalta que outros setores são altamente competitivos e terão espaço no mercado europeu.

Do lado do Mercosul, 31% das alíquotas agropecuárias serão zeradas imediatamente. Na União Europeia, 39% das linhas tarifárias terão tarifa zero já na entrada em vigor do acordo.

Benefícios práticos

Entre os ganhos previstos estão:

  • Carne bovina: cota de 99 mil toneladas com tarifa de 7,5% e eliminação da tarifa da Cota Hilton.

  • Aves: cota de 180 mil toneladas com tarifa zero.

  • Frutas: eliminação completa de tarifas para abacates, limões, melões e maçãs.

  • Arroz e mel: cotas de 60 mil e 45 mil toneladas, respectivamente, com tarifa zero. No total, cerca de 93% das linhas tarifárias da UE estarão isentas em até dez anos.

Relação comercial atual

A União Europeia é o segundo maior destino do agronegócio brasileiro, atrás da China. Em 2025, o bloco comprou US$ 25,21 bilhões em produtos agro, representando 14,9% das exportações brasileiras. Os principais itens foram café verde (US$ 7,19 bilhões), farelo de soja (US$ 4,02 bilhões) e fumo não manufaturado (US$ 1,09 bilhão).

Na comparação com 2024, as vendas ao bloco cresceram 8,6%, com destaque para café verde (+28,8%), carne bovina in natura (+89,2%), milho (+94,7%), fumo (+25,4%) e açúcar (+44,2%). A União Europeia também é o segundo maior cliente do agronegócio gaúcho, com participação de 14% nas exportações do Estado.

Preços do gado gordo sobem no RS; reposição recua

 


O mercado do gado gordo no Rio Grande do Sul registrou alta nos preços nesta semana, tanto para machos quanto para fêmeas, a peso vivo e a rendimento de carcaça. Os dados são da Análise Semanal de Preços do Gado Gordo e de Reposição, realizada pelo NESPro/UFRGS.

Motivos da alta

Segundo o estudo, o movimento está ligado à retomada gradual das negociações após o recesso de fim de ano, período marcado por menor volume de negócios. Essa recomposição contribuiu para o avanço das cotações.

O NESPro destacou ainda que as discussões sobre possíveis sobretaxas chinesas à carne bovina brasileira não impactaram diretamente o mercado gaúcho, já que o Estado tem baixa participação nas exportações destinadas à China.

Reposição em queda

Enquanto o gado gordo apresentou valorização, o mercado de reposição registrou queda na maioria das categorias, reflexo do baixo volume de negociações típico do início do ano.

Variação por categoria

  • Boi gordo (peso vivo): +3,1%

  • Boi gordo (carcaça): +4,8%

  • Vaca gorda (peso vivo): +3,1%

  • Vaca gorda (carcaça): +4,1%

  • Terneira: -12,6%

  • Terneiro: -12,3%

  • Novilho: -4,2%

RS prorroga uso de notas fiscais em papel para pequenos produtores até abril

 


Desde segunda-feira (5), a emissão de nota fiscal eletrônica passou a ser obrigatória para todos os produtores rurais em operações internas no Rio Grande do Sul. No entanto, atendendo a pedidos do setor, a Secretaria da Fazenda (Sefaz) prorrogou até 30 de abril o prazo para utilização do tradicional talão de produtor rural impresso (modelo 4), válido apenas para agricultores com receita bruta inferior a R$ 360 mil.

Transição gradual

A medida busca dar mais tempo de adaptação às novas regras, que seguem norma nacional definida pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). A Receita Estadual gaúcha publicará decreto formalizando a prorrogação. A partir de 1º de maio de 2026, o uso do modelo 4 será definitivamente proibido.

A mudança vem sendo implementada de forma escalonada:

  • Desde 2021, produtores com faturamento acima de R$ 4,8 milhões já estavam obrigados a emitir notas eletrônicas.

  • Em janeiro de 2025, a exigência passou a valer para quem tem receita bruta de R$ 360 mil ou mais e para todas as operações interestaduais.

  • Agora, pequenos produtores têm prazo estendido até abril para se adequar.

Benefícios da digitalização

A modernização da documentação fiscal no setor agropecuário promete tornar o processo mais ágil e seguro, reduzindo burocracias, falhas de preenchimento e riscos de perda de documentos. A medida também antecipa mudanças previstas na Reforma Tributária, que deve extinguir completamente o uso de notas em papel.

Ferramentas disponíveis

A Sefaz oferece duas opções gratuitas para emissão eletrônica:

  • Nota Fiscal Fácil (NFF): aplicativo para celular, que pode ser usado mesmo sem internet. As notas são emitidas offline e validadas quando o aparelho se conecta novamente. O app também permite sugestões e inclusão de novos produtos.

  • Nota Fiscal Avulsa Eletrônica (NFA-e): indicada para operações mais complexas, como exportações.

RS registra queda no volume de exportação de ovos, mas receita cresce em 2025

 


O Rio Grande do Sul, que liderou as exportações brasileiras de ovos em 2024, encerrou 2025 com redução de 11% no volume embarcado, reflexo dos embargos e suspensões decorrentes do caso de influenza aviária em uma granja de Montenegro. Foram exportadas 5.787 mil toneladas, contra 6.500 mil no ano anterior.

Apesar da queda em volume, a receita aumentou 28,4%, passando de US$ 17,017 milhões em 2024 para US$ 21,852 milhões em 2025. Com isso, o Estado ficou em quarto lugar no ranking nacional de exportações por volume, atrás de Mato Grosso, São Paulo e Minas Gerais, mas garantiu a segunda posição em faturamento, superado apenas por São Paulo.

Estratégia e mercado

Segundo o presidente-executivo da Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav), José Eduardo dos Santos, o RS optou por não exportar ovos para os Estados Unidos quando o mercado abriu repentinamente no final de 2024. “Não se sabia se seria uma ação duradoura, mais pela questão da recuperação dos EUA da influenza aviária”, explicou.

Ele destacou que o “tarifaço” imposto posteriormente reduziu a demanda externa, gerando excedente no mercado interno. “O Rio Grande do Sul, como não exportou, conseguiu atravessar essa fase com equilíbrio”, avaliou.

Perspectivas para 2026

Santos projeta crescimento de 10% a 15% nas exportações neste ano, desde que não ocorram novos problemas sanitários ou climáticos como os de 2024, que afetaram regiões produtoras como o Vale do Taquari. Ele também aposta na definição do acordo Mercosul-União Europeia, que pode abrir espaço para o envio de ovos brasileiros ao bloco europeu.

Mercados e modernização

Atualmente, o Brasil exporta para países como Japão, Chile, nações do Oriente Médio e da África. Para Santos, a diversificação garante abastecimento contínuo e fortalece o setor. “O ovo tem sido emergente no agronegócio brasileiro, com modernização, automação e novos produtos voltados ao mundo fitness e esportivo”, afirmou.

O dirigente ainda destacou que o RS aguarda a retomada plena do mercado chileno, considerado estratégico pela proximidade logística. “É uma retomada lenta, não conseguimos recuperar o ritmo que tínhamos até meados de 2024”, disse.

Mesmo com desafios, Santos se mostra otimista: “As exportações devem crescer em faturamento, embora haja queda nos volumes, devido à não exportação para os EUA, à retomada gradual do Chile e aos embargos enfrentados durante a influenza aviária.”

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