Fiergs diverge de metade dos projetos que interessam a indústria em tramitação na ALRS

 Federação apresentou a agenda legislativa da categoria aos deputados estaduais gaúchos nesta segunda-feira



Dos 73 projetos que são de interesse do setor industrial em tramitação na Assembleia Legislativa gaúcha, 38 deles não encontram apoio da categoria, incluindo os dez que tratam de relações de trabalho. Dos 35 em que há convergência, em 18 foram apresentadas ressalvas. O balanço foi compilado na agenda legislativa da indústria para 2025 e entregue aos deputados pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs) nesta segunda-feira.

Em 90 páginas, a agenda apresenta as propostas em sete áreas temáticas, como infraestrutura, meio ambiente e sistema tributário. As principais divergências, contudo, recaem nas matéria que dizem respeito às relações trabalhistas, a exemplo do PL 50/2021 que dispõe sobre o cancelamento da inscrição no cadastro de contribuintes do ICMS das empresas envolvidas direta ou indiretamente com exploração de trabalho infantil ou em condição análoga à de escravidão. A divergência, neste texto, por exemplo, é a ausência de “clareza jurídica”.

A categoria “setoriais” também reúne um bom número de divergências: dez dos 17 projetos elencados. Dos sete aprovados, três tem ressalvas. Aqui, a principal oposição da federação se dá naquelas propostas que versam sobre mudanças na lei envolvendo a exploração de mineração, o uso de agrotóxicos e questões envolvendo o meio ambiente e causa animal. Um exemplo é o PL 112/2021, do deputado Sérgio Peres (Republicanos), que visa proibir a utilização de animais em experimentos e testes de cosméticos e de produtos de higiene pessoal.

Entre as propostas que ganharam destaque pela Fiergs no sentido positivo estão a de criação de políticas para incentivo à agricultura de precisão e a de fomento ao desassoreamento de rios, além da que prevê o estímulo ao desenvolvimento local de startups. Também recebeu parecer positivo a matéria que prevê um Zoneamento Ecológico-Econômico, desde que aplicado como “instrumento de planejamento territorial e de políticas públicas”, sem criar restrições e proibições aos empreendimentos.

O presidente do Legislativo gaúcho, Pepe Vargas (PT), recebeu o documento do presidente da Fiergs, Claudio Bier. Outros 15 deputados, de diferentes bancadas, participaram do evento. “É a contribuição de uma comunidade formada por 52 mil indústrias, sempre buscando o objetivo comum do desenvolvimento do nosso Estado”, resumiu Bier.

Correio do Povo

Terça-feira tem alerta para chuva forte no RS; confira a previsão

 Em Porto Alegre, a terça será o dia mais chuvoso da semana, conforme a MetSul

Chuva pode ser forte e provocar alagamentos em Porto Alegre | Foto: Bruna Ourique / Prefeitura de Canoas / CP


O tempo instável segue nesta terça-feira, 8, no Rio Grande do Sul. Conforme a MetSul Meteorologia, a influência de um centro de baixa pressão trará o risco de chuva forte em diversas áreas do território gaúcho.

Porto Alegre e municípios da região podem ter alagamentos pontuais em função dos altos acumulados. A chuva também pode ser intensa nas Metades Norte e Leste. No Oeste, a instabilidade diminui e em algumas localidades já podem ocorrer momentos de melhoria.

O vento se intensifica no Sul e no Leste gaúcho com rajadas de 50 km/h a 70 km/h.


Acumulados

Segundo a MetSul, os acumulados na faixa costeira do estado devem ser altos em vários municípios, com volumes em vários pontos perto e acima de 100 mm.

De forma localizada, podem ocorrer volumes até de 200 mm a 250 mm ou mais. O risco é maior do Centro para o Sul da costa, embora se espere muita chuva no Litoral Norte.

Instabilidade segue na quarta-feira

Na quarta-feira, chuva ainda em parte do estado. As Metades Sul e Leste do Rio Grande do Sul ainda devem ter nuvens e períodos de chuva no decorrer do dia, intercalados com momentos de melhoria e aberturas. No Oeste e no Noroeste gaúcho, o tempo firme predomina e o sol aparece. A região que mais deve ter chuva agora é o litoral gaúcho.

MetSul Meteorologia e Correio do Povo

Dólar fecha em alta e supera R$ 5,90 com nova ameaça de Trump à China

 Moeda chegou a ultrapassar a linha de R$ 5,93 nesta segunda



O dólar avançou com força pelo segundo pregão consecutivo no mercado local nesta segunda-feira, 7, e fechou acima de R$ 5,90 pela primeira vez desde fins de fevereiro. O dia foi marcado por nova rodada de fortalecimento da moeda norte-americana no exterior, em especial na comparação com divisas emergentes, diante de sinais de acirramento da guerra comercial.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, subiu o tom em relação à China no início da tarde, ao ameaçar com tarifa adicional de 50% aos produtos chineses a partir de 9 de abril, caso o gigante asiático não recue da tarifa retaliatória de 34% adotada em resposta ao tarifaço dos EUA na semana passada.

A ameaça de Trump provou uma piora generalizada dos ativos de risco, o que levou o dólar a ultrapassar a linha de R$ 5,93 e registrar máxima a R$ 5,9324. Houve uma diminuição dos ganhos da moeda nas últimas horas do pregão, com as bolsas norte-americanas mostrando algum fôlego e até tocando pontualmente terreno positivo.

No fim da tarde, o presidente dos EUA jogou panos quentes ao dizer que tem uma ótima relação com o líder chinês Xi Jinping. Pouco antes, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian, acusou os Estados Unidos de unilateralismo, protecionismo e intimidação econômica com tarifas.

Após rondar os R$ 5,90 na reta final dos negócios, o dólar à vista encerrou o dia em alta de 1,30%, cotado a R$ 5,9106 - maior valor de fechamento desde 28 de fevereiro (R$ 5,9163). A divisa acumula valorização de 3,60% nos cinco primeiros pregões de abril. As perdas do dólar no ano, que chegaram a superar 8%, agora estão em 4,36%.

O economista-chefe da Frente Corretora, Fabrizio Velloni, observa que os ativos de risco, incluindo as moedas emergentes, sofreram menos nesta segunda que na sexta-feira, o que reflete o mercado já atento a eventuais exageros e tentando buscar um parâmetro de preço que reflita o atual estágio da guerra comercial.

"O mercado ainda tenta entender efetivamente o que vai entrar em vigor nessa questão das tarifas. A China retaliou, e os EUA ameaçaram hoje aumentar ainda mais a tarifa, o que parece até um movimento desesperado, porque esperavam trazer os chineses para a mesa de negociação", afirma Velloni, acrescentando que, por ora, o quadro externo é o que mais pesa sobre o comportamento da taxa de câmbio.

Termômetro do comportamento do dólar em relação a uma cesta de seis divisas fortes, o índice DXY subia por volta de 0,30% no fim da tarde, ao redor dos 103,240 pontos, após máxima aos 103,511 pontos. Em relação a pares, o dólar caiu apenas na comparação com o franco suíço, tradicional refúgio ao risco.

Com na sexta-feira, as moedas latino-americanas - ao lado do dólar australiano e do rand sul-africano - amargaram as piores perdas. As cotações do petróleo, que já acumulavam queda de dois dígitos no mês no fechamento de sexta-feira, voltaram a recuar, com queda de mais de 2% do contrato do Brent para outubro.

O diretor de Pesquisa Econômica do Pine, Cristiano Oliveira, observa que a guerra comercial deflagrada pelo tarifaço de Trump é negativa tanto para a economia americana quanto pela global, uma vez que pressiona a inflação e leva a uma desaceleração da atividade.

"A preocupação com uma recessão tende a se intensificar nos próximos meses, à medida que os efeitos defasados dos choques recentes comecem a se refletir mais diretamente na economia real", afirma Oliveira, acrescentando que alguns indicadores já mostram aumento da probabilidade de retração da atividade nos EUA.

O real sofreu menos que seus principais pares, à exceção do peso chileno. Além de o Brasil ter sido tarifado pelos EUA com a menor alíquota (10%), a moeda brasileira é amparada pela taxa de juros local elevada, que encarece carregamento de posições compradas em dólar.

Em evento nesta segunda em São Paulo, o diretor de Política Econômica do Banco Central, Diogo Guillen, reforçou o desconforto com a desancoragem das expectativas de inflação. Economistas veem pelo menos mais um alta da taxa Selic em maio e manutenção de política monetária restritiva por período prolongado.

Estadão Conteúdo e Correio do Povo

QUEM É PROTECIONISTA???

 CONSEQUÊNCIA

Mais do que percebido, como bem atestam as substanciais e sistemáticas desvalorizações dos preços dos ativos negociados nas bolsas de valores, o mundo todo está jogando toda a culpa do DESASTRE ECONÔMICO/FINANCEIRO nas -MALDOSAS TARIFAS- impostas pelo governo Trump. O fato, entretanto, é que, em meio ao entrevero poucos conseguiram perceber que a imposição das TARIFAS não é CAUSA, mas a CONSEQUÊNCIA dos DÉFICITS CRÔNICOS E GIGANTESCOS DA BALANÇA COMERCIAL NORTE-AMERICANA. 

PASSO CERTO

Digo -POUCOS-, porque segundo informa o jornal Washington Post, os BRITÂNICOS, ao invés de ficar choramingando, saíram na frente e acharam por bem se oferecer para REDUZIR AS TARIFAS impostas, por exemplo, sobre as importações de carne bovina e dos peixes pelos EUA. Gostem ou não, esse é o PASSO CERTO para dar início ao que manda a NOVA ORDEM COMERCIAL MUNDIAL que foi deflagrada no Liberation Day, pelo presidente Donald Trump. 

PROTECIONISMO

Ainda que muita gente, influenciada pela Mídia Socialista, entenda que a imposição das TARIFAS foi um -ATO PROTECIONISTA-, o fato é que NÃO HAVENDO IMPOSIÇÃO TARIFÁRIA de parte dos países que compram dos EUA, Trump afirma que não vai impor TARIFAÇÃO. A rigor, para que fique bem claro, quem vinha praticando o PROTECIONISMO eram os países que impunham TARIFAS sobre os produtos vendidos pelos EUA.   

BRASIL TARIFÁRIO

No caso do nosso país, é importante que todos tenham em clara mente que mais de 86% das importações brasileiras estão sujeitas a algum tipo de barreira não tarifária. Mais do que sabido, as empresas brasileiras são altamente COMPETITIVAS vistas através do que acontece no lado de dentro. Tão logo os produtos estão prontos para serem colocados no mercado, à disposição dos eventuais compradores, o governo trata de destruir por completo com esta vantagem, através de burocracia excessiva, grande má vontade e altíssima CARGA TRIBUTÁRIA. 


Pontocritico.com

FRASE DO DIA - 07.05.2025

 O mal prega a tolerância até que se torne dominante. A partir daí, ele procura silenciar o bem.

- John H. Newman

TENTE NÃO RIR! 😂😂😂

 


Vídeo de Mundo Polarizado

Fonte: https://youtube.com/shorts/y4ra5v3AQKk?si=3_aL-weFQ8RsZ623

XEQUE MATE! Bolsonaro coloca REGIME LULISTA em PÂNICO!

 

COMO CRIAR VIDEOS ULTRA REALISTAS E INFINITOS COM IA SEM MARCA D'ÁGUA (GRÁTIS!!)


TRUMP AFIRMA QUE, SE CHINA NÃO REMOVER TARIFAS, VAI IMPOR MAIS 50% DE TAXA | 3 EM 1 - 07/04/25

 

😱 IAs em PÂNICO! LLaMA 4 Chegou e É GRÁTIS! Cria Texto e Imagens Surreais!

 



Fonte: https://youtu.be/ESLmx3_HfBk?si=YUDqQ3u81FqNEUGD