Meirelles diz que desemprego deve começar a cair em agosto

Brasília - O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, participa do seminário Os Caminhos para a Reforma da Previdência, evento promovido pelo jornal Valor Econômico (José Cruz/Agência Brasil)

Meirelles disse que, pela primeira vez em três anos, o desemprego parou de subir em abril   José Cruz/AgênciaBrasil

A taxa de desemprego deve começar a cair a partir de agosto, afirmou hoje (13) o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, em sua conta no Twitter.

“Temos que levar em conta que estamos saindo da maior recessão da nossa história, que deixou 14 milhões de brasileiros sem emprego. Os efeitos de uma recessão tão forte quanto a dos últimos anos não desaparecem do dia para a noite”, disse.

O ministrou lembrou que, pela primeira vez em três anos, o desemprego parou de subir em abril. “E a partir de agosto esta taxa deve começar a cair”, disse.

Ontem, também pelo Twitter, o ministro da Fazenda disse que “previsões econômicas são de aumento do emprego durante o ano, retomada dos investimentos e manutenção dos gastos sociais do governo”.


Agência Brasil



IBGEVendas do comércio varejista crescem 1% em abril

1

2

3

InternacionalPanamá estabelece relações diplomáticas com a China após romper com Taiwan

Após reunião

PSDB decide continuar na base de apoio do governo, mas fará avaliações diárias

InternacionalTiroteio em estação de trens na Alemanha deixa quatro feridos

Justiça

PF faz operação contra ex-governador espanhol por desvio de dinheiro

CulturaEscritor português Manuel Alegre vence Prêmio Camões 2017

Política

CCJ da Câmara deve discutir hoje PEC das Diretas

Tesouro estadualRio deve pagar amanhã salário de maio para servidores da segurança e educação

InternacionalPor discordar do processo da Constituinte, secretário venezuelano renuncia

Meio Ambiente

Parque Nacional de Itatiaia comemora 80 anos com novidades para visitantes

Campanha do desarmamento, por Eduardo Viana

Resultado de imagem para campanha do desarmamentoA ONG Sou da Paz mostrou o resultado da campanha de desarmamento em São Paulo, com o apoio do Doria: 25 armas entregues.

Que isso, junto com as críticas que recebeu de tantos eleitores, apoiadores, do MBL, sirva pro Doria perceber o quanto errou e o faça reavaliar seu posicionamento.

A população cansou de ser totalmente impotente contra os criminosos, enquanto políticos que defendem a entrega das armas, como o próprio Doria e o Freixo, andam com seguranças armados.

Quem não caiu no "canto da sereia" do desarmamento desde a criação do estatuto e acompanhou o aumento de 10% no número de homicídios desde então, sabe que "ser da paz" é muito diferente de ser desarmado, totalmente vulnerável.

Em um Estado que se propõe a fazer tanto, tira uma fatia imensa da nossa renda em impostos, e faz tudo tão mal, a começar pelo mais básico, a segurança pública, como podemos confiar nossa proteção a ele?

Sem falar do exemplo Venezuelano, dos governos chavistas apoiados pelo PT, financiados com nosso dinheiro, que desarmaram a população, hoje refém das milícias armadas do ditador Maduro.

O fim do Estatuto do Desarmamento é urgente, e vamos fazê-lo acontecer.


Fonte: https://www.facebook.com/eduardo.viana.3110?fref=mentions

PF prende cinco pessoas que usavam dados falsos para sacar o FGTS em Brasília


Operação similar ocorreu em São Paulo no último sábado (10) e 17 pessoas foram presas..

Temer, fera ferida

Mal sobreviveu ao TSE, o presidente entra em choque com o próprio Supremo

Resultado de imagem para michel temer

Eliane Cantanhêde, O Estado de S. Paulo


Além do general Sergio Etchegoyen, foi o próprio presidente Michel Temer quem ligou para a presidente do Supremo, Cármen Lúcia, e desmentiu que tenha acionado a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) para fazer uma devassa na vida do relator da Lava Jato, ministro Edson Fachin. Mal vencia a batalha do TSE, por um voto, Temer já batalhava para se defender numa guerra muito mais inglória, contra o próprio Judiciário.

O clima do poder, ou dos Poderes, é exatamente esse: de guerra. Executivo, Judiciário e Legislativo estão se armando até os dentes, tendo no vértice a Procuradoria-Geral da República, onde o momento é de transição, com a sucessão do procurador-geral Rodrigo Janot em setembro e a disputa entre correntes e modos de operar e de ver as coisas, ou a vida.

Temer tem origem no Judiciário, passou décadas no Legislativo e chegou ao posto máximo do Executivo, mas é o alvo principal das pressões e contrapressões dos três Poderes. Acuado, reage como fera ferida, com um fator fora de controle: a espionagem e a guerra de versões. Afinal, Janot pediu mesmo para Fachin instalar escuta ambiente no gabinete presidencial? Ele nega. E Temer determinou ou não a devassa da Abin na vida de Fachin? Ele também nega. 

Cármen Lúcia consultou os colegas e divulgou nota rechaçando qualquer possibilidade de invasão de um poder no outro e de devassa ilegal contra um ministro do STF, que seria “própria de ditaduras”. Soa como um basta na rota da insensatez. Cá entre nós, nem Temer pode usar instrumentos de Estado para represálias, nem Fachin deveria abrir inquérito monocraticamente contra um presidente, nem Janot deveria partir para cima de um presidente com uma fita não periciada. E, obviamente, políticos não poderiam, jamais, fazer tudo o que faziam.


É nesse ambiente deteriorado, de meias-verdades, puras mentiras, vazamentos manipulados e aumento diário do nível de tensão, que Temer mantém o mandato, mas poderia se perguntar: vale a pena? A vitória no TSE projeta vida nova ou acirra os ânimos e abre espaço para múltiplas e desgastantes batalhas sem final feliz?

O bom dessa história é que, na semana de um julgamento histórico, em que estava em jogo o mandato do presidente, um ano depois do impeachment da primeira mulher eleita presidente do Brasil, o País real funcionou normalmente e até surpreendeu o silêncio das ruas. Com exceções esporádicas, nem se ouviu “Fora, Temer”. Se estridência houve, foi nas redes sociais.

Enquanto sete ministros, com retórica empolada e capas antiquadas, decidiam não só o futuro de um presidente e da história brasileira, o País seguia seu rumo, cumpria sua rotina. Os bancos abriram, as empresas funcionaram, os trabalhadores trabalharam, as igrejas realizaram seus cultos e os estudantes estudaram (exceto no Rio, onde o problema é outro...). Até os ladrões comuns continuaram roubando normalmente.

O País real anda sozinho, horrorizado com mensalões e petrolões, comemorando as prisões de figurões de bancos, empreiteiras, partidos e governos que desde sempre se sentiram acima do bem, do mal e das leis. Brasília está em chamas, com Executivo no alvo da Lava Jato, o Judiciário devassado pelas transmissões ao vivo e o Congresso com as vísceras expostas, mas o País segue em frente, enquanto os gestores da economia trabalham arduamente para recuperar confiança, investimentos e empregos.

É nesse clima que Temer sobreviveu ao TSE, mas não pode soltar fogos, nem curtir a sensação de alívio, nem mesmo baixar a guarda, porque novas batalhas virão. Não só de versões e contrainformação, mas com a PGR, o Supremo, a PF, o Congresso, a mídia ou o mais decisivo: Sua Excelência, o fato.


Estadão

Faleceu a atriz Nina Militão, aos 99 anos

Artista participou de trabalhos de Cláudio Assis, Camilo Cavalcante e Daniel Aragão


Nina Militão faleceu aos 99 anos / Divulgação

Nina Militão faleceu aos 99 anos

Divulgação

JC Online

Foi sepultado no último sábado (10), o corpo de Nina Militão. A atriz, protagonista do curta-metragem A História da Eternidade faleceu aos 99 anos, de falência múltipla dos órgãos, no Hospital Tricentenário, em Olinda.

Nina Militão, nome artístico de Eulália Alves Bezerra Militão, era uma atriz estimada por diretores como Cláudio Assis e Camilo Cavalcante, além de ter cultivado amizade com artistas como Matheus Nachta

Eulália Alves Bezerra Militão (Nome artístico: NINA MILITÃO), era uma querida dos diretores Claudio Assis e Camilo Cavalcante, assim como de atores como Matheus Nachtergaele, Leona Cavalli, Jonas Bloch, Chico Diaz, Sergio Marone, entre outros.

HISTÓRICO

Além da História da Eternidade, Nina atuou em Amarelo Manga, de Claudio Assis, Prometo um dia deixar esta cidade, de Daniel Aragão, Cumade Fulozinha e a Rabeca Encantada, de Ademir de Paula. Também teve forte participação no teatro em peças como Cantigas para acordar o Povo e A Beata Maria do Egito, pelo grupo teatral Colcha de Retalhos.


Jornal do Commercio

Espionagem contra Fachin: Cármen Lúcia não adotará providências

Presidente do STF diz que Temer garantiu não ter ordenado a suposta ação e, por isso, o 'tema está, por ora, esgotado'

POR ANDRÉ DE SOUZA


A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia - Divulgação/Wilson Center/10-4-2017

Veja também

BRASÍLIA - A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, informou que não vai tomar nenhuma medida em relação às notícias de espionagem e escuta conta ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo ela, o presidente da República, Michel Temer, garantiu não ter ordenado nenhuma ação nesse sentido. Assim, o tema está, por ora, esgotado. Na última sexta-feira, a revista "Veja" publicou reportagem segundo a qual Temer acionou a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) para espionar o ministro Edson Fachin, relator dos processos da Operação Lava-Jato no STF, inclusive um em que o presidente é investigado por corrupção passiva, obstrução de justiça e organização criminosa.

"A Ministra Presidente do Supremo Tribunal Federal não adotará qualquer providência sobre a notícia de que estaria havendo escuta ou medida irregular contra Ministros do Supremo. O Presidente da República garantiu não ter ordenado qualquer medida naquele sentido. Não há o que questionar quanto à palavra do Presidente da República", diz trecho de texto divulgado pela assessoria de imprensa do STF, que conclui: "Portanto, o tema está, por ora, esgotado".

No sábado, Cármen Lúcia tinha soltado nota mais dura, considerando gravíssima a suspeita de espionagem. Essa nota foi divulgada mesmo depois de o próprio Temer ter telefonado para a ministra negando que tivesse ordenado a medida. Por isso, o governo considerou necessário reforçar o recado, na tentativa de apaziguar os ânimos. Assim, no sábado à noite, o ministro da Justiça, Torquato Jardim, telefonou para Fachin e assegurou que o governo não havia determinado nenhuma espionagem contra ele.



O Globo

"O CARÁTER PEDAGÓGICO DE UM JULGAMENTO"!

(Editorial do Estado de S. Paulo, 09) 1. O País assistiu ao julgamento do processo contra a chapa Dilma-Temer, TSE, por suposto abuso de poder político e econômico.
2. Apontado como o maior caso da história do tribunal, esse julgamento, transmitido pela televisão, deveria ser uma aula de direito e civismo, a ser aproveitada por todos os interessados no desenvolvimento da vida política nacional.
3. Mas isso talvez não esteja acontecendo. Para quem assiste ao julgamento, a primeira grande surpresa vem da confusão com que alguns ministros tratam o papel do TSE, como se ele não fosse um tribunal eleitoral.
4. Num momento, o relator do caso, ministro Herman Benjamin, reconhece que “o bem jurídico que tutela essas ações (eleitorais) é a legitimidade e a normalidade do processo eleitoral, cuja lisura é elemento indispensável à concretização do valor democrático no regime político brasileiro. (...) Ninguém sai preso daqui, nem com condenação penal”.
5. Depois, no entanto, sem qualquer constrangimento, o relator discorre sobre os fatos da ação como se estivesse num tribunal penal e o seu papel fosse condenar criminalmente os réus. A função do TSE é zelar pela lisura do processo eleitoral, avaliando se houve cumprimento do livre exercício do direito de votar e ser votado.
6. Atuar fora da esfera eleitoral é abusivo, já que extrapolaria os limites de competência da Corte. A rigor, passaria a ser um tribunal de exceção. Por isso, ainda que se faça um bonito discurso sobre a importância de a Justiça não ser conivente com a impunidade, a tentativa de levar o TSE para um julgamento além da esfera eleitoral desrespeita o Estado Democrático de Direito e a Constituição.
7. É sempre bom lembrar que arbitrariedades desse tipo não levam a bom porto. Outra esquisitice desses dias de julgamento é o tratamento dispensado a alguns fatos conexos ao processo. O relator defendeu ardorosamente que o TSE não pode julgar com os “olhos fechados”, devendo buscar a verdade real dos fatos. Parece coisa óbvia, já que estão julgando um caso complexo.
8. A cegueira deliberada em relação a algum ponto do processo feriria o senso de justiça. No entanto, o ministro Herman Benjamin não falava nesse sentido. Conforme esclareceu mais adiante, com essas palavras ele queria que o conteúdo das delações da Odebrecht fosse necessariamente apreciado pelo TSE já que se trataria de fato público e notório. “Só os índios não contatados da Amazônia não sabiam que a Odebrecht havia feito colaboração. Se isso não é fato notório, não existirá outro”, disse o ministro Herman Benjamin.
9. Uma coisa é a existência, pública e notória, da delação de 77 diretores e executivos da empreiteira Odebrecht. Outra é tomar os fatos narrados nas delações como verdade verdadeira, a dispensar posteriores provas. O fato de todo mundo saber que as delações foram feitas não significa que o seu conteúdo corresponda à verdade ou relate os fatos com fidelidade e correção.
10. Não se nega a argúcia do argumento do ministro Benjamin, fazendo parecer que a jurisprudência do STF, no sentido de afirmar que um tribunal não pode desconhecer um fato público e notório, conduziria à pretendida conclusão de presumir como verdadeiro o conteúdo das delações da Odebrecht.
11. Mas esse modo de apreciar os fatos proposto pelo relator está bem distante do que dispõe o Direito, pois sabe que descuidos nesse campo produzem não pequenas injustiças. Além de estabelecer uma série de procedimentos para garantir isenção na produção das provas, a lei prevê que as partes possam refutar os fatos narrados, apresentar esclarecimentos, etc.
12. Dessa forma, seria um tanto extravagante que o TSE, no caso mais importante de sua história, pactuasse com uma apreciação descuidada das provas, dando por verdadeiro o que não passou por um efetivo contraditório. Como também é público e notório, as delações da Odebrecht ainda são objeto de investigação.
13. O papel do juiz exige isenção. Deve antes estar disposto a ser mal interpretado pela opinião pública do que causar uma injustiça. O caso em questão é de especial gravidade, pois não envolve apenas Dilma Rousseff e Michel Temer. Um equívoco do TSE causaria um dano direto a todo o País. É bom, portanto, não ignorar os critérios seguros do bom Direito.


Ex-Blog do Cesar Maia

No dia de TV&Áudio não deixe de VER essas OFERTAS!

Caso não esteja visualizando, acesse esse link.

Magazine Você
Twitter Google+ Facebook Blog

Smart TV LED 43 Philips 43PFG5100/78 Full HD - Conversor Integrado 3 HDMI 2 USB Wi-Fi
Smart TV LED 43 Philips 43PFG5100/78 Full HD - Conversor Integrado 3 HDMI 2 USB Wi-Fi Bivolt - 43
de R$ 1.999,00
por R$ 1.799,00
ou R$ 1.673,07 à vistaComprar

Smartphone Lenovo Vibe K6 Plus 32GB Grafite - Dual Chip 4G Câm. 16MP + Selfie 8MP Tela 5.5

Smartphone Lenovo Vibe K6 Plus 32GB Grafite - Dual Chip 4G Câm. 16MP + Selfie 8MP Tela 5.5"
de R$ 1.299,90
por R$ 999,90ou R$ 929,91 à vista

Comprar

Smart TV LED Curva 49

Smart TV LED Curva 49" Samsung 4K Ultra HD - 49KU6300 Conversor Digital 3 HDMI 2 USB Bivolt
de R$ 4.999,00
por R$ 3.099,00ou R$ 2.882,07 à vista

Comprar

Notebook Lenovo Ideapad 310 Intel Core i3 - 4GB 1TB LED 14

Notebook Lenovo Ideapad 310 Intel Core i3 - 4GB 1TB LED 14" Windows 10
de R$ 2.299,00
por R$ 1.749,90ou R$ 1.627,41 à vista

Comprar

Guarda-Roupa Casal Atraente 2 Portas de Correr - 4 Gavetas Araplac com Espelho

Guarda-Roupa Casal Atraente 2 Portas de Correr - 4 Gavetas Araplac com Espelho
de R$ 999,00
por R$ 699,00ou R$ 650,07 à vista

Comprar

Cama Box Casal Ortobom Conjugado Mola - 40cm de Altura - Mag Black

Cama Box Casal Ortobom Conjugado Mola - 40cm de Altura - Mag Black
de R$ 999,00
por R$ 455,99ou R$ 424,07 à vista

Comprar

Kit 3 em 1 Britânia com Liquidificador Batedeira - Espremedor

Kit 3 em 1 Britânia com Liquidificador Batedeira - Espremedor 110 Volts
de R$ 249,00
por R$ 229,90até 7x de R$ 32,84 sem juros

Comprar

Lavadora de Roupas Brastemp BWK11ABANA - 11Kg

Lavadora de Roupas Brastemp BWK11ABANA - 11Kg 110 Volts
de R$ 1.599,00
por R$ 1.449,90ou R$ 1.348,41 à vista

Comprar

Rack pra TV até 42

Rack pra TV até 42" com Mesa de Centro e Painel - Multimóveis Inovare
de R$ 599,00
por R$ 209,99ou R$ 195,29 à vista

Comprar

Forno Elétrico Philco 46L - com Timer

Forno Elétrico Philco 46L - com Timer 110 Volts
de R$ 399,90
por R$ 289,00ou R$ 268,77 à vista

Comprar

Churrasqueira à Carvão de Parede Metávila 650C - para 6 Espetos

Churrasqueira à Carvão de Parede Metávila 650C - para 6 Espetos
de R$ 499,00
por R$ 369,90até 10x de R$ 36,99 sem juros

Comprar

Selos
Magazine Você

Compre de quem você confia. Muito mais vantagens para você. O Magazine Você é um canal de vendas do Magazine Luiza. O remetente deste email está autorizado a vender nossos produtos através do site www.magazinevoce.com.br

Ofertas válidas até o dia 13/06/2017 às 23:59 (horário de Brasília) ou enquanto durarem nossos estoques (o que ocorrer primeiro). Preços anunciados não incluem frete.

Para dúvidas referentes a: entregas, montagens, cancelamentos e/ou pagamentos, entrar em contato com a Central de Atendimento através do número 0800-344000.

Torta cremosa de frango de liquidificador. Veja a receita completa





Torta cremosa de frango de liquidificador: você vai querer experimentar.


Fonte: https://www.facebook.com/vix.comida/videos/1099428443492781/?video_source=permalink

Emílio Odebrecht disse não saber relação de contratos com Instituto Lula

Empresário voltou a ser ouvido em razão de um recurso impetrado pelos advogados do ex-presidente

Emílio Odebrecht disse não saber relação de contratos com Instituto Lula | Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil / CP

Emílio Odebrecht disse não saber relação de contratos com Instituto Lula | Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil / CP

O ex-presidente executivo e atual presidente do Conselho de Administração da empreiteira Odebrecht, Emílio Odebrecht, foi ouvido novamente nesta segunda-feira pela Justiça Federal no Paraná a pedido da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O empresário é testemunha de acusação em um dos processos a que Lula responde no âmbito da Operação Lava Jato.

A sessão aconteceu por meio de videoconferência e durou pouco mais de seis minutos. Apenas Cristiano Zanin Martins, advogado do ex-presidente, fez perguntas a Emílio.

Emílio Odebrecht disse que não se envolveu nos oito contratos firmados entre a empreiteira e a Petrobras, que são citados na ação penal. Ele também disse não saber se tais contratos estavam condicionados à aquisição de um imóvel para o Instituto Lula.

Cristiano Martins, então, lembrou que Emílio afirmara, em depoimento anterior, ter se encontrado com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para discutir o projeto Gás Brasil, que também incluía a Bolívia.

O advogado perguntou ao empresário se era comum que ele debatesse assuntos relacionados a óleo e gás com presidentes da República. "Sem dúvida nenhuma", respondeu.

Emílio Odebrecht também disse que conhece Gilberto Carvalho, que foi titular da Secretaria-Geral da Presidência da República no governo Lula, e negou ter conhecimento se o Grupo Odebrecht contratou o escritório Baker Mckenzie para buscar um acordo de leniência com autoridades estrangeiras.

O empresário voltou a ser ouvido nesta ação penal em razão de um recurso impetrado pelos advogados de Lula. Eles alegaram que o Ministério Público Federal (MPF) incluiu documentos ao processo sem tempo hábil para serem verificados antes da oitiva do empresário. O argumento foi acolhido pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4).


Estadão Conteúdo e Correio do Povo