Festa de 15 anos de Maria Eugênia do Amaral, filha de Delcídio Amaral teve ares de Hollywood

Colunista do MS escreveu que evento ‘em nada ficou devendo ao casamento do século’ da realeza inglesa

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POR MARIA LIMA

 

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BRASÍLIA - Hollywood era ali. Assim o colunista sul matogrossense Fernando Soares descreveu a festa de 15 anos de Maria Eugênia Amaral, a Gigi, filha caçula do senador Delcídio Amaral (PT-MS), preso desde a semana passada na Operação Lava-Jato. Em um longo texto em que descreve a magnitude do evento “que em nada ficou devendo ao casamento do século” da realeza inglesa, o colunista conta que o pai da debutante embriagou os 700 convidados do eixo Rio-São Paulo-Floripa-Porto Alegre com 120 garrafas de uísque Johnnie Walker e 240 de champanhe Veuve Clicquot, salmão e caviar, queijos maasdam, brie, além de foie gras e terrine de aspargos. O toque jovem foi dado pelo pizzaiolo do Faustão.

A mansão foi decorada na entrada com réplicas gigantes das estatuetas do Oscar e letreiros que remetiam a Hollywood. A pista de dança foi montada em pastilha dourada de murano italiano e o salão, com móveis de Philippe Starck. O vestido da filha de Delcídio foi bordado com cristais Givenchy. O espaço dourado tem 1,6 mil metros, inteiramente coberto em teto transparente, onde frondosas árvores naturais surgiam iluminadas na lateral do espaço, descreveu Fernando Soares em maio.

“Parecia mágica. Num estonteante vestido, na parte de cima, inteiro em Cristais Givenchy, com saia em tufos de tule dourado com pastilha de paetês, confeccionado por Júnior Santaella especialmente para ela, Maria Eugênia parecia flutuar” contou o colunista.

Enquanto o pai circulava entre personalidades do mundo político e amigos da família, TVs de LCD exibiam na entrada do salão filmes clássicos como "Cantando na chuva” e “Os homens preferem as loiras”.

“Tudo remetia aos desejos de Maria Eugênia. Centenas de orquídeas harmonizavam com mini rosas pink. O mobiliário era assinado por Philippe Starck, em preto e suaves interferências em ouro. A moçada gostou mesmo foi do pizzaiolo do Faustão e das bebidas servidas com pouco teor alcoólico, que vinham nos drinks e shots. E dos barmen, lindos que vestiam smoking branco, todos do Help Bar, de São Paulo e Brasília”, conta Fernando Soares.

O colunista conta ainda que Maria Eugênia ganhou “surpresinhas” ao longo da noite: brincos, anéis e pulseiras de ouro e brilhantes.

“Presenteou cada um dos convidados com doses generosas de alegria. Enquanto todos dançavam, sorriam, cantavam, se abraçavam e brindavam, lá no fundo da alma, também agradeciam. Afinal, aquele momento era um grande show. Da vida”, diz o colunista.

“A nobreza inglesa que me perdoe, mas aqui em Campo Grande essa festa da Maria Eugênia Amaral não ficou devendo quase nada ao servido naquele chamado "casamento do século", que eles fizeram na Inglaterra”, completa o colunista.

O Globo

Leite – Instituto volta a pedir limites à importação

O diretor executivo do Instituto Gaúcho do Leite (IGL), Ardêmio Heineck, pedirá à Câmara Nacional Setorial do Leite, do Ministério da Agricultura, que se some à mobilização pela imposição de uma quota de importações de leite do Uruguai. O apelo será feito por ofício, que será encaminhado nesta semana. O objetivo é proteger a cadeia leiteira nacional. “Queremos apoio para que se abra uma frente de negociação com o Uruguai”, estacou Heineck. “É uma pauta crucial para o setor.”
O estabelecimento de um limite para as importações de leite do Uruguai e uma reivindicação antiga do IGL. Apresentada pela primeira vez a lideranças nacionais no último mês de julho, durante o Congresso Internacional do Leite, em Porto Alegre, a proposta enfrenta resistência do governo por conta do interesse de disponibilizar tens industriais da linha branca naquele país.
Só em outubro deste ano foram importados 8,6 mil toneladas de leite em pó do Uruguai. Da Argentina, com quem o Brasil mantém acordo de importação de até 3,6 mil toneladas mensais, vieram outros 4,95 mil litros. Neste caso, o volume compensou o de meses anteriores, quando o limite não foi atingido.
Fonte: Correio do Povo, página 10 de 23 de novembro de 2015.


FINANCIAMENTO DE CAMPANHA – Desconstruindo uma besteira monumental dita pelo esquerdista de toga — e sem voto — Roberto Barroso. Ou: Ao perdedor, as batatas!

Eu não tinha lido — e tomo ciência delas só agora, com certo atraso — duas falas de ministros do Supremo sobre a constitucionalização da doação de empresas privadas a campanhas eleitorais.

A de Dias Toffoli é, vá lá, amena, embora eu, muito provavelmente, discorde dele: “O que eu penso ser bastante importante é que se estabeleça limite de gastos. Hoje, são os próprios candidatos que se autolimitam. Ou seja, o céu é o limite. É necessário que se coloque um valor nominal fixo por empresa para doação, além desse proporcional sobre o faturamento”.

Por que o “muito provavelmente”? Se ele estiver falando em criar um limite na legislação eleitoral específica, ok. Se for um limite na Constituição, é claro que é inaceitável. Toffoli, no juízo de mérito, considerou tais doações inconstitucionais, dada a Carta que temos hoje. A maioria dos ministros o fez. Procurei que artigo da dita-cuja justifica tal juízo e nada achei.

Mas a fala que realmente me leva à indignação, e por dois motivos, é a do ministro Luís Roberto Barroso. O primeiro deles está no fato de que a ADI (Ação Direta de Inconstitucionalidade) que está no Supremo tem as suas digitais. É coisa de seu grupo na Uerj. Para ler detalhes a respeito, clique aqui. Esse ministro, aliás, deveria ter se declarado impedido de votar sobre o tema. Não só votou como faz proselitismo aberto contra a emenda aprovada pela Câmara em primeira votação.

Leiam o que diz: “Uma regulamentação que não imponha limites mínimos de decência política e de moralidade administrativa será inconstitucional. A decisão desses limites deve constar em lei. Mas, não havendo lei, se houver uma imoralidade administrativa ou uma possibilidade totalmente antirrepublicana, eu acho que o Supremo pode e deve declarar inconstitucionalidade”.

Em primeiro lugar, ele está fazendo uma antecipação de voto. Em segundo, pronuncia-se fora dos autos. Em terceiro, deixa claro que será imoral e antirrepublicano tudo aquilo que ele próprio acha imoral e antirrepublicano. Em quarto, comporta-se como se fosse deputado ou senador. Em quinto, confunde a sua tese com o interesse do país.

Mas não só isso. Não deve ter sido um bom aluno de matemática. Não deve ter sido um bom aluno de lógica. Deve ser do tipo que está na chamada “área de humanas” porque não conseguia lidar direito com as disciplinas de exatas… Leiam esta barbaridade:

“Permitir que a mesma empresa financie todos os candidatos quer dizer que ou ela está sendo achacada ou ela está comprando favores futuros”.

É de clamar aos céus, não? Que prova haveria de que alguém que só doa ao candidato do poder de turno não está sendo achacado ou pensando em favores futuros? Talvez seja uma das maiores tolices jamais ditas por um ministro do Supremo. Mais: ela embute a possibilidade de que pode não esperar favor quem aposta no grupo que já está no poder, mas o espera daquele que aposta no que não está. A penúria lógica de Barroso seria de dar pena se não fosse exasperante. Afinal, ele é ministro do Supremo. Só há 11 pessoas no Brasil com tal distinção.

Ele vai além. Vocês sabem o que é um gato escondido com o rabo de fora? Pois é… A gente não vê o bichano, mas sabe ser um gato, não é? Querem ver a tese dos petistas na fala do ministro? Eu mostro. Segundo ele, é preciso restringir a possibilidade de contratação de empresas que fizeram doações pela nova administração porque isso seria “permitir que o favor privado, que foi a doação, seja pago com dinheiro público, o que é evidentemente imoral”.

É outra fala de uma estupidez alvar. Havendo tal proibição, vamos ver as consequências:

1: A empresa X, sabendo que o favorito é o candidato A, pode investir no candidato B para demonstrar a sua falta de ambição, né, ministro?;
2: se o candidato B vence, mas a empresa apostou no A, ela pode ou não ser contratada, grande mestre e sábio?;
3: se a proibição das doações levaria à multiplicação do caixa dois, a sugestão do ministro também levaria, ora bolas! Por que uma empreiteira financiaria uma campanha para depois ser impedida de trabalhar para o governo? Melhor fazê-lo por fora. Mais: doutor Barroso quer que um candidato sem chances tenha mais dinheiro do que o favorito. Doutor Roberto cultura um novo lema: “Ao perdedor, as batatas!”;
4: mais: empresas que colaboram, então, para o financiamento da democracia seriam punidas; aquelas que não estão nem aí seriam beneficiadas — mas essa é só a hipótese de esse segundo grupo não estar operando no caixa dois;
5: no fundo, Luís Roberto Barroso acha que é o capital que corrompe os homens probos, e não os homens corruptos que corrompem um sistema probo;
6: ideias têm filiação, e a sua também: essa mentalidade decorre de uma das grandes tiranias do século passado: fascismo ou comunismo;
7: fascistas e comunistas se dedicaram a fazer reengenharia social para que a tal sociedade parasse de corromper homens supostamente bons. Deu no que deu.

Por que Luís Roberto Barroso não se contenta em ser ministro do Supremo ou, então, não renuncia ao cargo que ocupa e disputa eleições? Se o povo lhe der a graça do voto, ele propõe o que quiser. Usar a toga para ameaçar uma proposta aprovada pelos deputados com o fantasma da inconstitucionalidade é inaceitável. É, como ele diz, “evidentemente imoral”.

O doutor está vendo a sua tese, que foi lavada pela OAB, ser derrotada no Congresso e pretende usar o tapetão, do qual faz parte, em defesa do próprio pensamento. Barroso está fundando a “Advocacia Administrativa Intelectual”.

Que coisa feia!

 

Blog do Reinaldo Azevedo

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