Justiça torna réus ex-governador Sérgio Cabral e mais 12 pessoas

A Justiça Federal tornou réus o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral e mais 12 acusados de se associarem para cometer corrupção e lavagem de dinheiro usando obras do governo do estado que receberam recursos federais a partir de 2007. A força-tarefa da Operação Lava Jato no Ministério Público Federal do Rio de Janeiro denunciou o ex-governador, dois ex-secretários – Wilson Carlos (ex-secretário de Governo) e Hudson Braga (ex-secretário de Obras) –, a ex-primeira-dama Adriana Ancelmo, entre outros.

O juiz federal Marcelo da Costa Bretas, titular da 7ª Vara Federal Criminal, acatou a denúncia do Ministério Público Federal, embasada nas investigações relacionadas à Operação Calicute, uma das fases da Operação Lava Jato. Os réus respondem por crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa nas obras para a urbanização em Manguinhos (PAC Favelas), construção do Arco Metropolitano e reforma do estádio do Maracanã para a Copa de 2014, entre outras irregularidades.

Foi apontada a divisão da organização em quatro núcleos: econômico (executivos de construtoras que ofereciam vantagens indevidas); administrativo (gestores estaduais que pediam e geriam entrada de propinas); financeiro operacional (recebedores de propinas e ocultadores de sua origem); e político (ex-governador e líder da organização).

Hoje também foi decretada a prisão preventiva de Adriana Ancelmo, esposa do ex-governador Sérgio Cabral, que se apresentou nesta tarde à Justiça. Ela é acusada de participar ativamente do núcleo financeiro operacional da organização criminosa. A partir da suspeita provocada pela rápida prosperidade do escritório de advocacia de Adriana, o MPF diz que a esposa de Cabral efetuava dezenas de compras de joias valiosas pagas com dinheiro em espécie, celebrava contratos fictícios para lavagem de dinheiro, além de outras situações suspeitas ainda pendentes do desfecho completo das investigações. De acordo com a Polícia Federal, após os procedimentos de praxe, Adriana será encaminhada ao sistema prisional onde permanecerá à disposição da Justiça.

Sérgio Cabral está preso desde de 17 de novembro quando foi deflagrada a Operação Calicute.

A defesa de Adriana não foi encontrada até o fechamento da matéria.

 

Agência Brasil

 

Prime Cia. Imobiliária - Imobiliária em Porto Alegre / RS

Resultado de imagem para prime cia imobiliária

http://www.primeciaimobiliaria.com.br/

 

 

 

8 medidas para melhorar a educação no Brasil sem aumentar os gastos públicos


De cada 10 estudantes que concluem o ensino fundamental 7 não tem o nível adequado de português, e 8 não tem o nível esperado de matemática. Aproximadamente 50% deles não sabem localizar o Brasil no mapa mundi. Espantosos 30% deles são incapazes de compreender uma frase simples, o que nos dá uma noção do tamanho […]

Você sabia que as universidades públicas já estão privatizadas?


Calma. Não é o que você está pensando. Este não é mais um comentário conspiratório das esquerdas fanáticas enxergando as supostas “mazelas do interesse privado” em cada esquina. Não é uma reclamação destrambelhada sobre como as multinacionais poderosas e os “neoliberais malvadões” estão privatizando a educação. Na verdade, os vilões são outros. A essa altura, […]

EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DA PREFEITURA DO RIO ATÉ OUTUBRO DE 2016!

Receitas e Despesas Liquidadas Comparadas entre 2015 –corrigidas pelo IPCA de 8%- e 2016 –nominal- apresentadas abaixo.
1. Receitas Tributárias: R$ 8,28 bilhões. Queda de (-4,2%).
2. IPTU: R$ 2,10 bilhões. Crescimento de + 5%. (Houve uma revisão de área em vários bairros).
3. ISS: R$ 4,59 bilhões. Queda de (-9,3%).
4. ITBI: R$ 447,4 milhões. Queda de (-21,2%). (Crise no mercado imobiliário).
5. IRRF: R$ 725,2. Crescimento de +21%. (Esse é o desconto na fonte do imposto de renda dos servidores que é receita municipal. Um crescimento estranho, bem maior que o da folha de pagamentos, que só pode ser explicado por um aumento remuneratório maior dos segmentos de maior renda) .
6. Transferências. FPM: R$ 165,2 milhões. Queda de (-2%).
7. Transferências ICMS: R$ 1,49 bilhão. Queda de (-12,4%).
8. Operações de Crédito:  R$ 1,49 bilhão. Queda de (-4,7%).
DESPESAS:
1. Pessoal e Encargos Sociais: R$ 11,46 bilhões. Crescimento de +5,5%.
2. Juros e Encargos da Dívida: R$ 450,9 milhões. Crescimento de 4,7%.
3. Amortização da Dívida: R$ 208,9 milhões. Queda de (-21,5%). (Lei federal mudando os critérios de correção da dívida com a União).
4. Investimentos: R$ 2,906 bilhões. Queda de (-17%).
RESULTADO PRIMÁRIO:
2015 déficit corrigido pelo IPCA de R$ 919 milhões.
2016 déficit nominal de 1,714 bilhão. Crescimento real do déficit de 86,5%.
APOSENTADOS: R$ 2,73 bilhões. Crescimento real de +8,2%.
PENSIONISTAS: R$ 488,9 milhões. Crescimento real de +5,4%.
DÍVIDA CONSOLIDADA: 31/12/2015: 17,657 BILHÕES / 31/10/2016: R$ 13,09 bilhões nominais. Redução pela lei federal que alterou o cálculo de reajuste das dívidas com a União.

 

Ex-Blog do Cesar Maia

Alerj aprova projetos que reduzem salários do governador e cortam gastos

Mesmo com o barulho de bombas e o cheiro de gás lacrimogênio que podia ser sentido dentro do plenário da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) por causa do confronto entre policiais e manisfestantes, os deputados estaduais deram início hoje (6) à votação do pacote fiscal enviado pelo governo do estado. No primeiro dia de votação,  aprovaram projeto reduzindo em 30% os salários do governador, do vice, de secretários e subsecretários de estado, a partir de 2017. O salário do governador passa de R$ 21.868,14 para R$ 15.307,69.

Saiba Mais

Outra medida aprovada foi o fim da frota de carros oficiais a que tinham direito os 70 deputados da assembleia. Ela não será mais renovada e deverá ser extinta em dezembro de 2018. Os diretores da casa não terão direito a carro oficial já a partir da publicação da lei.

Também foi extinta a realização de Sessões Solenes fora do horário de expediente para diminuir o pagamento de horas-extras, bem como os coquetéis que eram custeados pela Alerj. Essas três medidas representarão uma economia em torno de R$ 26 milhões por ano.

Bilhete único

Nesta quarta-feira (7), estão previstas votações de quatro projetos, incluindo o que limita o subsídio do bilhete único a R$ 150 e o que acaba com isenção da tarifa da barca aos moradores de Ilha Grande e Paquetá. Também será votada a proibição, por dez anos, de qualquer anistia aos devedores de impostos estaduais, além da mudança nas regras para o pagamento de precatórios.

 

Agência Brasil

 

Prime Cia. Imobiliária - Imobiliária em Porto Alegre / RS

Resultado de imagem para prime cia imobiliária

http://www.primeciaimobiliaria.com.br/

 

Baixou a Pollyanna no mercado

O dólar fechou em baixa de 0,37%, a R$ 3,4166; a Bolsa ultrapassou 2%. Trata-se do que os psicólogos chamam de Princípio de Pollyana... [leia mais


BNDES vai abrir a caixa-preta

Finalmente, o BNDES passará a divulgar todas as suas operações - tanto as feitas no Brasil, quanto as executadas no exterior. A decisão foi... [veja mais


Santo 13º salário

O saldo da poupança apresentou um crescimento de 1,881 bilhão de reais em novembro. Foi sua primeira alta no ano. O resultado coincidiu com o depósito da primeira parcela do 13º para os assalariados. Claro. 


Corrida aérea

Michel Klein, ex-dono da Casas Bahia, não é mais o único que cogita comprar a Avianca. Segundo o New York Times, a Copa propôs... [leia mais


12 anos no Cade (1)

O plenário do Cade deve julgar, nesta quarta, um imbróglio de 12 anos, envolvendo a Petrobras e a White Martins. Em 2004, elas criaram a... [veja mais


12 anos no Cade (2)

A medida preventiva foi determinada pelo Cade, após queixas de empresas do setor. A Petrobras é acusada de prejudicar a livre concorrência, já que... [leia mais


12 anos no Cade (3)

Ao desrespeitar a determinação do Cade de abastecer a Gemini com GNL a preços de mercado, a Petrobras também está sujeita a multa diária de 75 mil reais. A estatal ignora a ordem do órgão há pouco mais de um ano. Façam as contas. 


"Precisamos acreditar"

João Martins, presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, durante evento, em Brasília: "Precisamos acreditar no governo Temer. Precisamos de um país com equilíbrio político." 


"Não vai ser fácil crescer"

Sérgio Vale, economista-chefe da MB Associados, agora, durante evento na Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, em Brasília: "Não vai ser fácil crescer..." [veja mais

 

Se o PT barrar a PEC do Teto...

O governo, se tudo der certo, anunciará nos próximos dias uma série de medidas microeconômicas para tentar destravar... [leia mais


Políticos na reforma da Previdência

Os militares ficarão de fora da reforma da Previdência, mas Michel Temeranunciou que quer os políticos dentro dela. Os políticos entrarão nas regras gerais, mas terão uma transição diferente, segundo a Folha. 


Os amigos de Temer


Paulinho da Força
disse que a proposta de reforma da Previdência "é inaceitável" e que o governo arrumou "a maior confusão da história do país". 


Conservador em excesso

O Globo mostra que o "mercado financeiro se une ao coro em defesa da Selic menor". A avaliação é de que o Copom está sendo... [veja mais

 

Protesto na Alerj terminou após quatro horas com confronto no centro do Rio

 

Douglas Corrêa - Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro - Confronto em frente à sede da Alerj, durante protesto de servidores do Rio contra a votação do pacote de ajuste fiscal do governo do estado (Tomaz Silva/Agência Brasil)

Confronto entre policiais e manifestantes, em frente à sede da Assembleia Legislativa do Rio, durante protesto de servidores estaduais contra a votação do pacote de ajuste fiscal do governo do estadoTomaz Silva/Agência Brasil

Terminou no final da tarde, depois de mais de quatro horas de duração, a manifestação no centro da cidade que envolveu funcionários do governo do Rio de Janeiro e policiais militares, que faziam a segurança no entorno e no prédio da Assembleia Legislativa (Alerj). Hoje, teve início na Assembleia o primeiro dia de votação das medidas de austeridade apresentadas pelo governo em função da crise econômica no estado.

Houve confronto entre as forças de segurança e manifestantes pelas ruas do centro. O comércio da região fechou, e o trânsito ficou interrompido nas ruas Primeiro de Março e São José, na Avenida Presidente Antônio Carlos e em um trecho da Presidente Vargas, em direção à zona norte. Somente no início da noite o tráfego foi liberado.

Confronto

Saiba Mais

Um grupo de manifestantes, formado em sua maioria por bombeiros militares, policiais civis e militares e da Secretaria de Administração Penitenciária, invadiu a Igreja de São José, na rua do mesmo nome, de onde atirou rojões contra os agentes que faziam a segurança da Alerj. Foi necessário que policiais da tropa de choque entrassem na igreja para coibir a ação de manifestantes.

A Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro informou que buscará apurar os fatos ocorridos hoje e destaca que, diante do contexto atual do estado Rio de Janeiro, o que importa são as soluções obtidas por meio do diálogo e do esforço de todos, em vista da justiça e da paz.
Polícia Militar e OAB

Protesto contra pacote fiscal no Rio

Policiais usam máscaras durante protesto contra pacote fiscal    Vladimir Platonow/Agência Brasil

De acordo com a Polícia Militar (PM), o tumulto generalizado teve início após um discurso inflamado de um dos líderes dos servidores estaduais. Em seguida, os manifestantes avançaram contra as grades de proteção da Alerj e lançaram bombas de fabricação caseira, rojões e morteiros. Segundo nota divulgada pela corporação, os confrontos feriram 11 policiais militares em serviço.

Em nota, a Ordem dos Advogados do Brasil seção Rio de Janeiro (OAB-RJ) condenou a violência usada pelas forças policiais durante a manifestação em frente à Alerj e disse que as autoridades públicas do Rio de Janeiro perderam a capacidade de administrar a crise. A OAB destacou que "os excessos" da PM incluíram "a invasão de uma igreja e o atentado a transeuntes e manifestantes com disparo de bombas de efeito moral".

"Em uma democracia, o direito de expressão não pode ser sobrepujado pelo uso desproporcional da força. A OAB/RJ cobra do governo do estado investigação e punição a todos os agentes que cometeram esses atos, típicos dos regimes de exceção", diz ainda a nota da entidade.

 

Agência Brasil

 

 

Pacote de medidas anticrise do Rio trará mais recessão, diz economista

 

Ana Cristina Campos – Repórter da Agência Brasil

O economista da Fundação Getulio Vargas (FGV) Istvan Kasznar avaliou que o pacote de medidas de corte de gastos do governo fluminense, que começa a ser votado hoje (6) na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), trará mais recessão para o estado.

“Este pacote que foi posto para aprovação está apresentando um viés gravíssimo que é colocar o estado do Rio numa recessão ainda maior. Ao se dizer que é preciso ter apenas este plano A, porque não existe plano B, isso significa uma situação de absoluta falta de imaginação e de preparo em relação às reais necessidades que se podem antever e reduzir os problemas do Rio de Janeiro”, afirmou o economista em audiência pública na Comissão de Orçamento da Alerj.

Segundo ele, as despesas do governo estadual cresceram nos últimos 4 anos a uma média de 11,35% anuais enquanto as receitas têm aumentado em média 7,2%. “Isso é insustentável tanto no curto, no médio e, sobretudo, no longo prazo”, disse.

Istvan Kasznar defendeu mudanças no regime previdenciário dos servidores com o aumento da contribuição. “O excesso de generosidade com a previdência dos servidores públicos tende a quebrar os estados. É preciso ter uma atitude firme, corajosa e de imediato sobre a previdência para retomar o equilíbrio.”

O economista e especialista em contas públicas, Raul Velloso, defendeu a criação de um fundo de pensão para inativos e pensionistas do estado, a exemplo de como é a Previ, fundo de pensão do Banco do Brasil. “Um terço da receita corrente líquida vai para o pagamento de inativos e pensionistas. Não tem como fechar a conta”, afirmou.

Incentivos fiscais

Um ponto polêmico levantado na audiência pública foi a concessão de incentivos fiscais a empresas. Segundo Istvan Kasznar, as renúncias fiscais chegam a R$ 148 bilhões no estado. Para ele, o prolongamento da renúncia fiscal não é positivo no longo prazo.

Já a economista Luciana de Sá, da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), defendeu a concessão de benefícios ou incentivos. “O equilíbrio fiscal do estado Rio passa necessariamente pelo reequilíbrio de gastos com pessoal ativo e inativo. O problema do orçamento e da falta de recursos do Rio não é por conta da concessão de incentivos fiscais. A indústria é o setor que mais paga impostos no país. A cada R$ 1 produzido pela indústria, R$ 0,50 são impostos”, disse.

Calendário de votações

Dois projetos de lei do pacote de medidas de corte de gastos do governo estadual deverão ser votados nesta terça-feira na Alerj. Esses serão os primeiros dos 13 projetos que serão votados até o próximo dia 15.

No início da tarde, policiais militares dispersaram manifestantes que protestavam em frente à Alerj com bombas de gás.

Veja os projetos que serão votados na Alerj:

6/12
Projeto de Resolução 389/16 – Acaba com os carros oficiais de diretores da Alerj em dezembro de 2016 e com os veículos de deputados em janeiro de 2019.
Projeto de Resolução 390/2016 – Acaba com sessões solenes à noite.
Projeto de Lei 2.243/16 – Cria modelo de intimação eletrônica para cobranças da Fazenda Estadual.
Projeto de Lei 2.260/16 – Reduz em 30% os salários do governador, vice-governador, de secretários e subsecretários.

7/12
Projeto de Lei 2.249/16 – Muda regras para pagamentos com precatórios.
Projeto de Lei Complementar 37/16 – Proíbe por dez anos qualquer anistia aos devedores de impostos estaduais

8/12
Projeto de Lei 2.248/16 – Limita o subsídio do Bilhete Único Intermunicipal a R$ 150 mensais.
Projeto de Lei 2.247/16 – Acaba com a isenção da tarifa das barcas aos moradores de Ilha Grande e Paquetá.

12/12
Projeto de Lei Complementar 36/16 – Determina que 40% das receitas dos fundos estaduais e 70% do superávit financeiro possam ser usados para pagamento de pessoal.

13/12
Projeto de Lei 2.246/16 – Extingue os programas Renda Melhor e Renda Melhor Jovem.
Projeto de Lei 2.242/16 – Aumenta as alíquotas do ICMS para alguns produtos.

14/12
Projeto de Lei Complementar 34/16 – Muda a forma de repasse do orçamento dos poderes do estado, que deixa de ter valor fixo e passa a ser um percentual da arrecadação real.
Projeto de Lei 2.240/16 – Muda as regras na previdência estadual, a RioPrevidência, aumentando as alíquotas dos servidores de 11% para 14% e a contribuição patronal de 22% para 28%.

15/12
Projeto de Lei Complementar 35/16 – Limita o crescimento da despesa de pessoal dos poderes Executivo, Legislativo e suas autarquias a 70% do aumento real da Receita Corrente Líquida (RCL).
Projeto de Lei 2.245/16 – Adia para 2020 os aumentos salariais para algumas categorias aprovados em 2014 e que entrariam em vigor em 2017.

 

Agência Brasil

Ministro Barroso diz que mulher não é "útero a serviço da sociedade"

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso afirmou nesta terça-feira (6) que a interrupção da gravidez, nos três primeiros meses de gestação, está relacionada à autonomia da mulher e à igualdade de gênero, além de ser um direito fundamental ou natural, de liberdade de escolha.

“Ter ou não ter um filho se situa dentro dessa esfera de escolhas existenciais que uma mulher tem que ter o direito de escolher. Uma mulher não é um útero a serviço da sociedade, que deve deixar uma gravidez crescer contra a sua vontade. Porque isso seria a sua funcionalização, seria você violar a autonomia, transformar essa mulher em um meio para a realização de fins que não são os dela, caso ela não esteja desejando ter o filho”.

Saiba Mais

Barroso ministrou no fim da tarde desta treça-feira (6) a palestra A liberdade de ser: Morte vida e escolhas existenciais, evento dentro de ciclo de debates promovido pela Academia Brasileira de Letras (ABL). Na semana passada, a primeira turma do STF aprovou, baseada em voto de Barroso, a descriminalização do aborto nos três primeiros meses de gestação em um caso específico que estava sendo julgado pela Corte. No mesmo dia, o presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia anunciou acriação de uma comissão especial para debater o aborto no país.

De acordo com o ministro, como se trata de direito fundamental, a questão não pode ficar subordinada ao legislador e a grupos contrários ao tema. “Direito fundamental significa um conjunto de liberdades e situações jurídicas que as pessoas titularizam, que constituem uma reserva mínima de justiça a que cada pessoa tem direito nessa vida. Ele não está subordinado ao legislador, não depende dos outros, decorre diretamente da Constituição ou do direito natural. Se o legislador atuar contra o direito fundamental, a atuação dele será inválida e ilegítima”.

Na palestra, Barroso destacou que a interrupção da gravidez não é desejável nem deve ser uma prática corriqueira, o que pode ser evitado com educação sexual e acesso a métodos contraceptivos. Ele lembrou que, hoje, a penalização não evita que os abortos ocorram e citou dados do Sistema Único de Saúde (SUS) que indicam uma média de de 500 mil abortos realizados por ano no Brasil, com 180 mil complicações que levam mulheres ao hospital. Em 2015, foram registradas oficialmente 56 mortes decorrentes de abortos inseguros. “Ninguém deve ter um filho por imposição do direito penal”, afirmou Barroso.

O ministro abordou ainda a questão da criminalização do aborto em outros países democráticos. “Nenhum [criminaliza o aborto], nem Estados Unidos, nem França, nem Canadá, nem Reino Unido. Nem os países mais católicos, como Itália, Espanha, Portugal. Não porque eles sejam a favor do aborto, mas porque eles chegaram à conclusão, com razão, que criminalizar não é a melhor forma de enfrentar esse problema”.  Na palestra, Barroso também tratou da união homoafetiva e o direito à morte digna que, segundo ele, também são duas questões que estão relacionadas à autonomia da pessoa e direito de escolha.

 

Agência Brasil

 

Prime Cia. Imobiliária - Imobiliária em Porto Alegre / RS

Resultado de imagem para prime cia imobiliária

http://www.primeciaimobiliaria.com.br/

 

 

Renan já ganhou


Renan Calheiros
desacatou o STF. E, em vez de ser preso, ganhou o apoio de Michel Temer, da presidente do STF e da mesa diretora do Senado.


Temer socorre Renan

Michel Temer pressionou o STF para manter Renan Calheiros no comando do Senado. Segundo a Folha de S. Paulo, "o Palácio do Planalto diz que não vai interferir..." [leia mais


O otimismo de Renan


Renan Calheiros
“exalava otimismo nas conversas que teve na noite passada”, disse o UOL. “Disse a aliados que a maioria dos ministros da Suprema Corte votaria a favor de retirá-lo apenas da linha sucessória da Presidência da República, não do cargo de presidente do Senado”. 


A PEC Renan

O STF, para salvar Renan Calheiros, pode tomar uma decisão claramente inconstitucional. De acordo com o Estadão, o plenário negocia acatar... [veja mais


A chicana "deplorável" de Dias Toffoli

Renan Calheiros ganhou. E Dias Toffoli ganhou junto com ele. Quase todos os jornais, hoje, espancam Marco Aurélio Mello... [leia mais


Renan é nulo

O Senado está sem presidente. Eros Grau disse ao Estadão: "Até que a decisão de Marco Aurélio Mello seja revogada, ela vale..." [veja mais


Marco Aurélio Mello está certo

Merval Pereira, em O Globo, diz: "A decisão de Marco Aurélio Mello de afastar liminarmente Renan Calheiros da presidência do Senado agravou a crise..." [leia mais


A decisão do Senado "não existe"

Ayres Britto, em O Globo, denunciou os abusos de Renan Calheiros e do Senado: "A Constituição não trabalha com a hipótese de desobediência..." [veja mais


Sem discussão

É deprimente que o Brasil se perca em filigranas jurídicas sobre o caso de Renan Calheiros, com jornalistas que se transformam... [leia mais


Contra a urgência do abuso

Foi apresentado requerimento para extinção da urgência do projeto de abuso de poder. Teve 22 assinaturas; eram necessárias 21. [veja mais


Sessão do Senado nesta quarta


Jorge Viana
convocou sessão do Senado para quarta, às 18h, quando o plenário do STF já terá se posicionado sobre Renan. Os petistas estão prontos para melar todas as votações previstas para este fim de ano, principalmente o segundo turno da PEC do Teto. 


Viana não quer ser O Breve

A jornalistas, Jorge Viana (PT-AC) justificou seu papel de cúmplice de Renan, dizendo que não quer ser nem Temer, nem... [leia mais

 

PEC do Teto só no ano que vem

A PEC 241 deve ficar para o ano que vem. Segundo a Folha de S. Paulo, Michel Temer já entregou os pontos... [veja mais


Exclusivo: Baleia Rossi é investigado por esquema da merenda em SP

Presidente do PMDB em São Paulo, o deputado federal Baleia Rossi é um dos 26 investigados do inquérito 4351 que chegou... [leia mais


Cabral: 49 vezes corrupto

O Globo sistematizou os crimes denunciados pelo MPF em relação à organização criminosa liderada por Sérgio Cabral... [veja mais

Senado pede nulidade de processo no STF sobre linha sucessória presidencial

A Mesa Diretora do Senado acionou nesta terça-feira (6) o Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo a nulidade do julgamento iniciado na Corte que pode resultar no impedimento de que réus em ações penais possam ocupar a linha sucessória da Presidência da República.

O julgamento é sobre a arguição de descumprimento de preceito fundamental movida pela Rede Sustentabilidade, que já teve seis votos favoráveis ao impedimento, mas foi suspenso por pedido de vistas do ministro Dias Toffoli. O entendimento majoritário da Corte a favor da proibição de que réus ocupem cargos na linha sucessória da Presidência da República, no entanto, ajudou a embasar a liminar concedida pelo ministro Marco Aurélio Mello que afastou o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), do comando da Casa legislativa.

Saiba Mais

No requerimento de nulidade, a Mesa do Senado alega que a ação movida pela Rede tinha como objetivo principal o afastamento do então presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, mas que o resultado do julgamento atingirá a todos que ocuparem posições na linha sucessória.  Assim, o requerimento argumenta que todos que estiverem em posições que possam ser prejudicadas pelo entendimento devem ter direito a apresentar o contraditório e a ampla defesa no processo.

"Desse modo, todos são sujeitos passivos de eventual ordem do Supremo Tribunal Federal que, em interpretação ampliativa, passe a adotar novo requisito negativo para o exercício dos citados ofícios. Não foi isso que ocorreu”, diz a peça apresentada hoje.

A Mesa Diretora do Senado alega ainda que “apenas a Câmara dos Deputados foi intimada para prestar informações. O Senado Federal jamais recebeu intimação acerca da questão que interfere no âmago da defesa de suas prerrogativas próprias”.

Com isso, os advogados do Senado requerem, além da nulidade do julgamento feito até o momento, que o presidente do Senado seja arguido sobre o assunto e que seja concedido prazo para que ele apresente contraditório aos autos do processo.

 

Agência Brasil

 

Prime Cia. Imobiliária - Imobiliária em Porto Alegre / RS

Resultado de imagem para prime cia imobiliária

http://www.primeciaimobiliaria.com.br/

 

 

11 dicas para comprar presentes no fim de ano sem
11 dicas para comprar presentes no fim de ano sem "dores de cabeça"
Ter uma poupança para os presentinhos nas datas comemorativas é dica "de ouro". Porém, dá para se planejar sem isso. Confira dicas de especialista
Leia mais

Brasileiro terá de contribuir 49 anos para receber aposentadoria integral, propõe governo
Brasileiro terá de contribuir 49 anos para receber aposentadoria integral, propõe governo
O brasileiro poderá se aposentar só depois de completar 65 anos de idade e 25 anos de contribuição para ter direito à aposentadoria, propôs ...
Leia mais

Postos já recebem gasolina mais cara; veja qual será o impacto na inflação
Postos já recebem gasolina mais cara; veja qual será o impacto na inflação
Os sindicatos de postos de combustíveis do Rio e de São Paulo disseram nesta terça (6) que as distribuidoras já iniciaram o repasse do reajuste promovido ...
Leia mais

Consignado com garantia do FGTS terá juro de 3,5% ao mês
Consignado com garantia do FGTS terá juro de 3,5% ao mês
Os juros ficaram maiores do que os cobrados nas operações para os aposentados do INSS, de 2,34% ao mêsBrasília - O conselho ...
Leia mais

Governo de Minas Gerais decreta calamidade financeira
Governo de Minas Gerais decreta calamidade financeira
O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, decretou nesta segunda-feira (5) calamidade financeira no Estado e solicitou à Assembleia Legislativa que aprecie com urgência ...
Leia mais

O sem-teto que dormia em chão de banheiro e se tornou multimilionário
De sem-teto a milionário. A história do americano Chris Gardner virou um filme que rendeu a segunda indicação do ator Will Smith ao Oscar, "The Pursuit ...
Leia mais

Vivo deve responder por propaganda que restringiu promoção em letras reduzidas
A Telefônica Brasil S.A., incorporadora da Vivo Participações S.A., terá de veicular campanha publicitária com informações sobre as ...
Leia mais

Produtos da ceia de Natal estão 10% mais caros em 2016
Azeite, vinho e frutas frescas estão entre itens cujos preços mais subiram em um ano, diz FGV        RIO - Com os produtos ...
Leia mais

Cesta básica fica mais barata em 25 capitais brasileiras em novembro, diz Dieese
De acordo com o Dieese, únicas capitais que apresentaram alta foram Macapá e Rio Branco; cidade com cesta mais cara é Porto AlegreO conjunto de alimentos ...
Leia mais

Poupança volta a captar recursos após dez meses no vermelho
Banco Central informou nesta terça que depósitos somaram R$ 1,8 bilhão a mais que os saques; dados são referentes a novembro deste ano.
Leia mais

Dicas para evitar gastos desnecessários com telefonia
Dez em cada dez empresas têm ao menos um ponto em comum: possuem um número de celular ou fixo. Quando falamos de contact centers, a dimensão é infinitamente ...
Leia mais

Intoxicada após consumir salsichas vencidas, cliente será indenizada por supermercado
A 6ª Câmara Civil do TJ manteve condenação e majorou, de R$ 3 mil para R$ 5 mil, o valor de indenização por danos morais a consumidora que ...
Leia mais

É possível viajar na alta temporada sem gastar muito; especialista explica como
Não caia na tentação de ir para os locais mais badalados e procurados na temporada. Opte por fugir da multidão, procure por passagens no meio da semana ...
Leia mais

Nextel lança plataforma que acaba com conceito de planos pré e pós-pagos
Nextel Happy permite ao usuário reduzir ou aumentar planos de voz e dados a qualquer momento; consumo pode ser acompanhando em tempo realA Nextel ...
Leia mais

Município é condenado a indenizar pais em R$ 50 mil por erro de diagnóstico médico
A 4ª Câmara de Direito Público do TJ confirmou sentença da comarca de Ponte Serrada que condenou o município ao pagamento de indenização ...
Leia mais

Meirelles: sem mudanças na Previdência, PEC do Teto não terá eficácia

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse nesta terça-feira (6) que a proposta de reforma da Previdência, encaminhada nesta terça-feira pelo governo ao Congresso Nacional, “é uma proposta para início de debate”. Segundo ele, o texto é baseado em critérios técnicos, mas está aberto a sugestões.

“Nós temos uma proposta técnica baseada em experiências do mundo inteiro. Agora, evidentemente não tem ninguém chegando aqui e dizendo vai ser assim. É uma proposta para início de debate, foi apresentada no Congresso ontem, e vamos debater”, destacou o ministro em palestra na central sindical União Geral dos Trabalhadores (UGT), na capital paulista.

De acordo com Meirelles, a proposta apresentada é considerada “correta” do ponto de vista técnico, levando em conta a expectativa de vida da população brasileira. O ministro da Fazenda, no entanto, ressaltou que, caso o Congresso mude significativamente o texto, até mesmo a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que limita os gastos públicos, conhecida como PEC do Teto,  passará a ser ineficiente para controlar as despesas.

Saiba Mais

“Se não for aprovado nada da Previdência, continuar do jeito que está, a PEC não vai funcionar muito tempo, porque as despesas da Previdência vão subindo e vão ocupando espaço de outras despesas”, destacou.

Críticas

O presidente da UGT, Ricado Patah, criticou a proposta de reforma da Previdência apresentada pelo governo. Ele pediu mais diálogo e acesso aos dados das aposentadorias dos brasileiros. “Queremos uma Previdência transparente e muitos vezes não temos acesso aos números”, disse.

Para Patah, o texto proposto pelo governo federal fará com que os trabalhadores de regiões em que há menor expectativa de vida sequer cheguem a se aposentar. “Não queremos uma insubordinação generalizada, mas nós queremos respeito. Não dá para se colocar a idade mínima da forma que está se pretendendo, sabendo que no Norte e no Nordeste nós temos ainda municípios em alguns estados que a longevidade chega a 67 e a 68 anos segundo o IBGE. Essas pessoas não vão se aposentar”.

O presidente da UGT disse que a central está pedindo ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, que não faça a tramitação da reforma da Previdência de forma célere, como pedido por alguns setores da sociedade. Patah disse ainda que a central defende que haja mudanças apenas para as pessoas que ainda não ingressaram no mercado de trabalho.

 

Agência Brasil

 

Prime Cia. Imobiliária - Imobiliária em Porto Alegre / RS

Resultado de imagem para prime cia imobiliária

http://www.primeciaimobiliaria.com.br/

 

 

Tragédia na Indonésia

Chaideer Mahyuddin/AFP

Pelo menos 52 pessoas morreram e centenas ficaram feridas depois de um terremoto de magnitude 6,5 atingir na manhã de hoje a província de Aceh, no norte da Indonésia.
Aceh já tinha sido devastada em 2004 por um tremor submarino que provocou um tsunami. A onda gigante matou mais de 170 mil pessoas na ocasião. Leia mais

 

 

Culpa da 'perifa'?

Fábio Vieira/FotoRua/Estadão Conteúdo

Fabio Santos, nome escolhido pelo prefeito eleito João Doria para assumir a Secretaria de Comunicação de São Paulo, afirma que um dos motivos para o governo tucano levar parte da Virada Cultural para o Autódromo de Interlagos é a população que vem da periferia.
Em entrevista à Folha, ele associa as pessoas das partes mais pobres da cidade aos arrastões que aconteceram nos últimos anos durante a Virada. Ele também disse que o evento é 'um banheiro a céu aberto'. Leia mais

 

Aborto e tortura

Getty 
Images

Relatores especiais da ONU afirmam, em parecer encaminhado ao Supremo Tribunal Federal, que a negação do serviço de aborto pode se caracterizar como tortura.
Apresentado há quatro semanas, o texto integra um pedido feito pelo grupo para participar como terceiro interessado no julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade que questiona a resposta brasileira à epidemia de zika, previsto para ocorrer hoje. Leia mais

 

 

Final da Copa do Brasil

Pedro Vilela/Getty Images

Grêmio e Atlético-MG decidem hoje, em Porto Alegre, quem vai ser o campeão da Copa do Brasil. Na partida de ida, em Belo Horizonte, o tricolor gaúcho venceu por 3 a 1 e pode perder até por um gol de diferença para garantir o troféu.
Você acompanha esse jogaço a partir das 21h45 pelo aplicativo Placar UOL ou pelo site uol.com.br. Leia mais

 

Stones no topo

Kevin Winter /Getty Images

Os Rolling Stones alcançaram o primeiro lugar nas paradas de discos no Reino Unido com o recém-lançado Blue & Lonesome.
O álbum, que é formado apenas por regravações de clássicos do blues, já teve mais de 66 mil cópias vendidas no país. Leia mais

 

Santa Casa de São Paulo receberá empréstimo de R$ 360 milhões da Caixa

 

Flávia Albuquerque - Repórter da Agência Brasil

Brasília - O presidente Michel Temer participa da cerimônia de assinatura do Contrato de Estruturação Financeira da Santa Casa de São Paulo (Antonio Cruz/Agência Brasil)

Cerimônia de assinatura do contrato de estruturação financeira da Santa Casa de São PauloAntonio Cruz/ Agência Brasil

A Santa Casa de Misericórdia de São Paulo receberá um empréstimo de R$ 360 milhões da Caixa Econômica Federal, por meio da linha de crédito Caixa Hospitais. O convênio foi assinado hoje (6) em evento com a presença do presidente Michel Temer, do ministro da Saúde, Ricardo Barros, do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, do presidente da Caixa, Gilberto Occhi, e do provedor da Santa Casa de São Paulo, José Luiz Setúbal, no Palácio do Planalto.

O objetivo é reorganizar a instituição financeiramente e reestruturar o endividamento bancário e com fornecedores para garantir a sustentabilidade da Santa Casa. O prazo para pagamento previsto no contrato é de dez anos, e a liberação dos recursos deve ocorrer em até um mês, de acordo com informações da Caixa.

“Ajudar a Santa Casa de São Paulo, que tem uma tradição extraordinária e serve como exemplo para todas as santas Casas do País, é uma satisfação muito grande. A Caixa não é apenas um estabelecimento de crédito para gerar lucros, mas uma instituição que tem uma função social muito importante. Espero que essa iniciativa se reproduza para as demais instituições do Brasil”, disse Temer.

O ministro da Saúde afirmou que fortalecer as santas casas é uma das principais prioridades de sua gestão. “O contrato do Sistema Único de Saúde [SUS], que é consignado, serve como garantia desses empréstimos e garante a adimplência com os nossos bancos parceiros, Caixa, Banco do Brasil e BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social], nos ajudando a dar um fôlego financeiro para essas instituições, que respondem por 53% de todos os atendimentos do SUS.”

O presidente da Caixa destacou o trabalho conjunto entre o banco e hospitais filantrópicos. “O banco, que já é parceiro das instituições filantrópicas de longa data, agora inova e oferece condições diferenciadas às entidades, reforçando o papel da instituição perante o segmento de saúde. A Caixa vem mantendo reuniões com hospitais filantrópicos, já realizadas no Espírito Santo e em Pernambuco, e tem agendas com entidades do segmento em São Paulo, Bahia e Goiás”, disse Gilberto Occhi.

A Santa Casa de São Paulo é considerada o maior complexo de assistência à saúde pública da América Latina, com capacidade para atender até 5 mil pessoas por dia. É reconhecida nacionalmente por pesquisas técnico-científicas e tem o maior cadastro de doadores de medula óssea do Brasil. No ano passado, foram registrados 120 doadores de órgãos na instituição, resultando em 283 transplantes. No primeiro semestre deste ano, o número de doadores ficou em 50, com um total de 134 transplantes.

 

Agência Brasil

Reforma da Previdência: saiba o que muda com as novas regras propostas

O governo encaminhou ao Congresso Nacional a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/2016, que trata da reforma da Previdência no Brasil. O governo defende que as alterações são importantes para equilibrar as finanças da União. Segundo o ministro da Fazenda Henrique Meirelles, em 2016 o déficit do INSS chegará a R$ 149,2 bilhões (2,3% do PIB), e em 2017, está estimado em R$ 181,2 bilhões.

O perfil etário da sociedade brasileira vem mudando com o aumento da expectativa de vida e a diminuição da fecundidade (número de nascimentos), o que provoca um envelhecimento da população. De acordo com Meirelles, esse novo perfil deverá gerar uma situação insustentável: “No atual ritmo, em 2060, vamos ter apenas 131 milhões de brasileiros em idade ativa (hoje são 141 milhões). No mesmo período, os idosos crescerão 263%".

Entre as mudanças propostas na PEC 287 está a definição de uma idade para a aposentadoria:  65 anos, tanto no caso de homens quanto de mulheres. Confira os principais pontos:

Quem será afetado pelas novas regras

Todos os trabalhadores ativos entrarão no novo sistema. Aqueles que têm menos de 50 anos (homens) ou 45 anos (mulheres) deverão obedecer às novas regras integralmente. Já quem tem 50 anos ou mais será enquadrado com uma regra diferente, com tempo adicional para requerer o benefício. Aposentados e aqueles que completarem os requisitos para pedir o benefício até a aprovação da reforma não serão afetados porque já possuem direito adquirido.

Idade mínima

O governo pretende fixar idade mínima de 65 anos para requerer aposentadoria e elevar o tempo mínimo de contribuição de 15 anos para 25 anos. Atualmente, não há uma idade mínima para o trabalhador se aposentar. Pelas regras em vigor, é possível pedir a aposentadoria com 30 anos de contribuição, no caso das mulheres, e 35 anos no caso dos homens. Para receber o benefício integral, é preciso atingir a fórmula 85 (mulheres) e 95 (homens), que é a soma da idade com o tempo de contribuição.

Os chamados segurados especiais, que inclui agricultores familiares, passariam a seguir a mesma regra de idade mínima dos segurados urbanos (65 anos). Atualmente, eles podem se  aposentar com idade reduzida. Também os professores, que antes poderiam se aposentar com tempo reduzido ao contabilizar o tempo em sala de aula, seguirão as mesmas regras estabelecidas para os demais trabalhadores. A única exceção seria para os trabalhadores com deficiência. O tratamento especial continua existindo, mas a diferença em relação aos demais não poderá ser maior do que 10 anos no requisito de idade e 5 anos no de tempo de contribuição.

Regras de transição

Haverá uma regra de transição para quem está perto da aposentadoria. Homens com 50 anos de idade ou mais e mulheres com 45 anos de idade ou mais poderão aposentar-se com regras diferenciadas. A regra de transição só vale para o tempo de aposentadoria, já para o cálculo do benefício valerá a nova regra proposta.

Trabalhadores nessa situação deverão cumprir um período adicional de contribuição , uma espécie de "pedágio", equivalente a 50% do tempo que faltaria para atingir o tempo de contribuição exigido. Por exemplo, se para um trabalhador faltava um ano para a aposentadoria, passará a faltar um ano e meio (12 meses + 50% = 18 meses).

Este pedágio também vale para professores e segurados especiais (trabalhadores rurais) que tiverem 50 anos de idade ou mais, se homens, e 45 anos de idade ou mais, se mulheres.

Tempo de contribuição e valor da aposentadoria

Pelas regras propostas, o trabalhador precisa atingir a idade mínima de 65 anos e pelo menos 25 anos de contribuição para poder se aposentar. Neste caso, ele receberá 76% do valor da aposentadoria - que corresponderá a 51% da média dos salários de contribuição, acrescidos de um ponto percentual desta média para cada ano de contribuição. Por exemplo: o trabalhador com 65 anos de idade e 25 anos de tempo de contribuição terá a aposentadoria igual a 76% (51 + 25) do seu salário de contribuição.

A cada ano que contribuir a mais o trabalhador terá direito a um ponto percentual. Desta forma, para receber a aposentadoria integral (100% do valor), o trabalhador precisará contribuir por 49 anos, a soma dos 25 anos obrigatórios e 24 anos a mais.

Trabalhadores rurais também deverão contribuir com uma alíquota que provavelmente será atrelada ao salário mínimo. Para que essa cobrança seja feita, será necessária a aprovação de um projeto de lei

Servidores públicos

Os servidores públicos fazem parte de um sistema diferenciado chamado Regime de Previdência dos Servidores Públicos (RPPS). No entanto, com a PEC, eles passarão a responder a regras iguais às dos trabalhadores do Regime Geral (RGPS): idade mínima para aposentadoria, tempo mínimo de contribuição, regra para cálculo de aposentadoria por incapacidade permanente para o trabalho, além das hipóteses de aposentadorias especiais.

Com a reforma, passa a existir uma única modalidade de aposentadoria voluntária, que exigirá os requisitos de 65 anos de idade, 25 anos de contribuição, 10 anos no serviço público e 5 anos no cargo efetivo, tanto para o homem como para a mulher. Assim como no RGPS, a transição para os atuais segurados será aplicada a servidores com idade igual ou superior a 50 anos (homens) ou 45 anos (mulheres). As aposentadorias voluntárias dos servidores que seguirem a regra de transição e tenham ingressado no cargo até 31/12/2003 serão concedidas com integralidade e paridade.

Militares, policiais e bombeiros

Policiais civis e federais entram na reforma e serão submetidos aos critérios de idade mínima de 65 anos somados a 25 anos de contribuição. Por outro lado, os militares das Forças Armadas seguirão um regime específico, que será enviado separadamente em um projeto ao Congresso Nacional. No caso de policiais militares e bombeiros, cada um dos 26 estados e o Distrito Federal deverão providenciar mudanças em suas legislações locais para adequar os regimes de Previdência dessas carreiras.

Pensão por morte

Com a PEC, o valor das pensões por morte passa a ser baseado em sistema de cotas, com previsão de valor inicial diferenciado conforme o número de dependentes do trabalhador. O INSS pagará 100% do benefício apenas aos pensionistas que tiverem cinco filhos. Além disso, o valor do benefício fica desvinculado ao salário mínimo.  A duração da pensão por morte será mantida.

Segundo o Ministério da Previdência, o benefício será equivalente a  50% do valor da aposentadoria que o segurado teria direito, acrescida de 10% para cada dependente. Por exemplo: se o trabalhador aposentado deixar esposa e um filho como dependentes ao falecer, esses dois dependentes receberão, juntos, o total de 70% do que o beneficiário recebia de aposentadoria (50% somados a duas cotas individuais de 10%).

As regras também valem para servidores públicos e, neste caso, acaba a pensão por morte vitalícia para todos os dependentes. O tempo de duração do benefício para o cônjuge passa a ser variável, conforme sua idade na data de óbito do servidor: será vitalícia apenas se o viúvo tiver 44 anos ou mais.

Quando entra em vigor

As mudanças não entram em vigor de imediato porque ainda dependem de aprovação no Congresso Nacional. A PEC será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara para verificar a constitucionalidade da proposta. Em seguida, caso seja aprovada, é criada uma comissão especial para análise. O colegiado elabora um parecer e o envia para análise do plenário da Casa.

No plenário da Câmara, a PEC tem de ser aprovada, em dois turnos, por três quintos dos deputados. No Senado, tem que passar novamente pela CCJ da Casa e por dois turnos no plenário, também com aprovação de três quintos dos senadores. Se o Senado aprovar o texto como o recebeu da Câmara, a emenda é promulgada e passa a valer como lei. Caso o texto seja alterado, deve ser enviado novamente para a Câmara para a análise das alterações feitas pelos senadores.

Reforma da Previdência
Create line charts

 

Agência Brasil

 

Prime Cia. Imobiliária - Imobiliária em Porto Alegre / RS

Resultado de imagem para prime cia imobiliária

http://www.primeciaimobiliaria.com.br/

 

 

 

Articulação política

Pedro Ladeira/Folhapress

O Supremo Tribunal Federal julga hoje se Renan Calheiros pode continuar na presidência do Senado, depois de a maioria dos ministros ter decidido que um réu não pode estar na linha sucessória da Presidência da República.
Diante da crise entre Senado e Judiciário, interlocutores do presidente Michel Temer buscaram articular uma solução negociada para o problema entre os dois Poderes. A estratégia tem dois objetivos: tentar manter o aliado Renan no cargo, e garantir a votação do teto dos gastos públicos na semana que vem. Leia mais

 

 

Jucá na presidência do Senado?

Luis Nova - 7.jun.2016/Framephoto/Estadão Conteúdo

Caso seja confirmado o afastamento de Renan Calheiros, o comando do Senado pode cair no colo de Romero Jucá (PMDB-RR), atual segundo vice da Casa.
De acordo com a coluna Painel, da Folha de S.Paulo, Jorge Viana (PT-AC), o primeiro vice, cogita renunciar caso assuma a presidência do Senado. Tudo porque, se ele tiver que pautar a PEC do teto, rompe com a esquerda, e, se não fizer isso, vai ser acusado de aprofundar o desastre econômico. Leia mais

 

Brasileiros do ano

Diego Padgurschi /Folhapress

O presidente Michel Temer foi eleito o 'Brasileiro do Ano' pela revista IstoÉ, mas a grande estrela do ano foi o juiz Sérgio Moro, que foi premiado como o 'Brasileiro do Ano na Justiça'.
Antes da cerimônia, Moro posou para selfies com os convidados. Na abertura do evento, foi ovacionado com o anúncio do prêmio. Além disso, ele foi citado no discurso do jornalista Ricardo Boechat e ganhou mais palmas. Leia mais

 

 

Ano mais violento no campo

Hélio Freitas/CampoGrandeNews

O número de assassinatos no campo de janeiro a novembro de 2016 no país já supera a quantidade de casos ocorridos durante todo o ano de 2015, de acordo com levantamento da Comissão Pastoral da Terra, vinculada à Igreja Católica.
Foram 54 homicídios nos primeiros 11 meses deste ano, quatro a mais que o ano passado inteiro. Esta marca já faz de 2016 o ano mais violento no campo desde 2003, quando 71 pessoas foram assassinadas. Leia mais