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Atlético goleia o Flamengo por 4 a 0 e assume a vice-liderança do Brasileirão
"Está na hora dos conservadores terem a ousadia dos canalhas"
Conservadores tem por hábito ficarem recolhidos e cuidar de sua família e negócios. Conservadores não vão às ruas para lutar por seus objetivos enquanto os esquerdistas querem revolução. É chegada a hora de ousarmos e impedirmos o avanço daqueles que querem nos destruir.
Fonte: https://www.facebook.com/biakicisoficial/photos/a.530817357084831/1806324876200733/?type=3&source=48
*FIQUE EM* *CASA!!!*
Felipe Neto é indiciado pela Polícia Civil; youtube nega acusações
Explicado: primeiro o Ministério Público aceita as denúncias feitas contra o tal YouTuber; agora a delegacia de crimes cibernéticos instaura inquérito contra o mesmo por corrupção de menores.
Hacker criptografou todos os processos e emails do STJ
Todos os dados e sistemas que estavam nos servidores do STJ foram criptografados. O hacker conseguiu criptografar até mesmo os backups dos dados da corte. Hoje, quinta-feira, quase 48 horas após o ataque, o STJ não existe virtualmente. Técnicos do tribunal e peritos de empresas terceirizadas não conseguiram quebrar até agora a criptografia e talvez nunca consigam. Neste momento, a íntegra do acervo do segundo tribunal mais importante da República está bloqueada e indisponível. Trata-se, seguramente, do mais grave ataque digital já cometido contra um órgão de estado do Brasil. #EquipeAlvaroDias
Covid-19: Biden anuncia cientista brasileira em força-tarefa contra o vírus
QUANDO A DESGRAÇA VEM EMPACOTADA PARA PRESENTE - 09.11.2020
por Percival Puggina
Li esta história há muitos anos, não lembro onde. Motociclista e pedestre conversam sobre o preço da flamante Harley Davison que o primeiro acabou de comprar. Diante do valor informado, superior a cem mil reais, o pedestre se exclama escandalizado: “O senhor tem ideia de quantas pessoas poderiam ser alimentadas com esse dinheiro?”. O motociclista se detém por instantes a pensar e responde. “Não posso precisar um número, mas muita gente se alimentou com o dinheiro que paguei. São mineiros das jazidas de ferro de Carajás e de cobre do Chile; são operários da montadora e de algumas dezenas de fábricas de insumos e componentes; são designers, engenheiros, administradores, publicitários, lojistas, vendedores; são servidores públicos, despachantes, importadores e exportadores. Um bocado de gente!”.
É de dar dó a desigualdade que se estabelece entre quem sai da escola com uma série de chavões malignamente enfiados no seu repertório cerebral e quem sai da escola com competências que lhe permitem vislumbrar além da primeira cerca. Quem está errado não é o aluno. É a Educação, é a escola.
Em muitos auditórios, ao longo da vida, encontrei gente convencida de que os desníveis sociais são produto das injustiças cometidas por quem tem contra quem não tem. E muitas escolas custeadas por famílias que têm estão infiltradas por professores que também têm, mas agem para que seus alunos pensem como o moço da calçada em seu diálogo com o dono da moto. Convencem seus pupilos de que o mundo seria mais justo, ou de que haveria um número maior de donos de bicicletas se aquela Harley Davidson desaparecesse do conjunto dos bens de consumo.
As vítimas desse acidente cerebral, no passo seguinte – pasmem! – olham para o Estado, justiceiro-padrão dos totalitários, e afirmam: “Justiça será dar uma bicicleta para cada um com o dinheiro daqueles que têm automóvel ou moto”.
A injustiça, porém, não é um subproduto da prosperidade de um ou de muitos, mas é o produto de um Estado que se apropria de quase 40% da renda nacional e vai proporcionar, lá na ponta, a quem mais precisa, a pior educação, um sistema de saúde em que os pacientes morrem na fila de espera de um exame e um saneamento tão precário que produz persistente mortalidade infantil (12,4/1000). Tudo, porém, empacotado para presente em forma do mais degradante paternalismo. E sem nenhuma oportunidade.
A ideia do igualitarismo é resultado da fácil associação entre igualdade e justiça. Da utopia da igualdade vem o corolário segundo o qual o desejo de ser melhor, e até mesmo “o” melhor, se torna uma anomalia. Sobrevém a rejeição a quem se destaca e ao reconhecimento do valor do mérito. Como resultado, chega-se a uma “cultura” escolar na qual se estuda o mínimo e se assiste ao menor número possível de aulas. Logo ali adiante, a competência, a competitividade e a produtividade caem e a economia padece com a falta de estímulos. Nada que o comunismo não tenha exibido em profusão como insucesso e miséria.
Um país que se abraça nesse pé de tuna está pedindo para sofrer. Nenhuma das ideias que detêm o desenvolvimento social e econômico do país é mais danosa do que assumir o igualitarismo como objetivo. É uma ideia que se espreme entre o marxismo-leninismo e seu genérico mais simpático e ambíguo, o socialismo, que chega voando numa pomba branca com uma rosa vermelha no bico.
Pontocritico.com





