Castro celebra vitória do Grêmio sobre o Atlético-MG, mas cobra mais “apetite” pelo gol adversário

 


O técnico Luís Castro comemorou a vitória do Grêmio por 2 a 1 sobre o Atlético-MG, na noite desta quarta-feira (25), na Arena do Grêmio, pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro 2026. O treinador português destacou a superioridade tricolor ao longo dos 90 minutos e elogiou a conquista dos três pontos em casa, mas apontou um ponto a ser corrigido: a falta de maior contundência nas finalizações, especialmente na etapa final.“Conquistamos os três pontos com superioridade no jogo todo. Na minha opinião, a primeira parte foi melhor que a segunda”, analisou Castro em entrevista coletiva após a partida.O comandante reconheceu que o Grêmio, mesmo com vantagem numérica em boa parte do segundo tempo (após expulsão de um jogador do Atlético-MG), não conseguiu transformar o domínio em mais gols. “Não tivemos tanto apetite pela baliza do adversário como deveríamos ter tido”, admitiu.Para o português, essa característica está diretamente ligada à juventude do elenco gremista, que contou com vários atletas jovens no ataque. “É fruto de alguma inexperiência nossa, muitos meninos a darem conta do ataque. Mas é assim que eles crescem”, ponderou Castro, reforçando o caráter de aprendizado e evolução do grupo.A vitória mantém o Grêmio entre os primeiros colocados na tabela do Brasileirão e reforça o bom momento do time no início da temporada. O próximo compromisso tricolor será no domingo, contra o Juventude, pela quarta rodada da competição nacional.

Guarany de Bagé e Ypiranga avançam na Copa do Brasil; Caxias e São Luiz dão adeus à competição

 


Dois clubes gaúchos comemoraram a classificação para a terceira fase da Copa do Brasil 2026, enquanto outros dois se despediram da competição nesta quarta-feira (25). O Guarany de Bagé surpreendeu e eliminou o Caxias com vitória por 1 a 0 no Estádio Centenário, em Caxias do Sul. Já o Ypiranga confirmou o favoritismo ao vencer o Ji-Paraná por 2 a 0 no Colosso da Lagoa, em Erechim. Por outro lado, o São Luiz foi eliminado pelo Maranhão em Ijuí.No confronto entre gaúchos, o Guarany de Bagé (time da Série D) deu o maior golpe da rodada. Welder marcou um golaço na segunda etapa, garantindo a vitória por 1 a 0 fora de casa. Apesar da pressão intensa do Caxias no segundo tempo, a defesa do Grená segurou o resultado e carimbou a vaga na próxima fase. O adversário do Guarany na terceira etapa será a Ponte Preta.Em Erechim, o Ypiranga dominou o Ji-Paraná (RO) e venceu por 2 a 0. Renan Gorne foi o grande nome da partida, balançando as redes duas vezes ainda no primeiro tempo. O Canarinho controlou o jogo na etapa final e avançou sem sustos. Agora, o Ypiranga aguarda o vencedor do confronto entre Rio Branco-ES e Athletic-MG.Já o São Luiz, de Ijuí, não resistiu ao Maranhão e foi eliminado. O time gaúcho precisava reverter o placar do jogo de ida, mas não conseguiu superar o adversário maranhense.Com os resultados, o Rio Grande do Sul mantém dois representantes na terceira fase da Copa do Brasil: Guarany de Bagé e Ypiranga. As partidas da próxima etapa estão previstas para março, com jogos de ida e volta.

Vídeo - BRINCO FOLHEADO A OURO EM FORMA DE GOTA ABAULADA

 


Brinco folheado a ouro em forma de uma gota abaulada.


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Dino ironiza teto salarial no STF: “Qual o teto que vigora hoje no Brasil? Quem souber ganha um prêmio”

 


Durante sessão plenária do Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quarta-feira (25/02/2026), o ministro Flávio Dino provocou desconforto ao questionar abertamente a efetividade do teto remuneratório constitucional no serviço público brasileiro. Com tom irônico, ele desafiou: “Qual o teto que vigora hoje no Brasil? Ninguém sabe. Quem souber responder essa pergunta ganha um prêmio”.Segundo Dino, a Constituição é clara: o limite é de R$ 46.366,19, equivalente ao subsídio bruto dos ministros do STF. No entanto, ele destacou que esse valor “só é observado no Supremo e talvez em mais uma meia dúzia de órgãos”. Nos demais, prevalece “o teto sujeito à discricionariedade vigente em cada órgão”, o que gera uma multiplicidade de interpretações e permite supersalários via “penduricalhos” — verbas indenizatórias que, na prática, extrapolam o teto.A provocação ocorreu no contexto do julgamento de liminares concedidas pelo próprio Dino. Em 5 de fevereiro, ele determinou que União, estados e municípios revisem, em 60 dias, as verbas pagas fora do teto e suspendam as sem previsão legal expressa. No dia 19, complementou a medida proibindo a edição de novas leis ou atos que autorizem parcelas remuneratórias ou indenizatórias acima do limite constitucional, bem como o reconhecimento de novos pagamentos por “direitos pretéritos”.Dino citou dado expressivo: desde 2000, o STF julgou pelo menos 13.925 casos envolvendo o teto no serviço público. Ele classificou o cenário como um “Império dos Penduricalhos” e defendeu que o debate visa valorizar o serviço público, sem colocar em xeque prerrogativas de categorias profissionais. “Assim será o fim do Império dos Penduricalhos”, previu.O ministro renovou apelo ao Congresso Nacional — pela terceira vez — para que edite a Emenda Constitucional 135, definindo condições e limites para a concessão ou ampliação de penduricalhos. Ele elogiou pronunciamentos recentes de parlamentares, como o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), sinalizando disposição para legislar sobre o tema.O plenário do STF analisa o referendo das decisões de Dino (e também liminar do ministro Gilmar Mendes sobre penduricalhos no Judiciário e MP), com sustentações orais de sindicatos, associações e entidades. O julgamento foi suspenso e deve ser retomado nesta quinta-feira (26), com expectativa de definição sobre a manutenção das medidas cautelares que buscam maior coerência, consistência e segurança no cumprimento do teto constitucional.

STF condena irmãos Brazão a 76 anos por assassinato de Marielle e Anderson

 


A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou, por unanimidade, os réus envolvidos no assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes, ocorrido em março de 2018, no Rio de Janeiro. A decisão, proferida nesta quarta-feira (25/02/2026), encerrou o julgamento iniciado na terça-feira (24) e fixou penas que variam de 9 a 76 anos de reclusão.Os irmãos Domingos Brazão (conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro - TCE-RJ) e Chiquinho Brazão (ex-deputado federal) foram condenados a 76 anos e 3 meses de prisão cada um, pelos crimes de organização criminosa armada, duplo homicídio qualificado (Marielle e Anderson) e tentativa de homicídio qualificado contra a assessora Fernanda Chaves, que sobreviveu ao atentado. Ambos estão presos preventivamente desde março de 2024 e podem recorrer da sentença.Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, recebeu 18 anos de prisão pelos crimes de obstrução de justiça e corrupção passiva. Ele foi absolvido da acusação de participação nos homicídios.Ronald Alves de Paula (major da Polícia Militar) foi condenado a 56 anos de prisão pelos homicídios e tentativa de homicídio. Já Robson Calixto (ex-policial militar e assessor de Domingos Brazão) pegou 9 anos por integrar organização criminosa.A decisão determina ainda a perda dos cargos públicos dos condenados após o trânsito em julgado (fim dos recursos). Além disso, todos os réus deverão pagar, de forma solidária, uma indenização por danos morais no valor total de R$ 7 milhões, distribuídos da seguinte forma: R$ 1 milhão para Fernanda Chaves, R$ 3 milhões aos familiares de Marielle Franco e R$ 3 milhões à família de Anderson Gomes.O julgamento reforça a tese de que o crime foi motivado por retaliação política à atuação de Marielle contra grupos de milícia no Rio de Janeiro, com planejamento e execução ligados a uma organização criminosa. A condenação representa um marco na busca por justiça após oito anos de investigações e reviravoltas no caso.