E Se… a Ditadura não tivesse acontecido?


O Brasil teria menos violência policial, e a Amazônia seria menos desmatada. Também haveria diferenças na política, nas leis trabalhistas - e até na televisão

Por Fabio Marton

(NurPhoto/Getty Images)

É dia de festa na firma. Uma festa meio irônica, como a celebração de um divórcio. Todo mundo já sabe o que vai acontecer. Você está prestes a fazer dez anos de casa e é chamado à sala do chefe. É sua demissão. Acontece assim com todo mundo. Resta usufruir o happy hour, seus dez salários de indenização, e procurar o próximo emprego. Você chega em casa meio zureta, meio conformado, e liga na TV aberta. Na Rede Tupi, notícias políticas: após um escândalo de fake news, o PTB e o PSD, maiores partidos da oposição, contestam o envio massivo de mensagens na campanha vencedora da UDN. Esperam que, com o processo, o vice-presidente (que é do PTB) assuma o poder. Você muda de canal. É a TV Excelsior. O Rio de Janeiro é considerado uma das capitais mais seguras. E o presidente inaugura o memorial aos mortos da Guerra Civil.

O PTB (Partido Trabalhista Brasileiro), o PSD (Partido Social Democrático) e a UDN (União Democrática Nacional) eram os principais atores políticos antes do golpe de 1964. Foram extintos, com todos os demais partidos, pelo AI-2, que começou a vigorar em 27 de outubro de 1965 e foi um golpe dentro do golpe, que forçou o bipartidarismo no Brasil. O PTB tinha Jango e Brizola e era de esquerda; o PSD, de Juscelino Kubitschek, era de centro. Nenhum deles era socialista ou revolucionário. A UDN, à direita, era a então radicalizada oposição conservadora liberal, que deu apoio civil ao golpe. Se a Ditadura Militar não tivesse ocorrido, talvez esses partidos existissem até hoje. Sem o bipartidarismo forçado, uma figura como Lula, que veio do movimento sindical, talvez tivesse encontrado seu lugar no PTB – que foi fundado por Getúlio Vargas em 1945. E, ao fazer parte de um partido que assustava menos a classe média, poderia ter sido eleito presidente já em 1989. O vice-presidente, como previa a Constituição, seria eleito separadamente – e poderia ser de oposição.

A Ditadura não foi um golpe em uníssono das Forças Armadas. Havia duas alas, uma das quais era contra o golpe. Esses militares legalistas foram as primeiras grandes vítimas da Ditadura. Segundo o historiador Cláudio Beserra de Vasconcelos, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), 1.487 militares foram punidos entre 1964 e 1969, incluindo 53 generais. A Comissão Nacional da Verdade estima que até 7.500 militares e policiais militares tenham sido exonerados, presos ou torturados por se opor ao golpe.

Assim, se Jango decidisse resistir, podia haver briga. Feia: os EUA já tinham escolhido lado e mobilizado recursos para apoiar os golpistas. A Operação Brother Sam incluía até a possibilidade de uma frota naval, com direito a porta-aviões, se instalar no litoral do Brasil para dar suporte aos golpistas. Se isso se concretizasse, qualquer coisa poderia acontecer. O apoio inicial americano não era garantia de vitória nem de apoio prolongado.

Se a Ditadura não tivesse acontecido, as Forças Armadas teriam uma história diferente – e a polícia também. Isso porque uma das principais heranças do golpe militar é a cultura de brutalidade policial. Além disso, grandes grupos criminosos poderiam não existir. Isso porque o Comando Vermelho, do Rio, surgiu do contato entre criminosos comuns e guerrilheiros de esquerda na cadeia.

Jango representava mais, porém, que só a continuidade da democracia. Ele propunha, para a insatisfação da direita, as chamadas reformas de base: agrária, educacional, urbana, tributária e eleitoral.
A mais polêmica era a agrária, com desapropriações de propriedades improdutivas ou de interesse do Estado e indenizações pagas não com dinheiro, mas títulos da dívida pública. E também a reforma tributária, que limitava a remessa de lucros das multinacionais, vista como ponto central no apoio dos EUA ao golpe.

A reforma agrária em si não garantiria o fim da miséria no campo: poderia significar um número grande de produtores em regime de subsistência. Eles não se mudariam para as cidades, indo parar nas favelas, mas poderiam continuar em situação precária. Foi o que aconteceu no México, onde o governo fez grandes distribuições de terras coletivas, os ejidos, e depois não deu quase suporte nenhum. Mas também poderia haver o aumento da produtividade das pequenas propriedades, com a formação de cooperativas e desenvolvimento de novas técnicas: foi o modelo da Itália. Possivelmente o Brasil teria um pouco dos dois. O agronegócio conviveria com essas pequenas propriedades, mas talvez não fôssemos o “celeiro do mundo”. Isso porque a tomada da Amazônia e do Cerrado pelo agronegócio, que usou essas áreas para se expandir, tem a mão da Ditadura. Os militares defendiam a ocupação das duas regiões.

Sem a Ditadura, o regime de trabalho também seria outro. Em 1966, os militares criaram o FGTS, uma opção à estabilidade no trabalho após dez anos prevista pela lei trabalhista de então. Naquela época, muitas empresas demitiam os funcionários antes que completassem dez anos de casa (ou então não poderiam mais demiti-los). Ao fazer isso, pagavam indenização de um salário para cada ano trabalhado.

O Brasil não teria a rodovia Transamazônica, que começou a ser feita em 1972, dentro da política de ocupação de território defendida pelos militares. Mas talvez tivéssemos uma usina nuclear, como a que os militares construíram em Angra dos Reis (no governo JK, o País já caminhava nesse sentido).

Muita música não teria sido composta. Mas Chico e Caetano, que foram exilados, entre tantos outros, fariam sucesso da mesma forma. Já a TV seria diferente. A Rede Globo começou a transmitir durante a Ditadura, em abril de 1965. Mas havia um escândalo: ela recebeu investimento de US$ 300 milhões do grupo americano Time-Life, o que era ilegal. Uma CPI foi aberta e deu parecer contrário à Globo. Mas os militares engavetaram o caso. E a Globo cresceu rápido, abocanhando mercado. Em 1970, a TV Excelsior, em crise financeira e malvista entre os generais, foi declarada falida e lacrada por agentes do governo. A Tupi definhou até 1980, quando, diante de dívidas com o governo, teve sua concessão cassada. Na sua vaga, entrou o SBT de Silvio Santos.


Superinteressante

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O NOVO PATAMAR DO JURO NO BRASIL!

(Claudio Adilson Gonçalez - O Estado de S. Paulo, 04) Na última quarta-feira, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduziu a taxa básica de juro (Selic) para 5% ao ano e sinalizou pelo menos mais uma queda de 0,5 ponto porcentual, encerrando 2019 em 4,5% ao ano, não sendo descartada queda adicional em 2020. Com isso, a taxa real de juro, após a tributação, estará próxima de zero, podendo até mesmo tornar-se ligeiramente negativa. Até há pouco tempo isso era impensável. Quem fizesse tal previsão não seria levado a sério. Mas não se trata de canetada. O Copom vem seguindo o bom manual de política monetária. Eu mesmo defendi nesta coluna, por mais de uma vez, a necessidade de um afrouxamento monetário mais agressivo, em razão da enorme ociosidade dos fatores de produção existente atualmente na economia e da ausência de pressões inflacionárias.
A grande pergunta no momento é se este nível de juro é transitório, decorrente de condições momentâneas peculiares, ou se veio para ficar, por tempo indeterminado. Acredito que a segunda alternativa seja a mais provável, embora deva ocorrer modesta elevação da taxa real, talvez para 2% a 2,5% ao ano, na medida que a enorme ociosidade existente hoje vá desaparecendo. É claro que tal previsão depende da não ocorrência de choques negativos externos ou internos de grande intensidade, além da manutenção da política de responsabilidade fiscal iniciada no governo Temer e que permanece na atual administração.
Há três razões principais para que a expressiva queda do juro real no Brasil seja duradoura.
A primeira é que os juros internacionais, principalmente nos países desenvolvidos, caíram de forma expressiva e, certamente, por razões estruturais. Isso, evidentemente, pressiona a taxa de juro doméstica para baixo. Vejamos com mais detalhes este ponto.
Em 2014, o renomado economista Lawrence Summers, da Universidade Harvard, provocou muita polêmica com o artigo Reflections on the New Secular Stagnation Hypothesis (Reflexões sobre a hipótese de Nova Estagnação Secular). O texto de Summers é denso e não cabe ser analisado aqui. Destaco apenas sua visão sobre as razões da queda do juro real de pleno-emprego, ou juro neutro, que o autor acredita tenha se tornado muito baixo, provavelmente negativo.
Em síntese, Summers defende que tenha se formado um excesso de oferta de poupança em relação à demanda de fundos para investimentos. O crescimento mais lento da população e os avanços tecnológicos reduzem a demanda por bens de capital para equipar os novos e mais produtivos trabalhadores. Acresce-se a isso a contínua queda que se vem observando nos preços desses bens. O aumento da poupança, ou seja, a queda do consumo, seria uma decorrência natural da crescente desigualdade, que transfere renda dos segmentos da população com maior propensão a consumir para aqueles com maior propensão a poupar. Os dados dos últimos anos dos países desenvolvidos mostram que Summers estava correto.
A segunda razão está ligada à maior austeridade fiscal brasileira, que, a meu ver, tende a continuar. Para ilustrar isso, tomemos o conceito de resultado primário estrutural, ou seja, o resultado primário excluídas as receitas e despesas não recorrentes, e os efeitos do ciclo econômico sobre as contas públicas. Por essa métrica, segundo minhas estimativas, o saldo primário, que era negativo em 1,8% do PIB em 2016, deverá fechar com valor positivo de 0,2% do PIB em 2019. E aqui se cria um círculo virtuoso. O menor patamar de juro real exige superávit primário também menor para estabilizar, ou mesmo reduzir, a relação dívida/PIB.
Finalmente, a terceira razão é a grande credibilidade de que desfruta hoje o Banco Central, que tem permitido a ancoragem das expectativas inflacionárias para valores compatíveis com as metas, até 2023, conforme mostram a pesquisa Focus e o próprio mercado de juros futuros.


Ex-Blog do Cesar Maia

Entre 400 e 500 bilhões de reais

Paulo Guedes, na entrega do pacto federativo e outras medidas econômicas a Davi Alcolumbre, disse que a proposta é “uma transformação do Estado brasileiro”.

“Nós vamos garantir finanças sólidas para a República brasileira, ao mesmo tempo em que estamos descentralizando recursos.”

As propostas, segundo Guedes, vão gerar entre 400 e 500 bilhões de reais, nos próximos 15 anos, para serem investidos em saúde, educação e segurança nos municípios.


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Eis o texto do pensador Percival Puggina - A GRANDE CONSPIRAÇÃO CONTRA O BRASIL-

A maior dificuldade enfrentada nestes dias pelo governo federal é criada pelo gigantesco mecanismo que os movimentos revolucionários acionam a um estalar de dedos no plano nacional e internacional. É impressionante a fidelidade e a dedicação à causa. Há muito que aprender observando sua atuação, na qual o mais relevante é a reciprocidade dos apoios.

Não houve coisa sequer parecida na história dos povos fora do espaço religioso e das sociedades secretas. Nos dois últimos séculos, porém, os movimentos revolucionários trouxeram para o terreno da política uma energia capaz de lhes dar longa vida e efetividade. A rápida circulação de informações que caracteriza as últimas décadas, assim como acabou com a hegemonia da mídia formal e com o privilegiado poder dos formadores de opinião, serviu também, esplendidamente, ao papel pró-hegemônico da articulação esquerdista, exercida mundialmente, sem contraponto.

Durante a campanha eleitoral brasileira de 2018, a imprensa internacional, acompanhando a nacional, procurou desconhecer as possibilidades eleitorais do candidato vitorioso. Entretanto, no dia seguinte à eleição de Bolsonaro, a mesma mídia externa expressava sua repulsa ao sucesso de um candidato “machista, homofóbico, misógino, antidemocrático e de extrema-direita”. Onde foi que aprenderam isso?

É perigosa e alarmante a ausência de algo capaz de articular enfrentamento com orientação liberal e/ou conservadora. Nada, nem aqui, nem mundo afora. Só o governo brasileiro fala a favor de si mesmo e de seus programas. E só fala em português, nas redes sociais. Zero articulação internacional.

Em contrapartida, é imenso o volume de poder político e financeiro que se vai concentrando em mãos de grupos revolucionários, anticapitalistas, alinhados em formas de “democracia popular” (de novo, como no Leste Europeu!) ao molde adotado pelos governos de Cuba, Nicarágua, Venezuela, Bolívia, com os quais o PT confraterniza e volta a se congregar no Grupo de Puebla. Alguém poderá se indagar sobre a necessidade desse novo grupo, dado que já existe o Foro de São Paulo. No entanto, mais um grupo é um grupo a mais, na linha do que aqui exponho.

Há uma miríade de fundações e organismos internacionais despejando dinheiro em pautas “progressistas” empenhadas em lutar contra o progresso e apoiando medidas antiocidentais ou anticivilizatórias. Em todo o mundo, organizações de direitos humanos, rescendendo a perfume barato de falso humanismo (oportunista, abortista, materialista e anticristão), fazem trabalho semelhante pelas mesmas causas. No seu horizonte estão o desejado poder político e a engenharia social.

Se pudermos deixar de lado a armação nacional e internacional a que o novo presidente está exposto, o que presenciamos nestes dias evidencia que o vencedor do pleito presidencial de 2018 está muito bem assessorado para conduzir uma gestão com resultados positivos. Embora os agentes da corrupção lutem por sobrevivência e restauração do status quo anterior, embora a Lava Jato tenha tantos inimigos no Congresso e no STF, as lâmpadas vermelhas acesas nos painéis dos economistas começam a apagar e as verdes a tremeluzir.

Bolsonaro, a despeito das características de sua personalidade, pavio curto e freio desregulado, faz um bom governo porque não delegou tarefas a picaretas. Seus ministros não são operadores de sistemas criminosos. Bem ao contrário, enfrentam uma luta de vida ou morte contra os criminosos remanescentes nos poderes de Estado. Tenhamos em conta, sempre, que política não é um jogo que se assiste, mas um jogo que se joga.


Pontocritico.com

TRÊS PECs - Eis o resumo das TRÊS PECs que serão entregues hoje ao Congresso:

PEC DO PACTO FEDERATIVO  – redistribuição de recursos com estados e municípios, em especial os royalties de exploração do pré-sal. Essa PEC também deve incluir a flexibilização do Orçamento e a criação do Conselho Fiscal da República, que vai zelar pelas contas públicas em âmbito federal, estadual e municipal;

PEC EMERGENCIAL – proposta obriga o poder público a acionar alguns gatilhos de corte de gastos sempre que os governos estiverem em grave crise financeira. No caso da União, quando o governo tiver de descumprir a regra de ouro, ou seja, quando precisar se endividar para pagar despesas correntes;

PEC DOS FUNDOS dos fundos – governo mapeou a existência de cerca de 280 fundos públicos. O objetivo é propor a revisão e a extinção de alguns fundos para liberar o dinheiro deles para as despesas discricionárias.

A intenção do governo é que a PEC Emergencial, que abre espaço nas contas para investimentos, seja aprovada ainda neste ano para fazer efeito já no orçamento de 2020. Já as demais propostas vão começar a tramitar, mas só deverão ter suas tramitações finalizadas no ano que vem.

O governo vai enviar ainda a REFORMA ADMINISTRATIVA que também será feita por PEC. Essa proposta começará a tramitar pela Câmara. A previsão é que ela seja enviada amanhã, 6/11. Na quinta-feira (7), o governo deve encerrar a semana de anúncios com o pacote de medidas de estímulo ao emprego. (Gazeta do Povo).


Pontocritico.com

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Piñera nega renúncia apesar dos protestos no Chile

Em entrevista, presidente reconheceu parte da responsabilidade pela crise

"Estes problemas estão se acumulando nos últimos 30 anos", justificou Piñera | Foto: Pedro Lopez / AFP / CP Memória

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O presidente do Chile, Sebastián Piñera, afirmou que não renunciará, apesar dos grandes protestos contra o governo marcados pela violência, mas reconheceu "parte" da responsabilidade na crise, em uma entrevista exibida pela BBC.

Ao ser questionado pela jornalista Katy Watson sobre os pedidos de renúncia e se tomaria tal atitude, o presidente conservador respondeu de maneira simples: "Não". "Estes problemas estão se acumulando nos últimos 30 anos. Sou responsável por parte dele, e assumo minha responsabilidade, mas não sou o único", afirmou.

Tendo como gatilho inicial o aumento do bilhete de metrô e, na sequência, passando a incluir um leque mais amplo de reivindicações sociais, as manifestações entram em sua terceira semana. Os sinais não são de que haverá um recuo nas ruas. O governo parece impotente, embora tenha declarado estado de emergência e enviado os militares para patrulharem as ruas junto com a polícia.
Com 13% de aprovação, Piñera é o chefe de Estado com os mais baixos percentuais de aprovação desde o retorno do Chile à democracia em 1990. Liderados pela Prêmio Nobel da Paz Rigoberta Menchú, ativistas pedem a Piñera que contenha o que denunciam como "graves e sistemáticas" violações dos direitos humanos para reprimir os protestos.

"Há muitas supostas queixas sobre uso excessivo da força e, se isso aconteceu, posso garantir que será investigado (...) e será julgado", declarou Piñera, na mesma entrevista. "Não haverá impunidade", frisou.


AFP E Correio do Povo


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Hospital de Venâncio Aires tem déficit financeiro mensal de R$ 650 mil

Os números para o mês de outubro apontam que as obrigações em atraso somam, no total, R$ 2,5 milhões

Por Otto Tesche

Hospital tem R$ 2,2 milhões de obrigações em atraso e um déficit de caixa médio mensal, considerando o período de janeiro a junho de 2019, de R$ 650 mil

Hospital tem R$ 2,2 milhões de obrigações em atraso e um déficit de caixa médio mensal, considerando o período de janeiro a junho de 2019, de R$ 650 mil | Foto: Facebook Hospital São Sebastião Mártir / Reprodução / CP

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O Hospital São Sebastião Mártir (HSSM), de Venâncio Aires, apresenta R$ 2,2 milhões de obrigações em atraso e um déficit de caixa médio mensal, considerando o período de janeiro a junho de 2019, de R$ 650 mil. Os dados fazem parte do relatório detalhado da Comissão de Apoio à Gestão Administrativa, Financeira e Operacional. Criado há um mês, o grupo estudou a saúde financeira da instituição.

A comissão encontrou um descompasso entre o crescimento da receita e da despesa. Conforme apresentação dos dados, no período 2014-2018 a receita cresceu em termos reais 4,45% (média anual de 1,12%) e a despesa 16,20% (média anual de 4%). “Este descompasso causou o resultado deficitário crescente da instituição que, a cada ano, agrava mais a sua liquidez, ou seja, a capacidade de pagar suas obrigações”, explicou a auditora interna da Prefeitura e integrante da Comissão de Apoio à Gestão Administrativa, Financeira e Operacional do HSSM, Juliana Marcuzzo.

A auditora destaca que, atualizados, os números para o mês de outubro apontam que as obrigações em atraso somam R$ 2,5 milhões e o déficit mensal pode chegar a R$ 900 mil, em função de variações no ingresso das receitas. “Este descompasso causou o resultado deficitário crescente da instituição que, a cada ano, agrava mais a sua liquidez, ou seja, capacidade de pagar suas obrigações”, explicou Juliana.

A Comissão de Apoio à Gestão Administrativa, Financeira e Operacional do HSSM, apresentou diversas ações para conseguir atingir a meta e reduzir os custos e a dívida da casa de saúde. Uma delas é a redução dos custos com profissionais. Outra ideia é analisar a estrutura administrativa por setor com os coordenadores visando identificar redução de pessoal e fazer a implementação das mudanças.

O grupo ainda sugeriu a redução do valor das gratificações de chefia, reduzindo, por um período de seis meses, em 50% as gratificações. Ainda faz parte do plano a redução de horas extras concedidas para cobertura dos períodos de folga dos profissionais que atuam em regime de trabalho 12 x 36 horas.


Correio do Povo