COMO DEVERIA SER UM NOVO AI-5 ?

O verdadeiro “reboliço” causado pela declaração do Deputado Eduardo Bolsonaro ,de que se esquerda “radicalizasse” , talvez fosse oportuno considerar a edição de um novo tipo de “Ato Institucional Nº 5 (AI-5)”,causou “mal-estar”,”ofendeu”,“machucou”,e até provocou “chiliques”, não só na esquerda , e seus comparsas do tal “centrão” político, integrantes da pior escória da política brasileira, como também numa imensa quantidade de políticos e apoiadores do Governo Bolsonaro.

Porém há que se convir, “prima facie”, que na verdade o grande “MAL” causado pelo “odiado” AI-5 à nação, não foi propriamente o seu conteúdo, porém a demora em ser editado, eis que só o foi em 1968,durante o Governo Costa e Silva , ou seja,4 anos após a vitória da Revolução de 64 ( de 31 de março),com deposição do Governo João Goulart,período esse que “trancou” as reformas necessárias em virtude do “aparelhamento” do Estado (pessoal,leis,etc.) ,deixado pelos governantes e políticos derrubados do poder naquela ocasião.

Mas contrariando as acusações sobre “ele”,o AI-5 não foi tão “terrível” como dizem,tanto isso é verdade que muitas das suas “vítimas” estão aí mais vivos, fortes, saudáveis,”gordos” e “ricos” que qualquer outro do povo brasileiro, inclusive com as energias indispensáveis à retomada do poder.

Além do mais, se não fosse o AI-5 naquela ocasião , o Movimento de 64 teria fracassado completamente. Portanto foi ato de legítimas “ defesa” e até “dever de governança”.

Mas todas as disposições contidas no AI-5,que é de 1968,já poderiam ter sido inseridas um ano antes, ou seja, na Constituição de 1967, que substituiu a de 1946. Na verdade esse retardo foi um erro estratégico da Revolução de 64.

E quem quiser ter uma ideia da força da “oposição” naquela época, que boicotava todos os projetos governamentais voltados para o bem, só terá o trabalho transportá-la para os dias de hoje, comparando-a aos transtornos e obstáculos sofridos pelo Governo Bolsonaro .

É por esse simples motivo que o impacto sofrido pela esquerda da “época”, há mais de cinquenta anos,portanto, com a edição do AI-5, pode ser considerado do mesmo tamanho do impacto que a esquerda de hoje sofreu com a inesperada e surpreendente vitória de Jair Bolsonaro, em outubro de 2018.Portanto Jair Bolsonaro em si mesmo já significou para a sua oposição o mesmo que um “novo AI-5”.

Resumidamente, o AI-5 foi uma questão de “vida ou morte” para a Revolução (ou contrarrevolução ?) de 1964.

Mas pelos malfeitos provindos da política brasileira desde 1985, a partir da posse de José Sarney ,passando pelos Governos Collor/Itamar,FHC,Lula ,e Dilma /Temer,sem dúvida a sociedade brasileira terá que se esforçar muito para que essa “tchiurma” nunca mais volte ao poder, apesar de estarem permanentemente em “prontidão” para retomá-lo a qualquer custo ,como se urubus fossem espreitando uma “apetitosa” carniça.

Mas é o que certamente acontecerá se conseguirem derrubar Bolsonaro antes do término do seu mandato, num provável conluio entre o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal,representantativos de Dois dos Três Poderes Constitucionais, ou nas eleições de 2022,se o Governo Bolsonaro porventura fracassar, em razão do boicote da esquerda e “centrão”ao seu governo.

No entanto importante é ressaltar que a Revolução de 1964 deu-se sem a cobertura da Constituição então vigente, que era de 1946,quando não existia nenhuma disposição semelhante à contida no artigo 142 da Carta vigente (de 1988),pela qual o Poder Militar (FA) poderá intervir para enfrentar AMEAÇAS À PÁTRIA (Grupo de Puebla,etc.) ,e GARANTIR OS PODERES CONSTITUCIONAIS ,considerando a guerra ilegítima que os outros Dois Poderes (Legislativo e Judiciário),declararam contra o Poder Executivo.

E sem dúvida essas ameaças são perceptíveis com clareza. Por isso,mediante acionamento do comando do artigo 142 da Constituição, poderia dele emergir o nascimento do respectivo PODER INSTITUINTE, investido necessariamente na condição de PODER CONSTITUINTE ORIGINÁRIO, não se limitando a fazer meros “atos institucionais” (AI-5,6,ou7) ,ou outros quaisquer, como após 64, mas com poderes inclusive de escrever uma nova Constituição, no que poderia contar com participação de alguma equipe de reconhecidos e idôneos SÁBIOS, necessariamente alheios à política, submetendo-a ,tão logo concluída e aprovada pelo Poder Instituinte/Constituinte , à referendo eleitoral, representativo da efetiva SOBERANIA DO POVO, até agora somente “prevista” nas constituições, todavia jamais “praticada”.

Essa seria a única maneira do Brasil se livrar das quadrilhas de criminosos que se adonaram dos seus Poderes Constitucionais, desde sempre, e que agora declaram guerra para retomá-los.

E se foi justamente esse tipo de gente “baixa” que repeliu com tanta violência a sugestão de um novo tipo de AI-5,é porque essa seria a medida acertada para expulsá-los definivamente da vida política, com vitória povo brasileiro.

Mas importante é acrescentar que uma possível nova constituição teria que ficar muito atenta aos tais “direitos adquiridos”, à sombra dos quais muitos privilégios foram concedidos na vigência da Carta de 88,e pelos quais muitas gerações de trabalhadores terão que pagar no futuro como condição para as suas aposentadorias, ”sustentando” os antigos, que absurdamente foram protegidos e considerados “intocáveis” na recente reforma da previdência social. E só a constituição não está sujeita aos tais “direitos adquiridos”. E para que se estabelecesse a decência no trato da coisa pública, muitos dos atuais “direitos adquiridos” ,que mais beneficiam os privilegiados servidores públicos e agentes políticos (parlamentares,juízes,etc.), teriam que ser revistos pelo novo Poder Constituinte Originário.

Sérgio Alves de Oliveira

Advogado e Sociólogo

Globo demite mais de 100 funcionários do Projac

Emissora nega ter feito cortes

Por João Batista Jr.

(Reprodução/Reprodução)

O dia foi tumultuado na Rede Globo. A emissora demitiu nesta quarta-feira, 6, mais de 100 pessoas de suas equipes de entretenimento, de áreas como produção, transporte e figurino.

A emissora nega. Sobre o número exato de demitidos, a assessoria de imprensa da emissora informou que não confirma assuntos internos.


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STF retoma nesta 5ª feira julgamento sobre prisão pós-2ª Instância

Placar neste momento é de 4 a 3

Tendência é fechar em 6 a 5 contra

Julgamento será retomado às 14h

Julgamento pode ser encerrado nesta 5ª feiraSérgio Lima/Poder360

NATHAN VICTOR
07.nov.2019 (quinta-feira) - 6h00

O plenário do STF (Supremo Tribunal Federal) retoma nesta 5ª feira (7.nov.2019), às 14h, o julgamento que vai definir se réus condenados em 2ª Instância na Justiça podem começar a cumprir pena

Até o momento, 7 dos 11 ministros apresentaram seus votos (leia aqui os votos). O placar está em 4 a 3 a favor da execução da sentença condenatória em 2º grau. Esse entendimento já é o que está em vigor no país e que possibilitou, inclusive, a prisão do ex-presidente Lula após ter a sentença no caso tríplex confirmada pelo TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região). O petista pode ser beneficiado caso a Corte mude a jurisdição.

Os ministros analisam 3 ações contra a execução imediata da sentença: uma do Conselho Federal da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil); outra do PC do B; e uma do Patriota (antigo PEN).

Faltam votar ainda os ministros Celso de Mello (decano); Gilmar Mendes e Cármen Lúcia. O presidente da Corte, ministro Dias Toffoli, será o último a expor seu entendimento sobre o tema.

O voto que desenhou o possível cenário a ser concretizado nesta 5ª (7.nov), de revisão do entendimento atual, foi o dado pela ministra Rosa Weber no dia 24 de outubro. Considerada como dona do voto-chave, a magistrada acompanhou o relator, ministro Marco Aurélio, defendendo o fim da possibilidade da prisão após 2º grau.

Analisando o histórico dos votos dos ministros em 4 outras análises do tema, a tendência é de que o julgamento seja concluído em 6 votos a 5 pela possibilidade do réu poder recorrer em liberdade até que tenha os recursos esgotados na última Instância.

Para atenuar os efeitos dessa provável reversão de entendimento, Toffoli enviou ao Congresso proposta para alterar o Código Penal e impedir a prescrição de processos que chegam ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) e ao Supremo. O cenário de criminosos serem safos pelas prescrições de seus crimes devido ao longo processamento de ações em 3 instâncias é uma das críticas daqueles que defendem a prisão pós-2ª Instância.

IMPACTO NA LAVA JATO

O relator da operação na Corte, ministro Edson Fachin, disse nessa 4ª feira (6.nov.2019) que a possível revisão de entendimento não vai atrapalhar as investigações.

Fachin ainda ressaltou que STF e STJ (Superior Tribunal de Justiça) não têm competência para rever provas criminais, o que inviabilizaria a alteração.

“O correto é aplicar-se o que temos aplicado hoje. Quando há uma condenação, o recurso para instância superior, para a 2ª Instância, é o recurso que devolve, que coloca para o colegiado, os direitos e os fatos, e portanto, as provas. Ali acaba o julgamento sobre as provas. O STJ e o Supremo não reveem provas, não discutem mais os fatos”, explicou.

Autores

NATHAN VICTOR

ESTAGIÁRIO DE JORNALISMO

enviar e-mail para Nathan Victor

Poder 360


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Mais quatro navios gregos estão entre investigados por vazamento de óleo

Nove estados do Nordeste já foram atingidos

Minerva Alexandra seria um dos navios

Minerva Alexandra seria um dos navios | Foto: Cengiz Tokgöz / Vessel Finder / Reprodução / CP

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Mais quatro navios de bandeira grega são alvo da investigação que a Marinha do Brasil e a Polícia Federal (PF) realizam para tentar identificar os responsáveis pelo derrame de óleo cru que, desde o fim de agosto, atingiu o litoral dos nove estados do Nordeste (Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe).

Oficialmente, a Marinha não revela os nomes das cinco embarcações a respeito das quais pediu informações às autoridades marítimas da Grécia, mas, em nota, a Delta Tankers, responsável pelo Boubolina, disse tratar-se dos navios-tanques Maran Apollo e Maran Libra (da Maran Tankers), Minerva Alexandra (Minerva Marine) e do Cap Pembroke (Euronav).

Na mesma nota, a empresa informa que recebeu a notificação da Marinha brasileira somente nesta terça-feira (5). A empresa diz ainda que, no documento entregue pelo Ministério de Assuntos Marítimos da Grécia, os cinco navios gregos são tratados como suspeitos de derramamento do óleo que polui praias, mangues e a foz, ou desembocaduras, de rios na costa do Nordeste. A Delta Tankers nega ter qualquer relação com o óleo encontrado no litoral nordestino e garante que pode comprovar a regularidade de suas operações.

A empresa grega afirma que inspecionou os registros gravados por câmeras e sensores existentes no interior do Boubolina e não encontrou nenhum indício de que parte do produto que estava sendo transportado vazou. "Este material será compartilhado de bom grado com as autoridades brasileiras, caso entrem em contato com a empresa nesta investigação. Até agora, esse contato não foi feito", afirmou em comunicado divulgado ontem.

Trinta suspeitos

A Marinha informou  que o pedido para notificação dos cinco navios de bandeira grega foi apresentado às autoridades da Grécia no dia 12 de outubro. Segundo a Marinha, as investigações, feitas em conjunto com a Polícia Federal, com o apoio de instituições nacionais e estrangeiras, identificou 30 navios-tanque de várias nacionalidades que navegaram próximo à costa brasileira, na região de onde o óleo pode ter se espalhado. Segundo o Centro de Hidrografia da Marinha, esse ponto inicial fica cerca de 733 quilômetros a leste do estado da Paraíba. Dos 30 navios-tanques sob investigação, o Bouboulina é apontado como o principal suspeito pelo provável derramamento de óleo.

Os investigadores afirmam que, após carregar petróleo bruto na Venezuela, a embarcação grega contornou a costa nordestina brasileira e seguiu viagem rumo a Cingapura e à Malásia, onde teria transferido parte do material para outro navio. A Delta Tankers confirma que o Bouboulina partiu da Venezuela em 19 de julho, carregado com petróleo, para Melaka, na Malásia, onde descarregou toda a carga embarcada em território venezuelano, "sem qualquer falta". Ainda de acordo com a Marinha, os investigadores também avaliaram a hipótese de o óleo ter vazado de um "navio pirata" ou dark ship (embarcação que navega com sistemas de localização desligados), mas imagens de satélite não revelam qualquer movimentação neste sentido.


Agência Brasil e Correio do Povo


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Deputado propõe que RS libere cultivo, venda e consumo de maconha

Rodrigo Maroni (PODE) sustenta ter se inspirado em países como Uruguai, Holanda e Estados Unidos

Publicado por Ricardo Pont

O deputado estadual Rodrigo Maroni (Podemos) protocolou, na Assembleia Legislativa, um projeto de lei que dispõe sobre o controle, plantio, produção e comercialização de maconha no âmbito do Rio Grande do Sul. A proposta libera três formas de acesso à substância: pelo cultivo para uso pessoal, limitado a 480g por ano; pelo cultivo em clubes com até 45 sócios, ou através de compra em farmácias, restrita a maiores de idade. Para adolescentes, o consumo e o uso seguem proibidos, de acordo com o texto.

O parlamentar sustenta ter se inspirado em países como Uruguai, Holanda e Estados Unidos, onde a liberação da droga reduziu a violência provocada pela venda ilegal, através de traficantes. “Não dá para fingir que não existe o consumo de drogas ilícitas. Hoje a droga é encontrada em qualquer bairro de todos os municípios do estado e todo mundo sabe”, salienta.

“Nós não devemos estimular que as pessoas usem drogas, o que devemos é regular o consumo que já existe. Dessa maneira, o dinheiro movimentado pelo narcotráfico pode vir para o estado, gerando verba para saúde, educação e, sobretudo, para a segurança, que despende tempo, dinheiro”. Maroni enfatiza, ainda, que a ideia também é preservar vidas dos agentes da Polícia, que mais “enxuga gelo” do que consegue combater o narcotráfico.


Rádio Guaíba


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Vendas de máquinas agrícolas têm queda de 15% em relação a setembro, diz Anfavea

No acumulado do ano, a queda é de 6,3% em relação a igual período de 2018

Por Danton Júnior

O Brasil produziu 5,2 mil unidades no mês de outubro, mas caiu 30,3% em relação ao mesmo mês de 2018

O Brasil produziu 5,2 mil unidades no mês de outubro, mas caiu 30,3% em relação ao mesmo mês de 2018 | Foto: Guilherme Almeida / CP memória

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As vendas internas de máquinas agrícolas e rodoviárias apresentaram queda no mês de outubro, segundo levantamento da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) divulgado nesta quarta-feira. Foram comercializadas 4,2 mil unidades durante o mês passado, o que representa um recuo de 15% em relação a setembro e de 16,2% na comparação com outubro do ano passado. No acumulado do ano, o segmento contabiliza um total de 37,1 mil máquinas comercializadas, o que significa uma queda de 6,3% em relação a igual ao período de 2018.

"A razão dessa queda tem a ver com a indefinição das políticas de crédito que tivemos no período de abril, maio e junho deste ano", disse o diretor executivo da Anfavea, Aurélio Santana.

A produção, conforme o mesmo levantamento, apresentou alta de 8,2% em relação a setembro, mas caiu 30,3% na comparação com outubro do ano passado. O país produziu 5,2 mil unidades no mês de outubro.

Nas exportações, houve incremento de 18% em relação a setembro, com o embarque de 1,1 mil unidades. De janeiro a outubro, 10,8 mil máquinas foram comercializadas para outros países.

De acordo com Santana, a previsão é de que o próximo levantamento seja mais positivo para o setor, tendo em vista os valores anunciados no Plano Safra e a expectativa de juros menores. Nas exportações, a estimativa em 2019 é de crescimento de 2,5%, levando em conta o impacto provocado pela crise na Argentina.


Correio do Povo



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Cesta básica de Porto Alegre é a segunda mais cara do País

Insumos básicos tiveram aumento de 1,08% em outubro

Alimentos básicos registraram variação de 1,08%, passando de R$ 458,29 em setembro de 2019, para os atuais R$ 463,24

Alimentos básicos registraram variação de 1,08%, passando de R$ 458,29 em setembro de 2019, para os atuais R$ 463,24 | Foto: Guilherme Testa

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A cesta básica de Porto Alegre registrou aumento de 1,08% em outubro na comparação com setembro, conforme cálculo do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Com isso, passa a custar R$ 463,24, a segunda mais cara do País, atrás somente de São Paulo (R$ 473,59).

No ano, a cesta em Porto Alegre está 0,32% mais barata e, em 12 meses, registrou alta de 2,97%. Na passagem de setembro para outubro, dos 13 produtos que compõem o conjunto de gêneros alimentícios essenciais, nove ficaram mais caros.

O vilão do mês foi o tomate, que registrou aumento de 11,9%. Logo atrás, o açúcar aumentou 4,29%, o arroz registrou alta de 3,94% e a banana 2,72%. Óleo de soja, carne, feijão, café e a farinha de trigo também registraram elevação de preços. Por outro lado, três itens registraram queda: o principal deles foi a batata, com diminuição de 17,66%. O leite foi o único alimento que não registrou variação.

Em outubro, o valor da cesta básica representou 50,45% do salário mínimo líquido, contra 49,9% em setembro de 2019 e 51,26% em outubro do ano passado. O trabalhador com rendimento de um salário mínimo necessitou, em outubro, cumprir uma jornada de 102 horas e 07min para adquirir os bens alimentícios básicos.

De acordo com o Dieese, salário mínimo necessário deveria equivaler a R$ 3.978,63, ou 3,99 vezes o mínimo de R$ 998. A variação da cesta básica no período do Plano Real ficou em 595,03%, enquanto a inflação medida pelo INPC/IBGE acumulou 523,72%.


Correio do Povo


CIDADES

Workshop em Esteio aborda o acolhimento a refugiados

Defesa Civil registra 23 municípios afetados pelas chuvas no RS

Cheias em pelo menos dois rios obrigaram famílias ao abandono de suas residências

Rio Pardo já registra pontos de alagamentos devido o aumento do volume de água do rio

Rio Pardo já registra pontos de alagamentos devido o aumento do volume de água do rio | Foto: Defesa Civil / Divulgação / CP

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Os temporais registrados desde a última semana de outubro, até o momento, deixaram 23 cidades afetadas no Rio Grande do Sul. O número atualizado, divulgado no fim da tarde desta quarta-feira pela Defesa Civil, mostrou um aumento ante 18 cidades registradas na terça-feira. Destas, Prefeituras de 16 municípios já decretaram Situação de Emergência.

Segundo o órgão, somam ao relatório de municípios gaúchos que registram danos humanos ou materiais devido aos temporais: Nova Bassano, Rio Pardo, São Jerônimo, Itapuca, Triunfo e Lajeado. O acompanhamento de rios, e seu comportamento devido ao grande volume de chuva, também tem recebido a atenção da Defesa Civil. A cheia do Rio Taquari, por exemplo, obrigou que famílias deixassem suas casas. O mesmo ocorre em São Sebastião do Caí, onde a cheia do Rio Caí deixou mais de 40 moradores ribeirinhos fora de suas casas.

Conforme a sala de monitoramento, comandada pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente Infraestrutura, o Rio Taquari é uma ameaça às localidades de Muçum, Estrela e Taquari – pois segue acima das cotas de inundação. A normalização do volume de água deve ocorrer apenas no final de semana.


A elevação do nível do rio Guaíba já registrou alagamentos nas ruas da região das Ilhas, em Porto Alegre. Segundo a Defesa Civil, até o começo da tarde não houve o registro de residências inundadas ou famílias desalojadas.

Dom Pedrito

A cidade de Dom Pedrito – com aproximadamente 38 mil habitantes – segue sendo a cidade com mais registro de danos materiais do RS. O município localizado na região Sudoeste, registrou, até a tarde desta terça-feira, 4,2 mil danos menores (queda de árvores e postes de energia elétrica, por exemplo) e mil residências afetadas.

Cachoeira do Sul

A cidade da região Central do Rio Grande do Sul possui, até o momento, 57 desabrigados e 80 desalojados. Um dos principais motivos da situação é a cheia dos rios que cruzam o municípios – com aproximadamente 11 mil habitantes. Além de residências inundadas, a cidade registra obstrução de vias em pelo menos seis localidades, incluindo a ERS 630.

Rosário do Sul

O município localizado na região da Fronteira Oeste tem o maior índice de desabrigados, de acordo com a Defesa Civil. O transbordamento do rio Santa Maria já deixou 48 famílias – o total de 168 pessoas – em abrigo provisório no ginásio da escola Oliverio Thaddeo. A cidade – com aproximadamente 39 mil habitantes – também detém de 42 desalojados nesta quarta-feira.

Munícipios atendidos pela Defesa Civil:

Santana do Livramento
Dom Pedrito
Bagé
Cachoeira do Sul
Canguçu
São Gabriel
Ibarama
Cristal
Lagoa Vermelha
Camargo
São João do Polêsine
Pelotas
Camaquã
Rosário do Sul
Alegrete
Guaporé
São Sebastião do Caí
Nova Bassano
Rio Pardo
São Jerônimo
Itapuca
Triunfo
Lajeado


Correio do Povo

Lula foi intimado a depor sobre propina da JBS

Lula também foi intimado a prestar esclarecimentos sobre a propina da JBS ao PMDB, diz a Crusoé.

Muita gente já se esqueceu – sobretudo na PGR -, mas Joesley Batista confessou ter aberto duas contas no exterior para depositar 300 milhões de reais em propinas para Lula e Dilma Rousseff.

Leia aqui a nota da Crusoé.


O Antagonista

Número de pessoas que vivem na extrema pobreza cai no RS

Rio Grande do Sul é o segundo estado com menor número proporcional de pessoas que vivem com menos de US$ 1,9 por dia

Cerca de 218 mil pessoas viviam com menos de US$ 1,9 por dia no RS, em 2018

Cerca de 218 mil pessoas viviam com menos de US$ 1,9 por dia no RS, em 2018 | Foto: Alina Souza / CP Memória

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Na contramão do índice nacional, o número de pessoas que vivem na extrema pobreza caiu de 2017 para 2018 no Rio Grande do Sul, de acordo com a Síntese de Indicadores Sociais, apresentada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta quarta-feira. Segundo o órgão, 218 mil pessoas viviam nessas condições até o ano passado.

No levantamento, são consideradas pessoas nesta situação aquelas que vivem com menos de 1,9 dólar por dia – o equivalente a R$ 145 por mês. O parâmetro é baseado em índice do Banco Mundial.

O Rio Grande do Sul voltou a registrar queda após dois anos seguidos de alta. Casualmente, passou da melhor marca já alcançada, em 2015, para a pior, em 2017. Enquanto em 2015 havia 154 mil pessoas na extrema pobreza, em 2017 foram computadas 263 mil.

De acordo com o levantamento do IBGE, o Rio Grande do Sul é o segundo estado com a menor proporção de população na extrema-pobreza: 1,9% dos gaúchos vivem com menos de US$ 1,9 por mês. Proporcionalmente, o estado em melhor situação é Santa Catarina, que tem 1,4% neste quesito. O índice nacional, que voltou a crescer, ficou em 6,5%.

Porto Alegre acompanhou a tendência do Rio Grand do Sul e, no ano seguinte ao ápice no número de gente na extrema pobreza, caiu. E 2018 fechou com 20 mil pessoas, o equivalente a 1,4% da população da Capital, vivendo com menos de US$ 1,9 por dia. No ano anterior, foram 2,4% da população nesta situação, aproximadamente 20,5 mil pessoas.


Correio do Povo


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