Janaina Paschoal vê risco de Bolsonaro não terminar mandato de presidente

Em entrevista, deputada também recriminou Eduardo Bolsonaro por fala sobre o AI-5: "tão ruim quanto dizer que a Venezuela não é uma ditadura"

Por Da Redação

A deputada estadual Janaina Paschoal (PSL-SP) (Paulo Vitale/VEJA)

A deputada estadual Janaina Paschoal (PSL-SP) afirmou, nesta segunda-feira 4, que existe o risco de Jair Bolsonaro não concluir seu mandato presidencial. Em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, a deputada justificou dizendo que o presidente “já não é mais querido pelos formadores de opinião”.

“[Há risco de Bolsonaro não terminar o mandato] Não pela prática de crimes, acredito no presidente, mas ele se circulou de pessoas que acho que não o aconselham bem. Tem bons ministros, o governo está indo bem, conseguimos a reforma da Previdência, que era um sonho, será entregue a reforma administrativa, mas ele já não é querido pelos formadores de opinião”, disse Janaina.

“Ainda tem muita gente no povo que apoia, gosta dele, eu mesmo gosto, mas as pessoas se cansam. Têm situações que ele cria conflitos onde flagrantemente não precisa. Então, você une uma pessoa que cria esses conflitos, não só ele, mas a família, vai gerando animosidades”, concluiu.

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Na mesma entrevista, a deputada recriminou outro colega de partido, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) – filho de Jair -, por sua recente declaração que sugeriu um novo AI-5 para coibir uma eventual “radicalização da esquerda”. Para Janaina, “a fala [de Eduardo] é tão ruim quanto políticos esquerdistas que dizem que a Venezuela não é uma ditadura sanguinária como efetivamente é”.

Uma das autoras do processo que culminou no impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, com base na denúncia de crime de responsabilidade pela prática de pedaladas fiscais, Janaina comentou sobre considerações de que a saída de Dilma foi um golpe parlamentar.

“Essa tese do golpe foi gerada e criada em um primeiro momento, os documentários já foram feitos de maneira preordenada. Essa tese foi construída, ela foi plantada e está sendo regada”, avaliou.


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Decisão está tomada: Bolsonaro deixará o PSL até o próximo dia 15

É quase certo que o ato de desfiliação será acompanhado do anúncio de um novo partido

Por Robson Bonin

Presidente Jair Bolsonaro em live no Facebook

Bolsonaro: desfiliação acompanhada de novo partido (Facebook/Reprodução)

Quando se trata do chefe do Palácio do Planalto, tudo sempre pode mudar. Feito o reparo, o que o núcleo político de Jair Bolsonaro afirma nesta tarde é que o presidente tomou a decisão de sair do PSL e deve apresentar sua carta de desfiliação até o próximo dia 15.

É quase certo que o ato de desfiliação será acompanhado do anúncio de um novo partido. Ainda há conversas com siglas pequenas, mas as chances de seguir em um partido já existente são menores.

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FGTS, sacar ou deixar lá

por Marcia Dessen

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Se não estiver precisando, deixe o dinheiro rendendo no fundo, agora com retorno decente

Até 26 de outubro, mais de R$ 16,9 bilhões do saque imediato do FGTS haviam sido pagos para cerca de 40 milhões de trabalhadores correntistas da Caixa, que receberam crédito em conta. Outros, nascidos nos meses de janeiro, fevereiro e março, foram espontaneamente sacar no caixa do banco.

Curioso que aos correntistas não foi dada a oportunidade de manifestar sua vontade. O dinheiro foi creditado em conta, um convite para gastar o dinheiro e esquentar o consumo.

É bem verdade que, com o atual nível de desemprego, a dificuldade de fechar a conta de cada mês, fim de ano se aproximando, dívidas em aberto, um dinheiro extra vem bem a calhar.

Entretanto, a hipótese de manter o dinheiro investido, preservando a reserva constituída para a aposentadoria, não foi ao menos cogitada. E essa é a minha provocação de hoje.

Sabemos que a remuneração do FGTS sempre foi uma piada de mau gosto: juros de 3% ao ano, além da TR (igual a zero), é uma política que destrói o patrimônio do trabalhador.

Essa remuneração pífia foi estabelecida pela lei nº 8.036, em 1990. Na época, a taxa de juros e a inflação eram altíssimas e assim permaneceram durante décadas, mesmo após o Plano Real, impondo perdas sucessivas.

O atual patamar de juros e inflação reduz a perda dos trabalhadores, mas o problema não foi resolvido, e a desigualdade em relação a alternativas existentes no mercado financeiro permanece.

Em 2014, o governo reduziu a rentabilidade da poupança de 6% ao ano para 70% da Selic, em razão da queda na taxa básica de juros, que colocava o rendimento da caderneta à frente de alternativas de investimento.

Entretanto, nunca se dedicou a equalizar a remuneração do FGTS, buscando o mesmo equilíbrio que justificou a redução da remuneração da poupança.

Os recursos do FGTS são investidos em obras de habitação popular, saneamento e infraestrutura, que geram, a princípio, retorno muito superior ao creditado aos trabalhadores.

A medida provisória nº 889 (julho de 2019), ratificada pelo Conselho Curador do FGTS, deliberou acerca do repasse do resultado dos investimentos aos trabalhadores.

Isso quer dizer que, pela primeira vez desde que foi criado, há mais de 50 anos, o FGTS distribuiu aos trabalhadores os ganhos obtidos com os investimentos realizados.

Cerca de R$ 12 bilhões, 100% do resultado alcançado em 2018, foram distribuídos aos trabalhadores que possuíam conta vinculada com saldo positivo em 31 de dezembro de 2018. Aleluia, antes tarde do que nunca!

Mas, afinal, quanto foi creditado a cada cidadão? Fui conferir, no extrato da conta do FGTS do meu filho, quando e quanto ele recebeu. Em 10 de agosto de 2019 ele recebeu cerca de 3% sobre o saldo de dezembro de 2018.

Dessa forma, em 2018, a remuneração total do FGTS foi de 6% ao ano: 0,2466% creditado mensalmente (equivalente a 3% ao ano), mais o depósito extraordinário, de cerca de 3%, relativo ao resultado do ano-base 2018.

Considerando a atual taxa de juros básica da economia e a isenção fiscal do FGTS, o rendimento superou a rentabilidade de diversas aplicações financeiras do mercado e também a inflação (IPCA), de 3,745% no mesmo ano.

A pergunta que fica é se essa política de distribuição de resultados será mantida nos próximos anos e que montante será distribuído. Se mantida, cabe a reflexão sobre a hipótese de não sacar os recursos do FGTS, pensar no futuro, na longevidade, e manter o dinheiro investido, com remuneração decente, pela primeira vez na vida.

Fonte: Folha Online - 04/11/2019 e SOS Consumidor


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Empréstimo pessoal é dívida que mais leva consumidor a ter nome sujo, diz SPC

por Luísa Melo

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Segundo pesquisa da instituição, 68,8% dos que têm essa dívida estão negativados. Aluguel e plano de saúde são compromissos mais honrados.

O empréstimo pessoal feito em bancos e financeiras é a dívida que mais leva os consumidores a ficarem com o nome sujo, aponta levantamento do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) em parceria com a Câmara de Dirigentes Lojistas (CNDL). Dos consumidores que têm esse tipo de crédito, 68,8% estão negativados.

Ainda segundo a pesquisa, o crediário, seja carnê, boleto ou cartão de loja, fica em segundo lugar: 67,9% dos endividados nessa modalidade estão nas listas de devedores. Na sequência, vêm o cartão de crédito (66,6%), o cheque especial (51,9%) e o financiamento de automóveis (51,7%).

Por outro lado, o aluguel é o compromisso financeiro mais honrado. Dos entrevistados, 84,2% dizem estar com essa conta em dia. Em seguida, vêm o plano de saúde (82%), o condomínio (77,8%), a TV por assinatura e a internet (73%) e as contas de água e/ou luz (71,6%).

Porém, o que estudo mostra que a quantidade de consumidores que conseguem manter essas contas em dia diminuiu em relação ao ano passado, com exceção do aluguel. Em 2018, 82,1% estavam com o aluguel em dia, contra 89,4% que pagavam o plano de saúde, 86,1% o condomínio, 75% a TV por assinatura e a internet e 79% as contas de água e/ou luz.

"A incapacidade de pagar os compromissos em dia tem levado muitos brasileiros a fazer um tipo de rodízio para escolher qual conta pagar naquele mês. Normalmente, o consumidor prioriza o pagamento de contas básicas e de serviços essenciais, como água e luz", diz em nota o educador financeiro do SPC Brasil, José Vignoli.

Não paga, mas também não negativa

Entre as dívidas que estão atrasadas, mas que não negativadas, os empréstimos informais tomados com parentes e/ou amigos lideram: 33,3% dos entrevistados dizem estar nessa situação. Em seguida, vêm as mensalidades de escola ou faculdade (26,2%), cheque especial (24,1%), crediário (20,8%) e cartão de crédito (17%).

Controle de gastos

Para a economista-chefe do SPC, Marcela Kawauti, o cenário econômico não está ajudando o brasileiro a manter as finanças em ordem, mas também falta controle do orçamento e das contas.

"Boa parte das pessoas não costuma organizar seus gastos, fazendo compras além de suas possibilidades financeiras, que muitas vezes transformam-se em dívidas difíceis de serem pagas", diz em nota.

Para quem já está com as contas atrasadas e pensa em pegar um empréstimo para quitá-las, a economista recomenda cuidado.

"Só é interessante quando se troca uma dívida cara por outra mais barata. Ou seja, quando o consumidor substitui o valor das dívidas que cobram juros elevados, como cartão de crédito, por exemplo, por outra com valores mais baixos, como empréstimo consignado. Caso contrário, os juros podem fazer com que as parcelas dos empréstimos fiquem inviáveis", observa.

Fonte: G1 - 04/11/2019 e SOS Consumidor


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