Sobe para 18 o número de mortos em explosão de hotel em Cuba

 Mais de 30 pessoas ficaram feridas no incidente, que pode ter sido causado por um vazamento de gás no prédio



Sobe para 18 o número de mortos na explosão, nesta sexta-feira, do Hotel Saragota, em Havana, capital de Cuba. O incidente destruiu vários andares e as laterais do prédio, deixando ao menos 30 feridos, afirmaram testemunhas e a imprensa estatal cubana. Em postagem no Twitter, a Presidência de Cuba informou que entre os mortos estão uma grávida e uma criança.

O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, falando da cena do desastre em transmissão da televisão cubana, disse que a explosão no Hotel Saratoga não foi causada por uma bomba, acrescentando que um vazamento de gás parece ser a causa mais provável. "De jeito nenhum foi uma bomba ou um ataque", disse ele à Reuters mais tarde ao deixar o hospital Calixto Garcia, onde muitos dos feridos foram tratados. "É apenas um acidente muito infeliz", completou.

A explosão, no entanto, causou uma breve onda de pânico no bairro histórico de Havana, que gradualmente começa a reabrir aos turistas depois que a pandemia atingiu o crucial setor de turismo da ilha. A TV estatal informou que os esforços de busca e resgate estão em andamento, e disse que não está claro se outras vítimas permaneceram presas nos escombros. O governo ainda não divulgou as nacionalidades das vítimas, disse a TV estatal.

Fotos do jornal oficial do Partido Comunista, o Granma, mostram imagens do prédio do hotel, de vários andares, com as paredes derrubadas pela explosão. Uma testemunha da Reuters viu fumaça e chamas vindas do edifício. Policiais e equipes de resgate correram para a cena, isolando pontos importantes e prédios na região, incluindo o edifício histórico do Capitólio.

O hotel estava fechado e apenas trabalhadores estavam dentro no momento da explosão, acrescentou a TV, citando Roberto Enrique Calzadilla, representante da empresa militar que opera muitos dos hotéis do país. Em uma entrevista à emissora, Calzadilla disse que o hotel de 96 quartos seria reaberto nos próximos dias e que os trabalhadores no local estavam fazendo os preparativos finais. Ele também apontou um vazamento de gás como a possível causa da tragédia.

"Os trabalhadores estavam [...] fazendo reparos e fazendo todo o trabalho para abrir a propriedade, e pela manhã eles estavam reabastecendo o gás e parece que algum acidente causou uma explosão", disse. O hotel em estilo neoclássico foi remodelado por uma empresa britânica após a queda da União Soviética, e era considerado o local procurado por autoridades governamentais e celebridades em visita à ilha por muitos anos. Mais recentemente, o Saratoga havia perdido um pouco de seu brilho com a abertura de novos hotéis em Havana, mas mantinha suas cinco estrelas.

R7 e Correio do Povo

Governo do RS manifesta interesse em sediar o South Summit de 2023

 Ranolfo Vieira Júnior formalizou a intenção no encerramento da inédita edição brasileira deste ano no Cais Mauá



Após receber a primeira edição do South Summit fora da Europa, o Rio Grande do Sul mira a edição do próximo ano. Na cerimônia que marcou o encerramento do histórico evento, o governador do Estado, Ranolfo Vieira Júnior, entregou um documento à fundadora da feira, a espanhola María Benjumea, formalizando o interesse em sediar o South Summit no próximo ano.

A intenção, como manifestado no documento, é de que ele seja realizado entre 23 e 26 de março, na semana do aniversário de Porto Alegre.

“Foi uma alegria muito grande trazer o South Summit para o Rio Grande do Sul. Mais de 20 mil pessoas de 50 países circularam por esses armazéns do cais durante os últimos dias. Esses números falam por si só. Teremos um Rio Grande do Sul antes deste evento e outro depois. Foi certamente um divisor de águas para o empreendedorismo, a tecnologia e a inovação no Estado”, disse Ranolfo.

Conforme a organização, a edição brasileira do South Summit termina com o saldo de 20 mil participantes de 50 países, mais de 500 palestrantes, 500 investidores, mais de 3 mil startups e 8 mil empresas envolvidas. Para além destes números, incontáveis conexões e negócios se formaram, deixando para o Estado um legado de transformação a partir de uma nova economia baseada na inovação.

Correio do Povo

Parafusadeira e Furadeira a Bateria com Carregador Vonder PFV012

 


Parafusadeira / Furadeira a Bateria 12V Carregador Bivolt Automático PFV 012 VONDER

Indicada para soltar e apertar parafusos de até 6 mm de diâmetro e fazer furos em madeiras ou metais.

Possui regulagem para 18 posições de torque e 1 posição para perfuração, LED para melhor visibilidade do local de trabalho, cabo com revestimento emborrachado, proporcionando maior conforto ao operador, bateria de íons de lítio que confere alta eficiência de operação, indicador de carga da bateria, além de carregador bivolt automático com tensão de entrada de 100 V~ - 240 V~

Características:

- Tempo de Carregamento da Bateria: 3 a 5 horas.

Especificações Técnicas:

- Marca: Vonder

- Código: 60.01.012.000

- Referência: PFV 012

- Tensão da Bateria: 12,0 V

- Tipo de Bateria: Bateria de Íons de Lítio

- Capacidade do Mandril: 3/8" - 10 mm

- Tipo de Mandril: Aperto Rápido

- Torque Máximo/ Força de Aperto: 23 N.m (2,3 kgf.m)

- Capacidade Máxima de Perfuração em Aço: 10,0 mm

- Capacidade Máxima de Perfuração em Madeira: 16,0 mm

- Capacidade de Furação no Concreto: N/A

- Tipo de Velocidade: Variável

- Rotação da Furadeira / Parafusadeira: 0 - 650 rpm

- Sistema de Reversão: Reversível

- Impactos por Minuto (ipm): N/A

- Tensão do Carregador de Bateria: 100 V~ - 240 V~ - Bivolt Automático

- Frequência (Hz): 50 Hz/60 Hz

- Medidas Aproximadas da Parafusadeira/ Furadeira (AxL): 22,5x7,5 cm

- Medidas Aproximadas da Embalagem (AxLxC): 9,5x26,5x26 cm

- Peso Aproximado da Embalagem: 2 Kg

Conteúdo da Embalagem:

- 1 Parafusadeira/Furadeira

- 1 Maleta

- 1 Bateria de 12 V

- 1 Carregador Bivolt Automático

- 6 Brocas de Aço Rápido (1,5 mm, 2,5 mm, 3,0 mm, 4,0 mm, 5,0 mm e 6,0 mm)

- 6 Bits sendo: (2 fendas (5 mm e 6 mm), 2 phillips (PH1 e PH2), 2 Pozidrive (PZ1 e PZ2))

- 1 Soquete Magnético Encaixe de 1/4"

Link: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/p/parafusadeira-e-furadeira-a-bateria-com-carregador-vonder-pfv012/ec01kf9d79/?utm_source=magazinevoce&utm_medium=email&utm_campaign=email_040522_qua&utm_content=produto-ec01kf9d79&campaign_email_id=3441

Advogado de Bolsonaro diz que auditoria fortalece transparência eleitoral

 Medida foi anunciada na quinta-feira pelo chefe do Executivo; partido ainda está procurando empresa apta a realizar o serviço


O advogado da campanha pela reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL), Tarcísio Vieira de Carvalho Neto, afirmou que a contratação de uma empresa para realizar auditoria nas eleições deste ano, como anunciou nesta quinta-feira o chefe do Executivo, fortalece a transparência do pleito. "Seria, inclusive, uma proposta convergente a política adotada pelo tribunal de deixar as coisas muito claras e transparentes", disse Carvalho ao R7.

De acordo com o advogado, ainda não houve a contratação formal, e a equipe analisa as empresas do segmento. "Nós estamos estudando, e o presidente tomou cuidado ao dizer que há, também, o risco de não haver uma empresa com essa expertise necessária."

Bolsonaro anunciou a medida durante transmissão ao vivo nas redes sociais. Ele destacou que a medida foi acertada com Valdemar Costa Neto, presidente da legenda. O presidente argumentou que a decisão é uma prerrogativa do partido, visto que a legislação eleitoral permite que as legendas constituam sistema próprio de fiscalização, apuração e totalização dos resultados. Segundo a lei, as empresas contratadas receberão, previamente, os programas de computador e os mesmos dados alimentadores do sistema oficial de apuração e totalização.

Questionado se a declaração presidencial pode ser vista como uma afronta ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com o qual Bolsonaro tem se indisposto por causa das críticas ao sistema eleitoral brasileiro, o advogado respondeu que não. "Na minha visão, é uma proposta conciliadora. O tribunal estimula esse tipo de prática quando abre testes públicos, de segurança das urnas, do sistema. Seria uma maneira de transformar o controle, que é mais formal, em substancial", defende.

Vieira, que foi ministro do TSE, foi contratado em fevereiro pelo PL para cuidar da campanha de reeleição de Bolsonaro. Participam ainda do núcleo duro o senador Flávio Bolsonaro (PL-SP), vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), o ministro Ciro Nogueira (Casa Civil), além de Valdemar da Costa Neto.


R7 e Correio do Povo

"Não há motivo razoável para se questionar urnas eletrônicas", afirma Rodrigo Pacheco

 O presidente do Senado disse que questionamentos de Jair Bolsonaro podem atrapalhar andamento das eleições deste ano



O presidente do Congresso, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou nesta sexta-feira (6) que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é o único responsável pela contagem dos votos das eleições brasileiras. Pacheco assumiu à presidência da República durante o dia, por causa das viagens internacionais do presidente Jair Bolsonaro e seus sucessores, o vice-presidente Hamilton Mourão (Republicanos) e do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL).

Pacheco foi questionado na tarde desta sexta sobre as declarações de Bolsonaro de que o seu partido, o PL, contrataria uma empresa privada para fiscalizar as eleições marcadas para outubro. Para o senador, a participação de partidos para entender como o sistema eletrônico funciona é legítima, mas a apuração é de responsabilidade da Justiça Eleitoral.

“Não há motivo razoável, e justa causa, para poder se questionar a higidez das urnas eletrônicas e do sistema eleitoral brasileiro”, afirmou o presidente em exercício ao ser questionado sobre as declarações de Bolsonaro.

“Claro que todo questionamentos institucional, às instituições, questionamentos que não têm justa causa e que não têm lastro probatório ou legitimidade, são questionamentos que não contribuem e consequentemente eles podem, sim, atrapalhar o bom andamento das instituições”, completou.

Participação europeia

Pacheco também disse que o pedido apresentado pela oposição, para que o Parlamento Europeu seja convidado a observar as eleições deste ano no país, vai ser apreciado pelo parlamento.

“A tendência de encaminhamento é consultarmos o TSE que, repito, é a instituição responsável pelo processo eleitoral brasileiro, não é diretamente o Senado, é o TSE. Consultaremos o TSE para saber se isso é algo que pode ser concretizado. Sendo, não há problema nenhum, quanto mais transparência e maior observação em relação ao processo eleitoral brasileiro, melhor será”, disse ele.

Durante a semana, o Tribunal Superior Eleitoral desistiu de convidar a União Europeia para acompanhar as eleições gerais de outubro no país. Segundo fontes do TSE, "foi feito o convite, aí surgiram algumas questões apresentadas pelo Itamaraty e por isso estamos tentando uma missão técnica no lugar de uma missão internacional".

R7 e Correio do Povo

Dólar fecha em R$ 5,07, maior valor em quase 2 meses

 Moeda norte-americana engatou a terceira semana de alta


O dólar emendou o segundo dia de alta firme no mercado doméstico na sessão desta sexta-feira superando a barreira de R$ 5,10 nos momentos de maior pressão, e encerrou a primeira semana de maio com valorização de 2,68%, vindo de uma escalada de 3,81% em abril. Pela manhã, operadores voltaram a relatar fluxo de saída de ativos locais, com investidores dando continuidade a movimentos de ajustes e realização de lucros acumulados ao longo do primeiro trimestre para cobrir prejuízos em outros mercados.

Dados da B3 divulgados nesta sexta mostram que os estrangeiros retiraram R$ 2,309 bilhões da bolsa na quarta-feira levando os saques em maio a R$ 5,667 bilhões - mais da metade das retiradas líquidas em abril (R$ 7,6 bilhões). Com isso, o saldo positivo acumulado no ano, que chegou a superar R$ 60 bilhões, passou a ser de R$ 51,983 bilhões. Não há números atualizados sobre o fluxo cambial, dada a paralisação dos servidores do Banco Central, mas analistas acreditam que houve saídas expressivas pelo canal financeiro em abril e neste início de maio.

A busca pela moeda norte-americana se dá em meio à inflação elevada e a temores de desaceleração da economia global, em razão da perspectiva de aperto monetário mais intenso nos EUA e da perda de fôlego da atividade na China, que passa por lockdowns para conter a covid. Há também preocupações com impacto inflacionário provocado pela continuidade da guerra na Ucrânia e pelas sanções do Ocidente à Rússia. A União Europeia debate um embargo completo ao petróleo russo.

Dados do relatório de emprego nos Estados Unidos (payroll) em abril, divulgados pela manhã, ajudaram a encorpar a visão de que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) terá que acelerar a alta de juros para domar a inflação.

Monitoramento da CME Group mostra que as apostas de elevação da taxa básica americana em 75 pontos-base em junho chegaram a ultrapassar 90%. Isso a despeito de o presidente do BC americano, Jerome Powell, ter dito na quarta-feira, após a decisão de subir a taxa em 50 pontos-base, para a faixa entre 0,75% e 1%, que uma alta dos juros em 75 pontos-base não é algo que o Fed esteja "ativamente considerando". O BC americano também ratificou na quarta o início da redução do balanço patrimonial a partir de junho, o que significa redução da liquidez.

No exterior, o dólar subiu em relação à maioria de divisas emergentes e de países exportadores de commodities, embora recuado frente a alguns pares do real, como peso mexicano e chileno. As bolsas em Nova York tombaram e a taxa da T-note de 10 anos, principal ativo do mundo, subiu mais de 2%, atingindo 3,12% na máxima. O índice DXY - que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de seis divisas fortes - chegou a ensaiar um ajuste maior de baixa pela manhã, em razão da recuperação do euro após declarações em tom duro do Banco Central Europeu (BCE). Quando o mercado local fechou, porém, já operava com queda moderada, na casa dos 103,600 pontos, nível mais elevado em 20 anos.

Por aqui, o dólar trabalhou em alta ao longo de toda a sessão e superou a casa de R$ 5,10 ainda pela manhã, correndo até a máxima de R$ 5,1147 (+1,96%), com investidores digerindo dados do emprego nos Estados Unidos. Já no início da tarde, divisa moderava os ganhos e operava abaixo de R$ 5,10. No fim do dia, o dólar era cotado a R$ 5,0754, em alta de 1,17%, fechando a semana com valorização de 2,68%. Com a arrancada dos últimos dias, a baixa acumulada em 2022 passou a ficar abaixo de dois dígitos (-8,98%).

Principal indicador do dia, o payroll mostrou criação de 428 mil vagas de emprego nos EUA em abril, acima do esperado (400 mil). Houve revisão para baixo nos dados de março (de 431 mil para 428 mil) e de fevereiro (de 750 mil para 714 mil). A taxa de desemprego permaneceu em 3,6%, levemente acima do esperado (3,5%). Já o salário por hora subiu 0,3% em abril, ante previsão de 0,4%, mas teve alta de 5,5% na comparação anual de abril, em linha com as expectativas.

"O mercado já não acredita que altas de 50 pontos-base vão conseguir conter a inflação. O Fed vai ter que aumentar mais os juros e isso terá impacto no crescimento da economia. Isso fez o dólar subir no mundo inteiro", afirma o especialista em renda fixa da Blue3, Nicolas Giacometti. "Não temos dados do fluxo cambial, mas o mercado já começa a enxergar uma reversão da postura do estrangeiro neste segundo trimestre."

Para o time de Macro & Estratégia do BTG Pactual, o Fed vai promover mais quatro elevações da taxa básica em 50 pontos-base nas próximas reuniões, com uma alta de 25 pontos no último encontro do ano, para a faixa entre 3% e 3,25%. "O quadro de juros nos EUA é um dos vetores contrários para o real e as demais moedas emergentes", afirma.

Por aqui, o BTG Pactual aposta em fim do ciclo aperto monetário em junho, com uma alta final da taxa Selic em 0,50 ponto porcentual, para 13,25% ao ano, "patamar atrativo para investidores estrangeiros". A equipe do banco ressalta, contudo, que os riscos fiscais voltam a ter protagonismo no debate econômico doméstico, dada a indefinição em torno do reajuste salarial dos servidores.

Apesar da depreciação do real em abril e neste início de maio, a equipe do BTG Pactual mantém a projeção de dólar no fim de 2022 a R$ 4,80. A perspectiva é que o aperto monetário americano, que traz um movimento de depreciação ao real, deve ser contrabalançado, a partir de novembro, pela redução das incertezas domésticas e pelo preço elevado das commodities, em linha com a estimativa de superávit comercial de US$ 76 bilhões neste ano.

Taxas de juros

Os juros futuros sustentaram-se em alta durante toda a sexta-feira, refletindo preocupações com o efeito do avanço do dólar e do petróleo sobre os preços dos combustíveis e, logo, na inflação. Dado que estes dois fatores orientam a política de preços de paridade de importação (PPI) da Petrobras, a percepção é de iminência de reajustes sobre preços já salgados. A postura defensiva teve ainda respaldo da abertura das taxas longas dos Treasuries.

Na semana, as taxas locais fecharam em níveis bem mais elevados do que os da última sexta-feira, mas sem mudança significativa nas inclinações, na medida em que a curva subiu em bloco.

A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2023 fechou a etapa regular em 13,34%, de 13,239% no ajuste de quinta-feira, e a do DI para janeiro de 2024 avançou de 12,886% para 13,055%. O DI para janeiro de 2025 encerrou com taxa na máxima de 12,565%, de 12,325% na quinta-feira, e a do DI para janeiro de 2027, também na máxima, terminou em 12,39%, de 12,19%.

A atenção do mercado de juros esteve nesta sexta-feira bastante direcionada ao petróleo e ao dólar, que voltaram a subir, alimentando a percepção de que, a despeito das críticas do governo à política de preços da Petrobras, um reajuste da gasolina e diesel está a caminho. O petróleo subiu perto de 5% esta semana e o dólar nesta sexta chegou a R$ 5,11 nas máximas do dia, fechando em R$ 5,0754.

As cotações das commodities agrícolas até cederam nesta sexta, mas o economista-chefe da Greenbay Investimentos, Flávio Serrano, afirma que "está todo mundo de olho nos combustíveis, dado que a defasagem esta aumentando".

Analistas calculam em mais de 20% o diferencial ante os preços internacionais. Caso o aumento dos combustíveis se concretize, a tendência é de piora nas estimativas de inflação, que já rodam bem acima das metas para este e o próximo ano, exigindo mais da política monetária.

Na pesquisa do Projeções Broadcast, realizada enquanto durar a paralisação do boletim Focus devido à greve de servidores do Banco Central, a mediana de IPCA para 2023 manteve-se em 4,10%, ante meta central de 3,25% para o ano que vem. Para a Selic, a mediana caiu de 9,25% para 9,0%.

O Copom já avisou no comunicado que pretende dar mais uma dose de aperto na Selic em junho, em menor magnitude do que a de 1 ponto porcentual desta semana. Qual será o grau de redução é o que o mercado espera depreender da ata da reunião que sai na terça-feira e se já será possível vislumbrar o fim do ciclo de ajuste.

No exterior, os juros dos Treasuries de longo prazo avançaram com o payroll acima do esperado e o mercado ampliando as fichas na possibilidade de aceleração do ritmo de aperto monetário nos Estados Unidos, para 75 pontos-base. O yield da T-note de 10 anos avançava a 3,122% no fim da tarde.

Bolsa

Em dia volátil, o Ibovespa até tentou se ancorar em bons resultados corporativos domésticos para esboçar uma alta consistente, mas foi prejudicada pelo cenário de aversão a risco global. O sentimento que atrapalha os mercados acionários no mundo é alimentado por uma aposta do mercado de que, a despeito da sinalização dessa semana, o Federal Reserve terá de ser mais agressivo no aumento dos juros, levando as bolsas aqui e lá fora a um dia no vermelho.

O índice brasileiro só não foi pior pelo desempenho sólido do setor financeiro e Petrobras, ancorados em balanços positivos da estatal e do Bradesco, o que chegou a levar a Bolsa momentaneamente aos 106 mil pontos em seu melhor momento (106.267,57).

No dia e na semana, contudo, o Ibovespa acumula perdas. Nesta sexta, de 0,16%, aos 105.134,73 pontos, melhor que os pares em Nova York, com Nasdaq chegando a cair 1,40%. Na semana, o índice brasileiro teve queda de 2,54%.

A Petrobras encerrou o dia em alta acima de 3%, desprezando, ao menos por esta sexta-feira, as provocações feitas pelo presidente Jair Bolsonaro e o apelo para que não suba os combustíveis. O chefe de Estado chegou a chamar de "estupro" aos brasileiros o lucro da empresa e o consequente repasse da variação do petróleo aos preços nas bombas. O bom desempenho também foi ajudado pelo petróleo, que terminou o dia em alta de 1,34% (Brent). Na seara das commodities, a queda de 4,20% no minério em Qingdao, na China, não permitiu o mesmo ânimo entre as metalúrgicas e mineradoras, com Vale recuando 0,71%.

Lá fora, pesaram os dados de emprego mais aquecidos do que o esperado nos Estados Unidos. "A preocupação voltou aos players e probabilidades implícitas na curva de juros americana precificaram alta de 75 pontos nos juros na próxima reunião", apontou Luiz Adriano Martinez, gestor de portfólio da Kilima Asset.

Com os juros mais altos, o mercado vê um crescimento global ainda mais machucado. A percepção de atividade do mundo se deteriorou muito nas últimas semanas, após dados fracos na Europa e, sobretudo, na China. Com os lockdowns chineses, a percepção é de que há pouco espaço para melhora, mesmo com os anúncios chineses de medidas para estimular a economia. Na ponta positiva do Ibovespa nesta sexta, Alpargatas (+7,44%), Lojas Renner (+5,99%) e Petrobrás ON (+3,78%) e PN (+3,28%). Entre as maiores quedas, por sua vez, Petz (-12,72%), Banco Inter (7,99%) e Locaweb (-7,62%).


Agência Estado e Correio do Povo

Colchão Berço Americano 130x70 D18 - Grão de Gente

 


Colchão para Berço/Minicama - 1,30m larg. x 70cm prof. x 10cm alt.


Densidade - D18


Maciez - Macio


Peso Suportado - 35kg


Peso do Produto - 2,600kg (peso aprox.)


Enchimento - Espuma 100% Poliuretano


Tecnologia - Espuma D18


Acabamento - Área plastificada em um dos lados


Garantia do Fabricante - 06 Meses


Fabricado com todo cuidado

O colchão é fabricado com base nas normas de segurança da ABNT - Certificado pelo INMETRO


*Imagem Ilustrativa: Estampa e fornecedor de colchão podem variar de acordo com a disponibilidade de estoque.


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Reajustes dos combustíveis mantêm saúde financeira da estatal, diz presidente da Petrobras

 Ao responder pergunta sobre reclamações do presidente Jair Bolsonaro, José Mauro Coelho defendeu política de preços



O presidente da Petrobras, José Mauro Coelho, afirmou nesta sexta-feira que reajutes de preço dos combustíveis devem ser feitos para manter a saúde financeira da companhia. Ao responder sobre a crítica do presidente Jair Bolsonaro em relação aos aumentos, José Mauro defendeu a política de preços da empresa, durante entrevista coletiva por videoconferência para para explicar o lucro recorde no primeiro trimestre. A Petrobras está há 57 dias sem mexer nos preços da gasolina e do diesel.

"Acho legítimo a preocupaçãodo do presidente Bolsonaro em relação aos preços. Elevação acontece em todo mundo, mas os admistradores da Petrobras devem atuar alinhados à atual política de preços da companhia. Claro que a Petrobras não é insencível à sociedade, no momento em que o conflito entre Rússia e Ucrânia impacta mercados de energia, em especial de diesel, a empresa, preocupada com isso, não repassa a volatividade imediata, mas é claro que reajuste deve ser feito para manter a saúde financeira da compania", afirmou José Mauro.

A empresa recebeu críticas após registrar lucro de R$ 44,5 bilhões no primeiro trimestre deste ano, um aumento de 3.700% em relação ao mesmo período de 2021, e anunciou dividendos de R$ 48 bilhões. O resultado da petroleira foi o melhor para um primeiro trimestre da série história da companhia.

Sobre o lucro da empresa, José Mauro disse que os principais vetores que propiciaram o resultado foram o aumento produção de petróleo e gás antural, aumento da exportação de petróleo, o preço elevado do barril, que não era registrado desde 2014, a maior eficiência operacional, reduação de custos, foco em ativos como pré-sal, investimentos com responsabilidade e a desvalorização do real fente ao dólar. "Não há relação significante entre o resultado com reajuste dos preços dos combustíveis, sendo que 80% dos ganhos são proveniente da exploração e apenas 20% dos demais segmentos", disse.

Ele explicou que, quanto mais forte é o resultado da empresa, mais impostos são recolhidos para a União, o que beneficia a sociedade. "A arrecadação de R$ 70 bilhões em impostos no primeiro trimestre promove mais empregos, permite que estados e municípios façam investimentos", disse.

"No primeiro trimestre de 2014, quando o petróleo também atingiu 108 dólares o barril, a Petrobras não teve esse resultado. Não é o preço elevado, mas sim a gestão eficiente e comprometida com a redução de custos. Entre 2014 e 2022, vemos redução da dívida para menos de US$ 60 bilhõe, tivemos aumento de 10% da produção de petroleo, queda de mais na metede dos custos de pretróleo. É desta Petrobras que estamos falando, que tem gestão comprometida.

R7 e Correio do Povo

Rio Grande do Sul terá predomínio de sol e amanhecer frio neste sábado

 Temperaturas devem ser amenas no período da tarde



O sábado no Rio Grande do Sul será de predomínio do sol em todas as regiões e até momentos de céu claro em diferentes pontos do Estado ao longo do dia. Há expectativa de nuvens altas em algumas áreas, como o Oeste gaúcho.

Ao amanhecer, existe alta probabilidade de bancos isolados de nevoeiro e neblina. O dia vai começar frio na esmagadora maioria das cidades gaúchas e se espera formação de geada em baixadas de regiões serranas.

De acordo com a MetSul, embora o frio cedo, a temperatura sobe rapidamente durante a manhã a tarde será de marcas amenas e tipicamente outonais. Em Porto Alegre, a temperatura varia entre 12º e 22ºC em dia de sol e nuvens.

Mínimas e máximas no RS

Erechim 7°C / 22°C
Vacaria 4ºC / 19°C
Santa Rosa 6°C / 25°C
Torres 12°C / 22°C
Caxias do Sul 7°C / 21°C
Livramento 7°C / 22°C

MetSul e Correio do Povo

Mesmo com 4ª alta seguida, gasolina é mais vantajosa que etanol em todos os estados do Brasil

 Preço médio subiu 0,16% e atingiu R$ 7,295 o litro, novo recorde; etanol teve queda de 1,7%, de R$ 5,539 para R$ 5,441



A preço médio da gasolina subiu pela quarta semana seguida nos postos do país, segundo levantamento da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis). O valor passou de R$ 7,283 para R$ 7,295 o litro, elevação de 0,16% e novo recorde. Já o etanol registrou queda no valor médio de 1,7%, de R$ 5,539 para R$ 5,441, na última semana.

No entanto, o combustível permanece sem competitividade ante a gasolina em todos os estados. Em nenhum deles o valor ficou abaixo de 70% do preço cobrado pela gasolina. A exceção é do Mato Grosso, onde o valor se equiparou a esse limite, o que permite que motorista escolha com qual combustível deseja abastecer.

O cálculo, realizado com base nos preços divulgados pela ANP, considera que abastecer com etanol só vale a pena quando o valor do combustível custa menos do que 70% do preço cobrado pela gasolina. 

A análise leva em conta que o veículo abastecido com álcool gasta mais litros para percorrer a mesma distância equivalente ao volume utilizado de gasolina.

Na média dos postos pesquisados no país, o etanol está com paridade de 76% ante a gasolina, portanto menos favorável do que o derivado do petróleo. Em São Paulo, onde geralmente o etanol é mais competitivo do que a gasolina, a falta de competitividade tem paridade de 75%.

O Mato Grosso também registrou o valor médio mais baixo do etanol, de R$ 4,941. Já o Amapá tem paridade de 100%, com o preço médio do álcool mais caro do que o da gasolina, R$ 6,497 e R$ 6,482, respectivamente.

O Piauí lidera o ranking do valor médio mais alto da gasolina, com o litro vendido a R$ 8,136, e o Rio Grande do Sul, com o etanol mais caro, R$ 6,684.

O preço médio do litro do diesel também subiu 0,30% nos postos do país nesta semana, de R$ 6,610 para R$ 6,630.

Impacto na inflação

A gasolina representou o maior impacto do IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15) de abril, divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), com alta de 7,51% no mês.

O último aumento oficial da Petrobras foi em 11 de março, nas refinarias. Foi o segundo reajuste do ano, desde 12 de janeiro. O litro da gasolina passou de R$ 3,25 para R$ 3,86, alta de 18%, e o do diesel, de R$ 3,61 para R$ 4,51 (25%).

Desde o início da crise provocada pela pandemia, o preço médio da gasolina nos postos de combustíveis já variou 45%. O valor médio cobrado por litro era de R$ 4,550 em fevereiro de 2020. Já no mesmo mês deste ano o preço chegou a R$ 6,600, segundo dados da ANP.

R7 e Correio do Povo


RS terá predomínio de sol e amanhecer frio neste sábado


Reajustes dos combustíveis mantêm saúde financeira da estatal, diz presidente da Petrobras

Dólar fecha em R$ 5,07, maior valor em quase 2 meses


"Não há motivo razoável para se questionar urnas eletrônicas", afirma Rodrigo Pacheco


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