Chega a 15 o número de cidades em situação de emergência no Rio Grande do Sul

Cheias dos rios são motivo de preocupação para a Defesa Civil

Em algumas cidades, como Camaquã, casas ficaram alagadas nos últimos dias

Em algumas cidades, como Camaquã, casas ficaram alagadas nos últimos dias | Foto: Defesa Civil / Divulgação / CP

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Subiu para 15 o número de cidades em situação de emergência no Rio Grande do Sul. A informação consta no boletim da Defesa Civil divulgado no final da manhã desta terça-feira. Dos 16 municípios mais afetados pelas chuvas que atingiram o Estado nos últimos dias, apenas Pelotas ainda não está em condições que precisam de urgência.

Dom Pedrito segue como a cidade mais prejudicada pelas chuvas, com 4,2 mil locais afetados e 1 mil casas danificadas. Bagé também foi bastante prejudicada, com número de afetados chegando a 840 e 200 residências com danos. Canguçu tem 300 locais afetados e São Gabriel, 126.

O município com maior número de pessoas desalojadas é Lagoa Vermelha, com 120. Outro motivo para preocupação da Defesa Civil no Estado são as cheias dos rios. Em São Sebastião do Caí, o nível do rio está marcando 11 metros nesta terça. Doze famílias foram removidas porque estavam em áreas de inundação. Conforme o coordenador do órgão, Pedro Griebler, as cerca de 50 pessoas moram no bairro Navegantes. “Todos serão encaminhados para o Centro Integrado Navegantes, que já está preparado para recebê-los”, disse. Griebler explica ainda que, por conta das chuvas da madrugada, o Caí pode chegar a 13 metros no período da tarde, o que afetará, moradores dos bairros Quilombo e Rio Branco.

Barragem

As chuvas no Rio Grande do Sul também provocaram a erosão avançada do talude de uma barragem em um assentamento do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), na zona rural de São Gabriel, na Fronteira Oeste. Desde a constatação do risco de rompimento o governo do Estado, através da Defesa Civil, do Corpo de Bombeiros e da Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema), está agindo para evitar um acidente mais grave.

Um dreno foi feito, melhorando a estabilidade da estrutura. Duas famílias que vivem próximas à barragem foram emergencialmente retiradas. Agora, a Defesa Civil estuda evacuar a região.

Cidades em Situação de Emergência

Santana do Livramento
Dilermano de Aguiar
Dom Pedrito
Bagé
Cachoeira do Sul
Canguçu
Ibarama
São Gabriel
Cristal
Lagoa Vermelha
Camargo
São João do Polêsine
Camaquã
Rosário do Sul
Alegrete


Correio do Povo


CAPÃO DA CANOA

Suspeito de matar ex-companheira é preso pela Polícia Civil

SÃO LEOPOLDO

Plano de Saneamento Básico aceita sugestões da população até esta quarta-feira

PF bateu na porta da casa de Dilma Rousseff hoje cedo pra entregar uma intimação

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Augusto Aras pede anulação do acordo de delação premiada de Joesley e Wesley Batista

MBLNEWS.ORG

Augusto Aras pede anulação do acordo de delação premiada de Joesley e Wesley Batista

Segundo o MPF, os irmãos Batista não cumpriram com os acordos firmados e, ainda, cometeram crimes de inside trading durante a investigação.

Defesa Civil inicia a remoção de famílias em São Sebastião do Caí (RS)

Nível do rio está marcando 11 metros

Por Stephany Sander

Rio pode chegar aos 13 metros até o início da tarde

Rio pode chegar aos 13 metros até o início da tarde | Foto: Pedro Griebler / Defesa Civil / Divulgação / CP

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Com o nível do rio Caí marcando 11 metros na manhã desta terça-feira, a Defesa Civil da cidade de São Sebastião do Caí iniciou a remoção de 12 famílias que estavam em áreas de inundação. Conforme o coordenador do órgão, Pedro Griebler, as cerca de 50 pessoas moram no bairro Navegantes.

“Todos serão encaminhados para o Centro Integrado Navegantes, que já está preparado para recebê-los”, disse.

Pedro explica ainda que, por conta das chuvas da madrugada, o Caí pode chegar a 13 metros até o início da tarde, o que afetará, moradores dos bairros Quilombo e Rio Branco.


Correio do Povo


RECUPERAÇÃO ECONÔMICA EXIGE TEMPO
XIX- 018/19 - 05.11.2019

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MATRIZ ECONÔMICA PETISTA-BOLIVARIANA

Diante das inúmeras mensagens que recebi comentando o conteúdo editorial de ontem, 4/11, quando referi que o Brasil, depois de morto e enterrado pela assassina MATRIZ ECONÔMICA PETISTA-BOLIVARIANA, está prestes a RESSUSCITAR graças às medidas que estão sendo preparadas pela do ministro Paulo Guedes, volto ao tema para dar uma ideia do prazo que imagino como possível para que o Brasil volte a respirar.

ANTES TARDE DO QUE MAIS TARDE

A propósito, quem leu a boa Carta da revista Exame publicada em 16/10, com o título -ANTES TARDE DO QUE MAIS TARDE-, imagino que encontrou a resposta para a importante indagação. Eis: - A recessão brasileira terminou há dez trimestres. Em outras épocas, isso teria sido tempo mais do que suficiente para uma recuperação plena da economia (nas recessões das décadas de 80 e 90, o país tinha recuperado o nível anterior à crise em sete trimestres).
Deveríamos estar, a esta altura, num momento de quase euforia, imaginando-nos como o país do futuro, até que o próximo ciclo nos derrubasse outra vez. Mas nem sequer recuperamos o bom humor pelo qual os brasileiros costumavam ser reconhecidos mundo afora. O que acontece?

DUAS EXPLICAÇÕES PARA A DEMORA

Há DUAS explicações complementares para a dolorosa demora da recuperação econômica.

A PRIMEIRA: esta crise foi mais funda do que as outras. O estrago foi maior e durou mais tempo do que em ocasiões anteriores. Quando ficou claro que estávamos num curso ruim, ali pelo final de 2013, em vez de regressar, nós dobramos o passo na mesma direção. E isso faz com que a volta seja mais árdua, mais cansativa, mais lenta.

A SEGUNDA traz em seu bojo uma esperança. É que não estamos tentando apenas voltar ao curso que trilhávamos antes da crise. Estamos tentando pegar a estrada de cima, asfaltada, arborizada, iluminada e segura. Estamos tentando, em suma, transformar nossa economia tão dependente do Estado em uma economia mais vibrante, inovadora, rica — conduzida em sua maior parte pela iniciativa privada. Isso requer reformas profundas. E reformas, especialmente em países complexos, levam tempo.

LIBERTAR O ESTADO

Não se trata de apequenar o Estado. É o oposto. Trata-se de LIBERTÁ-LO da atuação esparsa (porque onipresente) e ineficiente (porque eterna), para maximizar a força onde ele é necessário: educação, segurança, criação de boas condições para a condução dos negócios — e da própria vida dos cidadãos. Como mostramos em nossa reportagem de capa desta edição, o Brasil ensaia seguir o caminho liberal desde o governo do ex-presidente Michel Temer. A boa notícia é que esse caminho já foi trilhado por vários países, com excelentes resultados.

REINO UNIDO, POLÔNIA E AUSTRÁLIA

O Reino Unido, que até o final da década de 70 tinha uma PRESENÇA ESTATAL ASFIXIANTE, deu uma guinada sob o comando de Margaret Thatcher e voltou a ser uma economia vibrante.

A Polônia deixou a herança comunista e, persistindo em reformas ao longo de governos de todos os matizes, tornou-se a economia grande que mais cresceu nas últimas três décadas.

A Austrália, que no início dos anos 90 tinha um produto per capita semelhante ao do Brasil em paridade de poder de compra, tornou-se um país rico, com mais que o triplo da riqueza por habitante que a nossa.

OS EFEITOS DEMORAM A APARECER

Em todos esses casos, os efeitos benéficos demoraram para aparecer. Mas, quando surgiram, levaram seus cidadãos a outro patamar de vida.
É possível — infelizmente, bem possível — que as reformas brasileiras fiquem incompletas ou sofram reversões. Mas é também possível que essa sensação de persistência da crise seja o início de um novo e mais firme período de crescimento.

MARKET  PLACE

TRÊS PECs - Eis o resumo das TRÊS PECs que serão entregues hoje ao Congresso:

PEC DO PACTO FEDERATIVO  – redistribuição de recursos com estados e municípios, em especial os royalties de exploração do pré-sal. Essa PEC também deve incluir a flexibilização do Orçamento e a criação do Conselho Fiscal da República, que vai zelar pelas contas públicas em âmbito federal, estadual e municipal;

PEC EMERGENCIAL – proposta obriga o poder público a acionar alguns gatilhos de corte de gastos sempre que os governos estiverem em grave crise financeira. No caso da União, quando o governo tiver de descumprir a regra de ouro, ou seja, quando precisar se endividar para pagar despesas correntes;

PEC DOS FUNDOS dos fundos – governo mapeou a existência de cerca de 280 fundos públicos. O objetivo é propor a revisão e a extinção de alguns fundos para liberar o dinheiro deles para as despesas discricionárias.

A intenção do governo é que a PEC Emergencial, que abre espaço nas contas para investimentos, seja aprovada ainda neste ano para fazer efeito já no orçamento de 2020. Já as demais propostas vão começar a tramitar, mas só deverão ter suas tramitações finalizadas no ano que vem.

O governo vai enviar ainda a REFORMA ADMINISTRATIVA que também será feita por PEC. Essa proposta começará a tramitar pela Câmara. A previsão é que ela seja enviada amanhã, 6/11. Na quinta-feira (7), o governo deve encerrar a semana de anúncios com o pacote de medidas de estímulo ao emprego. (Gazeta do Povo).

ESPAÇO PENSAR+

Eis o texto do pensador Percival Puggina - A GRANDE CONSPIRAÇÃO CONTRA O BRASIL-
A maior dificuldade enfrentada nestes dias pelo governo federal é criada pelo gigantesco mecanismo que os movimentos revolucionários acionam a um estalar de dedos no plano nacional e internacional. É impressionante a fidelidade e a dedicação à causa. Há muito que aprender observando sua atuação, na qual o mais relevante é a reciprocidade dos apoios.

Não houve coisa sequer parecida na história dos povos fora do espaço religioso e das sociedades secretas. Nos dois últimos séculos, porém, os movimentos revolucionários trouxeram para o terreno da política uma energia capaz de lhes dar longa vida e efetividade. A rápida circulação de informações que caracteriza as últimas décadas, assim como acabou com a hegemonia da mídia formal e com o privilegiado poder dos formadores de opinião, serviu também, esplendidamente, ao papel pró-hegemônico da articulação esquerdista, exercida mundialmente, sem contraponto.

Durante a campanha eleitoral brasileira de 2018, a imprensa internacional, acompanhando a nacional, procurou desconhecer as possibilidades eleitorais do candidato vitorioso. Entretanto, no dia seguinte à eleição de Bolsonaro, a mesma mídia externa expressava sua repulsa ao sucesso de um candidato “machista, homofóbico, misógino, antidemocrático e de extrema-direita”. Onde foi que aprenderam isso?

É perigosa e alarmante a ausência de algo capaz de articular enfrentamento com orientação liberal e/ou conservadora. Nada, nem aqui, nem mundo afora. Só o governo brasileiro fala a favor de si mesmo e de seus programas. E só fala em português, nas redes sociais. Zero articulação internacional.

Em contrapartida, é imenso o volume de poder político e financeiro que se vai concentrando em mãos de grupos revolucionários, anticapitalistas, alinhados em formas de “democracia popular” (de novo, como no Leste Europeu!) ao molde adotado pelos governos de Cuba, Nicarágua, Venezuela, Bolívia, com os quais o PT confraterniza e volta a se congregar no Grupo de Puebla. Alguém poderá se indagar sobre a necessidade desse novo grupo, dado que já existe o Foro de São Paulo. No entanto, mais um grupo é um grupo a mais, na linha do que aqui exponho.

Há uma miríade de fundações e organismos internacionais despejando dinheiro em pautas “progressistas” empenhadas em lutar contra o progresso e apoiando medidas antiocidentais ou anticivilizatórias. Em todo o mundo, organizações de direitos humanos, rescendendo a perfume barato de falso humanismo (oportunista, abortista, materialista e anticristão), fazem trabalho semelhante pelas mesmas causas. No seu horizonte estão o desejado poder político e a engenharia social.

Se pudermos deixar de lado a armação nacional e internacional a que o novo presidente está exposto, o que presenciamos nestes dias evidencia que o vencedor do pleito presidencial de 2018 está muito bem assessorado para conduzir uma gestão com resultados positivos. Embora os agentes da corrupção lutem por sobrevivência e restauração do status quo anterior, embora a Lava Jato tenha tantos inimigos no Congresso e no STF, as lâmpadas vermelhas acesas nos painéis dos economistas começam a apagar e as verdes a tremeluzir.

Bolsonaro, a despeito das características de sua personalidade, pavio curto e freio desregulado, faz um bom governo porque não delegou tarefas a picaretas. Seus ministros não são operadores de sistemas criminosos. Bem ao contrário, enfrentam uma luta de vida ou morte contra os criminosos remanescentes nos poderes de Estado. Tenhamos em conta, sempre, que política não é um jogo que se assiste, mas um jogo que se joga.


FRASE DO DIA

O segredo da felicidade é liberdade e o segredo da liberdade é coragem.

Aprenda a fazer drinks refrescantes para o verão

| Foto: Brooke Lark/Unsplash

Bella Mais traz 4 ideias perfeitas para a estação sugerida por bartenders mulheres

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O verão e o final de ano estão chegando e, com eles, aquele momento de encontrar as amigas para um happy hour especial. Já está cheia de encontros marcados na agenda? Então vai amar esta matéria. O Bella Mais pediu a bartenders mulheres ideias de drinks refrescantes e perfeitos para a estação quente. Prepara o print e vem aprender essas delícias já! Cheers!

A bartender Pamela Leseux, do Paralela, bar de empoderamento feminino formado por uma equipe exclusiva de mulheres, sugere dois drinks autorais inspirados em grandes mulheres da história. Veja abaixo:

Kahlo

O drink Kahlo homenageia Frida, uma das mais importantes artistas plásticas do século XX, trazendo ingredientes típicos do México, como a tequila.

Pamela Leseux/Divulgação

Ingredientes:

- Tequila
- Licor de Café
- Laranja
- Cold Brew
- Pimenta do Reino
- Doce de leite

Penha

O segundo drink sugestão de Pamela é inspirado em Maria da Penha, nordestina que lutou para que seu agressor viesse a ser condenado e virou líder de movimentos de defesa dos direitos da mulher. A bebida tem como base o caju, fruta típica do nordeste.

Pamela Leseux/Divulgação

Ingredientes:

- Vinho Moscato
- Caju
- Limão siciliano
- Xarope simples

Mojito

E que tal um mojito para refrescar o encontro com as amigas? A bartender Josiane Losekann, do Bar Spoiler, ensina uma receita perfeita para brindar este final de ano.

Josiane Losekann/Divulgação

Ingredientes:

- 8 a 10 folhas de hortelã/menta
- 40 ml rum Havana 3 anos
- 20 ml suco fresco de limão
- 20 ml xarope de simples (2 partes de açúcar para 1 de água)
- Complete com club soda ou água com gás

Modo de preparo:

Em um copo com gelo, coloque o suco de limão, as folhas, o xarope e o rum. Mexa bem, coloque mais gelo, complete com a soda e decore com limão e hortelã. Prontinho!

Spritz de Bergamoncello

A última dica é a receita de um clássico italiano: o spritz, em  uma versão bergamoncello. A sugestão, feita pela bartender Liziane Golombiewski, do Sette Pasta Bar, é prática, pois dá para usar diferentes licores e ir variando os sabores de acordo com o gosto e criatividade.

Fernanda Martini/Divulgação

Ingredientes

- ½ copo de Prosecco
- 50ml de Bergamoncello* (licor feito na casa com casca de bergamota). Pode ser substituído por licor de bergamota ou - xarope de bergamota Monin
- Água tônica
- Gelo

Modo de Preparo

Em um copo adicione 50 ml de Bergamoncello (ou licor ou xarope de bergamota). Na sequência, adicione prosecco até a metade do copo. Complete o copo com tônica e gelo a gosto.

*Como fazer um Bergamoncello

Retire a casca da fruta bergamota. Numa garrafa com álcool de cereal adicione as cascas da fruta e reserve por algumas semanas. Depois desse período, retire as cascas e misture esse extrato com água e açúcar. O licor está pronto para o consumo ou para ser adicionado em drinks.


Correio do Povo


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Fachin intima Renan e Eduardo Braga a depor em investigação da Lava Jato

Ação apura supostas doações de R$ 40 milhões feitas pelo grupo Grupo J&F a senadores do MDB em 2014

Defesa de Renan Calheiros afirmou que parlamentar não é alvo de operação

Defesa de Renan Calheiros afirmou que parlamentar não é alvo de operação | Foto: Jefferson Rudy / Agência Senado / CP

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A Polícia Federal cumpre, na manhã desta terça, uma série de mandados de busca e apreensão, além de medidas de sequestro de bens, por ordem do ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato na Corte. Os senadores Renan Calheiros (MDB-AL) e Eduardo Braga (MDB-AM) foram intimados para prestar depoimento no âmbito da investigação. A ação é um desdobramento do inquérito 4707, que apura supostas doações de R$ 40 milhões feitas pelo grupo Grupo J&F a senadores do MDB para as eleições de 2014.

A informação partiu da delação de Ricardo Saud, que serviu como base para a instauração do inquérito. Além de Renan e Eduardo, o senador Jader Barbalho (MDB-PA) e ministro Vital do Rêgo Filho, do Tribunal de Contas da União (TCU), também estão entre os investigados do inquérito 470.

Em junho, o delegado Bernardo Guidali Amaral, que assina as intimações enviadas aos senadores Renan Calheiros e Eduardo Braga, pediu a Fachin que prorrogasse o prazo do inquérito. Segundo o advogado Luiz Henrique Machado, Renan Calheiros recebeu a intimação em Maceió, mas não há cumprimento de mandados judiciais em endereços ligados ao parlamentar. A defesa de Eduardo Braga também indicou que não são realizadas buscas em endereços ligados ao senador. Em nota, o parlamentar informou ainda que já entrou em contato com a Justiça para "ajustar" a data de sua oitiva.

Com a palavra, a defesa de Eduardo Braga:

"O senador Eduardo Braga recebeu esta manhã uma solicitação do Delegado Bernardo Amaral para prestar esclarecimentos no inquérito 4707 (STF). Já estabeleceu contato para ajustar a data. O senador sempre se colocou à disposição para colaborar com qualquer investigação. A cobertura midiática de hoje, talvez por sensacionalismo, talvez por desinformação, menciona fato que simplesmente não existiu, na medida em que nenhuma medida de busca e apreensão foi realizada na residência ou em qualquer outro endereço do senador Eduardo Braga."

Com a palavra, a defesa do senador Renan Calheiros:

"Senador Renan não foi alvo de operação. Não há busca e apreensão, como também não há qualquer determinação a ser cumprida nas dependências do Congresso. Entregaram uma simples intimação para prestar esclarecimentos. Nada mais que isso".

Com a palavra, o ministro Vital do Rêgo Filho:

A reportagem busca contato com a defesa do ministro.

Com a palavra, o senador Jader Barbalho:

A reportagem busca contato com a defesa do senador.


Agência Estado e Correio do Povo


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Bolsonaro entrega ao Congresso pacote com medidas econômicas

Guedes afirmou que propostas têm várias dimensões

Pacote foi entregue no Congresso na presença do presidente do Senado, Davi Alcolumbre

Pacote foi entregue no Congresso na presença do presidente do Senado, Davi Alcolumbre | Foto: TV Senado / Reprodução / CP

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A pé e na companhia de integrantes do governo, o presidente Jair Bolsonaro entregou no Congresso Nacional um pacote voltado para a área econômica. Uma das medidas diz respeito ao Pacto Federativo. O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que a proposta tem várias dimensões. Bolsonaro deixou claro que as propostas poderão ser aperfeiçoadas e acredita que em pouco tempo as iniciativas se tornarão uma realidade.

"É uma transformação do estado brasileiro e a medida tem várias dimensões. São medidas sólidas para a República, descentralizando recursos. São transformações que permitirão que os estados possam fazer políticas públicas de maneira descentralizada. Serão distribuídos recursos para Segurança Pública, Saúde, Saneamento Básico. O presidente sempre diz que o dinheiro precisa estar na ponta, precisa estar onde o povo está", afirmou Guedes.

O ministro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, declarou que o pacote elaborado pelo governo federal é uma das mais importantes ações conjuntas entre Executivo e Legislativo. "É uma modernização das relações, uma nova perspectiva de um país que recupera a sua confiança interna e externa. A ideia de mais Brasil e menos Brasília começa a ganhar corpo", disse.


Correio do Povo

Batedeira Planetária Philco Preta 500W - PHP500 Turbo 12 Velocidades 110V

Batedeira Planetária Philco Preta 500W - PHP500 Turbo 12 Velocidades

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Deputado Gabriel Souza é escolhido relator do Código Ambiental

Parlamentar deverá apresentar parecer na CCJ sobre o projeto

Por Mauren Xavier

Deputado Gabriel Souza foi escolhido como relator do projeto do Executivo

Deputado Gabriel Souza foi escolhido como relator do projeto do Executivo | Foto: Vinicius Reis/Agência ALRS

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O deputado Gabriel Souza (MDB) foi confirmado como relator do Projeto de Lei (PL) 431 2019, que institui as mudanças no Código Estadual do Meio Ambiente do Estado do Rio Grande do Sul, no âmbito da Comissão de Constituição e Justiça  (CCJ) da Assembleia Legislativa. A indicação de Gabriel já era esperada desde ontem, quando foi confirmada pela Procuradoria Geral da Casa, que o projeto tramitaria na Comissão. A decisão foi tomada durante a sessão, ocorrida na manhã desta terça-feira (5).

A tramitação da proposta na CCJ ocorre após a suspensão, via judicial, do pedido de urgência para votação do PL que altera o Código Ambiental gaúcho, na semana passada. Assim, a matéria segue em tramitação regimental. Conforme o Regimento Interno da Assembleia Legislativa (RIAL), o relator tem sete dias para apresentar seu relatório, e mais sete se assim solicitar. A CCJ não tem prazo para votação da matéria. Encerrada a apreciação pela Comissão de Constituição e Justiça, a proposição segue para exame nas comissões de mérito.

Ontem, o governador Eduardo Leite disse que irá recorrer da decisão liminar que suspendeu a tramitação em urgência. A liminar foi concedida diante de pedido de um grupo de deputados que queriam mais prazo para discutir as mudanças. A decisão do Tribunal de Justiça inclusive gerou desconforto entre parlamentares, que consideraram a liminar como 'interferência' na casa legislativa.

Ouça o episódio:



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Nos trilhos da boa gastronomia: conheça o case do restaurante Férreo, em Canela

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Neste infográfico apresentamos as principais etapas de um funil de vendas que ajudarão você a compreender melhor desde como captar interessados em seu produto ou serviço, até o momento de encantá-los definitivamente.



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Votações do pacote de Leite devem ocorrer entre 6 e 10 de janeiro

Medida serve para driblar reclamações sobre convocação entre o Natal e o Ano Novo

Por Flavia Bemfica

Convocação extraordinária será utilizada para tentar votar rapidamente o pacote de projetos das reformas administrativa e previdenciária

Convocação extraordinária será utilizada para tentar votar rapidamente o pacote de projetos das reformas administrativa e previdenciária | Foto: Felipe Dalla Valle / Palácio Piratini / Divulgação / CP

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Para evitar a série de reclamações da base aliada sobre uma convocação extraordinária da Assembleia Legislativa entre o Natal e o Ano Novo, o Executivo planeja uma alternativa. Por ela, a convocação será feita para o período entre 23 de dezembro e 10 de janeiro, mas as votações de fato só ocorrerão a partir da primeira “semana cheia” de janeiro, ou seja, entre os dias 6 (uma segunda-feira) e 10 (uma sexta).

A alternativa é a que mais agrada a integrantes do núcleo do governo e, também, às lideranças partidárias já consultadas sobre a possibilidade. A convocação extraordinária será utilizada para tentar votar rapidamente o pacote de projetos das reformas administrativa e previdenciária. O governo vai bater o martelo sobre o calendário assim que enviar os projetos para o Legislativo, o que está previsto para acontecer dentro dos próximos 10 dias.


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